CORRESPONDÊNCIA RECEBIDA

ARREPENDIDO? É?

Fernando Henrique Cardoso confessou-se arrependido pela ideia da implantação da reeleição de governantes, quando, em 1997, era presidente.

Foi preciso se passarem 23 anos para esse senhor empavonado e ambicioso reconhecer esse malefício causado à nação e ao povo brasileiros, que teve como leal e eficiente ajudante de feiticeiro o seu Ministro das Comunicações, cujo nome ora me foge (e, aliás, não faço o mínimo esforço para identificá-lo), a quem coube a missão de persuadir aqueles parlamentares resistentes à vontade do mais poderoso inquilino do país, muitos dos quais só se curvaram diante da garantia de que a caneta presidencial e a chave do cofre do Tesouro lhes recompensariam pelos votos para a aprovação da emenda à Constituição.

Pois é, agora o senhor FHC lança o seu mea culpa pela má ideia, mas, na época, só pensou em conseguir mais quatro anos como o todo poderoso chefe da Nação, para seguir gozando dos privilégios e regalias inerentes ao cargo, inclusive os de calçar as botas de sete léguas para percorrer o mundo.

De nada vale agora seu arrependimento.

O mal está feito e consolidado, quem sabe para sempre.

Que ele, ao menos, pudesse apagar dos lábios aquele sorriso com o qual parece zombar de todos nós.

9 pensou em “FRANCISCO SOBREIRA – NATAL-RN

  1. Este senil deve odiar o povo brasileiro pois negociou e entregou a presidencia ao seu pior “ïnimigo’
    Um sindicalista “trabalhador”encostado por ter perdido o que lhe restava de honestidade, o dedo mindinho..Miséria pouca é bobagem, o ex trabalhador passou a perna no intelectual de araque e roubou o que pode sem dividir o butim e nos impingiu uma anta. A farsa acabou, desnudada a panaceia do nós e eles entre o PSDB E O PT. Não se conforma que um capitão tenha desmontado o maior esquema de trapacas montado em todo mundo. Acabaram..as fraudes com empreiteiras, mamatas de rodoanel, de metros, e tambem perderam as tetas da Petrobras, da ITAIPU, BNDES e a seca no nordeste…

  2. Bazófias!! Acreditar que este esquerdista adorador de genocidas, como todo bom esquerdista, estaria preocupado com a nação, bibibi, popopó é de uma ingenuidade atroz!
    O quê acontece agora é o fato de que, pelo menos nos próximos oito anos de um governo menos progressista/esquerdista, o afegão médio verá que tudo o que a escumalha vermelha tinha a oferecer eram discursos vazios, financiamento de ditaduras, proteção ao crime, roubo ao erário, obras (superfaturadas) que mal começavam ou não terminavam, etc, etc…
    Se o Bonoro fizer o mínimo para restaurar um pouco do conservadorismo em detrimento a bandalha esquerdista e tiver um sucessor minimamente honesto, a direita bananeira, que não é lá essas coisas, tende a ficar cinquenta anos ocupando a primeira cadeira. O que vai ter de esquerdista rasgando o c* não está no gibi!!

  3. O nome do ministro dele que abriu as burras da viúva era Sérgio Mota. Foi abraçar o capeta antes do FHC terminar o primeiro mandato. Era ministro das comunicações.

    • Sérgio Motta passa a conduzir um dos maiores processos de privatização da história do país, que obtém sucesso em seus objetivos de desburocratização dos serviços de telefonia, melhorando sua gestão e qualidade, diminuindo os preços para as linhas fixas (o que leva ao substancial aumento de sua aquisição) e incrementando a presença do celular no mercado. Outros resultados desses esforços são a aprovação da Lei Geral das Telecomunicações, em julho de 1997, e a implementação, em novembro do mesmo ano, da Anatel. Motta igualmente tem participação importante na expansão da TV a cabo, sendo acusado, entretanto, de privilegiar o Grupo Abril e as Organizações Globo.

      Como Ministro das Comunicações, Motta também estimulou as empresas estatais de comunicação a investirem em empreendimentos culturais, colaborando assim para a estabilização do Programa Nacional de Cultura, desenvolvido por FHC.

      Entretanto, mais que Ministro das Comunicações, Sérgio Motta foi o principal articulador do governo Fernando Henrique Cardoso junto ao Congresso Nacional. Dono de uma postura rude e autor de várias declarações pouco lisonjeiras em relação inclusive a muitos nomes do governo (Motta chegou mesmo a acusar a primeira-dama Ruth Cardoso, coordenadora do Comunidade Solidária, o programa assistencialista do governo, de estar promovendo “masturbação sociológica” na gestão da entidade), Motta teve atitude enérgica e ativa na aprovação de vários pontos de interesse do governo, como a emenda da reeleição, em janeiro de 1997. Nessa época, Sérgio passa a ser apelidado, por entusiastas e opositores, de Serjão e Trator.

  4. Esse pavão só diz isso agora porque tá vendo a reeleição de Bolsonaro no calcanhar.
    Deveria ter dito nas reeleições de Lula da Silva e DilmAndioca

  5. Como consolo eu me lembro do fato de nunca haver votado nesse senhor.
    Em 1994 fui de Enéas Carneiro.
    Em 1998 fui de Ciro Gomes.
    O voto de 1998 me causa calafrios até hoje. Podia ter ido de Enéas novamente.

    • Rsrsrs…

      Ninguém é perfeito Jesus, mas voce forçou a barra com Ciro Gomes…

      De qqr maneira está perdoado por colocar todo este talento a disposição do pessoal do JBF…..

      Grande abraço

  6. Ué, mas se tem democracia e o povo é soberano para escolher, não deveria fazer diferença quem pode ser candidato ou não. Aliás, não precisaria da tal “lei da ficha limpa” também.

    Ser a favor de restrições para quem pode ou não ser candidato é admitir que o povo não é tão sábio assim na hora de votar.

  7. Um texto a ser resumido em: De nada vale agora seu arrependimento. O mal está feito e consolidado, quem sabe para sempre.

    Todo político devera ter apenas os quatro anos de mandato para dar seu recado (inclusive senadores) e fazer o sucessor, se boa administração fizesse. Esse negócio de quatro mais quatro acaba viciando o sujeito que, se bobear vai dando um jeitinho para não mais sair, como nos provam gente como o russo Putín.

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