ADONIS OLIVEIRA - LÍNGUA FERINA

Ao longo de toda a minha vida, sempre me perguntei: qual seria a razão que leva as nossas cidades a serem verdadeiras latrinas fétidas, enquanto que as cidades dos gringos, que eu visitei por todo o mundo civilizado, são todas invariavelmente verdadeiros jardins?

Por que todas as nossas cidades emitem uma catinga desgraçada de merda que, a quilômetros de distância, já podemos identificar? Será devido ao baixíssimo nível de tratamento de esgotos sanitários? Será porque as fezes humanas de milhões de pessoas são lançadas nos rios e canais “in natura”? Será por isso que as casas são construídas todas com as costas viradas para os rios e canais, ao contrário dos países civilizados, onde estas são construídas todas visando usufruir do belo visual proporcionado pelos maravilhosos cursos d´água?

Na minha modesta maneira de ver e entender, nosso país se encontra diante de uma encruzilhada que será crucial na definição do futuro que teremos ao longo dos próximos decênios, ou até mesmo séculos. Seguiremos adiante com a pedagogia choramingas do arrombado, do fudido, do frustrado rancoroso e selvagem; ou enveredaremos pela pedagogia dos seres pensantes, responsáveis pelo seu próprio destino, assim como o de todos daqueles que lhes estão próximos? Seres totalmente pensantes, críticos responsáveis e donos de seus próprios destinos?

Por que será que nas fotos acima, os do lado esquerdo são todos branquinhos de olhos azuis, enquanto que, os do outro lado, são todos amulatados? Terá alguma ligação? Será que vem na carga genética?

Sinceramente? Não creio! Posso nem me dar ao luxo de pensar desta forma, já que sou fruto de uma tremenda miscigenação. Além do que, do mais fundo da minha alma, tenho verdadeiro nojo da selvageria e da baixaria explícita apresentada no lado direito.

Para mim, toda a diferença está no tipo de liderança do grupo. Quem dá o ritmo da passada de qualquer grupamento humano é a liderança! Líderes imbecis, que adoram infantilizar cada vez mais a população, levando-os todos a permanecerem sempre comendo na sua mão e sendo manipulados ao seu bel prazer, formam sempre e cada vez mais populações de imbecis! O Diabo é que este é um processo de causação circular e tautológica: Populações de imbecis escolhem sempre líderes imbecis e canalhas. Como consequência, tornam-se cada vez mais imbecis e elegem líderes mais imbecis e canalhas ainda.

A pergunta de UM BILHÃO DE DÓLARES É: Como fugir desse círculo vicioso?

É por esta razão que considero a omissão de Bolsonaro, junto com os generais, em não querer “Botar pra Feder” e fuzilar multidões de canalhas, simplesmente IMPERDOÁVEL! Eles são a nossa última esperança de reverter esta situação. Eles, ou o improvável desembarque de tropas americanas em nossas praias.
Vejam o efeito dos dois tipos de educação. De um lado, cidades que se parecem todas com o Jardim do Éden…

Do outro lado, paraísos tropicais que foram transformados em imensas latrinas fétidas pelos seus animalescos habitantes, sempre à espera dos superfaturados projetos do governo.

Estes são os resultados dos dois tipos diferentes de educação!

Será mera coincidência que a turma do alaranjado e do roxo, aí no gráfico por estados, seja composta exatamente pelos estados mais lascados e parasitas de repasses federais? E que sejam exatamente os mesmos estados que elegeram governadores esquerdistas, marxistas, stalinistas, trotskistas, leninistas, e outros “istas” de igual nível de imbecilidade e ladroagem?

Sinceridade?

Por mim, o restante do Brasil está fazendo papel de besta ao carregar nas costas esse bando de arrombados mal-agradecidos. Era para mandar tudinho se fuder! Vão infernizar a vida do cão!

Passa uma régua! Divide o Brasil da Bahia pra cima. Os alaranjados e roxos formariam a Nova Venezuela ou a Cuba do Sul. Para mim, tanto faz!

Depois, podem aplicar a pedagogia do arrombado o quanto quiserem. Implantem o comunismo pior que o Khmer Vermelho. Botem essa multidão de mortos de fome lombriguentos todinha para viver de esmolas do aparato estatal. Só não queiram que a turma que trabalha, lá no Sul e Oeste do país, os sustente indefinidamente, para que possam infernizar cada vez mais a vida de quem lhes garante as refeições.

Nem os cachorros fazem isso: Morder a mão que os alimenta!

