LE PRÉSIDENT BAITOLÊ

A diplomacia brasileira deu um baile em Emmanuel Macron, antes e durante a reunião do G7 em Biarritz.

A articulação que acabou isolando o presidente da França em seu discurso raivoso.

Os principais parceiros do Brasil foram Reino Unido, Estados Unidos, Japão e até o Canadá, que pulou do barco de Macron.

O êxito da operação foi comemorado no Planalto: na declaração final do G7, o presidente francês não conseguiu emplacar qualquer menção ao Brasil ou à
Amazônia.

Assim, uma montanha chamada Macron pariu um rato.

* * *

Macron pariu um rato, diz esta nota aí de cima.

Já a mulher dele, se ficasse grávida, seria bem capaz de parir um lobisomem.

Isso se Macron não fosse baitola e gostasse de comer tabaca, uma coisa que é fuxicada em tudo quanto é esquina francesa.

Embora eu duvide que ele, se fosse mesmo macho, tivesse coragem de encarar essa assombração…

Tem um ditado que diz assim:

“Petista feliz é petista em Paris”.

Os petistas, tão zisquerdistas quanto Macron, e que vivem gozando sua boa vida burguesa no Champs-Élysées, bem que poderiam tirar esta dúvida pra gente:

É verdade que esse cabra é baitola e tem sonhos eróticos com Bolsonaro enrabando ele?

Hein?

Foi o que me contaram.

A única coisa que eu sei é que Brigitte Macron, a esposa do primeiro mandatário viado, humilha a outra Brigitte, a Bardot, com sua linda postura envergada e sua magnífica parelha de pernas.

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