GOIANO BRAGA HORTA - ARCO, TARCO E VERVA

Ainda enquanto ocupava o cargo de Ministro da Justiça, Sérgio Moro anunciou que iria apresentar sua carta de demissão.

O motivo, esclareceu, foi o fato de ter sido traído pelo presidente da república.

Jair Messias Bolsonaro, quando o convidou, garantiu-lhe autonomia para o preenchimento, técnico, não político, dos cargos-chave relacionados à pasta.

Entretanto, o presidente vinha insistindo em substituir vários dos nomes, tanto da Diretoria-Geral da Polícia Federal, quanto de superintendências da mesma em Estados importantes, nos quais Jair Messias Bolsonaro pretendia interferir na defesa de interesses pessoais, especialmente no Rio de Janeiro.

O presidente estava interessado, como declarou explicitamente, e registrou em mensagem de aplicativo, em intervir em investigações em curso, inclusive no Supremo Tribunal Federal, onde dez ou doze parlamentares estariam encrencados.

Para atingir esse e outros objetivos, como a blindagem de filhos seus envolvidos em investigações policiais, o presidente pretendia colocar na chefia da corporação uma pessoa que lhe garantisse acesso a informações referentes aos trabalhos da Polícia Federal.

E não se furtou de confessar que o interesse nas trocas de comando era político mesmo.

Acuado pelas denúncias de Moro, Jair Messias Bolsonaro quis esquivar-se, alegando que as informações que pretendia obter não eram de processos em andamento, mas elementos para bem governar a Nação.

Mas, para ter informações sobre o que anda pelo Brasil, das quais o presidente da república pode necessitar para situar-se em relação à segurança geral, elas devem ser-lhe repassadas pela Abin, a Agência Brasileira de Inteligência, essa, sim, o órgão de Estado responsável por produzir conhecimentos a serem repassados à Presidência da República para subsidiar a tomada de decisões do presidente.

Quando meus filhos eram pequenos, eles queriam que eu fosse o presidente da república para ordenar, no momento em que eu quisesse: – Tragam-me um frango assado!

Eles ainda não sabiam o que faz um presidente da república, nem que o presidente não pode tudo, só tem autonomia para praticar os atos circunscritos a suas competências legais e institucionais.

Assim, tanto não pode ele satisfazer a qualquer momento seu desejo pessoal ordenando que lhe tragam frangos, como não pode assinar uma portaria privativa de um comandante militar, nem interferir nas ações da Polícia Federal – coisa, esta última, que pretendia; e que talvez, até, Moro tenha feito (especula-se), não se tendo notícia, contudo, de que Moro tenha determinado ao Ministério Público Federal que lhe servisse frangos, patos, perdizes, nem codornas – no máximo algum molusco.

Enfim, Moro jogou o ventilador nas coisas, acordou ainda ministro sabendo que o “seu” Diretor-Geral da Polícia Federal tinha sido exonerado “a pedido”, que a assinatura dele, Moro, constava do decreto de dispensa, ainda que não o tenha firmado, surpresas assim, e partiu.

Em seguida: o presidente nomeou a pessoa que desejava para a direção da PF; um partido político peticionou ao Supremo contra isso e o ministro encarregado da embrulhada barrou liminarmente a posse.

O presidente teve de botar o galho dentro, desfez a nomeação, disse que ainda quer realizar o seu sonho (mais do nomeado do que dele, disse), que irá determinar à Advocacia Geral da União que recorra (sabe-se lá se houve perda de objeto), porque não interessa se a AGU quer recorrer ou não, quem manda é ele, o poder supremo.

As coisas ainda estão andando, veremos o que está por vir, fala-se em renúncia, “impeachment”, intervenção militar…

Mas, se pouca coisa se aproveitar de tudo isso, pelo menos ficamos sabendo que é bom dormir colado na parede e de olho aberto, porque o Zero Quatro anda passando o rodo geral.

