A PALAVRA DO EDITOR

Ontem eu estava vagueando no grupo de zap Cabaré do Berto e me deparei com uma presepada da peste.

Pra quem ainda não sabe, o grupo Cabaré do Berto é uma criação do fubânico Maurício Assuero, que em agosto de 2020 botou nos ares esse desmantelo com meu nome, mas gerenciado por ele.

Sem me pedir licença e sem me pagar os direitos autorais!!

Ô sujeito presepeiro!

O fato é que já tem alguns anos que este grupo funciona e é movimentadíssimo, com um monte de fuxiqueiros dando expediente o dia todo e todos os dias.

Pois ontem eu estava cumprindo minha obrigaçao e passeando por lá, lendo e fazendo comentários, trocando gentilezas e cacetadas.

E fui surpreendido com uma montagem feita pelo potiguar Jesus de Ritinha de Miúdo, grande Poeta e colunista desta gazeta escrota.

Está aí no final da postagem.

Gratíssimo pela força que você deu a nossa gazeta, meu caro amigo!!!

Já espalhei pelos quatro cantos do mundo!

11 pensou em “MUITA PRESEPADA E CRIATIVIDADE

  1. Adorei a montagem feita pelo grande poeta Jesus de Ritinha de Miúdo, querido Editor Luiz Berto!

    Concordo com ele, em gênero, número e grau! O Jornal da Besta fubana e o Cabaré do Berto são excelentes!

    • Foi sim. Por um fato muito interessante.
      Havíamos feito uma reunião virtual com participação de vários fubânicos e, bem no horário dessa reunião, papai me ligou três vezes e eu não ouvi a ligações.
      No outro dia logo cedo, assim que vi as ligações, retornei de imediato.
      O diálogo foi mais ou menos assim:
      – Minha bênção, papai.
      – Deus te abençoe, macho – ele me respondeu e já emendou de pronto: – Onde danado você estava metido que não me atendeu ontem?
      Como a reunião tinha sido sem norma alguma, sem regras e sem frescura, eu respondi, assim, no improviso “no cabaré de Luiz Berto”.
      Fez-se um breve silêncio e ele saiu com essa:
      – Eu sabia! Você não me decepciona.

      O Alzheimer ainda não o tinha rendido de tudo.

      Pronto!
      Quando eu contei a história…
      Assuero criou o grupo já com a máxima.

      • Me lembro, Ritinha, perfeitamente.

        Eu estava dentro do Cabaré com Maria Bago Mole, e Assuero de olho bem aberto nos quatro canto do saloon!

        OBS:

        E seu querido pai como está?

    • Mundinho Fulô (Do Bico Doce, o mestre tem memória de elefante!

      Eu só me lembro do fusuê no saloon: dos dos detalhes dos fatos, não!

      Parabéns pela memória!

  2. O professor Maurício Assuero, é muito sabido, ele sempre teve vontade de ter um cabaré, o que faltava era um nome que desse certo. Cabaré do Berto. Acertou até no nome.

    • Amigo Jesus de Ritinha de Miúdo, quando todos já não se lembrarem mais de nada, restará minha memória de elefante. Lembro-me bem do dia em que você publicou o texto acima, que achei genial.

      • A ideia da reunião surgiu a partir de um texto que li na a coluna de Rodrigo de Leon. Ele reclamava que a gente tinha perdido o contato por conta da pandemia e aquilo sacudiu um pouco minha estrutura. A gente estava começando a dar aulas on line e eu liguei pra Berto e falei que a gente poderia ter esses encontros semanais. Berto só fez dizer “arrume tudo e me diga”. Então, fizemos uma agenda de apresentações: Berto, Rodrigo, Sancho, Jesus, Roque, Goiano, Neto Feitosa, eu, Maurino, Rômulo, Mairton, Berto fechou o ano e quando recomeçarmos veio Neide Nascimento, Dedé Monteiro, Dayane Rocha, Marlon Torres, Terezinha, Adônis, o pessoal do RN, a sociedade dos poetas vivos e afins, café com poesia, Fátima Marcolino, Anastácia, Pedro Berto, Dalinha, Magnovaldo, Dulce, Vanda, Aida, Felipe Amaral, Gonga irmão de Dedé Monteiro, Giuseppe Mascena, João Lover, Pica-pau, Wellington Vicente, Nilson, Peninha, Marcelo Almeida, Nonato, e também tivemos uma escritor sergipano amigo de João Lover e uma escritora curitibana que tinha sido presidente da academia de letras do Paraná.
        Eu utilizava o meet e a plataforma começou a nos derrubar depois de uma hora de papo, então eu fiz um cadastro pra mim e aínda hoje está ativo. Pago US$ 15,00 por mês.
        Infelizmente, as reuniões começaram esvaziar e eu precisei me ausentar por questões de trabalho, viagens,etc. A plataforma continua disponível e a gente pode agendar um papo pra colocar as fofocas em dia.
        Das reuniões surgiu também o grupo de zap que estava disponível a quem quiser participar. Basta me mandar um email que eu mando o convite.

        • Assuero,

          Eu fiz parte dessa zona de descontração também. Terezinha foi a abre ala da fuleiragem, trazida por Constância, que por sua vez foi indicada por Jesus de Ritinha.

          O Cabaré do Berto é mais um capítulo hilário do Jornal da Besta Fubana.

  3. Sacada genial de Ritinha com o Anjo Bertiano anunciando a boa nova: “O Jornal da Besta Fubana.”

    Gostaria de ler o comentário de Sancho Panza no seu linguajar inconfundível, a respeito da sacada de Jesus.

  4. Pingback: NO CABARÉ | JORNAL DA BESTA FUBANA

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