CORRESPONDÊNCIA RECEBIDA

Por que criar, para quem?

Nicolas Tesla dizia que não amava o ser humano, mas a humanidade.

Para quem não conhece, Tesla foi o criador de inúmeros inventos, que até hoje persistem, desde o século 19.Nikola Tesla – Wikipédia, a enciclopédia livre

É uma forma de dizer que não se preocupava com um único ser, mas com todos.

Assim vejo as notícias diárias de que se tem um medicamento contra um mal que acomete alguém.

Ele é caro, somente os que tem poder financeiro teriam acesso.

Então, por que eles existem?

Se não podem ser disponíveis para todos, qual o sentido de ser para alguns?

Quem desenvolveu a fórmula, lógico gastou tempo e recursos para obter o resultado, mas para quantos?

E quando serão disponíveis para todos?

Laboratórios, grandes empresas farmacêuticas se debruçam em corridas olímpicas para solução de problemas de saúde; é louvável o desprendimento, pois sem eles não teríamos hoje os avanços da medicina.

Mas, por que ter um remédio que apenas aguça a vontade daqueles – pais, mães, esposas e …. – por algo inacessível, impossível por suas condições financeiras?
A vulnerabilidade das pessoas – diante de uns problemas, situação, enfim – a leva aos extremos.

Entram nas redes sociais fazendo a tal da vaguinha, se humilhando, por algo que deveria ser disponível a todos, se tão eficiente e importante.

Se não servir para a humanidade, qual o sentido de existir?

Volto a Nicolas Tesla: morreu pobre, mas foi glorificado pelo seu sentimento humano de apenas servir ao mundo seu conhecimento.

Para quem não conhece a figura, foi simplesmente o pai de todas as tecnologias que hoje utilizamos, mas morreu pobre e, até hoje esquecido pela história real.

Seu lema era: a ciência, o conhecimento deveria servir a todos, não apenas para alguns!

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