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Comentário sobre a postagem FIM DO DESERTO, INÍCIO DA PICADA

Canindé:

Kkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkk.

A única frase em que se vê alguma coisa aproveitável nesse amontoado de estrume (especialidade do colunista) é a primeira.

Lembra uma música de Nani Nadais – No cume da serra.

Adaptada aqui por Falcão e incluída no disco Do penico à bomba atômica.

Título, aliás, extremamente apropriado para as teses do Goiano.

Segue a letra para deleite dos fubânicos.

Se achar por bem, o Editor pode colocar a música, para abrilhantar ainda mais a postagem do eminente causídico lulopetista.

No alto daquele cume
Plantei uma roseira
O vento no cume bate
A rosa no cume cheira.

Quando vem a chuva fina
Salpicos no cume caem
Formigas no cume entram
Abelhas do cume me saem.

Quando cai a chuva grossa
A água do cume desce
O barro do cume escorre
O mato no cume cresce.

Então quando cessa a chuva
No cume volta a alegria
Pois torna a brilhar de novo
O sol que no cume ardia.

No alto daquele cume
Plantei uma roseira
O vento no cume bate
A rosa no cume cheira.

Quando vem a chuva fina
(No seu aro, aro)
Salpicos no cume caem
(No seu aro, aro)
Formigas no cume entram
(No seu aro, aro)
Abelhas do cume me saem
(No meu aro, aro)
Ohhhh meu bem!

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