A PALAVRA DO EDITOR

A revista Veja, edição deste final de semana, está fazendo sua propaganda na internet com uma chamada curiosa.

Esta que está reproduzida a seguir:

E acrescenta uma foto do presidente em pose triunfal, vitoriosa, altaneira.

Com uma legenda bem expressiva:

Bolsonaro: o presidente mantém quase um terço do eleitorado e bateria qualquer rival no segundo turno

Como se trata de um órgão de primeira grandeza da grande mídia oposicionista e funerária – um fenômeno surgido neste nosso país surrealista nos últimos tempos -, confesso a vocês que fiquei embatucado.

Abestalhado e sem entender porra alguma.

Que danado seria “tempestade política” e “país dividido“???

Peço ajuda aos argutos leitores desta gazeta escrota, sobretudo ao grande analista noticioso Ceguinho Teimoso.

Quando a revista Veja diz que Bolsonaro tem “quase um terço do eleitorado”, esta fração realmente traduz a realidade?

Consultei o meu amigo Esmeraldo Boca-de-Fossa, conterrâneo de Palmares que é especialista em análise de pesquisas, e ele me disse que, se foi a Veja que fez este cálculo, então, na verdade, a fração correta seria quatro terços.

Exagero de Esmeraldo, claro. Candidato algum teria este percentual.

Nem mesmo o ex-ministro Sérgio Moro e a ET Marina Silva, considerados imbatíveis por alguns membros da comunidade fubânica.

De modo que aguardo a ajuda de todos vocês.

16 pensou em “PEDINDO AJUDA AOS CIENTISTAS FUBÂNICOS

  1. Se não tentarem matá-lo, de novo, até lá, será eleito no primeiro turno. No voto, não tem pra ninguém. Para contê-lo, só na bala, como já profetizou Roberto Jefferson. Adeus, esquerda bandida. Até nunca mais!

  2. Se a Veja está dando 1/3 para JB, a realidade deve ser muito maior.

    Isso em meio À pandemia e com toda a mídia batendo dia e noite no Capitão, que é que nem massa de bolo.

    Já pensou quando as reformas passarem e o país voltar para a rota do crescimento. Tem as estradas, ferrovias, portos, aeroportos, a irrigação no NE, o aumento da produção agrícola. ´

    Precisa aparecer mais uma gripe chig ling para tentarem derrubar o cara.

    • E veio o governo Bolsonaro entregando o que muitos prometaram…
      Deixemos um recado ao Jair: foco total no Nordeste. E conte com a ajuda do Berto com seu JBF, que possui um gigantesco MEGAFONE voltado para esse povo maravilhoso do chão nordestino.

  3. Uai…!!!!

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    Mas Sérgio Moro é quem já tá garantido em 2022 com 99,99999% dos votos!
    O “bótimo” (ARGH! QUE NEOLOGISMO MAIS BOSTA!) analista graduado em tarja preta 17º dan(ação) me disse isso.

    Se ele disse, é porque é verdadeiro! Como pode?!

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  4. E o pior de tudo que tem uma galera que estava desejando a morte do JB, foi para terra do pé junto. E as previsões dos que ainda não foram que não terminaria o mandato estão indo para o mesmo caminho!!

    • Tem que ir mais!

      Tá pouco! O inferno tá muito monótono! O mochila-de-criança tá entediado e precisa se entreter um pouco.

  5. Bolsonaro em 2022? É pule de 10. Não à toa tentam de tudo para derrubá-lo.
    Diz minha abuela: “Praga de urubu magro não derruba puro-sangue.”
    O JBF foi essencial em 2018 e em 2022 vai ser muito mais. E estou co saudade daquele grupo de dançarinos fantásticos que ficava cantando e dançando nos semáforos de Fortaleza com o tal “Vai 17!!!!”. Eita musiquinha gostosa era aquela…

    • Dignísimas autoridades, señoras y señores, fubânicos todos… Sinto informar que em 2022 não haverá segundo turno… Sempre gostei dos segundos turnos, mas (estatístico mas), na próxima, como diria minha amiga Rita, NÃO HARARÁ…

  6. Prezados,
    a discussão está boa, mas vale um esclarecimento sobre a Revista Veja, da qual já fui leitor assíduo:
    Em 17/04/2019, a Família Civita deixou o controle e a administração do grupo composto de 23 empresas.
    A aquisição do Grupo Abril foi feita pela empresa Cavalry Investimentos, de propriedade do empresário Fábio Carvalho, testa de ferro do André Esteves (Dono do banco BTG, enriqueceu na era PT, envolvido na Lava Jato, já foi preso).
    A política editorial mudou completamente, agravada ainda pelo corte das verbas publicitárias feitas pelo atual governo.
    Eles trocaram todo a equipe editoral, incluindo figurões como o J.R.Guzzo, que hoje nos brinda com seus textos aqui no JBF. Guzzo saiu após ter um artigo seu censurado pela revista, por conter críticas ao STF.
    A única coisa que restou da revista foi o nome!
    Por que será que começaram agora a elogiar o presidente?

  7. Agora é que fiquei confuso de vez.

    Tem um pessoal aí que diz ser 70 por cento. Cadê eles??

    Esses caras não aprenderam nada na última eleição e vão levar na peida em 2022.

  8. Eu não entendi como elogio. A revista reproduziu uma pesquisa, mas se os resultados fossem contrários ela botaria pra lascar. Eu entendi que os comentários são mais de surpresa do que elogio.

    • Exatamente!!!
      Com a mudança da linha editorial e a perda das verbas publicitárias, a Veja passou a bater forte no governo, alinhada com a denominada “grande mídia”, como a Rede Goebbels, Foice de São Paulo e etc.
      A surpresa está em justamente saber o porquê – há sempre interesses por trás – desta aparente “levantada de bola” do governo.

  9. A pesquisa que todos estão comendo a grandes garfadas é o que se pode chamar de engabelamento ou… tcham-tcham-tcham-tcham…

    FAKE!

    Cêis é muito besta, sô.

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