33 pensou em “O PRESIDENTE QUE EXIGE FRANGO ASSADO

  1. Por essas coisas, Goiano, vou cada vez ficando mais convicto que a República é um golpe renovado constantemente desde 15 de novembro de 1889.

    Entenda por “essas coisas” essa briga tétrica, egocêntrica e interminável, rodando pelo poder.

    • Jesus de Ritinha Miúdo, consta que a política é um esgoto a céu aberto e que nós, o povo, pagamos aos políticos para meterem a mão nele por nós.
      Fazemos isso no macro e no micro. Explico: No micro – Um dos piores empregos do mundo é o de síndico de condomínio, mas os caras se agarram com unhas e dentes a ele. Como os condôminos sequer se querem dar ao trabalho de comparecerem às reuniões, na época das votações os síndicos em exercício os caçam para que deixem procurações para que eles consigam se reeleger.
      No macro – vereadores, prefeitos, governadores, deputados, senadores, presidente, fazem de um tudo para não largar o abacaxi, que deve ser áspero por fora e doce, muito doce, se for de Marataíses, por dentro.
      Mas, em tudo, há uma certa beleza, pois Deus nada nos deu que não seja, de uma forma ou outra, proveitoso.
      No caso do Moro e do Bolsonaro, agora, veja quantas lições se tiram. Vão muito além de debater e convencer-se se ministro do STF pode barrar ou não uma nomeação de sua competência, ainda que inobservados princípios constitucionais de legalidade, como da finalidade e a ela atrelada o da impessoalidade. Para alguns, o ministro tá certo, para outros se é competência do presidente da república nomear em cirscunstância algum outro poder pode alevantar-se, haja o que hajar, asseverar-se-ia, de modo que algum alegado crime de responsa, nesse caso concreto, seria uma ditadura do judiciário.
      Pois, uma das lições mais além, eu dizia, seriaq a de sermos capazes de defender qualquer tese ao absurdo, desde que para preencher as lacunas de nossas convicções.
      Outra coisa que aprendemos, digo, outra lição ensinada: A linha entre amarmos e odiarmos é muito tênue, ou não. Para os tênues, bastou o presidente da república praticar uma irregularidade para caírem fora e passarem de amantes a inimigos figadais. Para os não tênues, o presidente pode fzer o que quiser, por mais criminoso que seja, que eles continuarão a amá-lo e a amar-se.
      Sei, divago, diria Boris Pasternak – mas creio que o momento é de divagar, e depressa!
      O fato é que Jair Messias Bolsonaro é a bola da vez e fez por merecer, de modo que chegamos a tal ponto que não se lhe há de ser perdoada a mínima expressão descuidada, ela soará como o maior descalabro, a máxima ignomínia.
      Resta saber quem dará a tacada, se há descaídas, se o pano está liso e se as caçapas estão apertadas.
      São muitas variáveis: – E daí?

      • ¿Quo vadis, Brasil? Recorro a Artur da Távola: “o doloroso na política é que, nela, ninguém procura se ampliar na direção do melhor do outro e, sim, reduzi-lo à dimensão menor de quem julga.”

        Como disse o señor Tavares, meus parabéns ao psiquiatra que acolheu nosso estimado Goiano e que, coitado do doutor, encontra-se agora babando e bradando em algum deserto do Oriente que são tempos apocalípticos os que vivemos.

        E, infelizmente, seguimos com o terceiro turno do pleito de 2018…

        • O resumo, como sabiamente escreveu o sábio señor Albernaz, é o seguinte: “Quanta confusão na política. Bastaria termos um presidente corrupto para nada disso estaria acontecendo.”

        • Meu caro Sancho Pança, sobre meu tratamento, foi coroado de êxito: transferi ao doutor tratador todas as minhas esquisitices e peguei deles algumas novas, mas melhores. Ele vai bem, está internado e, para quem quiser visitá-lo, fuma.
          Já no caso das eleições, a cada dia mais se fecham os buracos de ozônio e o panorama da saída “ad totum” de Jair Messias Bolsonaro se abre. A culpa é exclusivamente dele, eu já ia dizendo, mas lembrei-me de que ele tem um magote de filhotes que me deixariam mentir.

