CONSTÂNCIA UCHÔA - "IN" CONSTÂNCIAS

Ao certo, ninguém sabe de ponto final.

Tudo acaba, no entanto…

Em “Quem Cala não Consente”, transcrevera os rabiscos de um final atípico, cuja formalização se dera por versos: um soneto.

Tacteemos o soneto referido, ora declamado pela própria poetisa que não dissera “O SIM”.

Ao estado de poesia, consintam.

24 pensou em “O SIM

  1. Parabéns Constância. Como sempre uma emoção irradiante. Quero agradecer, gentilmente, ao nosso amigo Luiz Carlos, por ter me concedido a honrar de ser o primeiro a comentar.

    • Que trairagem… Mau-Mau escreveu ontem que estava cansado (que funcionário público trabalha) e que o LC teria a primazia de ser o primeiro a comentar hoje. Pura artimanha para deixar o pobre Freitas cantando vitória antes do apito final do árbitro. kkkkkkkkkkkkkkkkkkkk.

      Chuuuuuuuuuuuuuuuuuuuuuuupa LCFreitas!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!

      • Kkkkkkkk tinha que fazer o cara relaxar. Ele acordou cedo e foi comentar a coluna de Peninha. Então, sobrou pra mim. Agora, o cansaço é sério. As aulas começam hoje, embora as minhas sejam quarta e sexta, e a sábado, acordei com dor de cabeça e atendi aluno, preparei aula, etc….

  2. Finalmente! Êi-la, esplêndida e radiante. Constância! Nasce com o sol da manhã.

    Pode vangloriar-se, amigo Maurício Assuero. Somos amigos, agora né?
    Hoje, produzi uma prova irrefutável e incontestável à meu favor. Vá até a coluna do Sr. Peninha, primeira postagem do JBF de hoje. Veja meu comentário às 05:57h. Apenas e somente isso.

    Agora deixe-me, dedicar toda a atenção para essa Poetisa de corpo e alma. Delicadeza, fortaleza, meiguice, docilidade e encanto em forma de mulher.

    Quero dedicar-lhe outra música.
    “Noturno” de Chopin. Para acompanhar esse dia luminoso de domingo.
    À noite, ouça “Serenata” de Schubert. Espero, com isso, que você possa sair do seu “estado de poesia” e torne-se a própria poesia.

    Se gostar das músicas, deixo meu e-mail, caso queira responder: luiztbmg@gmail.com

    Buongiorno! Niente di piu bello che tu.

  3. Tacteia Sancho feito Matthew Murdock quando esbarra em outros “dois cegos de amor”. Não precisa perguntar seus nomes, pois a cegueira amorosa os une.
    Em cumprimento apenas pronuncia a frase DEMOLIDORa:
    – Boa tarde, Mau-Mau e LC.

    Antes da resposta, adentra ao escritório da Nelson & Murdock, onde abandona a bengala, tira os óculos, serve-se de uma dose do whisky Macallan Decanter “M” de 6 litros, um single malt de 64 anos e SORRI feliz, por ver dois caras fantásticos disputando o amor platônico (ou não) da “bella ragazza”, a fênix fubânica que anda a incendiar a redação do Jornal da Besta Fubana.

    Não muito distante dali, em seu luxuoso apartamento na Praia de Boa Viagem, o magnata das comunicações Luiz Berto Filho esfrega as mãos em contentamento: cabelo de fogo anda trazendo para o JBF uma legião de novos leitores, tendo atingido a cada coluna da bela, consideráveis números de 100.000 fubânicos conectados.

    Sim,

    ♫ ♬ ♩ o amor tem feito coisas que até mesmo Deus duvida, já curou desenganados, já fechou tantas feridas…♫ ♬ ♩

    • Estive comentando com o nosso amigo Jesus….que eu não tenho português para respondê-lo não. Morro de contentamento com seus textos maravilhosos.

      • Tens Jesus a seus pés e amealhas considerável fã-clube neste imenso universo fubânico. Quanto a não ter português (quanta modéstia), creio que até Camões discordaria de ti. Isso sem falar em Pessoa, o Fernando, que se reuniria com Saramago e José Rentes de Carvalho, levando a tiracolo Alberto Caeiro, Álvaro de Campos, Ricardo Reis e Bernardo Soares para concluirem que és uma rapariga muito gira.

    • Kkkkkk obrigada, minha cordelista. Jesus, nosso conterrâneo, tb escreve aqui, Berto (o dono da porra toda), Assuero, Sancho…uma penca de gente talentosa. Depois conheça os escritos deles. Ah Violante! E aquela que lhe mostrei que é de João Pessoa, acredito que Delinha. ❤️

      • Quando o “banana Sancho” foi incluído por ti na PENCA e no rol de “gente talentosa”, me vi obrigado a recorrer ao linguajar inigualável de papa Berto: Constância é da gota serena! … Fiquei ancho que só a peste com a generosidade de sua apreciação e ganhei o dia com a sua gentileza! .

  4. — Ainda não fabricaram a bala que há de me matar, mas tô cofiando minha barba ruiva e pensando que já tenho “as balas” para o acerto de contas com três cabras de minha má querência, uns tais Maurício Assuero, LC Freitas e Sancho Pança, que vivem a trovar minha prenda ruiva, a Constância! — gritou Constâncio Uchôxu, dando de rédea.
    — A gente nunca sabe — retrucou o padre.

    — E é melhor que não saiba, não é? Constância é de cair os butiá do bolso de tão bonita. Sabe, padre, talvez eu use minha faca de caça para capar os três. Estou com pé que é um leque para acertar as contas com os papudos. Meu alazão me levará agorinha para São Bernardo do Campo, Rio de Janeiro e Recife para o entrevero com os cabras.
    — Deus guie vosmecê!

    — Amém! — replicou Constâncio, por puro hábito, pois aprendera a responder assim desde menino.

    Veríssimo, Érico – O Tempo e o Vento.

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