CARLOS BRICKMANN – CHUMBO GORDO

As Forças Armadas, em tempos de normalidade, comportam-se como “O Grande Mudo”. E juiz, desde a Primeira Instância até aquilo que gostam de chamar de Pretório Excelso, só fala nos autos. Tudo tem lógica: as Forças Armadas e o Judiciário são instituições de Estado, não de Governo. Não têm de dar opinião sobre governos. E juiz, de qualquer instância, quando fala pode tocar em assunto que um dia terá de julgar. Não é saudável que as teses do juiz sejam conhecidas antes dos julgamentos. Nem é saudável que, a cada momento, ele precise se declarar impedido, por já ter falado sobre a questão.

Portanto, o debate entre o general Eduardo Pazuello e o ministro Gilmar Mendes só provocou polêmica porque nenhum deles deveria estar falando. O problema não é um general chefiar o Ministério da Saúde: Serra foi um bom ministro e não é médico. Fernando Henrique, sociólogo, chefiou o time que baixou dramaticamente a inflação – triunfou onde economistas notáveis, Bulhões, Mário Henrique Simonsen, Delfim, não tinham tido êxito. Quando deixou o cargo para disputar a Presidência, quem liderou a implantação do Plano Real foi o advogado Ciro Gomes. Mas Fernando Henrique não lotou sua equipe com sociólogos, nem Ciro com advogados. Apenas comandaram o processo. Não é o caso de Pazuello, que baixou um protocolo saudando a cloroquina (lembra Dilma com a mandioca, não?) e cobra do Fiocruz que dê cloroquina para todos. Como diria o técnico Tite, “fala muito!” E faz pouco.

Brasil

Este, definitivamente, não é um país para amadores. Gilmar Mendes, com sua toga de bela confecção, o General Cloroquina, com a farda a ser honrada, brigam como crianças. E quem estabeleceu a paz foi aquele sujeito belicoso, que aparece em público de chinelo e camisa não-oficial do Palmeiras. Resta uma pergunta: se cair com Gilmar alguma ação contra a gestão do General Cloroquina, se dará por impedido, privando-nos de seus argumentos?

Meu Brasil brasileiro

O presidente Bolsonaro disse que o ministro Pazuello é ótimo e fica no Governo. Mas, nos dois meses e pouco que o general está ministro da Saúde, Bolsonaro se reuniu duas vezes com ele. Afinal, embora muita gente esteja morrendo, “todos vamos morrer um dia”. Deve ter algo mais urgente a fazer.

Boa notícia…

O ministro Paulo Guedes está marcando reunião virtual com dirigentes do Congresso, para amanhã, segunda-feira. Tema: reforma tributária (aquela que seria encaminhada tão logo Bolsonaro tomasse posse, há pouco mais de um ano e meio). Guedes ainda não sabe o que fazer: Bolsonaro já rejeitou o imposto de Transações Financeiras, antigo CPMF, demitiu Marcos Cintra, o secretário da Receita que o defendia; mas o poderoso Guilherme Afif, muito ligado a Gilberto Kassab, que levou o Centrão a apoiar Bolsonaro, defende o novo imposto. De certa forma, conseguiu atrair o vice Mourão, para quem a questão tem de ser debatida no Congresso. No Congresso, já adiantado, há um elogiado projeto de reforma tributária, preferido pelos parlamentares, do economista Bernard Appy, apresentado pelo líder do MDB, Baleia Rossi.

…até certo ponto

O problema é que as reformas, que Guedes julga básicas para retomar o desenvolvimento, têm andado lentamente. A reforma do Congresso é adiada para esperar a proposta do Governo, que até hoje não se conhece. A reforma administrativa foi enviada a Bolsonaro há alguns meses, e o presidente está ainda sentado em cima. O Projeto de Emenda Constitucional que elimina o foro privilegiado está há quase 600 dias no Congresso, e Maia não a libera.

