ADONIS OLIVEIRA - LÍNGUA FERINA

Para Aristóteles, todo conhecimento principiaria com os sentidos ou as sensações (aisthesis). Assim, não haveria “nada no intelecto que não tivesse antes passado pelos sentidos”! As sensações, portanto, não seriam o engano ou a mentira, como dizia Platão.

Essa visão maniqueísta do universo condenou a humanidade a quase 2.000 anos de enganos.

Hoje, tendemos a acreditar que a realidade seja uma síntese e equilíbrio entre tudo aquilo que captamos pelos sentidos, e aquilo que raciocinamos.

De forma semelhante, Aristóteles considerava que haveriam dois tipos de leis regendo o universo: As leis do “Céu Empíreo”, morada de Deus e de todos os seus “Eleitos”; e a parte do universo “Subliminar” (abaixo da lua), parte esta onde nos encontraríamos nós.

As leis do Empíreo seriam perfeitas e imutáveis. As leis de debaixo da lua, ou dos homens, seriam imperfeitas e eternamente cambiantes.

O termo Empíreo vem do latim medieval empyreus, uma adaptação do grego antigo empyrus (ἔμπυρος), “dentro ou sobre o fogo (pira)”. Em suma, Céu Empíreo é o lugar no mais alto dos paraísos (reservado para anjos, deuses, santos e seres abençoados), e pairando por sobre o “Fogo” das paixões humanas.

A partir desta visão do universo, formou-se a corrente filosófica denominada de “Empirismo”, que advoga a necessidade de “Evidências Empíricas” a fim de se formar ideias e conhecimentos, em lugar das ideias inatas , das tradições e da religião. Junto com o racionalismo, o ceticismo e outras formam o que chamamos de “Epistemologia”: O estudo sobre as maneiras através da qual formamos nosso conhecimento.

Existem basicamente cinco formas através das quais formamos conhecimento: empírico, teológico, filosófico, tácito, e o mais nobre de todos, o conhecimento científico. Todas buscam estabelecer relação de causa e efeito.

O conhecimento empírico, ou o senso comum, se define pela ausência de comprovação científica acerca de um dado fenômeno. É manifestado, portanto, pela consciência coletiva e de maneira informal.

Já o conhecimento teológico, baseia-se sempre na crença em alguma verdade “Revelada” por seres superiores. Acreditando nestas “verdades” axiomáticas, todo o resto segue como verdadeiro por consequência.

O conhecimento filosófico decorre de especulações puramente subjetivas e relativas à condição humana (Ontológicas). Dizem sempre respeito a grandes questões que muito raramente terão respostas objetivas.

O conhecimento tácito significa o que está subentendido (implícito) e que, por isso, não precisa ser dito. Não se pode traduzir por palavras. É aquele que o indivíduo adquire ao longo da vida prática. Faz contraponto ao conhecimento explícito, aquele formal, claro, regrado, fácil de ser comunicado.

O conhecimento científico pressupõe a utilização da Metodologia Científica: utilização de processos lógicos e EXPRESSÃO MATEMÁTICA formal. Para que um conhecimento possa ser considerado científico, torna-se necessário identificar as operações mentais e técnicas que possibilitam a sua verificação (GIL, 2008).

De forma geral, o método científico segue as seguintes etapas:

• 1º – Observação (Empirismo).

• 2º – Elaboração do problema (fase do questionamento). (Racionalismo)

• 3º – Hipóteses.

• 4º – Experimentação. (Ceticismo)

• 5º – Análise dos resultados. (Pragmatismo)

• 6º – Conclusão.

Observe-se que, em nenhum momento, apela-se a razões teológicas, filosóficas, morais ou a tradições; e que todo o processo representa uma grande síntese das diferentes correntes da Epistemologia.

Um aspecto crítico, quando da avaliação sobre a veracidade de um determinado conhecimento, é a análise da Repetitividade e da Reprodutibilidade. Isto significa dizer que, sob as mesmas condições, ou reproduzido por qualquer outra pessoa, as mesmas causas darão SEMPRE o mesmo resultado.