          • Para sua alegria, Goiano, o lula está em segundo… Num cenário que já considera Sérgio Moro como candidato a presidente, o Instituto Paraná acaba de concluir pesquisa nacional que indica vitória de Bolsonaro, caso as eleições fossem hoje, seguido de perto por Lula.. Ei-los:

            Bolsonaro, 26,3%
            Lula, 23,1%
            Sérgio Moro, 17,5%
            Nenhum, 8,3%
            Ciro Gomes, 8,1%
            João Amoêdo, 4%
            João Doria, 3,8%
            Marina Silva, 2,7%
            Wilson Witzel, 1,2%
            Guilherme Boulos, 0,7%
            Não sabe, 4,7%
            Impressionante o candidato Nenhum, 8,3% das intenções de voto. Nenhum, o candidato surpresa, colocou doriana e os demais no BOLSO (ops, bolso não, pois lembra Bolso naro).

          • É foda…… com estes 3 filhos imbecis se achando nao tem jeito……
            O Lulla conseguiu fazer os filhos sumirem e nao atrapalharem apesar de tao imbecis quanto

  2. Bom dia Goiano!

    Depois vou ler sua coluna, porém me adianto em dizer:

    Seja bem vindo de volta, pois há muito não o via aqui.

    Fez muita falta tanto sua coluna, como seus pitacos nas áreas de comentários.

    Jamais achei que iria dizer isso,

    Você é necessário.

    E chega, pois se falar mais um pouco vou acabar elogiando o Lula.

    • Eu, de novo.

      Agora vi que sua última coluna foi em 21/04.

      Não a tinha visto, pois o nosso Editor a está colocando como uma das primeiras do dia e como são muitas diárias, nestas épocas, a sua acaba ficando muito para trás.

      Porém são 11 dias turbulentos e sua expertise é sempre bem vinda.

    • Bom dia, João Francisco, recebo teu comentário como um estímulo ao debate e o debate é o que me anima a participar ativamente deste grupo aguerrido que faz do Jornal da Besta Fubana um ímpar campo de combate democrático.
      No calor da batalha que se travou, decorrente das circunstâncias da demissão do Sérgio Moro, quando os combatentes vestiam o mesmo uniforme e lutavam entre si, me pareceu que convinha ficar apenas observando e aprendendo.

  3. A crônica é bem indicada para este momento.
    O tácito reconhecimento da situação.
    A enumeração dos fatos sem delírios prospectivos ou a armadilha das deduções.
    Se há alguma coisa estável no universo é a eterna mudança.
    Isso considerando o fenômeno, posto que o A Testemunha permanece desde quando abriu os olhos no dia primevo de sua existẽncia.
    Grande Goiano!
    Bem que disse que os caras afastaram o Lula por causa da eleição.
    E que o juiz era o que hoje se vê que é…
    Mas o homem só se engana com a política se quiser, ou melhor, só se engana é porque quer.
    Sobejos exemplos existem da constante e algumas vezes desleal luta pelo poder, pelo mando e sua recompensa pecuniária.
    Para entender Brasília voltei a assistir O Poderoso Chefão.
    Pense numa analogia. Muito instrutivo.
    Outro que assisti foi The Big Short (A Grande Aposta).
    Um no Amazon e outro na Netflix.
    Aproveitei para ver também uma série a respeito da Segunda Guerra Mundial.
    Politica, economia, a verdadeira natureza dos governos, está tudo lá explicadinho, só se engana é porque quer.
    Ou porque não tem streaming tv.
    ***
    Atendidas as fugazes necessidades mundanas de reforço à compreensão que já tenho do mundo retornei ao meu tugúrio.
    A minha maravilhosa decisão de permanecer no Sânias.
    Estou descobrindo que nós saniasins somos diferentes a cada época.
    Nesta o equilíbrio da nossa posição vem do fato de estarmos nos despedindo e que, em breve, a festa não terá mais nenhuma influência sobre nós.
    Farewell comrades.
    ***
    O mundo velho, o ciclo iniciado na grande guerra, está tendo um fim.
    Um novo mundo vem e é bem capaz que não gozaremos os privilégios que se avizinham como, quem diria, a renda universal.
    Nada mais de diásporas.
    Não tem trabalho onde estás?
    Tranquilo. Fique aí. De fome você não morre mais e nem vai ser peso para ninguém.
    Dom Corlleone não lhe deixa abrir seu negócio sem pagar propina?
    Relaxa. Tem a renda devida a você que é um ser humano e merece viver com dignidade.
    Sabe o que disse o Quintana?
    Eles passarão. Eu passarinho!
    *
    Oh! Brave New World!
    *

