HÉLIO CRISANTO – UMA LUA, UM CAFÉ E UM BATENTE

No esteio do tempo armei minha rede
Na sombra frondosa do teto do mundo
E na imensidão de um abismo profundo
Com gotas de paz matei minha sede.
Sem muros, sem cela, sem grade e parede
Só a brisa mansa para me acalmar
Sem pressa deitei-me para descansar
Balançando os pés no vão do infinito
Sem tiros, sem guerra, sem ódio e conflito
Somente as estrelas bailando no ar

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