DEU NO JORNAL

No Estados Unidos, as vacinas da Pfizer foram despachadas através da empresa Fedex para 150 pontos de distribuição.

Todas chegaram ao destino pontualmente.

No Brasil, se for por Sedex, periga não chegar.

* * *

É que lá nos Zistados Zunidos a empresa Fedex bota pra feder.

Já em Banânia, o Sedex, de uma empresa estatal, fode tudo.

Aí é que está a diferença.

7 pensou em “É PRA FUDEX

  1. E pensar que a empresa Correios já foi um dos órgãos públicos de maior confiança da população, houve um tempo que qualquer encomenda enviada pelos Correios era certeza de chegar ao seu destino, sob chuva ou sob o sol , em qualquer recanto do Brasil , a entrega era garantida, isso sem sedex, fedex, cherex ou qualquer ex da vida. O que alguns muitos anos de má administração causam !!!

  2. A empresa Correios está sucateada. Vai longe o tempo em que uma Carta chegava a seu destino três dias depois de postada. Hoje o que vemos é um atraso enorme nas entregas das encomendas e outros serviços.

  3. Realmente, com os Correios sucateados como estão, a solução é a privatização. Mesmo que não renda a quantia esperada, o serviço certamente vai melhorar e muito. E o governo se livrará de mais uma empresa deficitária, de cabide de empregos e de ladrões do dinheiro público (nosso)

    Espaço há é só ver a grande quantidade de empresas de logística e entrega que entraram no vácuo dos correios.

  4. Olha, falando sério, provavelmente a privatização dos Correios, se sair, vai dar errado.

    Os governos deveriam ter como prioridade o bom atendimento, mas ao invés disso sempre priorizam a arrecadação.

    Se o objetivo fosse melhorar o atendimento, bastaria acabar com o monopólio e com os privilégios tributários dos Correios e deixar o livre mercado resolver. Provavelmente o Correio murcharia até desaparecer.

    Como o objetivo é arrecadar e fazer política, vão vender para quem pagar mais. Ou seja, vão vender para algum grupo amigo do governo que vai receber financiamento do BNDES, vai manter um monte de privilégios (com a desculpa de preservar os empregos) e vai continuar fazendo um serviço porco.

    O contrário de “estatização” é livre mercado e concorrência, não transformar o monopólio do estado em um monopólio de um amiguinho do estado.

  5. Tendo como referência os EUA, lá o serviço de entrega de correspondências é estatal, através da “United States Postal Service – US Postal Service”, desde a época das diligências da “Wells Fargo e dos Far West”. Emprega mais de 750 000 pessoas e tem a maior frota de veículos do mundo. Entrega correspondências e pacotes de encomendas, diferentemente de suas concorrentes UPS e FEDEX, que trabalham somente com a entrega de encomendas. São três potentes empresas “concorrentes”. A US Postal Service juntamente com o Departamento da Defesa ainda operaram, juntas num sistema de entrega de correio militar. Este sistema é conhecido como Army Post Office (para o Exército e Força Aérea Norte Americanos) e Fleet Post Office (para a Marinha, Corpo de Marines e Guarda Costeira Norte Americana). A diferença entre o que acontece aqui e nos “State” é que aqui as estatais têm donos. Os DONOS SÃO OS POLÍTICOS, que brigam com foice no escuro para exercerem seus poderes nas empresas estatais. Não tem como dar certo empresas estatais no Brasil. Algumas até que dão certo, mas o povo com seus impostos sempre está a pagar os prejuízos destas estatais.

  6. Complementando: Minha filha comprou numa loja nos EUA. Não sei como a DHL ( Empresa Alemã) está operando nos EUA, mas a encomenda foi rapidamente transportada dos EUA para a Alemanha, da Alemanha para São Paulo pela DHL. Nós moramos em São Paulo. De São Paulo a encomenda foi para a central de encomendas dos Correios em Curitiba. Aí fomos comunicados que a encomenda estava disponível em Curitiba e seria rementida para São Paulo após pagamento de imposto. A encomenda transitou pelo mundo mais rápido do que de São Paulo para Curitiba e depois pra São Paulo.

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