3 pensou em “OSCAR PARA PARASITA É PIADA PRONTA PARA PAULO GUEDES, QUE SE DESCULPOU

  1. Caro Alexandre, não é necessario acabar com o imposto sobre combustiveis,, sobre a eletricidade, e tambem sobre a telefonia, basta que sejam cobrados honestamente, sobre o produto e sobre o servico prestado, e evitar a cobranca de imposto sobre imposto como vem acontecendo.- Tente fazer um calculo sobre o custo de cada um desses servicos e produto. Nunca vai conseguir. ao resultado que as empresas chegaram..

  2. Alexandre Garcia é muito inteligente, mas interpretou mal a metáfora do parasita e o hospedeiro. No contexto em que se expressou, o ministro PG referiu-se a hospedeiro como sendo a administração pública, e como parasita aos servidores público em geral, sem distinguir os que efetivamente trabalham daqueles que se comportam como parasita.
    Ao meu ver, residiu aí o erro do ministro: na generalização.
    Ao generalizar ofendeu a todos. Se pediu desculpas, fez bem.

  3. Como disse um dia, sabiamente, o renomado jornalista Rogério Mendelsky:

    “O ÚNICO ORGASMO – QUE UM FUNCIONÁRIO PÚBLICO CONSEGUE – É “ENCHENDO O SACO” E CRIANDO TODO TIPO DE EMPECILHO PARA QUEM PRECISAR DE SEUS SERVIÇOS”.

    E os/as que ficaram “ofendidinhos” são os/as a quem serviu “certinho” a carapuça, que – quem precisa deles/delas sabe – infelizmente, são a maioria.

    Deles/delas, os piores são os “CCs”, os/as achegos (parentes, amantes, cabos eleitorais et caterva) e os/as que lá estão por serem “lambe-sacos”, “baba-ovos” e “cheira-peidos”, direto ou indiretamente, de algum político.

    E esses/essas pululam na administração da coisa pública, do âmbito municipal ao federal (administrativo, legislativo e judiciário), frutos podres do “troca-troca”, do “emprega-os-meus-que-eu-emprego-os-teus”.

    Sem contar os/as admitidos por concursos fictícios ou “tapeados”, em todos os níveis.

    E, ainda, têm o amparo legal de leis absurdas para garantir a sua permanência, não importando o que façam.

    No máximo, em um caso extremo, serão “advertidos” ou – se a pressão externa for muito grande – submetidos a um inquérito interno “pró-forma”, que, normalmente, não leva a nada ou, na pior das hipóteses, como “punição”, são transferidos para uma outra secção.

    Tudo para (os/as “parasitas”) se julgarem – e, praticamente, são – os/as “intocáveis”.

    “E la nave va, avanti va!!!”

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