Ou o restante do Brasil faz isso, e se livra dessa desgraceira, ou será arrastado inexoravelmente para esse festival de misérias e de eterna falência, magnificamente representado por essa turma de governantes amaldiçoados dos estados do Norte e Nordeste. Podem até não quebrar o país, como a Argentina e a Venezuela, já que o nosso agronegócio é pujante e segura o tranco, mas seguiremos eternamente num lento e doloroso processo de putrefação do tecido social, contaminados por essa banda podre.

Passarão céus e terras e estas minhas palavras não passarão. Quem viver, verá!

De minha parte, só quero que o valor do dólar dê uma refrescada, e que essa palhaçada do COVID tenha um final, para que eu possa assistir ao “formidável enterro de nossas últimas quimeras” bem de longe, lá no meu barquinho, navegando no Mediterrâneo.

13 pensou em “POR QUE ???

  1. Bom dia,
    Concordo com você mas não vai acontecer quase nada de diferente. Fazer o quê?
    Quando vou a São Paulo às vezes com um sobrinho pequeno, passando na marginal do rio Pinheiros, de sacanagem abro o vidro do carro para o menino sentir o cheiro do progresso.
    Estamos “progredindo” também em minha pequena cidade no interior de Goiás. Tem um córrego aqui que de vez em quando dá sinais de estarmos progredindo.

    • De acordo com sua teoria biltre, nenhum lugar no planeta foi paradisíaco já que há dezenas de milhares de anos vivíamos nas cavernas.

      Cheirar incessantemente as virilhas do Homemm-tijolo está queimando o restinho das suas conexões neurais.

  2. Gladiadores não fogem da ARENA para assistir ao “formidável enterro de nossas últimas quimeras” bem de longe, lá no barquinho, navegando no Mediterrâneo.

    Gladiadores se alimentam do medo que há no suor do inimigo… Afie sua espada verbal e continue na batalha. Ninguém se chama ADÔNIS por mera obra do acaso.

    Escreve o magnífico ZE RAMOS: Um país que tem a gente que tem, que tem os políticos que tem, que tem a educação que tem, que tem o judiciário que tem, que tem o sistema educacional que tem, e que tem, ‘PRINCIPALMENTE’ as escolhas e opções políticas que tem, jamais conseguirá chegar em algum lugar.

    Escreve o magnífico ADÔNIS: Para mim, toda a diferença está no tipo de liderança do grupo. Quem dá o ritmo da passada de qualquer grupamento humano é a liderança! Líderes imbecis, que adoram infantilizar cada vez mais a população, levando-os todos a permanecerem sempre comendo na sua mão e sendo manipulados ao seu bel prazer, formam sempre e cada vez mais populações de imbecis! O Diabo é que este é um processo de causação circular e tautológica: Populações de imbecis escolhem sempre líderes imbecis e canalhas. Como consequência, tornam-se cada vez mais imbecis e elegem líderes mais imbecis e canalhas ainda.

    Combinaram?
    ZéRamos e Adônis combinaram suas crônicas deste domingão de feriado da Independência?
    Dois textos de arrasar quarteirão, de fazer brasileiro botar a mão na consciência e dar cada um grito próprio de INDEPENDÊNCIA para livrar o Brasil da mesmice dos mesmos canalhas que fizeram o gigante verde-amerelo curvar-se à MEDIOCRIDADE.

    O que posso falar a ambos?
    Resta pedir MAIS TEXTOS contundentes para abrir os olhos de nossos leitores/eleitores espalhados por este BRASIL.

    Estamos em ano eleitoral e cabe ao leitor falar alto e em bom som para o candidato que vier bater á porta que CHEGA de corrupção e safadeza. HORA de dizer aos políticos que forem em busca de voto no corpo a corpo da campanha, que votará nele, mas (ameaçador mas), que COBRARÁ boa gestão municipal, pois prefeitos e vereadores são funcionários,nossos funcionários, funcionários do público, daí o nome FUNCIONÁRIO PÚBLICO. Se não houver bons nomes para votar, que se vote no menos ruim, que de menos ruim em menos ruim, acabamos encontrando um bom candidato.
    E, por últmo, que não vote nosso eleitorado em partidos que sempre estão do lado errado, CONTRA O BRASIL.. não se deixe enganar, pois QUEM VOTA NAS COXAS acaba tomando na bunda…

  3. O Mestre Adônis Oliveira dessa vez botou pra fuder nesse seu extraordinário POR QUÊ???

    Essa é a realidade nua e crua de Banânia e de todos os países da América Latrina!!!!

    É a constituição do senhor Ulisses Guimarães que permite essa excrescência!

