ROQUE NUNES – AI, QUE PREGUIÇA!

Hoje foi um dia prá lá de quente aqui na gloriosa Campo Grande. Joguei água nos meus cachorros e depois de secos, porque a umidade aqui está mais baixa do que no Atacama, os deixei entrar onde eu estava…. e foi um show de ronco e peido que esses putos deram a tarde toda. Mas, ao mesmo tempo, estava prestando atenção em algumas reportagens sobre o espectro político da nossa sem-vergonhice nacional. E, sempre que apareciam alguns luminares da esquerda, sempre atarrachavam no chifre deles o adjetivo “progressita”.

E, peguei-se-me matutando…. mas afinal, o que vem a ser o progressismo, e mais especialmente o pogreçismo que esse pessoal tanto fala. Apesar de muitas pessoas não gostarem dele, sempre recorro ao Dicionário de Termos Políticos de Norberto Bobbio e lá encontro que o progressismo é uma doutrina social, fundada no Iluminismo que prega a aplicação dos avanços econômicos, científicos e sociais para o bem-estar da sociedade. E, em uma vertente mais moderna, o progressismo é um contraponto ao conservadorismo, principalmente em relação à política, à economia e aos valores, mas mantendo o cerne de sua ideologia, isto é, o benefício amplo da sociedade em todos os campos de desenvolvimento.

Há algo de profundamente errado nesse conceito, ou nas pessoas que o usam como penacho de cacique quando se dizem progressistas. Para mim não são pogreçistas, isso sim. Se formos considerar o cerne do conceito de progresso e progressismo, as sociedades abertas e plurais, onde a livre iniciativa é incentivada, a criatividade estimulada, a liberdade – e digo todas as liberdades – são protegidas, a cultura valorizada, a sociedade vista como uma unidade, com suas diferenças, mas únicas, a educação é estimulada pela competição e pela melhoria constante de seus indicadores de qualidade, esse epíteto cabe nas sociedades de capital aberto.

Eu vejo o pogreçismo das ditas correntes de esquerda, não somente no Brasil, mas também em outras partes do mundo, e se assusto-se-me em perceber como a realidade nega o discurso, e o pogreçismo deles é apenas saliva de feira, que não resite a cinco segundos de escrutínio. Vejamos o caso da nossa gloriosa Pindorama. Tudo bem há muitas injustiças sociais, desigualdades, miséria, exclusão, porém, quando os ditos pogreçistas assumiram o poder fizeram um jogo de dividir para conquistar: e foram fragmentando a sociedade em grupos e guetos, correntes e seitas. E, para cada um desses grupos havia o pogreçista que falava em nome dele, sem nunca conhecer o grupo.

Pratrasmente, de uns quinze anos eu sabia que havia o grupo GLS, como os xibungos se autodenominavam. Gays, Lésbicas e Simpatizantes. Tudo bem. Diz a sabedoria popular que cada um chora por onde sente mais saudades…., mas deixa isso para lá. Hoje, esse grupo está tão fragmentado que virou LGBTQIA+, isso mesmo, assim mesmo, com esse monte de letra. Só faltou o símbolo do infinito logo após esse mais. E tudo para dizer que são pessoas que gostam de doar o fedegoso. E um L não se identifica com um Q, que não se identifica com um T, e por aí vai. O caso daquela professora da Unicamp que se descobriu que não tinha pós-doutorado também foi didático. Uma atriz da rede goebbels recusou-se a interpretá-la no cinema, pois não se achava “preta o suficiente” para isso. Essa até meu ovo esquerdo doeu.

Mas todo pogreçista diz lutar pelas liberdades, pela tolerância, pela igualdade. Até aí eu concordo com eles. Canalhices e hipocrisias deles à parte, eu também luto por isso. Mas acontece que, à diferença deles, eu acredito nisso e não apenas uso isso como ferramenta para saciar a minha tara autoritária. O que me admira é que ainda há um magote de sem vergonhas que acreditam nesses sujeitos. Mas, vamos a alguns exemplos históricos. Quem sabe, beliscando a bunda dessa gente, as bestas não acordam para a realidade.

