GUILHERME FIUZA

Isabelli Borges Valentim, 16 anos, morta de infarto agudo do miocárdio

Isabelli Borges Valentim, 16 anos, tomou vacina contra covid no dia 25 de agosto. Em seguida começou a passar mal e não mais se recuperou. Morreu no dia 2 de setembro. Choque cardiogênico e infarto agudo do miocárdio.

Era a única filha de Cristiane Borges. A mãe requisitou ao Hospital e Maternidade Vidas, em São Bernardo do Campo (SP), onde Isabelli morreu, o prontuário eletrônico com amostras de sangue para identificar a causa da morte. Não foi atendida de imediato. Pediu ajuda a uma profissional de medicina para formalizar a requisição, alertando sobre a urgência para que as amostras não perdessem a validade. O hospital respondeu que disponibilizaria o material, mas continuou sem determinar o prazo para isso.

Enquanto a mãe de Isabelli tentava acesso ao seu prontuário médico, uma junta de 70 especialistas do governo de São Paulo teve acesso a todo o material. Essa junta declarou que Isabelli morreu de doença autoimune, sem nenhuma causa com a vacina.

Isabelli era plenamente saudável e nunca tinha apresentado qualquer sinal de doença autoimune. Tomou a vacina contra covid (Pfizer) numa quarta-feira e no mesmo dia passou a ter dores de cabeça, tontura e falta de ar. Os sintomas foram se agravando e no domingo ela foi levada a atendimento hospitalar com o corpo dormente. Mesmo assim recebeu alta (hospital Coração de Jesus, no ABC) mas desmaiou antes de ir embora. Foi transferida para o Hospital Vidas.

Após a internação, Cristiane Borges, a mãe, foi informada de que Isabelli estava com baixa oxigenação e níveis muito reduzidos de hemoglobina, por isso receberia oito bolsas de sangue. A dormência corporal permaneceu e Isabelli teve uma convulsão, sendo transferida para a UTI. No dia 31 a mãe foi chamada para ser informada de que deveria “se preparar para o pior”.

Já intubada, Isabelli apresentou infecção generalizada no dia 1º, sangrando pelo nariz e pela boca. No dia 2, Isabelli morreu após dois infartos.

Até o encerramento deste texto (sábado, 18 de setembro, 16:30h) a família de Isabelli ainda não teve acesso ao prontuário hospitalar dela, nem a amostras de sangue. Mas os enviados do governo de São Paulo tiveram e, sem qualquer contato com a família, ofereceram à imprensa a conclusão sumária de que a morte de Isabelli não teve nada a ver com a aplicação da vacina.

Deve ter sido coincidência, então. É preciso confiar no governo de São Paulo, que afiançou 100% de proteção contra óbito para a vacina que Tarcísio Meira tomou. Vamos ver se a família terá condições de pedir a investigação independente da morte de Isabelli ou se assistiremos ao desaparecimento de todos os vestígios.

2 pensou em “ISABELLI BORGES VALENTIM

  1. E aconteceu mais uma morte . Agora de um menino de 13 anos da cidade de Jaú , que também tomou a primeira dose da Pfizer , Samuel Verissimo da Silva .
    E lendo agora o app do telegrama , teria ocorrido mais uma morte , de um menino de 15 anos ,Nilmar Moreira de Jesus . Morreu após desmaiar na sala de aula no Colégio Estadual José Freitas Mascarenhas .

    O Lewandosky vai ser responsabilizado por estas mortes ?

  2. Guilherme Fiúza faz questionamentos válidos. Desconfia que a sujeira foi empurrada para debaixo do tapete.

    Era uma doença auto imune? Doenças auto imunes não agem assim do nada, precisam de um gatilho para se manifestar.

    Dou um exemplo de uma prima minha, ela tinha lúpus e não sabia. Ao engravidar teve a doença manifestada. Foi aconselhada a interromper a gravidez. Manteve-a, teve uma filha saudável, porém a doença deixou sequelas. Quis ter mais um filho e não suportou, perdeu a gravidez e sucumbiu à doença.

    Seria a vacina o gatilho que levou a menina à morte?

    Hoje fazer estes tipos de questionamentos é ser considerado uma pessoa perigosa. Fiúza sabe os riscos que corre e não tem medo. Tempos sombrios.

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