O nosso “direito” (entre aspas mesmo) se baseia em um imenso cipoal de leis, labiríntico e inexpugnável, composto por miríades de normas exaustiva e laboriosamente redigidas de forma a serem absolutamente incompreensíveis e incongruentes, muitas vezes até contraditórias entre si, de modo a possibilitar que chicaneiros dos mais variados espécimes e calibres possam se masturbar infinitamente sobre as suas infinitas possibilidades de interpretações, juntamente com os meandros, e as também infinitas possibilidades de postergação e de anulação, propiciadas por um Código Penal feito sobre medida para proteger o orifício rugoso póstero lombar das “otoridades” de plantão. A coisa toda é feita de forma tão embolada que pretensos sábios, “Iluminados” e iniciados nos segredos desta seita esotérica, passaram a ser necessários para explicar à patuléia o que querem dizer as leis. Criou-se um monstrengo chamado de “Hermenêutica Jurídica”.

Segundo o google, A Hermenêutica Jurídica é o ramo da Teoria Geral do Direito, destinado ao estudo e ao desenvolvimento dos métodos e princípios da atividade de interpretação. Vejam que o termo remete diretamente às ideias de Hermes Trismegisto (em latim, Hermes Trismegistus; em grego, Ἑρμῆς ὁ Τρισμέγιστος, “Hermes, o três vezes grande”), legislador egípcio e filósofo, que viveu na região de Ninus por volta de 1.330 a.C., ou até antes desse período. As estimativas vão de 1.500 a.C a 2.500 a.C. Foi o criador da escola filosófica conhecida como “Hermetismo”. Por proferir verdades só acessíveis aos iniciados em sua seita esotérica, passou a ser associado a tudo que é secreto, ou “Hermético”. A interpretação do pretenso “Direito” em nosso país, por analogia, só seria acessível aos iniciados nesta nova seita esotérica: Aqueles agraciados com o grau de bacharel em direito por alguma faculdade de fundo de quintal.

Poderia dizer, sem medo de estar exagerando, que o nosso arcabouço jurídico é o ápice da arte de sacanear com o povaréu desprovido de qualquer direito! Não há, em todo o planeta terra, ao menos que eu saiba, nada que nem se aproxime da sutileza e da arte de ser filho da puta impunemente que está contida no nosso aparatoso (e caréééésimo) sistema jurídico estatal. São o suprassumo da filhadaputice, se é que podemos chamar assim.

A partir desta base medonha, qualquer resultado oriundo das cabeças “privilegiadas” dos juízes torna-se plausível. Como diz o dito popular: Bunda de menino novo e cabeça de juiz, ninguém sabe que merda vai sair. Repetitividade ZERO! Reprodutibilidade ZERO! Portanto, fica totalmente afastada qualquer possibilidade de vir a ser considerada como “científica”!

O sistema em que eu antevejo total repetitividade e reprodutibilidade é a simplicidade cristalina e a objetividade perfeita da Lei da Sharia, do Islan: Matou? Morre! Roubou? Corta a mão! Estuprou? Cortam-lhe o bilau! Adulterou? Morre apedrejada! Este é o “Código Penal” mais sucinto da face da terra. Com ele, as penas são sempre as mesmas e, o que é ainda melhor: INEXORÁVEIS e sumaríssimas.

Poderíamos, com justa razão, escrever na capa do nosso C.P.P. as mesmas palavras que Dante vislumbrou no umbral do inferno: Lasciate ogni speranza voi ch´entrate! (Esqueçam toda esperança os que aqui entrarem)

Diante de toda esta imensa base, absolutamente canalha e até satânica, eu diria; como considerar esta enorme estrutura de dominação e de extorsão da população como “Ciência”? Só a título de piada e de péssimo gosto.

Esta colocação só poderia advir de uma das pessoas beneficiárias da imensa sacanagem, ou mesmo de alguém suficientemente ingênuo a ponto de acreditar em Contos de Fadas e Gnomos.