A hora do caçador

Lembra do Japonês da Federal? Foi condenado pelo juiz Sérgio Luis Ruivo a pagar multa de R$ 200 mil e a perder o cargo público, por facilitar contrabando. Newton Ishii, o Japonês da Federal, foi identificado em 2003, na Operação Sucuri. Dos 28 réus da Operação Sucuri, 24 foram condenados.

Enfim!

A Sabesp, estatal paulista de Águas e Esgotos, assinou na semana passada quatro contratos, no valor de R$ 459 milhões, para concluir a despoluição do Rio Pinheiros – poluidíssimo, correndo por alguns dos bairros mais caros de São Paulo. Os trabalhos devem ser concluídos até 2022. Desde o início da obra, foram investidos na limpeza do rio R$ 1,7 bilhão de reais. São Paulo luta há anos para despoluir seus principais rios, Tietê, Tamanduateí e Pinheiros. O Pinheiros deve ser o primeiro a ter o problema resolvido.

Estratégia tucana

Dos quatro governadores eleitos pelos tucanos em São Paulo, de 1994 até hoje, dois foram indiciados pela Polícia Federal. É algo bem preliminar: falta a opinião do Ministério Público, a aceitação do processo pela Justiça, o julgamento. Mas chama a atenção a tranquilidade tanto de Serra quanto de Alckmin. Nenhum dos dois manifestou indignação. Parecem sossegados.

23 pensou em “OS MUDOS FALANTES

  1. O grande señor Brickmann, fubânico que é, inteligente como nenhum outro em sua profissão, certeiro na pontaria como poucos, poderia trocar a munição e substituir a artilharia pesada por buquês de flores a serem endereçadas contra o bunker bolsonarista, que desde o início de 2019 as anda merecendo, pois sua equipe de governo é sensacional (abração, ministros Tarciso, Guedes, Tereza Cristina, etc, etc,,,). O brasileiro possui alma generosa e festiva, não sendo afeito, nosso povo, ao festival de negativismo que se vê vindo da mídia. Que se mostrem os erros, pois infalível ninguém o é, mas (ensolarado mas), que sejam dispersas as nuvens agourentas e que se dê início aos festejos e loas a tão competente e bem intencionada equipe ministerial montada por Bolsonaro, pois há um gigantesco Brasil, cheio de problemas, precisando de gente otimista e do esforço conjunto de todos nós. Um afago e um carinho, assim como prudência e caldo de galinha nunca fizeram mal a ninguém. Abraço grande deste fá de longa data

  2. Sr. Carlos Brickmann, vamos aos fatos:

    – O General da ativa Pazuello está no comando do Ministério da Saúde – MS para atender uma situação de emergência que ameaça a soberania nacional. É uma situação de Guerra, o STF já tirou do MS os poderes de ditar políticas de saúde do país e deixou exclusivamente nas mãos dos governadores dos estados. O General é especialista em logística e seu trabalho tem sido muito elogiado por prefeitos e o Gov. Ibanês disse que ele é o melhor Ministro da Saúde que já existiu. Ele comanda não só os funcionários do MS, como 35 mil militares que ajudam no combate à pandemia chinesa. Está interino e vai sair quando a situação estiver sob controle.

    – O Ministro Gilmar Mendes, assim como os demais do STF, não entende nada de combate à pandemia. Com a decisão de dar autonomia aos Governadores na pandemia, o STF foi o responsável pela roubalheira do Covidão e de decisões estapafúrdias como prender gente nas praias e praças que tomavam sol. Gilmar quer fugir das suas responsabilidades e resolveu atacar Pazuello, o exército e o Governo Federal para criar polêmica. Ele jamais vai se declarar impedido de votar qualquer assunto correlato, pois não tem caráter.

