ALEXANDRE GARCIA

forró

No Dia Internacional da Corrupção, o presidente Jair Bolsonaro lançou nesta quinta-feira (9) um pacote de medidas anticorrupção e para aumentar a transparência no governo. Num discurso em tom de desabafo, ele relatou todas as pressões que o governo sofre por aqueles que antes abocanhavam o dinheiro do povo, e agora não conseguem mais.

Disse que se descobrir alguma coisa errada envolvendo alguém do seu governo é demissão certa e o caso será encaminhado para a Justiça. Afirmou ainda que pode prender por corrupção, mas que jamais vai pedir a prisão de alguém por crime de opinião, algo que, segundo ele, “dá nojo”.

Bolsonaro fez ainda dois anúncios no mesmo evento. O primeiro é que o IPI para os taxistas comprarem carro novo continuará isento. E o segundo, anunciado para alegria do ministro do Turismo ,Gilson Machado, o sanfoneiro do governo, é que o forró foi considerado pelo Iphan como patrimônio cultural e imaterial do Brasil.

O presidente anunciou que na próxima segunda-feira (13) haverá uma comemoração no Palácio do Planalto com bandas de forró.

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Terceira via está lotada

Flanado de política, houve um encontro em São Paulo entre o governador João Doria e o ex-ministro e ex-juiz Sergio Moro. E ficou a grande dúvida: será que eles vão formar uma chapa? Se formarem uma chapa será que vai ter par ou ímpar ou um duelo para saber quem será o cabeça de chapa?

Certamente, Doria não abrirá mão. E não sei se Moro já fez uma avaliação ou se está disposto a ser cabeça de chapa também. O fato é que há uma superlotação da terceira via e um navio muito cheio vai acabar naufragando.

Ciro Gomes percebeu isso, tirou o pé do acelerador, mas nesta quinta quebrou o silêncio. Falou sobre o “sujeito da calça engomada”, o “sujeito com farda rota”, o outro com “toga suja” e o outro com “macacão de bolso com fundo falso”, que são aventureiros da política, disse ele. É claro que ele se acha fora disso. Mas é o povo que vai fazer a seleção, a peneira. Saber quem é primeira via, e quem vai ficar na segunda e na terceira via.

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Troca de experiências sobre a Covid em Brasília

Começou nesta semana em Brasília o maior e mais importante encontro do planeta neste momento sobre a Covid-19. São médicos de todos os continentes que estão avaliando e trazendo suas experiências no tratamento da Covid, na eficácia da vacina e na segurança das vacinas.

O Brasil tem um grande ensinamento a passar para o mundo, porque os médicos brasileiros talvez sejam os menos pressionados por questões judiciais que na Europa, nos Estados Unidos, no Japão, pressionam os médicos a não fazer tentativas de experiências e aqui fizemos muito. E aqui já se sabe o que dá certo e o que não dá. Temos muito a ensinar.

E num momento em que se discute aqui no Brasil o tal passaporte de vacina. Obrigar o passaporte significa dizer que a vacina é 100% eficaz e que as pessoas não precisam temer nada, muito menos usar máscara, evitar aglomerações, se o passaporte significar isso. Agora se não significar isso, a gente fica perguntando qual é a validade.

A Constituição diz na alínea 15, do artigo 5º, que é cláusula pétrea, que é livre a locomoção das pessoas em todo território nacional em tempos de paz. E tem o Código Civil, no artigo 15, que diz que ninguém é obrigado a se submeter com risco de vida a tratamento médico ou intervenção cirúrgica. Estou escrevo isso só para a gente pensar a respeito.

1 pensou em “FORRÓ: PATRIMÔNIO CULTURAL DO BRASIL

  1. O Sistema está desesperado para fazer com que todo o mundo gaste dinheiro com vacinas experimentais, que estão sujeitas a riscos e não tem eficácia nem próxima a 100%.

    É passaporte sanitário para quê, se quem trouxe a ômicron para o BR estava com o passaporte?

    Quantas pessoas já morreram com a variante Ômicron? Parece que os sintomas desta variante são leves e não lotam UTI’s. Logo, parece que pegar a doença com esta tal variante é bom, pois uma vez passados os sintomas leves, a pessoa estará mais imunizada do que com qualquer vacina.

    Quanto aos tratamentos precoces, o BR salvou muitas vidas com o uso de medicamentos off label, quando o tal Mandetta mandava as pessoas ficarem em casa e só procurarem os hospitais quando tivessem com dificuldades respiratórias, com o Sistema batendo palmas para essa doideira.

    Bolsonaro é a personalidade do ano na Times por escolha popular, porque a população está enxergando que Ele é o únicoque bate de frente com esta corja. O problema é que a Time faz parte da corja.

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