Querem mesmo tornar esta palhaçada toda um pouco mais científica? Façamos o seguinte: Peguemos TODAS as leis em vigor (eu quero dizer ABSOLUTAMENTE TODAS!), montemos uma imensa matriz de “Quadro-Verdade”, segundo a Álgebra de Boole e a “Análise Proposicional” de Bertrand Russel” e, com ela, alimentemos um imenso sistema de Inteligência Artificial em um megacomputador. Assim, para submetermos qualquer questionamento à justiça, bastaria irmos respondendo às perguntas geradas pelo sistema. Ao final, teríamos um relatório onde constariam as probabilidades de serem verdadeiras cada uma das opções colocadas. O processo todo seria infinitamente mais simples, mais rápido, mais eficaz, mais seguro, mais confiável e, o que é muito mais importante: MUITO MAIS BARATO. Afinal, não teríamos que sustentar a pão de ló a multidão de milhões de nababos, picaretas e vigaristas, que hoje pululam nos tribunais, e que estão todos mancomunados para se locupletar às custas da imensa multidão de otários composta por nossa população.

E TENHO DITO!

22 pensou em “PORQUE O DIREITO NÃO É CIÊNCIA!

  1. Sou teu fã, Adônis.
    Fã da tua hermenêutica. Da forma que você interpreta e nos traz as coisas.
    Sua coluna hoje está um misto de aula de História, Filosofia, Psicologia e – por que não? – Sociologia.
    O fragmento abaixo, entre aspas, é a certeza que você foi você, e que o texto não foi psicografado.
    “(…) de modo a possibilitar que chicaneiros dos mais variados espécimes e calibres possam se masturbar infinitamente sobre as suas infinitas possibilidades de interpretações, juntamente com os meandros, e as também infinitas possibilidades de postergação e de anulação, propiciadas por um Código Penal feito sobre medida para proteger o orifício rugoso póstero lombar das “otoridades” de plantão.”
    Vou espalhar sua coluna pelo oco do mundo.

  2. Adônis, eu tenho dito sempre que, na justiça, está na hora de trocar os robôs atuais por robôs de verdade. Tem uma pessoa amiga, da minha terra, que deixou de se comunicar comigo por conta da minhas posições em relação a atuação da justiça. Ele é juiz. Eu concordo com essa questão da IA na justiça. O custo processual cairia 90%.

  3. Caro Adônis, sem desmerecer suas outras colunas, esta foi a que eu mais gostei. Como diz o grande Sancho, li e reli umas 10 vezes.

    Uma verdadeira aula sobre ciência, num tempo em que esta palavra anda muito desgastada pelo seu uso inadequado por políticos.

    Sobre o Direito então foi sensacional, desconstruiu a lorota de que o mesmo é uma ciência.

    Teve endereço certo, vamos ver se o endereçado tem coragem de aparecer por aqui e debater suas colocações.

  4. Pois é Adonis …….

    Como você é muito mais brilhante, no conhecimento e na escrita, sua explicação ficou mais clara e “científica” e assim, quem sabe, o imbecil deixe de continuar com suas asneiras (de asno ) sobre “Ciência do Direito” ……. Ka KA KA

    Eu sempre falei que Goiâno era um estúpido com esta argumentação ……..

    Por isso os elementos que compõe o STF são apenas uns calhordas arrogantes…….

    Cientistas ….!!!!!! …….

    PQP, só na cabeça deste bosta arrogante que se arvora na pretensão de poder escrever um tratado sobre esta imbecilidade ……

    Patético ….. Tsk Tsk Tsk

  5. Problemático e adonático homem do saber,
    Segundo a Álgebra de Boole e a “Análise Proposicional” de Bertrand Russel” Adônis prova quão pueril é a argumentação “B”oioniana sobre a “Ciência do Direito” (terá o rapaz da geladeira vermelha argumentos possíveis?).