    – Ciro Gomes ficou por menos de 4 meses no Ministério da Fazenda no final de 1994 e, como é um boquirroto falastrão, arrumou encrenca com Deus e o mundo; não tendo sido chamado por FHC que iniciava o governo em 95, mesmo sendo do partido. Muito mais atrapalhou do que ajudou. Isso quem fala não sou eu, e sim a Folha de S Paulo em artigo de 02/10/1997. Acredite ao menos nela.

    – Dizer que o ministro Pazuello fez um protocolo “saudando a cloroquina” e compará-lo à Dilma da mandioca é vigarice intelectual e desinformação. Não seja assim Sr. Carlos, é feio.

    – Paulo Guedes tem contra ele o deputado Rodrigo Maia que não quer liberar para o combate ao vírus chinês quase 180 bi de verbas que estão paradas em fundos setoriais inativos (leia o seu colega Cláudio Humberto de hoje para se informar melhor). É duro trabalhar no congresso com um Presidente da câmara assim.

    – Dos quatro governadores tucanos dos últimos 25 anos, dois estão na mira da PF e estão apavorados e se mostraram indignados sim, segundo portais de notícias confiáveis, um morreu (M. Covas) e outro está no governo a pouco tempo (Dória). Sua hora irá chegar em breve, pois o Covidão bateu firme em SP, pode acreditar. O PSDB tem seus principais dirigentes envolvidos em roubalheiras e irá para o buraco junto com seu irmão menos instruído, o PT.

    Sr. Carlos, é muito comprometedor de vossa parte ficar “passando pano” para o PSDB. Eu mesmo já acreditei muito neste partido, hoje eu vejo que a diferença dele para o PT é só nos assessórios. A alma é a mesma. Fazem e fizeram muito mal ao país

    • Articulistas têm obrigação de escrever em jornais que os contratam e essa obrigação os faz “encher linguiça”. O general está na Saúde para tomar conta do caixa, outrora maná de gente corrupta. Isso é pouco?

      • A. Olavo: o ministro da Saúde tem de tomar conta da saúde, sem roubalheira.Se a missão dele é só impedir a roubalheira, quem é que cuida da saúde? Basta sentar em cima das verbas, não liberar nada enquanto a pandemia come solta, e que grande ministro!

        • Sr. Brickmann, nós não nascemos ontem. Evidente que V. sabe que o general está trabalhando e cuidando da grana. Nós aturamos anos de desmandos com o nosso dinheiro; lembra-se de quando um empreiteiro, lá no início da lava-jato, disse que ‘não se colocava um paralelepípedo no chão sem pagamento de propina’? Dá um tempo para o cara!

  3. Braço Forte e Mão Amiga – Que O GRANDE JORNALISTA leia o que escreveu, nesta gazeta, no dia de hoje, seu xará, Carlos Domingues, de Curitiba-PR, em esclarecedor texto da importância dos militares no atual governo. A Sancho cabe apenas pedir a Bolsonaro: manda mais dessa gente verde-oliva, orgulho desse Brasil.
    Perguntinha básica, à moda barbrizante da BÁRBARA: E aí, meus amigos, bom ou não!?

  4. O General Cloroquina assumiu e fez o que seus dois antecessores, também bolsonaristas, mas médicos, se recusaram a fazer: o protocolo da cloroquina. É diferente da Dilma, que saudou a mandioca, mas mandioca, se fizer mal a alguém, é a pouquíssima gente. A Folha procurou os 27 secretários de Saúde, 17 responderam; todos os que responderam elogiaram o general. Torço para que tenham razão. Mas o que o orçamento da Saúde afirma é um pouco diferente: que os recursos ficaram represados durante quase dois meses e começaram a fluir depois da fala de Gilmar Mendes. Agora não sei em quem acreditar: números podem enganar, se não forem bem analisados (e não sou do ramo); e vocês me dizem a toda hora que não se pode confiar na Folha, na Extrema Imprensa, na Grande Mídia e em todos os demais veículos que não forem dirigidos por blogueiros bolsonaristas. Decidam aí, por favor, e me iluminem: quando é que se deve acreditar na Folha?
    Quanto ao PSDB, João Francisco, já cansei de ser processado por ele, desde os tempos do governador Mário Covas. Você já foi processado pelo PSDB? Então é mais bonzinho do que eu para o partido. Você já teve o Lula como testemunha de acusação num processo contra você? Eu tive, quando o PT me processou. Devo chamá-lo de petista enrustido?