    • Caro Saniasin, creio haver mais elevação em abandonarmos o mundo em busca da verdade do que em abandonarmos a verdade em busca do mundo.
      Trazes muitas reflexões ponderadas – e à referência do Admirável Mundo Novo do Hexley, ajunto a hipótese Espírita do advento do Mundo de Regeneração, substituindo o de Expiação e Provas, de modo que a transição bem poderia estar-se dando com a pandemia do Covid 19 que nos assola, ao invés de uma catástrofe interplanetária.

  4. Muito bem Goiano ……… seus comentários, sarcásticos e bem humorados, sempre me deixam sorrisos da mais pura reverência por esta inteligência fina, porém enganadora.

    ” ……não se tendo notícia, contudo, de que Moro tenha determinado ao Ministério Público Federal que lhe servisse frangos, patos, perdizes, nem codornas – no máximo algum molusco…… ”

    Alguns detalhes me levam a crer que você não tem mais as características de PTista, muito menos Lullista……… a inteligência, o sarcasmo, o bom humor, a competência na articulação das idéias não são características de psicopatas …..

    Parabéns ao psiquiatra que o acolheu e ao trabalho de sucesso

    Bem vindo a nossa turma de mais Brasil e menos Brasilia, mais punidade e menos corruptos ……

    • Caro Arthur, eu até acredito em milagres e na realização de coisas impossíveis movidas pela fé.

      Porém Goiano ser curado da Psicopatia Lulística por um psiquiatra?

      Aí já é demais.

      Eu creio mais no fim do mundo.

    • Na verdade, Arthur, o trabalho desenvolvido pelo Doutor Goyambú Bigeyes em favor de minha recuperação mental não só o levou à loucura total como me convenceu de que Jair Messias Bolsonaro é mesmo tosco, troncho e completamente pirado, capaz do impossível: apunhalar-se pelas próprias costas!

      • Viu….!!! Está praticamente curado…
        Concordo com vc….. ele e os 3 filhos, estrategistas de campanha e de como governar provocando amigos, inimigos e passantes em geral….
        Tosco com certeza absoluta…

  5. Quem poderia imaginar que no dia de hoje teríamos a turma dos dois “Istas” do mesmo lado para saber o resultado de um depoimento na PF do mesmo personagem.

  6. O curioso em toda essa bagunça a respeito de “serviços de inteligência”, como se isso de fato existisse, é o fato de ainda no governo de Michel Temer, os tais “serviços de inteligência” da Marinha, da Aeronáutica, do Exército, da Abin e das Policias Federais, fossem unificadas; Tal ato foi considerado um grande avanço para administração pública. Tá, concordo, não entendo por que um monte de recortes de jornais, e isso é do meu tempo, chamavam de release, seja significativo para qualquer chefe de governo. Hoje qualquer um que liga o celular tem um press release em várias plataformas, e você mesmo ´pode escolher o que é mais relevante, mais importante. Já as informações realmente decisivas, essas, ah, nunca vieram ou virão a público, e qualquer governante, de qualquer nível, vai negar seu conhecimento. Aliás, nunca existiram. Resumindo: Falta ainda muita imaginação para ligar informação com a imaginação da grande (!!!) imprensa. Melhor continuar nesse joguinho político insano. Na verdade, pior continuar. Melhor mesmo é pensar no País. Mas não tem apelo, nem graça para a maioria, não é mesmo? Bom mesmo é fofoca!