    O Fatality só pode ser ativado ao final da luta, depois de uma vitória completa, com a frase “Finish Him”? Pois, então…

    Pensava eu em minha argumentativa “hinguinorança” que Inteligência Artificial era a inteligência canhota… kkkkkkkk

    Como prêmio pelo excelente texto, vai uma super dica dominical: Khatia Buniatishvili

    Khatia Buniatishvili – Serge Gainsbourg: La Javanaise

    • Nobre sidekick do lendário Dom Quixote,

      falou em Finish Him?

      Fatality?

      És um entusiasta de Mortal Kombat? Pois o que se viu nesse texto não foi um Fatality, mas um Brutality, antecedido por um combo de hits que beiram a três casas decimais.

  6. Adônis, teu texto é muito interessante, o nariz de cera especialmente, não só pela erudição, como, também, pela preparação para atingir o fundo da questão.
    Em uma coisa muitos têm razão: Quando se fala em “ciência”, tem-se em mente, de pronto, as coisas matemáticas: dado isso, “é” aquilo.
    Essa é a conceituação tradicional, histórica, de ciência.
    O conceito de “ciência”, entretanto, expandiu-se, modernamente.
    Veio contemplar outras áreas do conhecimento que dispõem de método: de observação, identificação, pesquisa, explicação de fatos, análise de fenômenos, submetidos ao método racional de apreensão.
    Assim, alguém pode opor-se ao Direito, como Ciência, alegando que essa área do conhecimento não é exata, valendo-se, para tanto, da sua própria compreensão a respeito do “do que é ciência”, considerando, então, como tal apenas as áreas que determinam que os resultados são sempre obedientes a leis específicas, eternos, por assim, dizer, e imutáveis.
    Pois, se tu e os demais companheiros – esses que vêm se manifestando – acham assim, podem aplaudir-se por pertencerem ao grupo positivista (e, atenção! não o Positivismo de Augusto Comte, mas o dicionarizado como “definitivio”, seguro) que só considera ciência, basicamente, a Matemática, a Física e a Química, e o que vem no seu rastro, como a Astronomia, a Estatística, a Medicina, a Engenharia, a Arquitetura etc., que se valem das básicas para fundarem-se.
    Mas…
    Vai aqui uma observação importante.
    Uma parte dos que, neste momento, procuram desvestir os conhecimentos humanos e sociais da roupagem de ciência têm, em geral, motivação pouco “científica”, por o fazerem muito mais por motivação política do que acadêmica, digo (e por que não dizer), científica.
    O que buscam é, na verdade, desacreditar juízes e tribunais, quando se sentem politicamente ameaçados pelas decisões proferidas por eles.
    Podem, arvorando-se na declaração de que Direito não é ciência, asseverar, assegurar-se e assegurar: o que esses juízes fazem não é decorrente da aplicação de conhecimentos científicos, mas sim fruto de tendências esquerdistas e mesmo comunistas, já que suas decisões atacam, a seu ver, os direitos democráticos e, é claro, prejudicam a ação de determinados líderes, um de cujos os quais não ouso dizer o nome (mas não é, propriamente, o diabo).
    Na verdade, se afastarmos a motivação referida, teremos mais facilidade de ver o Direito como, também, uma ciência, ou um tipo (ramo) de ciência, assim consagrado pela vanguarda intelectual (inteligentsia) deste vasto, vasto mundo sem fronteiras.
    Começaríamos por, no caso do Direito, expandir nosso raciocínio: Direito não se resume a “direito positivo”, cujo o qual simplesmente “observa” as relações sociais e elabora normas (leis) para colocar essas relações em termos a fim de dirimir os conflitos e garantir segurança e paz social.
    O Direito é muito mais do que isso é até mais do que o “direito natural”, ou jusnaturalismo, que supõe a existência de um direito universal, estabelecido pela natureza, cujo fundamento é o da lei natural, e não o da lei humana, que rege os acordos e contratos sociais.
    O Direito, como ciência, engloba tudo isso, mas é, na essência, o estudo e a filosofia de como agem as forças e os conflitos sociais, como se comportam as leis, o que querem exatamente dizer, e assim todos os comos e porquês.
    Seus hermetismo não decorre da vontade dos iniciados em compor uma casta, nem uma sociedade secreta, ele decorre da própria complexidade.
    Nisso não é diferente de outras ciências: Quando eu falo “enfiteuse” meus companheiros do Direito sabem do que se trata, não preciso explicar nem definir, porque estudamos isso e dominamos nossa terminologia; do mesmo modo que quando falares de “abcissa” a ideia já estará completamente vissualizada por teu companheiro de ciência e nem por isso direi que falas assim para esconder dos outros o teu conhecimento e te fechares em um grupo hermético.
    Enfim, não deves, e não devem muitos outros, imaginar que quando um juiz solta ou prende ele está fazendo isso para derrubar a direita por razões sem pé nem cabeça; não, em geral o juiz ou tribunal agem segundo as leis, a doutrina, a jurisprudência e, sim, mediante o uso da hermenêutica, embasados pelo raciocínio lógico e fisolófico apreendido durante os anos de universidade e pelo prosseguimento de muito, muito estudo, de inúmeros filósofos, sábios, juristas, muitos dos quais, como Carnelutti, Chiovenda e outros, nunca ouviste falar.
    Se ciência é “dado isso é aquilo”, o direito é “dado isso deve ser aquilo”, dependendo das condições que nas ciências positivas seriam de temperatura e pressão, mais ou menos como quando a água ferve de um jeito ou de outro.
    Quando o cientista químico, por exemplo, erra na mistura, ele a refaz, se não deu o que esperava ele reinventa.
    No Direito, quandos dá errado nos tribunais, pode-se refazer e reinventar, mediante os recursos que servem justamente para corrigir os enganos, dentre eles apelação, agravo de instrumento, agravo interno, embargos de declaração, recurso ordinário, recurso especial, recurso extraordinário, agravo em recurso especial ou extraordinário e embargos de divergência e tantos outros mecanismos, até mesmo uma ação rescisória e uma revisão criminal.
    Concluindo: que o tema “ciência, direito ou não” não lhes sirva para desacreditar o instrumento que raramente uma pessoa poderá de usar em sociedade para garantir seus direitos, inclusive e, quem sabe principalmente, os democráticos.

