DEU NO JORNAL

Aluizio Torrecillas

Nessa última semana, o Brasil inteiro pode perceber o nível rasteiro, e até criminoso, com que grande parte da imprensa, cooptada pelos governos anteriores, tenta desestabilizar o atual governo utilizando informações vencidas e pessoais.

O desespero é tamanho, provavelmente pela certeza do fim das benesses que compravam suas matérias, que o limite ético passou a ser desconsiderado.

Na falta de fatos que possam ligar a imagem do Presidente à corrupção, o que igualaria o atual governo aos anteriores, a Revista Veja, linha de frente da estratégia destruidora, publicou matéria sobre a família da Primeira Dama, Michelle Bolsonaro, divulgando informações sobre o passado (há mais de trinta anos) de envolvimento com drogas de sua avó materna, tendo inclusive cumprido pena de reclusão, e de ilicitudes cometidas por sua mãe.

Os erros foram pontuais e ambas pagaram o que deviam a sociedade, de acordo com a lei vigente e não mais erraram.

A divulgação foi abjeta. Tentaram incriminar a Primeira Dama por crime alheio.

Ninguém está livre de passar por dissabores como esses na família, porém há grupos familiares em que eventuais erros de alguns não contaminam toda a linhagem. Esse é o caso de Michelle Bolsonaro.

A decisão governamental de reduzir sua propaganda e de remunerá-la proporcionalmente aos resultados criou um pânico na mídia, viciada com conchavos e recompensas, e não com proventos.

Todos esses ataques, distantes do ambiente político, estão, na realidade, revertendo contra os próprios caluniadores/difamadores, com intenso surgimento de boicote aos meios de comunicação que trocaram a ética pela cólera.

Estamos em meio ao “freio de arrumação”, onde a zona de conforto da imprensa foi retirada e cada um, dentro de seus limites profissionais e de caráter, busca ocupar os espaços disponíveis.

Muitos, não se sabe bem porque, ainda apostam no retorno do antigo e corrompido modelo, denunciando a irrelevância com que tratam a imparcialidade.

Enquanto isso, o país emite sinais de recuperação econômica, a inflação está sob rígido controle, o desemprego cai, a infraestrutura avança nos modais rodoviário e ferroviário, reforma previdenciária prospera, o estado reduz seu tamanho, a Amazônia foi finalmente declarada brasileira, acordos comerciais são articulados e o apoio popular ao Presidente e a Primeira Dama tem crescido geometricamente. A passividade brasileira evaporou.

O Brasil, hoje, possui norte.

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