JESUS DE RITINHA DE MIÚDO

Qual seria o conceito mais exato para “negacionismo”?

Negar a verdade contida naquele discurso contrário ao nosso, ou não aceitar o nosso próprio discurso estando caolho no debate?

Desde quando passamos a dar mais crédito à Ciência da Conveniência, e abortamos de fato a razão da verdadeira razão?

Por que as nossas meias verdades devem ser promovidas sobre a verdade factual?

Desde quando nos perdemos na necessidade de expormos nossos conceitos observando apenas um sentido do trânsito na avenida das informações?

De quem partirá a quebra do egoísmo e do infame propósito em se mostrar certo nessa tétrica queda de braços entre duas mãos agarradas sobre uma mesa de disputa se sustentando na força de meias verdades?

Como pode alguém ser presunçoso, de tal forma, a se achar verdadeiro quando segue movido pela emoção do fanatismo e na leitura incompletas?

Oh! Como é paradoxal se sentir verdadeiro, quando amparado e alocado também em meias mentiras.

Quem será humilde bastante para reconhecer que sua mão deve largar a outra nessa briga, esquecer e abandonar seus discursos quebrados e juntar a sua meia verdade à meia verdade da outra mão na construção de uma verdade completa?

Já não nos importa os velhos conselhos. A união deixou de fazer a força. O povo desunido está sendo facilmente vencido.

Cada um, no fundo, negando a si mesmo o direito à razão e ao debate pleno de conhecimento.

Eis o mais completo conceito de negacionismo.

Entretanto, uma coisa não poderemos negar no futuro: todos seremos cobrados por nossas falas, atos e, até, por nossas omissões.

Porque Deus não pode Se negar em cumprir Sua palavra. E quem O nega, no fundo se nega e sonega a Verdade.

16 pensou em “NEGACIONISMO

  1. Em tempos de polarização política, defensores do luladranismo, negam que o mesmo seja tão ladrão como ficou provado em duas instâncias; O stf nega a Constituição, ao querer extinguir todas as condenações do lularápio; O ministrozinho bosta, Lewando o Ovski, negou também a Constituição, quando permitiu à Dilmanta, seus direitos políticos, por ocasião do impeachment; A mídia bostífera nos nega a verdade, quando não deu uma nota sequer sobre as manifestações ocorridas há 15 dias, em apoio ao Presidente e contra o stf… Após anos e anos de roubalheira, de aparelhamento esquerdalha nas instituições, nos é negado o direito de extirpar essa raça maldita deste país. Definitivamente, o Brasil não é para amadores.

  2. Negacionismo é recusar e negar uma realidade cientificamente comprovada.

    Esta palavra foi definida para a corrente de pessoas, que por uma questão ideológica, negam o holocausto provocado pelo Nazismo na população judia, além de outras minorias.

    A palavra foi indevidamente apropriada por aqueles que querem atacar o governo Bolsonaro e colocada numa narrativa.

    Agora, quem quiser saber o que é definido como uma realidade cientificamente comprovada, recomento uma boa leitura na coluna do nosso colunista Adônis, de ontem, que está magistral.

    https://luizberto.com/porque-o-direito-nao-e-ciencia/

    • Quem achar que eu exagero quando digo que a esquerda se apropria das palavras para usá-las numa narrativa vá ao comentário do Goiano logo abaiso, onde está a prova do que eu digo.

    • João Francisco:

      Bom dia!

      Meu caro amigo, só existe uma certeza absoluta hoje no Brasil: a esquerda podre e o jornalisteiro funerário querem destruir o presidente a qualquer preço!

      Mas como diz aquela velha do Zap: “Num vai não!” Porque o povo não deixa.

      • Bom dia Cícero!

        É verdade, porém a corda está no limite. Eles não querem que chegue a eleição de 2022 com Bolsonaro na disputa, pois será difícil vencê-lo. Então partiram novamente para o ataque (mais um).

