AUGUSTO NUNES

Dilma continua disputando com Lula a liderança do campeonato brasileiro de trapaças e mentiras

“É falso que o meu governo desrespeitou o equilíbrio fiscal. Até 2014, quando fui reeleita, e mesmo em 2015 e 2016, quando sofri implacável sabotagem do Congresso, do mercado e da mídia, para desestabilizar o meu governo e ensejar um golpe sob a forma de impeachment sem crime de responsabilidade, a situação fiscal do Brasil estava sob controle”.

Dilma Rousseff, ao rebater em artigo publicado no site do PT a reportagem do jornal Valor segundo a qual os bancos alertaram Bolsonaro para o “Risco Dilma”, explicando que jamais desrespeitou o equilíbrio fiscal que sempre desrespeitou.

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  1. O que é “equilíbrio fiscal”?
    Trata-se do “não gastar mais do que se ganha”?
    As grandes empresas em geral não pensam e não agem assim.
    Usam o que não têm para crescer.
    E pagam o que usaram e que não tinham com o que acrescentaram ao seu patrimônio.
    Um Estado, uma Nação, um País que cresce, se desenvolve, recupera o que gastou com os frutos desse desenvolvimento, com a vantagem de melhorar as condições de vida dos seus governados.
    É claro que o endividamento que seja necessário fazer precisa ser feito com responsabilidade, para evitar que ao invés de proveitoso se torne danoso.
    Vamos ver o exemplo contrário ao da empresa que usa de recursos extras para progredir, que é o da pessoa física que estoura o cartão de crédito em farras e aquisições desnecessárias e no fim não tem como pagar – é isso que um governo não pode fazer. Outra coisa é o governo gastar com assistência social, educação, saúde e bem-estar da população, bem estar que inclui todos os investimentos necessários ao funcionamento da sociedade como um todo.
    Governo que tem como meta manter estabilidade fiscal pode significar governo estagnante: a estabilidade não deve ser a meta, mas um resultado do desenvolvimento do país.

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