JESUS DE RITINHA DE MIÚDO

Mote e glosa deste colunista:

Toda mata festeja quando pinga
Uma gota de chuva no Sertão.

Num começo de noite abafada
Um clarão se acende sobre a serra
E dos céus, almejando essa terra,
Caem pingos descendo em disparada.
É o começo de uma invernada
Orquestrada no ronco do trovão
Alegrando com o som da explosão
Tudo quanto respira na caatinga
Toda mata festeja quando pinga
Uma gota de chuva no Sertão.

1 pensou em “MATA ALEGRE

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