RODRIGO CONSTANTINO

Meu pai sempre me dizia que existem duas formas de aprender as coisas na vida: a inteligente, e a burra. Na forma inteligente, observamos no nosso entorno o que funciona e o que não funciona, absorvendo lições valiosas com os erros alheios. Na forma burra, aprendemos levando as próprias cacetadas. Meu pai só não me explicou naquela época que tem gente que jamais aprende na vida, nem mesmo apanhando.

Vide o caso dos eleitores da esquerda. Se olharem para os lados, verão a Argentina mergulhada no completo caos, com miséria galopante, hiperinflação chegando a 100% ao ano e perdas das liberdades básicas. O presidente foi apoiado por Lula e também apoia Lula. A ex-presidente petista Dilma Rousseff chegou a dizer que a volta da esquerda ao poder na Argentina era uma “luz no fim do túnel”, um “alento” para os que “lutam pela democracia”. A luz no fim do túnel era o trem socialista vindo na direção dos pobres argentinos. É isso que o PT quer para o Brasil…

Um presidente lulista assumiu o comando do Peru também. E as crises políticas constantes têm produzido enorme instabilidade econômica, com acelerada fuga de capitais. Lula comemorou a vitória do marxista Pedro Castillo, que agora se vê envolto em denúncias de corrupção. A esquerda lulista vem causando enorme estrago no Peru também. No Chile não é diferente. O país até então mais estável do continente vive desaceleração da economia e recessão técnica deve marcar o segundo semestre. E claro, nem precisamos mencionar a Venezuela, país dilacerado pelo governo lulista de Nicolás Maduro.

Com todos esses terríveis exemplos bem perto do Brasil, qualquer pessoa inteligente aprenderia a lição: manter a esquerda lulista bem longe do poder. Mas a coisa piora, uma vez que a esquerda lulista esteve no poder no Brasil não faz muito tempo, e o estrago foi grande. O governo do PT causou uma recessão pior do que a pandemia do vírus chinês. A própria democracia foi ameaçada, e nem precisamos lembrar dos infindáveis escândalos de corrupção.

Aqueles com 16 anos podemos até perdoar por inocência, mas quem é adulto e deseja a volta disso só pode ser um masoquista, ou então alguém que pretende ser cúmplice da volta do ladrão à cena do crime, como alertava Geraldo Alckmin antes de ingressar no projeto petista. Alguém inteligente jamais votaria no PT, assumindo honestidade. Mas até mesmo os burros podem aprender algumas lições. Não é preciso nem mesmo muito estudo para observar o potencial destrutivo desse modelo lulista. Basta uma simples olhada para a Argentina…

Por isso mesmo a nossa velha imprensa, que quer ser parceira na pilhagem petista, resolveu fingir que a Argentina nem mais existe!

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