DEU NO JORNAL

Em pronunciamento realizado nesta quinta-feira, 2, na abertura da sessão plenária do Supremo Tribunal Federal (STF), o presidente da Corte, ministro Luiz Fux, disse que os ministros estarão atentos e vigilantes às manifestações do 7 de Setembro.

“Seja nos momentos de tormenta, seja nos momentos de calmaria, o bem do país se garante com estrito cumprimento da Constituição Federal”, afirmou.

“Jamais renunciaremos ao respeito à Carta maior.”

* * *

É pra arrombar a tabaca de Xolinha ouvir o que esses caras excretam pela boca, ridiculamente fazendo pose majestosa e solene.

Francamente, fico muito, muito enojado.

Eu queria saber adonde andavam os “atentos e vigilantes” urubus do STF quando, em outras manifestações recentes, bandidos queimaram uma estátua, selvagemente depredaram o patrimônio público e particular, e quase mataram um policial com pedradas.

Coisas que nunca aconteceram e jamais acontecerão em manifestações verde-amarelo-pátria, como será a do próximo dia 7 de setembro.

É phoda!!!

Não resisto: tenho que dar umas bananas pra esses caras.

6 pensou em “É ENOJANTE

  1. https://reinaldoazevedo.blogosfera.uol.com.br/2017/10/02/o-dia-em-que-fux-beijou-os-pes-da-mulher-de-cabral-barroso-abriu-champanhe-apos-punir-aecio/

    O dia em que Fux beijou os pés da mulher de Cabral; Barroso abriu champanhe após punir Aécio

    Reinaldo Azevedo 02/10/2017 07h45

    O Supremo Tribunal Federal não está imune aos comportamentos heterodoxos que têm marcado homens e entes do Estado. Ao menos dois ministros que tentam demonstrar uma particular robustez moral nos dias que correm andaram fazendo coisas pouco corriqueiras. Luiz Fux — o que nem se estranha muito — e Roberto Barroso.

    O primeiro, ora vejam!, que admitiu em entrevista ter como padrinhos Delfim Netto, João Pedro Stédile e Antonio Palocci, além de ter mantido encontro prévio com José Dirceu à época do mensalão, não esqueceu de ser grato, de forma bem pouco usual, a um outro entusiasta de sua candidatura ao Supremo: o então governador Sérgio Cabral. A reverência, na verdade, foi feita à mulher do antigo Rei do Rio: a advogada Adriana Ancelmo, que está em prisão domiciliar. O marido está em cana a perder de vista.

    Indicado por Dilma, Fux foi à casa de Cabral para agradecer o apoio. E, diante de testemunhas, fez um gesto que ele mesmo disse que seria inédito: ajoelhou-se, diante de todos, e beijou os pés de Adriana. Tem seu lado criativo, convenham. Já se conhecia o beija-mão. O beija-pé, se não é símbolo máximo da sujeição, deve ser puro ato de picardia.

  2. Bandidos nomeados por bandidos retribuindo escancaradamente favores pela nomeação.
    Maus-caracteres escolhidos a dedo fazendo uso de indecorosa vassalagem.

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