No início do século XX, Lênin, Stalin e Trotsky eram chamados de progressistas por jornalistas, intelectuais, professores universitários, artistas, no antigo Império Russo. Li, não se me alembro onde que, um dos artistas mais entusiasmados com o pogreçismo dos bolcheviques era Isaac Babel, tido como um dos mais talentosos poetas e tradutores da Rússia. Acabou quebrando pedra na Sibéria, logo após a vitória dos Bolcheviques. Ana Akmatova, além de excelente poetisa, professora de Teoria Literária e ensaísta, acabou acusada de prostituição, de envenenar a mente dos jovens. Seu acusador? Trotsky. Terminou a vida calada, sem permissão para escrever uma linha, sob pena de execução. Viva o pogreçismo soviético. O mesmo ocorreu com Mikhail Bakhtin, quiçá um dos melhores teóricos da língua do século XX, que, para não ser preso, os seus escritos eram publicados em nome de outra pessoa. E tudo isso, porque, em um debate teórico ele provou que as teses de Stalin estavam equivocadas. Viva a defesa da liberdade de expressão dos pogreçistas.

Outro exemplo. Em 1974 o Khmer Vermelho, partido de Pol Pot assumiu o poder no Camboja, com amplo apoio de artistas, músicos, jornalistas e professores. A primeira ação de Pol Pot foi mandar esvaziar as cidades, colocar os cidadãos no campo, onde eles trabalhariam até morrer de exaustão. Mas, reservou um tratamento especial para os artistas, músicos, jornalistas e professores: mandou executar a todos, á base de metralhadora. Alguns conseguiram escapar fugindo para o Vietnã, mas não encontraram coisa melhor lá.

Um último exemplo é de um vizinho nosso: a Venezuela. Os maiores entusiastas do Socialismo do Século XXI, como pregou Hugo Chaves – que o diabo o tenha no canto mais quente do inferno, junto com Fidel Castro -, foram estudantes e professores universitários que fizeram passeata, marchas e atos de apoio ao chavismo. 12 anos depois os professores restantes nas universidades venezuelanas estão calados. Alguns poucos conseguiram fugir para viver de bico no Brasil e em outros países da América do Sul. E os estudantes, bem, esses foram atropelados por blindados a mando do gigolô da fome alheia, o Nicolás Maduro. Viva a liberdade de expressão do pogreçismo.

Agora entendo Roberto Jefferson quando ele dizia que José Dirceu causava-lhe arrepios. De fato, olhar para aqueles olhos pogreçistas que lembram Heimrich Himmler causa mesmo arrepios. É notório o pogreçismo de Dirceu estampado naqueles olhos sombrios que muito esconde. O pogreçismo de Marcia Tiburi – que muitos chamam de filósofa. Ela não é filosofa. Pode até ser doutora em Filosofia como Marilena Chauí, mas filósofas não são, pois em nada contribuíram, de sua verve, para a filosofia mundial -, louvando o cu e defendendo o assalto é coisa de lunático. Viva o pogreçismo de Pindorama. Não falo de Lula, porque Lula não é pogreçista. É só um ladrão mesmo.

Pogreço que leva divisão, miséria, morte, ódio, hipocrisia, destruição, não é progresso. É só uma fantasia que tiranos fantasiados de gente vestem para atingir seus objetivos e escravizar uma nação.

16 pensou em “POGREÇISMO

  1. Não falo de Roque, porque Roque não é pogreçista. É só um craque fubânico que joga Com a 10 no ataque do timaço do Jornal da Besta Fubana , ao lado de Adônis (9) e Nikolai (7). O trio fubânico lembra em muito os craques Almir Pernambuquinho, Edmundo e Heleno de Freitas: geniais com a bola nos pés e geniosos quando provocados. Não provoquem este três gênios da escrita fubânica, pois respostas contundentes, recheadas com palavras de calão certamente TERÁS.

