NOSSOS COMERCIAIS, POR FAVOR

Leitora aqui do Recife me pergunta quanto custa colocar um “comercial” nesta gazeta escrota.

Respondo pra ele e pra quem mais interessar possa:

Num custa nada.

É de graça.

Temos aqui uma seção intitulada Promoções e Eventos que é um espaço pra divulgar qualquer coisa, profissão, firma, evento, empresa ou atividade.

É só mandar o seu reclame que ele será postado de imediato.

E será repetido periodicamente.

Barbeiro, açougueiro, garota de programa, motoqueiro, boteco, armazém, padaria, xibungo, manicure, cantor, banco, oficina, editora de livros, ensacador de vento, cuidadora de idosos, pasteleiro, taxista, concessionária de veículos, agiota, babá, amolador de tesoura, jardineiro, enfim, estamos de portas abertas pra qualquer um.

Temos fregueses no Brasil inteiro e até no exterior.

Um público gastador, de mão aberta e que adora consumir.

Só peço que já mandem o reclame montadinho, com texto, imagens, vídeo, link, tudo certinho.

Disponham.

E vamos fechar a postagem com um comercial bem atual.

Um vídeo com propaganda do carro Renault Gordini, o primeiro automóvel que este Editor comprou:

6 pensou em “NOSSOS COMERCIAIS, POR FAVOR

  1. Já que é de graça (na faixa, no Vasco, dado, livre, gracioso), Sancho vai montar uma propaganda dele como GAROTO DE PROGRAMA (Sancho for Ladies only) para mulheres jovens e belas (de preferência ruivas). Não aceitarei tribufus. Tem que ser gatinha. Valor do programa: a nota nova de 200 reais (satisfação garantida ou seu dinheiro de volta)..

  2. Meu primeiro carro foi um Gordini, não propriamente um Gordini, mas uma versão popular que foi fabricada para quem não tinha grana suficiente para comprar um automóvel nos trinques. Em 1965 governo inventou de promover o carro popular e foi lançado o “Teimoso”, que era o Gordini, e a “Pracinha”, que era a Vemaguet, se não me engano foi mais tarde que lançaram o “Pé de Boi, versão do Fusquinha, e o Simca “Profissional” (muito usado para Táxi, pois era maior do que aqueles outros).
    As fábricas “depenavam” os carros sem dó, para reduzir o preço: cromados e pintura metálica? nem pensar. Espelho retrovisor e marcador de combustível eram luxo e o aviso do combustível era só uma luzinha: – Acabou. De rádio, não havia nem o buraco no painel. Com isso, o preço médio era 40% mais baixo que seus irmãos mais equipados.
    No caso do Teimoso, só existiam três cores, preto, cinza e marrom. Os bancos possuíam apenas uma capa recobrindo a armação metálica. Rodas, para-choques, maçanetas e moldura dos faróis eram com pintura em cinza. O painel se resumia a um conjunto simples com algumas luzes alerta , o porta luvas não tinha tampa e os revestimentos internos eram uma raridade, sem tapetes. O retrovisor externo também foi removido.
    Foram produzidos quase nove mil Teimosos, que saíram da linha de produção em 1966.

    • Sancho teve como primeiro carro uma Vemaguet, apelidada de Clotilde, que deixava alvoroçada as moças de Desengano. Grandes noitadas em cidade sem motel, onde corpos suados das amadas amantes de Sancho faziam tremer a “velha fubeca” nas noitadas desenganenses. Recordar é viver, meu bom Goiano

  3. O meu, assim como o do Goiano, também foi um Teimoso. Um desgraçado de um burro, que quando empacava, só saía quando dava a hora do rango.

  4. Se o editor na época tinha este peso , então usava o carro certo : Renault do gordinho. Da Jean willys . Brincadeira !.

  5. Foi em um Gordini 64 que aprendi dirigir, e em 1972 meu pai o levou de Santos à Taubaté em pouco menos de 3 horas (atravessando a cidade de São Paulo) e tomando uma multa por excesso de velocidade (116 km/h pelo que me lembro). Carrinho valente e com uma solução inteligente quanto ao estepe.

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