  7. Prezado Goiano,

    Algumas observações relativas às suas considerações:

    1- Não estou falando de motivações políticas em nenhum lugar do meu texto. Estou me referindo a simples e pura SACANAGENS!

    2- Você, como cientista, é um grande advogado. Não sei se me fiz entender.

    3- Não preciso procurar desacreditar nossos juízes e tribunais. O fato que são UM BANDO DE BOSTAS já é o óbvio ululante, de que falava Nelson Rodrigues. Só não vê quem não quer.

    4- Com relação a Carnelutti, Chiovenda, e muitos outros, de quem eu nunca ouvi nem falar, simplesmente…NÃO SEI! NÃO ME INTERESSA SABER! e TENHO RAIVA DE QUEM SABE!

    5- Esse papo de que a “Inteligentsia” do mundo está se abrindo para novas definições sobre o que seja ciência, está me cheirando mais a “Burritsia”.

    6- Finalizando: CIÊNCIA PRESSUPÕE DEFINIÇÃO MATEMÁTICA! A matemática é a linguagem de Deus, o Grande Arquiteto do Universo. Fora da matemática, é pura e simples “Achologia”.

    Boa semana.

    • Pois é…..

      E vc Adonis ainda perde tempo com este “cientista” estúpido…….

      O cara é tão imbecil que ainda tenta defender o marginal apedeuta, já condenado em 3 instâncias, pelas “regras” do direito que o próprio Goiâno parece não aceitar…….

      Dá para acreditar nisso ???!!!!

      Patético…….. Tsk Tsk Tsk….