    Mas, reservou um tratamento especial para os artistas, músicos, jornalistas e professores: mandou executar a todos, á base de metralhadora. Alguns conseguiram escapar fugindo para o Vietnã, mas não encontraram coisa melhor lá. Creio que tal frase cabe para QUASE todos os regimes que abraçaram o comunismo.

    Creio que Ceguinho Teimoso rebaterá, com milhões de frases, os argumentos roquianos. Mas (vermelhusco mas), não fará muito efeito para os que acompanharam a saga comunista pelo mundo desde que o czar russo Nikolai Romanov sucumbiu, em 1917. Seria deveras interessante nosso Cegueta dar uma passadinha por redutos aqui no Brasil onde vivem venezuelanos e tentar fazê-los enxergar o quanto estão sendo injustos com madurito, ao deixarem o paraíso socialista do Bolivarianismo Seculo XXI, para viver no infernal Brasil sob o jugo do tirano Jair.

    • Sancho, meu caro Sancho.

      Assim você me deixa ancho e inflado o ego. Suas palavras refletem a bondade de seus olhos.

      Muito agradecido

    • Mais uma vez tava eu quieto no meu canto, não pretendia debater com Roque, mas vem o Fiel Escudeiro me estumar.
      Pois bom: o texto pode ser relacionado àquela coisa das premissas, que diz que podes ter uma premissa falsa e uma conclusão verdadeira, ou uma premissa verdadeira mas uma conclusão falsa, coisas que nem sei se é pior do que premissa falsa e conclusão falsa.
      O bom, mesmo, é quando as premissas são verdadeiras e idem as conclusões.
      O problema de Jair Messias Bolsonaro assola corações e mentes: Ele acha que existe uma ameaça comunista no Brasil.
      Ou, talvez não ache, apenas usa esse fantasma para assustar e fazer com que as pessoas fujam como o diabo da cruz para os braços da direita santa.
      Mas tem muito mais grave, que é o ufano patriota que acredita que durante os governos petistas vivemos o comunismo no Brasil.
      Pois então, falando do interessante texto do Roque, o Progreçismo, refiro-me ao equívoco de acreditar que nós, da esquerda safada, cachorra, moleque e fedida, somos uns comunistas calhordas e queremos implantar essa porra nmo Brasil.
      A premissa errada é a de que “esquerdista” é sinônimo de “comunista”.
      Oquei, o comunismo é, sim, uma doutrina de extrema esquerda.
      Mas não vês, tu que me lês, a esquerda brasileira se propondo ao comunismo, salvo, é claro, os comunistas, que são esquerdistas, mas já sabendo tu que nem todo esquerdista é comunista e que há vários partidos de esquerda, dentre eles o PT, que não tem projetos, programas, intenções, ideias nem vontades comunistas, apenas abraçam teses diferentes do “conservadorismo” – esse que acha que as coisas estão boas como estão e como estiveram nos últimos séculos e que para conquistar os incautos se enchem de louvações a Deus, à família, à propriedade e à liberdade de sermos todos podres de ricos, quando, na verdade, suas ações políticas, sociais e filosóficas são diabólicas, como o cara que vive em pecado e não sai da igreja.
      O problema é o seguinte: se tiras da tua cabeça, e do texto referido, a ideia de que as esquerdas brasileiras, compostas pelos milhões de eleitores de Marina da Silva, Boulos, Ciro Gomes e Lula são comunistas, que os respectivos partidos têm programas comunistas e que eles pretendem instaurar o comunismo no Brasil, a quase totalidade dos argumentos de tua cabeça e do texto se dissipam, caem por terra, não se sustentam, morre de fome.
      O que os direitistas precisam aprender a fazer é defender a direita sem recorrer a ameaças inexistentes – o que é muito difícil, uma vez que a direita não tem fundamentos humanistas que a sustentem.

      • Meu caro Goiano.

