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Essa é a conhecida saída pela tangente desse picareta bolsonarista que viveu pendurado por muito tempo na virilha do pilantra Collor de Mello. Que desculpa mais fajuta desse protetor de genocida psicopata e sociopata ao defendê-lo como queira se protege do sol com uma peneira. RABUGENTO!!!
Pois bem, tomo a liberdade de, gentilmente, roubar um texto bastante enxuto, escrito hoje, pelo poeta maior do JBF que é o discreto Xico Bizerra. EI-LO:
Infinito-me em divagações percebendo nas ruas vazias de gente a esperança pedindo passagem, sonhando com uma seringa, desejando uma vacina. Os crápulas fingem não ouvir e continuam sua saga do mal, rindo da miséria alheia, provocando aglomeração sem máscara. Fingidores. Não o fingidor poeta, aquele de Pessoa, que, em nome da Poesia e do bem, finge tão completamente que chega a fingir que é dor a dor que deveras sente. Muito ao contrário, usam a máscara do fingidor que finge não perceber o sofrimento do semelhante. Até quando? O passado já passou e o futuro não existe, nos ensinava o sábio Francisco Brennand. Resta-nos, pois, este hoje que temos, esse tempo triste, cruel e desolador. Pergunto de novo: até quando? Somos coniventes ao permitir o inferno.
P.S.: – É como escreve hoje em seu blog o excelente jornalista Reinaldo Azevedo (goste-se ou não dele), a respeito do Bunda Suja Bolsonaro que não tem o menor respeito pela vida alheia: Permanece sem explicação, a não ser a de natureza clínica -a cada dia, estou mais convecido de que se deve pensar na hipótese da psicopata -, a determinação com que o presidente do Brasil sabota as verdadeiras ações preventivas. Já nem se trata de dizer que o caos se avizinha. Já estamos na periferia dele, caminhando para o centro. O desejo de viver luta contra o desejo de matar…
Baixamir, vulgo farsa-preta, uma música em sua homenagem (com o mesmo carinho que o Polodoro quando enfia no teu furico liso):