JAIR MESSIAS BOLSONARO E AS EXPRESSÕES TIPICAMENTE BRASILEIRAS

1. Pode tirar o cavalinho da chuva – para Moro, quando ele disse que era ele que iria nomear o Diretor Geral da PF.

2. Vou deixar ela tomando um chá de cadeira – referindo-se a Regina Duarte esperando a nomeação para a Cinemateca.

3. Ele é um sujeito cheio de nove horas – referindo-se ao morde e assopra de Rodrigo Maia.

4. Eu nem tchum – para o Covid 19.

5. Vou enfiar o pé na jaca – referindo-se à entrega de cargos para o Centrão.

6. Ela fala mais do que o homem da cobra – referindo-se a Joice Hasselmann.

7. Estou com o cu na mão – a respeito de diligências da PF a mando do Ministro Alexandre Moraes, do STF.

8. Por mim ele pode ir para a casa do caralho – a respeito de um ex-deputado que anunciou que ia mudar-se para os Estados Unidos.

9. Foi fabricado em laboratório naquele país que fica lá no cu do Judas – referindo-se ao vírus que assola o mundo.

10.Tá na hora de picar a mula – vendo a coisa ficar politicamente incorreta.

26 pensou em “JAIR MESSIAS BOLSONARO E AS EXPRESSÕES TIPICAMENTE BRASILEIRAS

    • Joaquimfrancisco, uma das coisas que mais me impressionam é como depois de tudo ainda tem gente se amarrando no Jair Messias Bolsonaro. Eu compreendo isso porque sei que tem gente que não compreende como ainda apoio o Lula. Ou seja, é coisa de fanatismo doente mesmo.

  1. O colunista (por cujas virtuosas e múltiplas facetas é impossível não amar) deveria lembrar-se que quem avisa, inimigo não é. Ouso dar um amigável aviso:
    Você escreve e fala tanto em Bolsonaro, que acabará esquecendo lula molusco.
    Sugiro ver o dia inteiro reprise de Bob Esponja e, em posse de um pincel, escrever na parede de seu quarto 100 vezes a seguinte frase:
    lula eu te amo!, lula eu te amo!, etc, etc, etc (100 etcéteras).

    • Meu caro Sancho Pança, querido Cavaleiro da Triste Figura, Lula anda em ligeiro e pálido ostracismo, dado a que todos os moinhos de vento se reuniram para enfrentar o Cavaleiro, de quem és fiel escudeiro. Ainda restam noventa e nove fiéis a Don Quixote de La Mancha, cem contigo, e que parece que são os renitentes, que ficarão até o fim, para afundar ao lado do Comandante em Chefe da Nação com cacófato e tudo!

      • O Cavaleiro Andante istrudiamez estava montado em um lustroso corcel quando alguém resolveu fazer a piada de não saber onde começava e onde terminava o cavalo.

      • “A liberdade, señora Toboso, é um dos dons mais preciosos, que aos homens deram os céus (palavras de Cervantes na voz de Quixote).

        Sancho é de direita, o que torna impossível a inclinação de fazer-me fiel escudeiro de Bolsonaro, a quem considero um social-democrata. Fui ás urnas e votei mais uma vez na social-democracia (antes votei nos tucanos, pois sou obrigado a escolher, a cada pleito, o menos ruim, pois não temos partidos e muito menos políticos de direita na Brasil).

        Eis a luta de Sancho: a liberdade, o dom mais precioso. Pergunte a señora, sem ir muito longe, a cubanos, venezuelanos e nicaraguenses o que eles acham da tal LIBERDADE, perdida quado apostaram todas as fichas que tinham na esquerda.

        Insisto sempre nesta gazeta: gosto e desgosto é escolha de cada um.

        • Um sofista possivelmente inquiriria ao señor Panza: – O quê é liberdade?
          Talvez respondesse ele, irritado: – Liberdade é liberdade, porra!
          Quem sabe o sofista, esquerdista safado como de regra, contestasse:
          – Liberdade de passar fome? Liberdade de viver indignamente? Liberdade de ser humilhado?

  2. Por respeito e admiração não vou mandar o Goiano tomar na goiaba, depois de ler essas babaquices, mas, com certeza, alguém vai.

