CORRESPONDÊNCIA RECEBIDA

Meninos, eu vi.

A explosão do nosso melhor Brasil. O popular e profundo. Na voz meio de taquara rachada de Luíz Berto.

Foi assim. Estava ouvindo uma exibição experimental da Rádio Paulo Freire, da UFPE. E decidiram entrevistar o cidadão. Para falar de seus romances premiados.

Não contavam é que, aproveitando a oportunidade, o entrevistado contasse histórias do passado, de nossa gente simples, dos doidos que toda cidade do interior tem, os fuxicos, o rosto real de nossa gente.

Com memória elefantista, e uma graça toda especial.

Em muitos anos, foi sem dúvida a melhor exibição de um entrevistado que pude presenciar.

Em qualquer local.

Incluindo a TV Globo. Et caterva.

Algo, vou escolher bem a palavra, excepcional. De qualidade superior.

Não é o caso de dar parabéns ao Papa Berto.

Mas a todos nós, seus ouvintes e súditos.

R. Esta semana, quando me enviou material para sua coluna, o ilustre fubânico José Paulo acrescentou este adendo à mensagem:

P.S. Sua participação, no rádio, foi a mais brilhante que presenciei em muitos anos. Um show. Perfeito. Maravilhosamente perfeito. Parabéns, entusiasmados.

Quando é agora, recebo um negócio desses.

Êita gôta serena!!!!

Deixa eu se arrecuperar-se-me e se controlar-me pra ver se consigo continuar digitando.

Vindas de um dos mais brilhantes intelectuais brasileiro, membro da Academia Pernambucana de Letras, doutor PhD em Fernando Pessoa com obra traduzida em vários idiomas, ganhador de vários prêmios literários, jurista reconhecido e respeitado em todo este país e no exterior, estas palavras sacudiram o coração deste pobre Editor.

Brigadíssimo por tamanha generosidade, meu dileto amigo. Num mereço tanto.

É um privilégio gozar da sua amizade e tê-lo como colaborador desta gazeta escrota. 

E quem quiser ouvir a entrevista citada por José Paulo, basta clicar na imagem abaixo.

Claro que eu não iria deixar passar esta oportunidade de se amostrar-me de novo, mais uma vez, pro distinto público!

Deixe uma resposta