    • Sr. Carlos,

      O médico Mandetta, um dos antecessores do General Pazuello determinou no início da pandemia que as pessoas com os primeiros sintomas da gripe chinesa deveriam ficar em casa e só procurariam os hospitais quando tivessem problemas respiratórios. Também incutiu muito medo de pessoas irem aos hospitais. Hoje como consequência temos falta de diagnósticos de câncer, de tromboses, AVC e muitas outras doenças evitáveis se tratadas precocemente.

      Mandetta passava 4 horas por dia dando entrevistas cuidando de sua carreira política. Nunca exerceu a medicina e era ortopedista.

      A Hidroxicloroquina junto com a azitromicina e vitaminas C, D e Z se provaram muito eficazes quando administradas nas fases iniciais da COVID da China. Fizeram estudos na França do maior infectologista daquele país, o Dr. Didier Raoult provaram que este remédio funciona. agora foi a Fundação Ford de Detroit com mais de 2.500 pacientes, com teste cego, placebo e tudo o que a ciência manda, também provou a eficiência do coquetel. Exemplos práticos disso não faltam.

      Não foi apontado um único caso em que se tratou um paciente na fase inicial da doença e o mesmo morreu por efeitos colaterais da Cloroquina. Se tivesse já tinha aparecido.

      A Hidroxicloroquina tem um “problema grave”: é barata, é conhecida há 75 anos, é usada profilaticamente nos casos de pessoas que vão viajar em regiões onde existe malária, pode ser usado em grávidas (lembra da reportagem da zica? – Globo). Ela evita a sobrecarga dos hospitais e isso desagradou os govrnadores do Covidão. E o pior: foi defendida pelo Bolsonaro e o Trump que a tomaram, sendo que para o JB serviu.

      Continuo falando que comparar a Assassina Guerrilheira Dilma (matou Mário Koesel) com o general Pazuello é cretinice.

  5. Caro Sancho Pànça, você citou três ministros: Tarcísio, Guedes, Tereza Cristina. A Tereza Cristina é ótima, sem dúvida. O Tarciso é bem falado, mas no porto de Santos quer fazer modificações bem discutíveis. O Guedes vamos ver se é bom assim que assumir. Porque as privatizações não andaram (e a culpa não é da pandemia, porque antes teve mais de um ano sem problemas), a reforma da Previdência passou porque o Rodrigo Maia se empenhou, a reforma administrativa que ele enviou ao Bolsonaro até agora está com o presidente sentado em cima, a reforma tributária está girando em torno da volta da CPMF, lembra dela? E a reforma tributária elaborada pelo Bernard Appy, economista respeitado, está no Congresso. Ruim, boa? Adoraria saber a opinião de Guedes sobre ela.
    E os outros ministros, Sancho Pança? Damares, Ricardo Salles.. tem mais um monte, né?

    • Caríssimo señor Brickman, insisto que alguém de sua envergadura jornalística se dirigir a minha humilde e desenganística pessoa me deixa, como diria o Berto: “é de deixar ancho qualquer Sancho”.
      Diz o señor: E os outros ministros, Sancho Pança? Damares, Ricardo Salles.. tem mais um monte, né?
      Respondo que bem menos do que os existentes na maioria dos governos anteriores e, se partirmos para a comparação qualitativa com alguns que ocuparam as tais pastas ministeriais, aí é covardia (mas – repetitivo mas -, repito sempre que são do gosto pessoal de Sancho e gosto e desgosto não se discute)…Abro parêntesis para dizer que (Collor possuia uma dúzia deles apenas ao iniciar seu governo, sinal que a maioria das pastas podem ser extintas. Sancho, quando vice-presidente de Adônis sugerirá ficarmos com apenas seis pastas: Fazenda, Relações Exteriores, Defesa, Educação, Saúde e Infra Estrutura – o resto é perfumaria).
      Quantos ao demais ministros, em virtude de terem nível acima da excelência dos citados (beijão, Damares. Te amo! Êita garota arretada essa Damares) , qualquer coisa que eu escrevesse em complemento seria apenas “un largo etcétera que haría demasiado extensa esta reflexión”…