        Como sempre suas considerações são levadas a sério por mim, porque me é um debatedor que pensa com massa encefálica. Mas, uma correção. Eu não disse comunista. Eu disse esquerdista. Pode até ser verdade que nem todo esquerdista é comunista mas também é verdade que todo comunista é esquerdista. E, ademais, tem sim, provas sobejas de que o PT te sim vontades totalitárias típicas do comunismo. E isso é história, e não da carochinha. A quebra ilegal do sigilo do Francenildo, para o calar e destruir sua reputação, o projeto do Conselho de Jornalismo que promoveria uma censura prévia, e que eles chamavam e ainda chamam de “controle social da mídia”, seja lá o que isso signifique, o apoio a ditaduras xexelentas e facinorosas, esquecendo-se que o Brasil é signatário de primeira ordem da Declaração Universal dos Direitos Humanos, a preferência pela fragmentação da sociedade entre “nós” e “eles”. Agora concordo contigo quando dizes que vivemos numa sociedade concentradora de renda, mas não uma sociedade com muitos ricos. São apenas endinheirados. Riqueza produz bem-estar, riqueza produz emprego, consumo, lazer, progresso social e econômico. O que temos no Brasil são apenas endinheirados que, para se sentirem mais endinheirados, negam o trabalho e o avanço gerado pela riqueza. Cuba fez isso, a Venezuela fez isso. o resultado é que descambaram em uma ditadura que nivelou todo mundo na pobreza e na miséria, fruto desse esquerdismo pogreçista.

        • Caro Roque, acho muito proveitoso o seu debate com o Goiano. Serve para provar a falta de argumentos objetivos daqueles que defendem o pensamento de esquerda, “mas não são comunistas”.

          É como aquele cara que gosta de andar com homens, frequenta a sauna gay, sabe tudo de moda, canta e dança a coreografia de todas as músicas da Lay Gaga e Madona; MAS (revelador mas) não é gay.

          Goiano usa de todas as falácias já colocadas aqui para desqualificar o “inimigo”, que ele entende serem os conservadores.

          • João Francisco, teu comentário é, apenas, engraçado.
            Mas, se tomado a sério, compreenderemos, somente, que tu és um dos que acreditam que “esquerdismo” e “comunismo” são sinônimos.
            Assim embasas todas as tuas crenças e escalas de valores com segurança. Sólido como rocha.
            Fazer o quê, né?
            Segue o teu caminho.

        • Apreciei tua resposta, Roque, mas “falar em” não significa apenas “dizer o nome da coisa”.
          Acredito, mesmo, que a direita não tem do que falar de si própria, a não ser os chavões “Deus, Pátria, Família”, o que não é propriedade de sua, por assim dizer, “ideologia”. Se fosse, nos bastaria ter um presidente casado, com uma boa prole, que fosse militar e religioso para termos a garantia de uma doutrina pura e bela.
          Também, esse papo de “liberdade”: só serve para ameaçar o povo de que se o comunismo vier aí estará todo mundo sendo perseguido e preso. Mas, para que essa ameaça se, na verdade, a ameaça comunista simplesmente não existe?
          Compreendo: a direita precisa falar em Lenine, Trotski, Staline, Cuba e Venezuela para que todos se sintam ameaçados e caiam nos braços da salvação, que, por acaso, é liderada por ninguém mais nem menos que o honesto estadista Jair Messias Bolsonaro.
          Então, tá.

      • “Ele (Jair Messias Bolsonaro) acha que existe uma ameaça comunista no Brasil.”

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        O teor jocoso nessa afirmativa é para disfarçar um truque dialético bem manjado e velho. Bem velho.

        Tão velho que, na verdade, conforme a teologia cristã, surgiu com a corrupção (ops…!) do anjo mais belo de Deus.

        Como é sabido (embora muitos ignorantes ignoram e subestimam a cultura cristã), o diabo não é o diabo porque sai por aí alardeando “ei, eu sou o diabo, e quero fuder a vida de vocês!”. Como pai da mentira, seu maior triunfo é fazer com que acreditem que ele não existe.