    • Beni, eu estava sem nada para escrever, Berto telefonou avisando, ou sai a porra da coluna ou tu num recebe. Aí eu me lembrei de uma amiga francesa, que fala Português, impressionada com expressões brasileiras, como picar a mula, tirar o cavalinho da chuva e dar bom dia a cavalo (esta última eu esqueci de incluir), e o quanto eu tive de explicar que picar a mula não quer dizer cortar uma mula em pedacinhos bem pequenininhos e isso me levou a fazer uma coletânea de expressões que brasileiro usa e botar na boca de Jair Messias Bolsonaro, o que me rendeu o cachê da semana, que corresponde a uma passagem só de ida para Paris. Em tempo: na França é muito difícil achar goiaba. Quer dizer, depende.

      • O Berto sempre esquece do meu cachê. Alguém sabe o telefone do Procon do Recife? Como o meu é muito menor que o seu, pretendo também ir para Paris…cida do Norte, no vale do tal paraíba.

  3. Goiano , tu que se diz da esquerda cachorra e safada , porque você ao invés de ficar criticando pessoas que não roubam , não fingem , não praticam corrupção , não dão dinheiro do erário em benefício de canalhas estrangeiros ( provavelmente mediante uma propina que fica sob a guarda dos beneficiados ) e nos alegre com o rock do Gato Sem-Vergonha. Para dar um ânimo nesta coluna , e quem sabe o Bolsonaro te perdoar.

    • Joaquimfrancisco, quando Jair Messias Bolsonaro começar a roubar, fingir, se corromper e dar dinheiro pra Cuba, lançando mais algum pra Venezuela e outros comunas, e mentir, eu espero que Lula já esteja na presidência para engaiolá-lo, dividindo cela com Moro, caso Moro comece a trair e a delatar inocentes.
      Quanto ao Gato Sem-Vergonha, lá se vai uma dúzia de anos, eu ainda era um garoto, quando gravei em Paris um videoclipe bem safado, que recebeu da crítica francesa, unanimemente, as mais contundentes e injustas referências, que me renderam uma passagem de volta ao Brasil (ô, gente grosseira, sô! nem se despediram).

      Agradeço ao velho companheiro desta célula a oportunidade de dividir essa brincadeira com os demais camaradas fubanistas.

      Então, lá vai! (aumenta o som que isso é rock’n’roll):

      • Goiano, você está ótimo. Me surpreendeu você cantando
        Rock. Sua voz está muito boa. Parabéns.

        Quanto aos franceses, não liga não, eles são o povo mais mal educado do mundo. São grosseiros e estúpidos, não
        valem um cuspe.

        Abraços.
        PS. Tem fan clube ?

        • D.Matt, como tantos aqui, fui muito feliz em poder viver muitas fases musicais, pegamos o samba-canção, o bolero, a guarânia e até a valsa, a bossa-nova, a tropicália, fases de canções norte-americanas, francesas, italianas, a jovem guarda, o rock em suas variadas versões.
          É claro, imitei Elvis Presley, Frank Sinatra, Dick Farney, Nélson Gonçalves, Cauby Peixoto, Nat King Cole e tantos outros, para adquirir meu próprio timbre..
          Cantando na noite, e em eventos de todo tipo, pude aproveitar essa trajetória de estilos e intérpretes, incluindo o rock’n’roll (o antigo, dos anos 60), e me fixei no, digamos assim, romântico.
          Fiquei contente de saber que esse rock quase canção te agradou, mesmo já gravado em não mais tenra idade rsrsrs – há doze anos atrás, quando já ia além dos sessenta.
          Grato pelo comentário agradável.
          Abraço!

  4. Alguém mais quer ver o Goiano cantando rock do Gato Sem-Vergonha? Apenas o Joaquimfrancisco, o Sancho e a torcida do Santinha?

  5. O Goiano se diverte jogando uma pedrinha na casa de marimbondos. Para seu gáudio, a reação é imediata . Esse ” minerin está mais para Pedro Malasartes” do que para um provocador canhoteiro..