      PS: para melhor entender minha candidatura, sugiro que o señor leia a excelente matéria de hoje do magnífico e futuro presidente Adônis Oliveira, um cara que merece inclusive seu voto. Contamos com o señor para 2022, se o TSE autorizar candidaturas avulsas.

  6. Carlos, acho a discussão sobre cloroquina uma cortina de fumaça. A Associação de infectologista orientou a suspensão, mas fizeram isso porque estudos internacionais afirmam. O que estão fazendo é como o cara que perdeu a chave na rua escura e vai procurar perto do poste porque está claro. Eu conheço, você certamente conhece, pessoas que fizeram uso de HCQ e melhoraram. Eu peguei dados do Datasus desde 2008 sobre malária. 29.961 casos e 169 óbitos. Em Manaus a ciência fez uma imbecilidade mantando 11 pessoas, reproduzindo um experimento que deu errado, que matou gente na China, apenas pra comprovar que 800 mg de HCQ mata. Bastava ler a bula. O tratamento com HCQ custa menos dez reais. Um respirador foi comprado por 250 mil.
    A ciência deveria analisar porquê o remédio salvou vidas. Investigue e você vai encontrar patentes envolvidas nisso.

    • Caro Maurício, o que ocorreu em Manaus foi um assassinato promovido por pessoas ligadas ao PT com ajuda do MS do Mandetta.

      • Eu entendo assim. Fazer experiências em humanos, como um resultado já conhecido. A China deu cloraquina em doses altas e houve mortes. Isso bastava. Não precisava reproduzir.

  7. Xii! este cara está mais por fora do que casca de ovo (como se diz no interior). Nem os velhos e antigamente bons jornalistas estão se informando corretamente na atualidade, o chique é sair gritando vamos todos morrer!!!!!

  8. Sancho, a única alta patente envolvida é o General Cloroquina. A resposta
    “disputa comercial” vem à cabeça. Mas do lado da cloroquina está a Novartis, um gigante da indústria. De outro, os chineses, que como diz o João Francisco de todos os que não concordam com ele, não passam de comunistas. Meu cardiologista diz que eu não devo tomar cloroquina. Acredito nele. E nunca vi um presidente da República fazer propaganda de remédio. A cloroquina teve dois velhinhos-propaganda: o Trump e o genérico do Trump. Por que? Estranho, né? O Trump (o genérico não) também fez propaganda de desinfetante, lembra? O genérico do Trump ergueu uma caixinha de cloroquina para as fotos como se fosse o Bellini erguendo a taça. A Dilma louvou a mandioca, mas não ergueu mandioca nenhuma – tenho certeza de que não.
    O médico que prefiro, caso venha a contrair coronavirus, prescreve geralmente um coquetel com anticoagulante, antibiótico e mais alguma coisa, não lembro o que. Até hoje não perdeu nenhum paciente. Ele não dá cloroquina. Deve ter seus motivos.
    abraço!

    • “do lado da cloroquina está a Novartis, um gigante da indústria.”

      Meu Deus, quanta bobagem e desinformação. A Hidroxicloroquina, sim atualmente está em uso a Hidroxi, mais eficiente, menos concentrada formula do remédio. Mas o General é Cloroquina na Narrativa da esquerda.