        Você nunca verá um político fazendo campanha ou se elegendo dizendo que se corrompeu. Igualmente absurdo é invalidar que Beira-Mar é traficante exigindo nota fiscal da droga que ele financia.

        Logo, assim como o diabo busca negar sua própria existência para poder agir sem perturbações, nenhum esquerdista obviamente se assume comunista (embora diga sem pudor e hesitação algumas que todo direitista é, pelo menos potencialmente, um nazi-fascista, e que pessoas da Direita odeiam quaisquer não-caucasianos, mulheres e não-heteronormativos).

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        Outro truque conhecido que, diferente do anterior, nem precisa saber de teologia cristã por ter resquícios de sabedoria popular é esse daqui:

        “A premissa errada é a de que ‘esquerdista’ é sinônimo de ‘comunista’.”

        Sim, sim, claro… Novamente, a criatura tem chifres, rabo em seta, cor vermelha (ops, de novo!), fede a enxofre, tem tridente, mas não é o diabo.

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        O principal defeito de todo canhoto é acreditar que, assim como ele, toda pessoa é burra, e não compreende que tal acinte a inteligência alheia é o principal motivo para ser tido como uma persona non-grata em meios que não partilham de sua natureza abjeta.

    • Nobre sidekick do lendário Dom Quixote,

      como sempre, sua bondade é como um farol no JBF. És uma criatura deveras especial, pois confesso que perante colossos da escrita como Roque, Adônis, Assuero e alguns outros colunistas fubânicos, sinto-me um reserva do reserva nessa seleção. Os caras estudam, falam com conhecimento de causa e devem ler livro “bagarai”, enquanto nutro minha cultura com Youtube, sites conservadores e memes contra a Esquerda.

      Assumo, inclusive, que obtive o hábito nietzscheano de não ler tantos livros quanto um estudioso. Ao invés disso eu busco ler os melhores espremendo-os ao máximo e os tornando parte orgânica de minhas experiências de vida. Boa parte do que prego vem das minhas limitadas entranhas enquanto os supracitados pares os vejo escrevendo com a mente de um erudito e com o sangue da alma como tinta.

      PS: não vejo outro espaço com colunistas tão fuderosos no conhecimento da Língua Portuguesa, sendo mesmo os erros e invencionices linguísticas acertos que incrementam a qualidade dos textos.

  2. Caro Roque. Texto tinindo!

    Se você der vazão a sua ideia de sair beliscando a bunda de “progreçista” pra ver se acordam pra Jesus, corre o risco de ser acusado de importunação sexual.
    Mesmo que muitos… gostem e aceite. Sabe como é ,né? De repente!

    Socialismo, esquerdismo, comunismo, etc. ismo (marxista, leninista, trotskista, etc. etc..), são como atalhos por caminhos, que redundarão em chegar num mesmo lugar…

    E nessa caminhada até o palco deste macabro teatro da história, só muda mesmo os personagens mas, os roteiros, os atos e os epílogos são sempre os mesmos.

    É vero!

  3. “Isaac Babel, tido como um dos mais talentosos poetas e tradutores da Rússia. Acabou quebrando pedra na Sibéria, logo após a vitória dos Bolcheviques.”

    Que me perdoe a morbidez, mas queria ver toda essa galera do pogreçismo tupiniquim também sendo vitimizada e trucidada pela própria porcaria que defendem. A ditadura do cancelamento é ainda muito pouco para essa patota asquerosa.

    • Medonho, sabe que eu sou até meio suspeito de fazer alguns comentários sobre as suas lavras. Todavia, faço-as, de quando em vez, como verdadeiro penetra e considerando também que sou um tanto corajoso, ainda que à moda de pegar onça com zagaia. Parabéns, grande Roque!

      • Obrigado.

        Gente, esse é meu grande irmão espiritual, professor Dorvanil Gomes… sujeito atilado de pensamento e rápido no gatilho. Mais um para a patota fubânica.

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