A PALAVRA DO EDITOR

Tá escrito aqui na folhinha que me serve de agenda no serviço diário de editoração desta gazeta escrota:

Hoje, 29 de outubro, é comemorado o Dia Nacional do Livro.

Pois eu vou aproveitar a oportunidade pra deixar a vergonha de lado e fazer o meu comercial.

Quem quiser adquirir qualquer um dos meus títulos, com tranquilidade e segurança, é só fazer contato com meu amigo Valter Portela, um empreendedor e agente literário que trabalha com livros e divulgando os autores pátrios.

Para comprar com tranquilidade e segurança, e receber o pedido pelos Correios, basta fazer contato com ele pelo Zap:

(81) 9-9117-5186

Para grande satisfação deste autor, todos os meus títulos têm mais de uma edição.

Sendo que O Romance da Besta Fubana está na quarta edição e, o mais antigo, o primeiro livro que publiquei, A Prisão de São Benedito, já está na sexta edição.

Pois quem quiser ler muita besteira, é só fazer contato com o Valter e com ele negociar.

Aproveitem e comprem logo vários volumes pra presentear os amigos.

Ou, quem sabe, a sogra e os inimigos…

Pechinchem e chorem que Valter é muito sensível.

Aliás, conversem com ele sobre qualquer um dos meus títulos: o cabra é especialista na minha obra e sabe decorado todos os livros, linha por linha!!!

Não acreditam???

Pois façam o contato e vejam se estou ou não falando a verdade.

Comemorem o Dia do Livro adquirindo as obras de um pobre autor brasileiro!!!!

3 pensou em “LIVROS, LIVROS E LIVROS

  1. Boa tarde leitores do jornal da besta, eu sou, Valter Portela, estou sempre as ordens para vender os livros do grande escritor Luiz Berto. Com muita satisfação de um grande Xeleleu.

  2. Não custa nada explicar para os leitores de outras regiões:

    Xeleleu, no idioma Nordestês, é o mesmo que puxa-saco, candongueiro, baba-ovo, corta-jaca, chaleira, bajulador, untuoso, adulador e louvaminheiro.

    Fora outras dezenas de denominações.

    Eu fico ancho que só a peste com a sabujice dele!!!

    O cabra é mesmo competente no ofício de incensador!!!

  3. “Oh, bendito o que semeia livros,
    Livros… Livros à mão cheia…
    E manda o povo pensar!
    O livro caindo n’alma,
    é germe – que faz a palma,
    é chuva – que faz o mar”
    […]
    Agora que o trem de ferro
    acordo o tigre nos cerros
    e espanta os caboclos nus
    Fazei desse “rei dos ventos”
    – ginete dos pensamentos,
    – arauto de grande luz!…”

    O Livro e América (Antônio Frederico de Castro Alves)

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