      O remédio está em uso há 75 anos, não tem patente, é infinitamente mais barato que os remédios patenteados propostos e está resolvendo. Bolsonaro faz propaganda do remédio, pois foi salvo por este e não está favorecendo a nenhuma Indústria farmacêutica.

      A Novartis se comprometeu em 03/2020 no início da pandemia a DOAR 130 milhões de comprimidos da HCQ para países necessitados. DOAR entendeu bem?

      Lógico que as outras indístrias farmacêuticas que estão a lucrar trilhões de dólares com esta pandemia não gostaram e a atacaram, juntamente com o nosso colunista “Isento” Sr. Carlos Brickmann, que não tem interesse algum nesta disputa.

      Não, Sr. Carlos Brickmann, eu não o chamo nem o chamarei de comunista, pois o Sr. não o é. É apenas um jornalista “Isento” que serve aos interesses da China no Brasil.

      O Sr. Comunista? Jamais.

      • João Francisco, lamento nem conhecer a China. Se você serve a alguém (talvez a alguma “china”), não tenho a menor ideia, pois não tive o prazer sequer de saber seu nome inteiro. Não, João Francisco, não o chamarei de”idiota”, pois você não o é. É apenas um fanático que, fundamentalista, seria capaz de pular no esgoto porque o chefe disse que é bonito. Você, idiota? Jamais.

        • “Argumentum ad hominem (latim, argumento contra a pessoa) é uma falácia identificada quando alguém procura negar uma proposição com uma crítica ao seu autor, e não ao seu conteúdo.”

          Fiz críticas sérias, com argumentos consistentes, porém o Sr. Carlos se voltou contra a pessoa e não ao conteúdo; uma pena.

          Meu nome é João Francisco mesmo, não coloco meu sobrenome pois não sou pessoa pública. Se quiser ter acesso pessoal, peça o meu email ao Sr. Berto, editor do Jornal.

          Não tenho medo de debate e jamais atacaria vossa pessoa, Sr. Brickmann.

          Eu realmente não o considero comunista. Socialista fabiano talvez, porém isso é um outro debate.

          Fundamentalista fanático idiota eu seria se estivesse atacando V. Sa.. Se entendes que o fiz, peço perdão, pois às vezes sou por demais contundente e exagero na dose.

          Abraço

          • Quando diz que estou a serviço de um país estrangeiro está ofendendo, sim. E sabe disso. E ataca as pessoas que se atrevem a divergir de suas bolsonaríssimas opiniões. Pior, há pessoas que merecem ser atacadas, que têm defeitos suficientes para encher páginas e páginas, e você faz questão de atacá-las com mentiras. Leia um pouco: a Dilma foi guerrilheira, talvez tenha sido assassina (não sei, não pésquisei a fundo a vida dela), mas não está envolvida no caso do soldado Mário Kozel Filho. Quem estava no carro era outra guerrilheira (prefiro terrorista, mas vá lá), e o nome dela é fácil de achar. Há bons livros sobre o tema e faz bem ler algo que não sejam textos curtinhos preparados naquele famoso Gabinete.

            • Sr. Carlos: Eu jamais disse que o Sr. serve à China, apenas disse que seus argumentos servem aos interesses chineses. É um pouco diferente.

              Eu jamais disse que a dilma esteve no carro que explodiu e matou o soldado Kosel. Eu disse que ela pertencia ao grupo que perpetrou o ataque. E jamais se arrependeu ou se desculpou pelo que houve ao soldado.

              Minhas opiniões são minhas eu as tenho sozinho. Sou capaz de mudá-las se houver um bom argumento contrário.

              Já errei e vou errar muitas vezes e quando acontece peço desculpas. Aqui mesmo já me desculpei com o ultralulista Goiano com uma injustiça que cometi com ele. Ele entendeu e relevou.

              Eu sou assim, conservador de direita cético, não acredito em tudo que vejo e ouço e sempre vou em busca do que há por detrás das notícias.

Deixe uma resposta