  6. Tenho percebido entre os sinistros do mundo o viés golpista.
    Aqui e alhures já virou obsessão o tirar o dirigente de plantão.
    Lendo a respeito da política estadunidense fui informado que, lá como cá, caso ganhe o Trump, os caras vão continuar bombardeando o governo na busca frenética de desestabilizar.
    ***
    Obviamente, não tenho qualquer viés e nem torço para um lado ou outro.
    Ocorre que já comprei as puts de julho apostando que vão derrubar as bolsas até agosto, no mais tardar setembro, pois se elas continuarem como estão e o desemprego caindo Trump será eleito.
    ***
    Aqui, não tendo o que falar do JB o nosso Goiano, que é um cara minimamente decente, só pode apresentar esse compilado de expressões populares, muitas delas lusitanas.
    Quereria Goiano dizer que somos boçais e ignaros ao colocar as expressões coloquiais na boca de JB?
    Porque dele não pensam bem os esquerdas.
    Então, num ato falhado, revelam o que de fato pensam de nós os anódinos, o populacho que de posses só tem a prole.
    O proletário.
    ***
    De tanto conviver com o mau humor e individualismo dos franceses o Goiano está perdendo aquilo que faz de nós um povo gentil e cordial.
    O sexto sentido comunitário e risonho recheado de fineza no trato com os semelhantes.
    ***

    • Saniasin, lá vamos nós, de novo, meio que discordando:

      1) Dizer que aqui e lá estamos com a obsessão de tirar o dirigente de plantão é quase uma falácia. É como dizer que não há razão para querermos, obsessivamente, ver Jair Messias Bolsonaro pelas costas, não há motivo para fazermos isso, é pura obsessão. A falácia consiste em fazer crer que em uma coisa que não é verdadeira: nós queremos, desesperadamente, que Jair Messias Bolsonaro seja apeado da presidência da república porque ele faz uma política que, embora Sancho Pança não concorde com isso, é de direita, e nós, os esquerdistas, não apreciamos políticas de direita, por serem desumanas.
      Ocorre que, a par disso, Jair Messias Bolsonaro tem demonstrado ser um presidente da república no mínimo inconveniente, seja nas relações exteriores, seja na economia, seja na saúde, seja no meio ambiente, seja no que pretende com as nações indígenas, seja na ideologia armamentista, seja nos ataques à imprensa e na tentativa de cercear sua liberdade, seja em muitas coisas práticas da administração do governo, mas, também, em coisas aparentemente menores, como quando alegou, quanto à tentativa de fazer seu filho embaixador nos Estados Unidos, seu protecionismo familiar, que tem nome parecido com nepotismo, seja nas tentativas de interferir de algum modo, que não seja pela influência da autoridade presidencial, em investigações incômodas a si e a pupilos, seja na sua ignorância sistemática, que não é de hoje, que de certa forma figurativa mantém uma Espada de Dêmocles sobre a cabeça de negros, quilombolas, mulheres e homossexuais, seja pelas remotas declarações de que se pudesse fechava o Congresso Nacional, seja pela defesa da tortura ainda que para que o criminoso abra o bico, para não falar de sua defesa dos métodos do regime militar de 1964, seja por suas medidas mais recentes no sentido de escamotear dados da epidemia não só para os setores da imprensa que ele odeia, mas para toda a sociedade, seja por ter, nesse mesmo sentido, mandado que órgãos do executivo não adquirissem mais as publicações que o desagradam, seja por ter chantageado anunciantes para que deixassem de anunciar em tais ou quais órgãos da imprensa… queres que eu continue?!
      Pois bem, deixemos de lado o desenvolvimento da folha corrida para manifestar nossa revolta com a sugestão de que é por pura obsessão que desejamos, ansiamos, temos esperança e fé na saída de Jair Messias – por meios, processos e procedimentos democráticos, o que equivale dizer, sem golpe.

      2) Donald Trump, como Jair Messias Bolsonaro, prepara o seu próprio terreno, contando com a possibilidade, ambos, de uma parte do povo manter suas convicções direitistas que coincidem com as suas, o que pode lhes garantir votação expressiva.
      Aqui e lá é ainda uma incógnita do quanto serão capazes de manter viva a chama acima mesmo de suas capacidades de viverem metendo os pés pelas mãos.
      Seja como for, há características diferentes entre as duas realidades, de tal forma que o nosso é uma caricatura do outro, o que pode desembocar em resultados diversos.