  4. Muito bem Adonis. Estou morando em Joinville , a maior cidade daquele único estado em azul (o DF não conta ja que o auxílio lá e feito em forma de salário) que vc mostrou no seu gráfico . A prefeitura e construída as margens do principal Rio que corta a cidade. E não tem o cheiro de progresso do Tietê. Sóbre divisão do país tem o movimento Brasil do sul que ao contrário.de rancor com o N-NE e uma maneira de deixa o pessoal paulofreireiano andar com as próprias pernas. Sem esmolas como disse mestre patativa do Assaré

    • Caro Gonzaga,

      Eu ia mencionar que Brasília JÁ É O PRÓPRIO BOLSA FAMÍLIA. Só que não tinha mais espaço.

      Muito obrigado pelo esclarecimento. Assim, só sobrou a bela Santa Catarina nesta desgraceira total.

  5. Caro Adônis
    Efetivamente, já tive oportunidades de vivenciar as mesmas situações que você verbera em seu artigo, mas tomo a liberdade de oferecer alguns reparos ou adendos, um “puxadinho”, como dirão alguns amigos.
    Há mais de 50 anos fiz um curso de especialização em Quito-Equador e tive oportunidade de verificar que já naquela época a cidade, embora com elevado nível de residentes com baixo nível econômico – praticamente índios quichúas e de outras nacionalidades andinas, não fedia. Também Lima-Perú, onde praticamente não chove, e Santiago-Chile, se podia fazer tal constatação.
    Mais recentemente, tive oportunidade de voltar a Lima e lá constatei, com grada surpresa, que aqueles jardins que enfeitam suas praças e avenidas são irrigados com água reaproveitada dos esgotos da cidade. Vi, com natural espanto, os vários caminhões-pipa que no final das tardes irrigam os jardins da cidade, como vi, também, o cuidado com que as populações dessas cidade e de algumas outras nesse circuito, recolhem o seu lixo.
    E, então, sou levado a perguntar, face a essas constatações, quem são os selvagens?

  6. Adoro os artigos do estimado Adonis, o cabra bota prá fuder, me identifico em tudo, só não vou embora do Brasil, porque não tenho dinheiro para comprar um barquinho e tem o lado emotivo, não sei se conseguiria viver longe dos meus seis netinhos. Avante Prof. Adonis, o mediterrâneo o aguarda com todo amor e carinho, felicidades guerreiro!!!!

    • Caro José,

      Creio que você está coberto de razão.

      A bem da verdade, em todas as minhas viagens, sempre dei preferência a aquelas cidades que ninguém vai. Procurei conviver com os locais, provar da comida deles no dia a dia, aprender um pouco da língua e dos costumes, e por aí vai.

      Assim, conheço bem todo o interior dos países (França, Itália, Alemanha, Espanha, etc.) e muito pouco das suas respectivas capitais. Quanto a Paris, só fui lá uma vez, por exigência de trabalho, e achei uma grande merda. Nunca mais voltei lá.

  7. Caro Apolo do panteão greco-fubânico, vou lhe pedir encarecidamente os créditos sobre a ideia do muro dividindo Pindorama, pois outrora já tinha dito que esta é a única solução viável. Uma separação do joio e do trigo em escalas nunca antes vistas.

    Enquanto um lado governado por Bolsonaro e seus sucessores, sendo bancado por seus eleitores que compõem a banda decente desse país, empenha-se em modelar a nova república nos conformes das cidades de primeiro mundo exibidas pelo colunista, o outro lado que fique sob comando de algum tirano cleptomaníaco qualquer aliado a uma horda de politiqueiros corruptos, e magistrados e procuradores venais.

    Todos estes da banda podre bancados por legalistas de porta de cadeia, artistas globais, youtubers de cabelinho colorido, cotistas, militantes LGBT, maconheiros e cracudos, adolescentes e jovens adultos lacradores e amantes da quarentena ad eternum, cidadãos viciados em bolsa-tudo, e que tenham como suas FFAA as vítimas da sociedade que englobam tanto a população carcerária, quanto os fugitivos, sejam errantes solitários, ou integrantes de facções do crime organizado encastelados nas favelas.

    A relação diplomática da banda decente com a banda podre será de facílima compreensão: o seu lado do muro será protegido cerrada e ininterruptamente por suas FFAA, e quem se atrever a pular de lá pra cá vai tomar tiro de fuzil na caixa dos peitos e sua desova será realizada via catapultamento para o inferno de onde veio.

    Já disse: o Sr. entra com a Carta Magna e o Código Penal. Eu entro com a execução das penalidades.

    Texto primoroso, catártico, devastador e porradeiro como sempre, Sr. Adônis.

    • Ah, esqueci de incluir na banda podre a classe jornalisteira funerária e pútrida que habita ermos como “Data Falha”, “Estadão (de decomposição)”, “Falha de ‘Sumpáulu'”, “Poder 360º=0º”, “Brasil 171”, “Diário do Cheiro de Merda” e afins, e que fabricam “fake news” mais do que bovinos lançam metano na atmosfera.

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