MILIANTE PETISTA TOGADO VOLTA ATRÁS

O ministro Dias Toffoli, presidente do Supremo Tribunal Federal (STF), reconsiderou nesta quinta-feira (9) sua própria decisão e autorizou a resolução do Conselho Nacional de Seguros Privados (CNSP) que prevê a redução dos valores do seguro DPVAT em 2020.

Os valores reduzidos haviam sido divulgados no dia 27 de dezembro pelo conselho, vinculado ao Ministério da Economia.

No dia 31, o ministro, responsável pelo plantão do Supremo durante o recesso, suspendeu a norma a pedido da seguradora Líder.

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Esse tabacudo desse Toffoli, reprovado duas vezes em concursos pra juiz de primeira instância, é um subserviente pau-mandado do condenado Lula.

E foi subordinado do condenado Zé Dirceu no Palácio do Planalto.

Hoje em dia Toffoli é presidente de um dos três poderes da República Federativa de Banânia.

Este nosso país é mais incrível e surrealista do que a Macondo de Gabriel García Márquez.

É pra arrombar a tabaca de Xolinha!!!

Este Editor prestando a merecida homenagem ao cabaré dirigido pelo petralha Toffoli

4 pensou em “MILIANTE PETISTA TOGADO VOLTA ATRÁS

  1. Boa tarde

    Errar é humano mas é mais humano ainda corrigir o seu erro.

    Fica uma sugestão humanitária ao “nobre e excelentíssimo ministro”: RESSARCIR do seu próprio bolso a todos aqueles que já pagaram o DPVAT com o valor antigo. NÃO podemos admitir o pagamento da diferença aos eternos bons pagadores (idiotas, como eu) com recursos da União. Afinal, o erro, já admitido publicamente, com provas cabais e materiais, foi do próprio presidente do STF.

    Falando nisso, não cabe uma ação judicial coletiva, meus preclaros advogados amigos e colaboradores deste estupendo e magnífico site? Afinal, é possível que mais uma vez os eternos pagadores de impostos prejudicados fiquem falando sozinhos na estrada, como sempre.

  2. Ah, como seria bom, aliás, excelente, se ele revogasse também a prisão após trânsito em julgado, ou seja, RESTABELECER a prisão após a condenação em segunda instância…
    O Brasil (parte que torce pelo bem), agradeceria!!

  3. Por isso foi reprovado no exame para juiz! Na prova só existiam duas respostas as questões: “Sim” ou “Não”. E ele achava que as questões deveriam ter como resposta “Talvez”. Existiam também algumas questões que o candidato deveria externar seu entendimento com uma frase ou parágrafo e ele achava que não dava para externar a opinião dele em menos do que um livreto de 60 laudas.

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