    • Caro Adônis:
      Antes, de tudo, uma errata: no final do meu comentário leia-se “que uma pessoa deixará de usar”, faltou a palavra “deixará”.
      1) Eu estou falando de motivações políticas: tu é que não sabes que tuas motivações são políticas, e políticas no sentido estrito do termo.
      2) Tento entender, é meio complexo, talvez tortuoso, quem sabe, seria uma depreciação disfarçada de elogio?!
      3) Esse fato não é verdadeiro, nem científico; o comentário decorre de uma certa dose de arrogância.
      4) Não sabes o que estarias perdendo, se fosses da área do Direito.
      5) O conservadorismo mofa.
      6) Quando tiveres um conflito que dependa de uma composição entre partes e alguém te processar em um tribunal, não me procures; em vez de advogado, contrate um matemático.

      • Pois é ……..

        Goiâno é ou não é um Imbecil, metido a última bolacha do pacote ……
        Sorte dele que arrogância e estupidez ainda não é crime ……

        Em processos nos tribunais, são necessário pelo menos três advogados com OAB, para acusar, defender e julgar.

        Matemáticos somente são chamados quando é necessário usar a “ciência” para determinar sem sombra de dúvida, sem ideologismo, sem corrupção, sem amiguinhos, sem força do dinheiro e sem estupidez, cálculos precisos e absolutamente iguais para QUALQUER que for o “cientista” chamado…

        Pôôô ….. !!! ….. Parece que não sei …..

        Não conhece as regras básicas do direito para um processo legal ???
        Você deve ter sido em “ex celente” advogado …..

        Como é burro …… dá zero pra ele …… Ka Ka Ka

        • Arthur, disse Marcos André:

          “Sou partidário de Kardec, quando este afirma, lá no livro dos espíritos:

          ”porque, em boa lógica, a crítica só tem valor quando o crítico conhece aquilo que critica. Zombar de uma coisa que não se conhece, que não se pesquisou com o critério do observador consciencioso, não é criticar, é dar prova de leviandade e dar uma pobre idéia de sua capacidade de julgamento.”

      • Caro Boiano, já que o Sr. Adônis não se dará ao trabalho, listarei nos mesmos moldes:

        1) uma marca indelével da idiotia canhestra é ver política em tudo. Não difere do ninfomaníaco que vê sexo até no buraco de um tronco de árvore.

        2) ser um “grande advogado”, dependendo da seara em que atua, é tão elogiável quanto deter o recorde de ser a atriz pornô que foi mais comida por atores numa só ocasião. O êxito só tem valor dentro daquela comunidade, pq fora dela…

        3) o Esquerdismo gosta de brincar com signos e significados por se nutrir da confusão semântica. Só assim para confundir com “arrogância” a percepção do óbvio e brincar de roupa invisível do rei nu.

        4) de novo traçando um paralelo com o mundo da pornografia, não faz a menor falta desconhecer o ator que mais esporrou longe, ou a atriz que mais chupou pau.

        5) “o que é conservado, mofa”. Boiano é mesmo um poliglota mesmo. Não só fala português, francês e muitas merdas, como acabamos descobrindo que fala um subdialeto: o dilmês.

        6) reza a lenda que Kurt Gödel quando estava para receber a cidadania americana, encontrou uma inconsistência na Constituição americana que permitia por vias perfeitamente legais o estabelecimento de uma ditadura justamente na nação que hoje é símbolo de democracia plena. Então, meu caro, se no Brasil não houvesse o corporativismo de uma OAB, e também dos juízes, eu confiaria mais em contratar um matemático do que em um advogado para fazer minha defesa pelo simples fato de que, se ele estaria me defendendo, seria por enxergar a pura lógica da minha inocência ao invés de atender meramente a interesses biltres.
        Mas quem sabe não exista um advogado no meio dessa terra de ninguém com formação prévia em Matemática? E não duvido que seria um advogado muito mais idôneo e ilibado do que a grossa maioria de seus pares.

  8. Mais uma vez, PARABÉNS, Adonis. Perfeito em todas as colocações. Peço sua permissão para difundir brilhante artigo. Abração.

  9. Mestre Adônis, meus cumprimentos pela festiva crônica versando sobre Direito.

    Na qualidade de advogado, observo que o texto queira questionar o Direito, e/ou a ciência jurídica, quanto a uma concreta exatidão cientifica, na verdadeira acepção da palavra.