        O povo precisa se mobilizar.

  3. Por Santa Ritinha de Rita,

    O povo desunido?????? Que povo? Esse conceito de povo, caríssimo poeta sempre foi palavra fácil na boca de sujeitos como lula e assemelhados. O tal povo é algo múltiplo demais em todas as suas facetas para desejarmos que seja UNO.

    O jurista e filósofo Friedrich Müller publicou no Brasil a obra: “Quem é o Povo?”…

    Povo, em terra “brasilis”, é quem paga mais tributos em relação ao resto do mundo; quem fica só na promessa de receber a menor parcela do Estado em termos de benefícios; quem vota em canalhas (porque É QUASE IMPOSSÍVEL achar gente honesta para votar); quem se submete a todo tipo de humilhação, desrespeito e chacota por parte dos donos do poder; quem precisa de hospitais e não encontra vaga; quem quer estudar e não acha escolas de qualidade em todos os níveis da educação; quem espera deixar um país melhor para filhos e netos, mas que sente-se impotente para tal; quem clama por justiça mas nunca a encontra, ainda que exista um PODER constituído para isso; quem tem fé no país, mas já está quase se tornando incrédulo; quem é instado a agir corretamente, enquanto vê proliferar safados e safadezas; quem assiste às mais terríveis falcatruas sempre com o mesmo desfecho.

    Recorro ao especialíssimo e “feio” Maurino: Definitivamente, o Brasil não é para amadores.

  4. Eu nunca vi uma situação tão caótica quanto essa. Criaram esse termo e se apegam a ele como se apegaram ao muro de Berlin. Ainda tem nego segurando tijolos deles.

  5. Sentido do termo “negacionismo” no Novo Vocabulano Ortogrota da Língua da Portuguesa:
    – NEGACIONISMO: ato jairmessiasbolsoriano e do respectivo séquito bovino de diminuir a importância da epidemia do Covid 19, promovendo e recomendando aglomerações, combatendo o isolamento social, divulgando que se trata apenas de uma gripezinha que não pega machos praticantes de esportes, só maricas, fugindo às responsabilidades governamentais dizendo que o STF as tirou dele, trocando de ministro da saúde quando ele não esteja recomendando o uso de medicamentos ineficazes para Covid 19, como Cloroquina, Ivermectina e Chá de Botina, advertindo que o uso da vacina pode transformar pessoas humanas em jacarés do pântano e ameaçando com as forças armadas se a corda esticar.

  6. Infelizmente, em momento de dor, a nação brasileiro se divide em luta insana e inútil. Para as esquerdas parece que o covid 19 caiu como uma luva para sua pretensão de apagar suas lambanças e voltar ao centro do poder. O outro lado, fica gastando a energia que deveria ser dirigida ao combate a pandemia que nos aflige, perde precioso tempo em ascender velas para defunto ruim e jogar pedras em cachorros que latem a beira do caminho.. O pior de tudo é que, não se deslumbra uma terceira via que possa por fim nessa contenda..

    • Paulo, só concordo com uma coisa, se há uma terceira via, ela não apareceu e nem aparecerá para 2022.

      Moro? esquece, tem uma marqueteira (sua mulher) péssima.

      Ciro? ugh, Meu Deus!.

      Tucanos? não tem um nome que ajude.

      Lula? já viu que perderá e tenta pular fora do barco.

      O Novo? poderia ser uma opção, porém João Amoedo tomou conta do partido e se uniu ao que há de mais Velho na política.

      É, meu caro, parece que no ano que vem esquerdistas e “isentões” terão que chorar mais uma vez. O #elenão vai imperar.

      A menos que surja uma bala (de verdade) no meio do caminho.