      3) Ao colocar essas expressões populares na boca de Jair Messias Bolsonaro, penso ter sido minimamente justo – elas revelam muito pouco, quase nada, do que é nosso ser fantástico, esse que ocupa a chefia da Nação, sempre válido o cacófato.

      4) Achei, assim, algo bem humorado ver Jair Messias Bolsonaro falando coisas como, a respeito do novo interino da saúde, que a cavalo dado não se olham os dentes, que esqueci de incluir no texto, ou que quem fala muito dá bom dia a cavalo, o que poderia ser o caso de Olavo de Carvalho quando cumprimenta nosso “monstru”, de modo que me incomodou, achei estranho, me atribuíres perda da gentileza e da cordialidade, porra.
      Aliás, sobre tua referência a minha vida na França, canso de repetir que os franceses “não são assim”: não é justo generalizar um povo pela amostragem de certas experiências, como pode ser, ou não, o mito, ou a realidade, do brasileiro como O Homem Cordial.
      Tive na França experiências fascinantes de cordialidade, gentileza, bom humor, assim como ocorrências de ranzinzice, coisas que, aliás, já tive muitas vezes também no Brasil.
      5) Mas… aprecio a sinceridade, particularmente quando enaltecedora de virtudes, e a crítica, desde que consagradora das boas qualidades (pode haver coisa pior, mais detestável e chata do que a crítica construtiva?).
      6) Hoje estou assim, amanhã estarei assado, diria eu, se fosse um frango.

    • Uhuu!
      Consegui o texto que o editor não conseguiu!
      Sinto-me honrado pela deferência.
      Amigo Goiano sua verve é infinitamente superior ao texto que encima esses comentários.
      Pel’amor, né Goiano!
      ***
      Quanto a reassunção das práticas e doutrinas esquerdistas Deus livre o povo brasileiro e o americano.
      ***
      Veja essa.

      https://thehill.com/opinion/energy-environment/501304-trumps-regulatory-bill-of-rights-hasnt-gotten-much-attention-but

      O Ibama americano perseguindo os homens de bem que só querem produzir alimento para seus semelhantes, mesmo que nas doentias condições de uma sociedade mercantil.

      Xô soviets!

      ***

      • Meu prezado Saniasin, é claro que o caso do Andy Johnson, tomado como exemplo, não é pontual; lá, assim como aqui, há muitos Johnsons sendo prejudicados pela burocracia e por falhas na execução das leis de proteção ambiental (e até por defeitos na produção das leis), mas… o que têm os soviets a ver com as calças?
        a) Eu não substituiria o protecionismo ao meio ambiente pela plena liberdade de ação sobre a natureza.
        b) Se criar leis e meios de evitar os excessos prejudiciais ao meio ambiente é “sovietismo”, estou dentro.
        c) Acontecimentos como o ocorrido com Andy podem não ser raros, mas não constituem a regra; e, sim, não deveria haver um único caso de erro tão prejudicial a qualquer indivíduo. Apesar de tudo, o prejuízo que lhe foi causado injustamente (pelos comunistas?) pôde ser reparado graças ao sistema de justiça.
        d) Nas entrelinhas, concordas, ao referir-se ao ibama dos irmãos do norte, que a sociedade mercantil necessita de contenções. Ou não? Costumo ficar meio perplexo ante certas aparentes contradições.
        e) O que são “práticas esquerdistas”? Pela abordagem que fizeste, medidas de proteção do meio-ambiente que prejudiquem a livre atividade “mercantil” são contrárias à direita, do que decorre que (a) essas são exemplos de práticas esquerdistas; e (b) deus me livre do direitismo.
        f) CONCLUINDO: É importante, para os norte-americanos, que o seu governo crie mecanismos para evitar que aberrações como o “caso Andy Johnson” ocorram; assim como as esquerdas brasileiras não são insensíveis a abusos que porventura do mesmo tipo ocorram no Brasil, ao mesmo tempo que abominamos,os esquerdistas (sempre cachorros, moleques, safados e indecentes), o que se passa na cabeça de Jair Messias Bolsonaro e seus seguidores direitistas patrióticos e religiosos marchadores pela família com Deus e pela liberdade a respeito da exploração desvairada e desregrada do meio-ambiente para produzir gado e soja para engordar boi.