    Pela corrente positivistas ( que você faz parte), o conhecimento científico autêntico, se origina nas comprovações das teorias, com os rigores da metodologia cientifica. (matemática, por exemplo). Grosso modo, tal corrente, só aceita a ciência com predominação de nuances empíricas (verificação experimentais e teóricas de fenômenos físicos naturais, com foco na experiência baseada na observação sensorial, obedecendo critérios e métodos (regras) científicos discutidos, aceitos e enumerados pela comunidade científica. Ciências exatas.

    Ciências naturais e sociais, por sua vez, abrange um universo de conhecimentos, em que se lançou (também) mão de metodologia, sistematização, experimentos (sensoriais, psíquicos, etc. (arqueologia, geografia, psicologia, sociologia, ciência política, antropologia… ciência jurídicas, sim. Pois, humana/social).

    Sempre vai existir a complexidade conceitual do que seja ciência.

    Ex: contabilidade – ciência que versa sobre análises, registros e sistematização de tudo que envolve valores, ditos, patrimoniais e riquezas. Possue suas ramificações. É uma ciência social que muito se estriba nas ciências exatas. Uma não existe sem a outra. O mesmo ocorre com as ciências econômicas ( que é humana e social) envolve atividades humanas ligados à produção, circulação, distribuição e consumo de bens. Há de se calcular, portanto.

    Ciência exatas e humanas. Uma sem desmerecer a outra ” A César o que é de Césár”.Mutuamente, se completam.

    Uma intrigante função matemática, equação ou cálculo, não sairia do plano teórico para o prático e experimental, sem que antes tivesse uma segura dedução (comunicação), sem o apoio da linguística (semântica e sintaxe), para sua perfeita e lógica compreensão.

    Sou partidário de Kardec, quando este afirma, lá no livro dos espíritos:

    ”porque, em boa lógica, a crítica só tem valor quando o crítico conhece aquilo que critica. Zombar de uma coisa que não se conhece, que não se pesquisou com o critério do observador consciencioso, não é criticar, é dar prova de leviandade e dar uma pobre idéia de sua capacidade de julgamento.”

    Fã de carteirinha das crônicas, que sempre fez jus ao nome: LINGUA FERINA.

    Parabéns pelo belo, corajoso e instrutivo texto, Mestre Adônis.

  10. Prezado Marcos André,

    QUE CRÍTICA / ANÁLISE DA GOTA SERENA!!!!

    É por essa, e muitas outras de igual valor, que sou seu fã, Muito obrigado.

    Reconheço, sem nenhuma vergonha de dizê-lo, que, no afã de esculhambar com as colocações do nosso amigo Goiano, exagerei na ênfase que dei ao aspecto EXATO do que seria ciência.

    Não se sabes mas o meu mestrado foi em ECONOMIA. Como tal, estou bem ciente do fato de que, mesmo apelando para conceitos meio exotéricos e de dificílima mensuração, tal como “Propensão para Consumir ou ara Investir, esta ciência pode apresentar um grau de exatidão considerável, Basta apenas estar ciente das suas limitações metodológicas.

    De forma semelhante, possuo mestrado em Psicologia Organizacional. É outra ciência cujo grau de complexidade levou a uma parte dos seus praticantes, os Behavioristas, a se concentrarem unicamente na relação entre os impulsos recebidos e os comportamentos humanos decorrentes. Abstraindo das elucubrações Freudianas e de outros assemelhados.

    Até mesmo a física, quando entra no campo da Mecânica Quântica, passa a ser regida por fenômenos preponderantemente estatísticos, coisa que emputeceu muito Einstein e outros. Dizem que ele chegou a dizer que “Deus não joga dados conosco!”. Hoje sabemos que grande parte dos fenômenos físicos são eminentemente estatísticos e, mesmo assim, a física não deixou de ser considerada uma ciência.

    Moral da Estória: Continuo considerando esta nojeira que chamam de “Direito” no Brasil como sendo o ápice da putaria! Poderia ser significantemente melhorada, desde que não fosse operada pelas excrescências que estão no seu comando hoje.

