DEU NO JORNAL

O decano do Supremo Tribunal Federal, Marco Aurélio Mello, afirmou que são grandes as chances de os ministros do STF terem “combinado” a prisão do deputado federal Daniel Silveira.

Isso porque o plenário ratificou, rapidamente, a decisão de Alexandre de Moraes.

O juiz mandou prender o congressista depois da publicação na internet de um vídeo com críticas aos membros da Corte.

“Não tivemos aquelas ladainhas. Eles conversaram entre si. Não falaram comigo, porque não admito conversas na minha vida. Não quero estar atrelado a nada. Quero estar solto na bancada. Não tenho a menor dúvida de que os ministros combinaram que confirmariam a prisão. Não somos ingênuos”, declarou o magistrado.

* * *

Vou ver se consigo o áudio onde o bacano decano fez essa declaração.

Não pelo óbvio do que ele falou.

É porque adoro a vozinha de Marco Aurélio!!!

Acho a coisa mais linda o som que sai daquela boquita.

Um áudio de sua fala é algo bem mais encantador do que a fantasmagórica visão dos beiços de Boca-de-Priquito.

Vôte!!!

Não é só a voz: também o fofo sorriso e todos os detalhes do seu fucinho são coisas encantadoras. Lindinho!!!

4 pensou em “FOFO, FOFO

  1. Que coisa meiga esta história de combinar votos no STF.

    Quem não votasse pela prisão iria para o paredão.

    Fico imaginando o Beiçola com o Barrosão se encontrando.

    – É só desta vez, viu?

  2. Outro juiz de merda ( …. Saulo Ramos) indicado pelo primo.

    Só fala juridiquês e sem essência.

    José Neumanne enquadrou este energúmeno no Roda Viva

  3. Não entendi a patifaria ! Se ele não entrou na patacoada, porque votou com os patos. Já sei estava com os pés sujos. O cara usa a Lei para soltar bandidos, André do rap, Quadrilha dos pipocas, que por sinal escreveu na decisão do HC, “a quantidade de armas e munições apreendidas e o fato de se tratar de grupo organizado para a prática criminosa surgem como elementos neutros, insuficientes a respaldar o argumento alusivo à preservação da ordem pública”. O ministro continua dizendo que “o combate à delinquência não há de fazer-se a ferro e fogo, mas mediante política criminal normativa”.

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