    • Tranquilo Grande Goiano.
      Já deverias saber que não existe a menor contradição em apontar as falhas da sociedade mercantil e ao mesmo tempo abominá-la e pretender a sua superação.
      Seres que vivem momentos de transição sabem que tem que dialogar com diversos níveis de compreensão. porto que a maioria ainda está imersa os padrões de comportamento e nas neuras do moribundo sistema (no caso o mercantil), ao passo que a vanguarda já constrói o novo e o cria novos paradigmas.

      Se eu lhe dissesse que deveríamos por prudência viver dentro do limite de produtividade da natureza, restringindo-nos a intervenções mínimas e sempre em sintonia com as perfeitas leis que a regem.
      Por exemplo, não usar inseticidas e biocidas entregando ao controle biológico de pragas a fitossanidade das nossas plantações e criações com emprego massivo de mão-de-obra ou mecatrônica.
      Ou, por outra, praticar de maneira radical o cultivo agroflorestal o que implicaria na mudança radical de nossos hábitos alimentares e, mais uma vez, a utilização de mão-de-obra intensiva, seja de gente seja de robôs.

      Essas práticas raiz nos fariam abandonar o mercantilismo, o globalismo e o stress.
      Ocorre que, por princípio o soviet (o conselho) é baseado na verticalidade do poder e no dogma de que as decisões do colegiado é a única certa. Então, digamos que eles decidam que é bom colocar veneno na comida e que só podar as árvores da floresta não é suficiente ou qualquer prática intervencionista alienada da harmonia com a natureza deveríamos concordar?
      Os agrocomédias estão matando todas as abelhas com seus venenos, tornando o solo estéril com seus adubos e criando a onda de câncer, alergias e teratogênese que assistimos aumentar cada vez mais.

      Veja os problemas que temos com os vários soviets nacionais.
      Veja como os soviets são péssimos.
      Portanto,
      Xô soviets!

  7. ha uma frase de wiston churchil dita la nos idos da decada de cincoenta , que define a atual situaçao e posiçao de algumas pessoas com as quas convivemos hoje , disse churchil , no futuro veremos os facistas que combatemos hoje se arvorarem anti facista e lutando contra a nossa fragil democracia alegando defende~la . ….. alguma duvida da veracidade destas palavras ditas por churchil

  8. Alberto, se entendi o que queres dizer,aplicando a situação inglesa à nossa atual, brasileira, gostaria eu de saber quais são, no caso do Brasil, os fascistas que combatíamos antes e que agora se arvoram em anti-fascistas e que estão lutando contra a nossa frágil democracia sob a alegação de a estar defendendo.
    Eu pensei no assunto e vi a imagem de Jair Messias Bolsonaro em algumas situações antigas, como naquele vídeo em que ele responde a um entrevistador que se pudesse fecharia o Congresso, e hoje, assumindo posturas que bem vês e que seus seguidores elevam à máxima potência, propondo a dissolução do Congresso, o fechamento do Supremo Tribunal Federal e a intervenção militar, dentre outras coisas, e não pude acreditar que tu mudastes de um extremo a outro.
    Isso porque se tu te referisses aos movimento democráticos, sejam os tais dos Antifas, especificamente, seja aos demais, que mesmo sendo contra os fascistas não têm ligações com esses grupos, eu não consegui ver ligações desses grupos e pessoas com políticas, pensamentos, ideias ou ações fascistas no passado – de modo que se fosse a isto que te referias a ideia ficou meio atabalhoada, palavra que nada tem a ver com taioba, devo esclarecer.
    Ailás, pode nem ter muito a ver com o xis da questão, mas aprecio muito taioba com angu.
    E até tenho taioba no meu quintal.
    Amanhã vou preparar para o almoço.
    Bom dia e bom feriado.
    Fique em casa.

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