    • Sérgio, vejo um serviço de inteligência como sendo capaz de antecipar-se agté mesmo à imprensa. Deveria ser um organismo apto a ver por trás dos acontecimentos, por vezes podendo mesmo prever, da análise de certos fatos e da realidade, o curso dos acontecimentos.
      Uma entidade desse tipo poderia advertir: – Presidente, fizemos uma avaliação com base em precedentes e modelos e devemos informar que uma tentativa clara de interferir na Polícia Federal, com vistas a atuações no próprio STF, e com o objetivo secundário de afastar Moro, poderá criar uma crise institucional capaz de levar o chefe do poder executivo à perda do cargo.

  7. Para alegria do Goiano, o lula está em segundo… Num cenário que já considera Sérgio Moro como candidato a presidente, o Instituto Paraná acaba de concluir pesquisa nacional que indica vitória de Bolsonaro, caso as eleições fossem hoje, seguido de perto por Lula.. Ei-los:

    Bolsonaro, 26,3%
    Lula, 23,1%
    Sérgio Moro, 17,5%
    Ciro Gomes, 8,1%
    João Amoêdo, 4%
    João Doria, 3,8%
    Marina Silva, 2,7%
    Wilson Witzel, 1,2%
    Guilherme Boulos, 0,7%
    Não sabe, 4,7%
    Nenhum, 8,3%

  8. Sancho, uma pesquisa feita presencialmente pelo Instituto MDA em janeiro/2020 deu um resultado bom de comparar:
    Jair Bolsonaro – 29,1%
    Lula – 17%
    Ciro Gomes – 3,5%
    Sergio Moro – 2,4%
    Fernando Haddad – 2,3%
    João Amoedo – 1,1%
    Luciano Huck – 0,5%
    Marina Silva – 0,4%
    Dilma Rousseff – 0,3%
    João Doria – 0,3%
    Outros – 2,4%
    Branco/Nulo – 10,5%
    Não sabe/não respondeu – 30,2%

  9. Esse cara é dos agentes globalistas infiltrados na América do Sul. Financiado por cuba e venezuela, e recebendo informações da xina. Cuidado!!! Nova Era vem aí, varrendo todos vocês….

  10. Goiano, saudações.
    Pela segunda vez (a primeira foi num conto seu) venho elogiar uma coluna sua, pela clareza de suas opinões. Nesta, estou contigo irrestritamente.
    Parabéns

    • Grato, companheiro John Doe – em algum momento a gente se aproxima, Sônia Regina mesmo acaba de dizer mais ou menos isso.
      E… Jair Messias Bolsonaro, ao contrário do que ele próprio disse, está realizando milagres rsrsrs.

  11. Caro Goiano.

    Você viu como a sua ausência estratégica deu ótimos resultados ?
    Agora são só elogios e estão todos comendo da sua mão.

    Sempre soube da sua inteligência e perspicácia, só os tolos não
    souberam diferenciar o estrategista do manhoso que , qual malandro
    carioca não entregas o jogo e só aparece e come quieto, na hora certa.

    Esta é a sua hora, aproveite e nos dê uma lição de sabedoria.

    Embora não concorde cem por cento com a sua opinião ou seja
    poderíamos dizer, sabedoria política, considero a sua volta
    como uma aragem benfazeja , nesta BF que estava estourando
    com falta de ar.

    Depois de matarem a saudade, todos voltarão contra ti ( previsão )
    e seguirá então ” La vie en rose ” habitual.

  12. Hahaha d.matt, exageras.
    A concordância reinante decorre apenas das ações de Jair Messias Bolsonaro, nada têm a ver com minhas estratégias.
    É como se ele tivesse peidado no elevador.
    Apenas isso.

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