DEU NO JORNAL

O Supremo Tribunal (STF) abriu licitação no fim de agosto para comprar 45 pistolas automáticas, calibre 9 mm, destinadas aos seus seguranças.

Mas se optar pela qualidade da arma importada, terá de pagar 20% a mais, após a decisão do ministro Edson Fachin de anular a alíquota zero.

* * *

Num precisa comprar armas importadas.

Pode comprar aqui mesmo em Banânia.

Basta negociar com os traficantes do Rio.

Eles tem armamento de primeira.

Equipamento capaz de derrubar até helicóptero.

E tá fácil de chegar na Rocinha e conversar com os bandidos.

A polícia foi proibida de atuar por lá, por ordem do dilmo-petista Fachin.

O mesmo que assumiu o comando do poder executivo e anulou a alíquota zero para importação de armas.

“Pode chegar, freguesia. A mercadoria tá barata!!!”

5 pensou em “PODE COMPRAR AQUI MESMO EM BANÂNIA

  1. O STF (Somos Todos Farsantes),representado no caso pelo esquerdista sinistro Fachin,não sabe que nenhum narcotraficante e marginal do crime,compra alguma arma em loja especializada,com CNPJ e licença plena do exército.

    PS-O que Bolsonaro Zero Zero fez de positivo foi permitir a livre concorrência e o um freio na fabricante Taurus como dona absoluta do mercado.

    PS2-O sinistro Fachin precisa com urgência pesquisar o que são lojas especializadas em armas.

    É óbvio que ele Fachin está a serviço da agenda esquerdista desde sempre. E pensa que com essas decisões absurdas e criminosas está proporcionando um serviço a população.
    Muito pelo contrário,a população sem o direito a defesa pessoal/familiar e de terceiros,é um ato
    tirânico.

    Todos os regimes ditatoriais e totalitários a primeira ação é retirar e proibir a posse e porte de armas.

    Para tanto,é preciso que uma série de protocolos (psicotécnico,curso de tiro,antecedentes pessoais,conhecimento de tática de tiro,conhecimento de armamentos,…) sejam exigidos.

    STF e seus sinistros ministros PAREM DE GOVERNAR E LEGISLAR.
    Suas obrigações constitucionais é fazer respeitar a constituição.

  2. Não queremos livre concorrência com o mundo, queremos livre concorrência aqui dentro, quem quiser concorrer com a Taurus que monte uma indústria de armas aqui mesmo
    Na verdade, não precisa mesmo comprar armas lá fora com alíquotda zero para derrubar nossa indústria, até porque exportamos armas para o mundo todo.
    Para dar um exemplo, em pleno governo do PT, comandado pela Dilma, o Brasil exportou, em 2014, ao menos 591 milhões de dólares em armas leves, tais como metralhadoras, pistolas, lança-foguetes portáteis, munições e outros, ficando atrás apenas dos Estados Unidos e da Itália.
    Chupem, bolsonaristas.

      • A Taurus fechou acordo para encerrar o processo.
        Ela está transferindo um setor de sua produção para os EE.UU.
        O Bolsonaro deu uma mão para ela e agora quer tirar.
        A notícia diz que:
        “Ela vai duplicar até o fim do ano sua capacidade de produção nos Estados Unidos, principal mercado da empresa, enquanto espera uma expansão gradual de vendas no Brasil.
        Na esteira da eleição do presidente Jair Bolsonaro e do decreto do governo que flexibilizou a posse de armas, afirmou o presidente da empresa, Salésio Nuhs.
        “Somos a quarta empresa no ranking de venda de armas nos Estados Unidos; queremos expandir nossas vendas lá. Não conheço uma empresa brasileira tão bem ranqueada lá”, disse Nuhs em entrevista no estande da Taurus na feira de produtos de segurança LAAD, no Rio de Janeiro.
        O aumento da produção nos Estados Unidos vai vir com a mudança da fábrica da companhia do Estado da Flórida para a Georgia. A nova unidade terá investimentos de 42 milhões de dólares entre incentivos fiscais e aportes e vai dobrar a capacidade de produção da empresa brasileira nos EUA dos atuais 400 mil armamentos por ano para 800 mil.
        A expansão da capacidade ocorre depois que a Taurus assinou em março acordo final com autoridades norte-americanas para encerrar processo nos Estados Unidos relacionado aos “supostos defeitos” apresentados por produtos da companhia.
        No Brasil, o presidente da Taurus vê com otimismo os efeitos positivos sobre o mercado de armas da eleição do presidente Jair Bolsonaro. Uma das primeiras medidas tomadas pelo novo governo foi a assinatura de um decreto que flexibiliza as regras para posse de armas no país.
        Em 2018, as ações preferenciais da Taurus acumularam valorização de cerca de 88 por cento e as ordinárias saltaram 147 por cento em meio às sinalizações favoráveis de Bolsonaro à flexibilização da posse de armamentos pela população.”

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