6 pensou em “POR BAIXO DO PANO

  1. E tiveram medo de burlar novamente no segundo turno. O povo estava esperto. Mas não desistiram ainda de tirar o presidente Bolsonaro de lá. Nem que seja com um tiro na cabeça…

  2. O que acredito é que programaram alguns milhões de votos roubados automaticamente, e ele teve tantos votos que não foi possível impedir sua eleição.

  3. Também acredito. Tanto é que a mídia (TV, rádio e “jornalões”), divulgavam três vezes ao dia (tentando influenciar) que o Bolsonaro perderia para qualquer um no segundo turno.
    Até hoje a mídia está em campanha.

  4. Mas não foi só nessa.

    E por que o Totó Foli (que desde que foi cagado no mundo é petista, cria, caninamente obediente, do Zé Dirceu – sendo, apesar de sua total incompetência jurídica, premiado com o STF) se escondeu – com “técnicos em informática” (e não entrou mais ninguém, nem representantes de partidos) na sala dos computadores do TSE, e só saiu de lá, após mais de 1 hora, com resultado de que a Dilma tinha sido eleita???

    E ficou tudo “por mil e duzentos”, mesmo após o Aécio – que estava na frente – ter pedido recontagem de votos, coisa impossível em máquinas eletrônicas, supostamente, inauditáveis.

    E a posição intransigente – se não me engano da Rosa Weber – de não se adotar o voto impresso, alegando custo de impressoras e dificuldades mil, quando já havia milhões de impressoras (baratíssimas) em tudo quanto é buteco de esquina – e até de alguns cafundós, para imprimir gastos, além de outras ligadas ao computador central de uma rede de lojas e de supermercados, e, inclusive de cartões de crédito – essas ligadas a computadores lá no exterior, atendendo – instantaneamente – a milhões e milhões de consumidores, muitíssimos mais do que a totalidade do eleitores brasileiros, sem nunca dar nenhum problema fosse mecânico, fosse internético???

    Como se vê os golpes nas votações e eleições não é coisa de hoje.

    E, como tudo que acontece neste “Brasil brasileiro”, nunca vai se saber, nem um mínimo dos mínimos, da extensão das fraudes eleitorais nas eleições municipais, estaduais e nacionais, e de quantos “amigos e amigas do rei e da rainha”, pelo mesmo método, foram e são eleitos.

    E, ainda, há o argumento de que a programação de muitíssimo difícil e demorado, quando qualquer um aprendiz de programação aprende, nas primeiras aulas, a fazer um que conte e forneça subtotais e totais de qualquer coisa, assim como aprende – a colocar em locais pré-definidos – tantas senhas quanto necessárias, para evitar que os de posição inferior tenham acesso aos dados de posições anteriores e posteriores da contagem, e assim dificultar, sobremaneira, qualquer fraude nos dados digitados.

    E, em caso de dúvida, os que tiveram acesso são chamados à abrir – com suas senhas – às autoridades presentes, cada etapa da apuração, desde o encerramento da votação, onde é feita a autenticação com senhas diferentes de um número X elementos constituíntes da mesa – cada um introduzindo a sua (naturalmente ignorada pelos demais, finalizando com a do/da presidente da dita.

    E, assim, hierarquicamente, até a última autoridade responsável pela condução da totalização dos votos.

    Como são inúmeras senhas – conhecidas só pelo utilizador e distribuídas em cada etapa de subtotalização – é impossível alguma fraude, a não ser que se tenha tempo suficiente para hackear os resultados e alterá-los.

    Há dúvidas, chamam-se os envolvidos em cada etapa da contagem – dos mais inferiores até o último com mais autoridade – e faz-se uma contagem paralela, autenticada com as senhas correspondentes.

    Não há, pois, como não descobrir se houve ou não “mexida” nos números da eleição.

    No caso do Totó Foli, (sem, no mínimo, a presença de representantes autorizados pelos partidos) fechar-se com “técnicos em informática” – na realidade hackers experientes – foi para ter o tempo suficiente para descobrir as senhas a serem usadas e o ambiente preparado para fazer a fraude.

    Qualquer estudante (iniciante) de programação sabe disso.

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