NO ISTRANJEIRO COMO EM BANÂNIA

Veículos estrangeiros invertem a máxima segundo a qual “o que é ruim a gente esconde”, preconizada por Rubens Ricúpero, então ministro da Fazenda do governo Itamar Franco.

Lá fora, quando se trata de Brasil, esconde-se o que é bom.

Mesmo quando se trata de fato sem paralelos no mundo, como por exemplo a redução de 21,1% dos assassinatos e 10.000 mortes a menos, entre janeiro e outubro de 2019.

A notícia foi ignorada por quase todos os veículos na Europa e nos Estados Unidos.

De todos os veículos estrangeiros representados no País, só um citou a redução de crimes violentos, mas tentou desqualificar o feito brasileiro.

O espanhol El País até noticiou, mas cedeu ao ativismo acusando a polícia do Rio por 1.800 mortes. Ignorou, claro, os policiais executados.

A TV Al Jazeera mancheteou o que acha mais relevante que 10 mil mortes a menos em 2019: “Assassinatos no Rio pela polícia disparam”.

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Pra não me acusarem de parcial ou injusto, quando baixo o cacete na grande mídia extremista banânica, aqui vai uma linda música dedicada à grande mídia lá dos zistranjeiros.

Com muito amor e carinho.

Uma música terna e romântica.

Uma interpretação tocante.

1 pensou em “NO ISTRANJEIRO COMO EM BANÂNIA

  1. Desta vez não usaram a explicação dada pelos ” especialistas ” , que a diminuição do nº de crimes se deve a uma acordo entre as facções PCC e Comando Vermelho.

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