    Grande abraço.

  11. A prova da nossa decepção com o direito, refrete a da maioria.
    Juízes do STF tomam decisões político partidárias.

    São o lixo tóxico do direito. Subvertem a interpretação conforme a lama política de suas canetas.

    Lembro a cronica da sua ojerisa por Gilmar Mendes. (Torturas).
    Realmente, como apoiar uma “ciência” cujo representante máximo é um vagabundo daquele quilate. Somados a mais dez.
    Se o supra sumo da “cobertuta” são assim, imagine os do porão.

    É pura indignação e asco.

    Nas suas colocações, estou com você.

    Forte abraço.

  12. PUTA QUE O PARIU!!!!

    DE NOVO, PUTA QUE O PARIU!!!! QUE TEXTO DA PORRA!!!!

    Reza a lenda da mitologia fubânica que o Hades fubânico (vulgo Nikolai Hel) se põe a disposição para pelejar com qualquer um do panteão, exceto três figuras: Zeus, Hermes e Apolo. Respectivamente, Papa Berto, Sancho e o Sr. Adônis. O primeiro por puro respeito. O segundo por estima fraterna. O terceiro e último por admiração e temor, pois por mais beligerante que eu possa ser em alguns momentos, nunca que eu me engajaria em um debate de ideias com o colunista do Língua Ferina. Eu seria sumariamente desmontado, o mundo subterrâneo ficaria sem comando e todas as almas sebosas lá contidas violariam as leis do universo voltando a vida e tornando o mundo mais infernal do que já está com essa putaria da peste chinesa.

    E tenho dito.

    PS: PUTA QUE O PARIU!!!! QUE TEXTO DA PORRA!!!! (não me canso de dizer isso!)

  13. São provas de que o nosso STF está mancomunado com os esquerdistas:

    1) Persegue inocentes, como o deputado Daniel Silveira, a Sara Winters e o Oswaldo Eustáquio, anjos de candura e inocência, só porque ameaçam as pessoas e as instituições corrompidas.

    2) Anula os processos do diabólico Lula só porque o juízo é incompetente e o juiz suspeito, perdendo por causa dessas bobagenzinhas todo o trabalho feito.

  14. Pois é …….

    Esta bosta de “direito”, pode acatar qualquer resultado, em qualquer tempo e em qualquer tribunal.

    Uma sentença pode ser válida ou inválida, dependendo do dinheiro em jogo, do amiguinho, da imbecilidade e venalidade do julgador, dos corruptos envolvidoas, das negociatas por baixa das togas, ou de qualquer mosntruosidade que se queira criar para TRANSFORMAR Mel em Fel.

    Só o direito consegue isso, a ciência nunca ……..

    Afirmações do Goiâno

    “São provas de que o nosso STF está mancomunado com os esquerdistas:

    1) Persegue inocentes, como o deputado Daniel Silveira, a Sara Winters e o Oswaldo Eustáquio, anjos de candura e inocência, só porque ameaçam as pessoas e as instituições corrompidas.

    2) Anula os processos do diabólico Lula só porque o juízo é incompetente e o juiz suspeito, perdendo por causa dessas bobagenzinhas todo o trabalho feito”

    RESPOSTAS ;

    1 = SÃO INOCENTES SIM POIS ainda não há nenhuma condenação, e bem pior ainda, não há ao menos a instauração de processos LEGAIS contra eles ………….

    2 – “Juizes” venais SIM, mancomunados com a esquerda para destruir a credibilidade do País, pois mudaram de “parecer” REPENTINAMENTE, depois de já terem analisado e concordado com as ações e foro durante, mais de uma vez nos últimos 5 anos e nas diversas instâncias percorridas.

    Fica cada vez mais lamentável sua estupidez e sua cara de pau.

    Acho que tem que ser assim, pois como Maluf, Lulla, Gleysi e uma boa cambada de esquerdistas, não possuem o menor constrangimento ao passarem por corruptos, imbecils, incompetentes populistas e canastrões, com esta arrogância teatral ……..

    Idiotas …..

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