4 pensou em “INTERPOL NÃO LEVOU MORAES A SÉRIO

  1. Na época do regime militar foi criado o MOBRAL (Movimento Brasileiro de Alafabetização) cuja função era erradicar o analfebetismo adulto.

    Foi feito, então, um esforço enorme para – até nas grotas mais escondidas do Brasil – houvesse uma escolinha do Mobral.

    Querendo atingir até os índios, conta-se que uma comissão do MEC, amparada pela FUNAI, dirigiu-se ao Parque Nacional do Xingu – onde há várias etnias – para convencer suas chefias a aceitar a ideia de ter algumas escolinhas do MOBRAL, pois não era justo que os indígenas adultos não tivessem a sua oportunidade.

    Reunidos as chefias e os conselhos de idosos – que, por tradição, têm mais poder que os chefes – uma da comissão iniciou os debates falando da importância do evento e das maravilhas do projeto.

    Terminada a exposição de motivos, a dita pôs a palavra à disposição dos grandes das tribos – dando-lhes uma hora para discutirem o assunto, após o que reunir-se-íam todos para sanar qualquer dúvida e concluírem-se os finalmentes.

    Para surpresa de todos, da FUNAI e do MEC, só voltou um índio bem velhinho – que intitulou-se o porta-voz dos demais, e estabeleceu-se o seguinte diálogo:

    Índio: “Nóis nô querê iscola MOBRAL. Mutxo difíciu!! Nóis querê facu di dereitxu. Mutxo fáciu!!!”

    MEC: “Mas, como?!?! Para vocês terem uma faculdade de direito, vocês têm que saber ler!!!”.

    Índio: “Nô, nô sinhora!!! MOBRAL é sabê lê. Mutxo difíciu!!! Facu di dereitxu, nô!!! Só pagá mensalidá i ganha diploma. Mutxo fáciu!!! Intõ, nóis tudo índio sê dotô. É nossu querê. Tá faladu!!!”

    Sábio velho índio!!!

    Porque a quantidade crescente de “facus di dereitxo” – e demais humanas!!! – que há neste Brasil é impressionante.

    Portanto, qualquer um analfaburro incurável pode ter um diploma de “prof” e/ou de “adivogadu”.

    Qualquer hora – competindo pelo local com os botecos de cachaceiro e as faculdades das demais humanas – vai ter uma em cada esquina, a despejar, insistentemente, ondas e ondas de, literalmente, analfabetos e analfaburros diplomados, pois que puderam pagar as mensalidades.

    É a explicação que eu tenho para os atos escabrosos das nulidades do STF, que so lá estão graças ao alto “Q.I.”, ou seja, o alto “QUEM INDICA” deles.

    Como são analfabetos, são incapazes de ler a nossa Constituição – nem qualquer tratado de direto, isto é, não sabem nem o quê nela e/ou nele está escrito.

    E ficam (já que podem tudo!!!) – como há pouco tempo revelou uma ex-funcionária do Lewandowski – criando leis absurdas e tomando decisões inauditas conforme os $$$ recebidos e/ou as ordens dadas (por telefonemas que recebem dos seus ocultos chefes!!!).

    E quem as escreve?

    Simples, pois para isso têm um monte de assessores concursados, que devem sofrer um bocado para pôr em um “adivogadês” inteligível o besteirol, supostamente, jurídico – mas totalmente ilegal!! – que os “iluministros” inventam para satisfazer os seus criminosos donos.

    E la nave va. Avanti!!!

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