      • Lula, meu caro doido, é cauteloso: ainda não sabe, apesar da recente decisão do STF, se poderá ser candidato.
        Além do mais, é político esperto, sabe que quem sabe faz a hora e este pode não ser o momento.
        Quanto a vir a perder, quem está no jogo deve saber que a vitória nunca é garantida, nem mesmo a do mitológico Jair Messias Bolsonaro, mesmo tendo ele sua base fidelíssima, apesar de tudo.

  7. “Como pode alguém ser presunçoso, de tal forma, a se achar verdadeiro quando segue movido pela emoção do fanatismo e na leitura incompletas?”

    “Oh! Como é paradoxal se sentir verdadeiro, quando amparado e alocado também em meias mentiras.”

    Eu sigo os conselhos de Olívia a Eugênio Pontes, Jesus: “De que vale ao homem construir arranha-céus se não há mais almas humanas a morar neles?”

    Penso que devido à ganância desenfreada do homem por dinheiro, a beleza da vida perdeu o encanto.

    Quem há de nos salvar?

    Belas reflexões, meu caro poeta.

  8. Paulo, não posso falar pelas esquerdas, mas falo por um esquerdista e por alguns que conheço seu pensamento: Não festejamos a Covid 19, estamos todos com a Espada de Dêmocles sobre nossas cabeças, além de não festejarmos a desgraça e a morte. Sequer podemos considerar que a epidemia seja intrinsecamente desfavorável à popularidade de Jair Messias Bolsonaro, porque (a) ela pode servir como desculpa para o fracasso do governo; (b) apesar de tudo, os seguidores dele mantêm-se seguindo-o; pesquisa recente afirma que a sua base coesa de apoio permanece em 30% da população brasileira, cuja a qual, como é também constituída de não votantes, desde neném novo a adolescentes e indo aos maiores de setenta que se dispensam de ir às urnas, pode ainda garantir-lhe votação expressiva; (c) o modo como Jair Messias Bolsonaro age é exatamente a maneira que seus apoiadores esperam dele, de modo que se ele passar a usar métodos, ações e pensamentos humanos, solidários, empáticos, esse apoio o abandonaria.

    • Boiano, como provavelmente vc deve estar recebendo regiamente o seu salário sem dar um prego numa barra de sabão, ou acha que mesmo catador de latinha ou ambulante faz “home office”, enfia a alternativa “c” naquele mesmo lugar que começa com a letra dessa alternativa, e junto com ela a sua humanidade, solidariedade e empatia canhestras.

  9. Prezado Jesus.

    Parabéns pelo texto e pela convocação ao equilíbrio e bom senso, o que certamente vai ser muito difícil de ser alcançado em um momento de tamanha polarização da sociedade mundial.

    Nessa busca, a do equilíbrio, como em qualquer situação mais simples, do comportamento humano, um preceito básico deveria ser seguido, que é o de cada lado ceder, um pouco, respeitar o adversário, procurar ver o que há de bom, em cada lado…. E assim vai.

    Porém, há um ponto FUNDAMENTAL que não pode ser esquecido:

    Um dos lados, o autodenominado ESQUERDA – seja lá o que isso ainda signifique – tem como um dogma ou princípio basilar, no seu DNA, de que ELES ESTÃO COM A RAZÃO.

    Como em uma religião – na verdade, uma seita radical – só eles sabem o que é o certo e o errado.

    Só eles têm A VERDADE.

    Só eles, e mais ninguém.

    E em nome desta “verdade”, eles podem TUDO.

    Eles podem nos matar, Jesus, porque é PARA O NOSSO BEM E TODA A HUMANIDADE.

    Mensalão? Petrolão? Assaltar as estatais? Dar facada no presidente?

    Isso é fichinha, meu caro.

    São apenas instrumentos da tomada do poder, para que o BEM (deles) vença e a VERDADE (deles) prevaleça.

    Por isso, meu caro, como já escrevi aqui, em crônicas, é impossível discutir com essa gente maldita, psicopatas, farsantes e criminosos da autodenominada esquerda.

    Esqueça.

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