CORRESPONDÊNCIA RECEBIDA

A ciência tem-se mostrado capaz das mais impensáveis invenções; levou e continua levando o homem à lua. Biólogos implantam chips em gansos e a partir daí, por meio de monitoramento, é possível saber o paradeiro das aves; se na Austrália, na África ou Patagônia.

Em contraposição a isso o submarino argentino, San Juan, desapareceu no Oceano Atlântico em 2017, matando 44 pessoas, jamais se soube do seu paradeiro. Aviões desapareceram nos oceanos e igualmente nunca foram localizados.

Recentemente um avião caiu no Estado do Pará. O piloto, Toninho, depois de 36 dias na selva, foi salvo por coletores de castanha, mas nesse período os dois não foram localizados: aeronave e piloto.

Perdoem-me a asneira e a ignorância, mas não seria o caso de estender aos aviões, submarinos, e aos próprios pilotos o mesmo procedimento aplicado aos gansos? Será que a ciência pode “o mais”, mas não pode “o menos”?

2 pensou em “JACOB FORTES – BRASÍLIA-DF

  1. Jacob, acontece que, ao contrário dos gansos, o submarino é projetado e construído para ser difícil de localizar. É essa sua principal virtude.

    Quanto a aviões que caem na mata, existem transmissores (como o dos gansos) que permitem localizar acidentes com facilidade e precisão. Aí é o caso de perguntar ao Toninho por que o avião dele não tinha um desses.

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