DEU NO JORNAL

A eleição em Porto Alegre viu sumir a estrela do PT e o número 13.

O ex-ministro Miguel Rossetto virou vice de Manuela D’Ávila, do PCdoB, e sumiu com qualquer identidade visual petista.

Até o vermelho escureceu.

* * *

Na verdade, a estrela e o vermêio petralha sumiram em todo o Brasil nesta campanha.

A vergonha de se declarar como integrante do bando de Lula é muito grande e tira votos que só a porra. 

Os candidatos petêlhos estão se obrando de medo e torando um aço com muita facilidade, tão apertados estão seus furicos.

Em Maceió o candidato do PT adotou o amarelo de Bolsonaro.

Já em Curitiba, o candidato da quadrilha luleira adotou o padrão multicor.

A cor vermelha voltou a ter sua destinação habitual: designar o sentimento de vergonha quando brilha no fucinho.

Aqui no Nordeste o PT está extinto, enterrado, morto, sepultado.

Vejam como é que está o prestígio da quadrilha de Lula na voz de um representante da poesia popular:

3 pensou em “ESTRELA, FOICE E MARTELO: ENFIARAM TUDINHO NO FURICO

    • Loba em pele de cordeiro? Avise ao lobo que a BELA estava ADORMECIDA desde as eleições de 2018. Acordou em 2020. Repaginou o visual “a la Michele” e está “caçando” eleitores.

      Será que em Porto Alegre vai rolar o ELANÃO?

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