8 pensou em “DITADURA CORTOU A INTERNET

  1. Se o PT assumisse (toc toc toc) a primeira coisa que fariam seria uma regulação da Internet (nome bonito para censura), coisa que da primeira vez eles não conseguiram fazer. Óbvio que qualquer pensamento conservador (anti aborto, a favor da duto defesa com armas, pela liberdade de expressão) seria considerado “discurso de ódio”.

    A segunda coisa seria o desarmamento de quem ousou adquirir armas no governo Bolsonaro, especialmente no campo.

    Terceiro, e não menos importante, a legalização do aborto, via congresso ou pelo STF).

    Óbvio também que teríamos uma limpa nas Forças Armadas, com a substituição de TODOD os oficiais que deram sustentação ao atual presidente da república. Nem precisa dizer que o gen. Santos Cruz Teria papel de destaque.

  2. Resumindo: O Brasil, mesmo com Bolsonaro é melhor do que Cuba. Era apenas para isso que o Capitão queria ser eleito, apenas para manter o Brasil um pouco melhor do que Cuba?
    Votei enganado. Votei no Capitão para ter um país com corrupção mínima e eficiência máxima, menos burocracia, transparência (não segredos de 100 anos), menos impostos e mais empregos, um governo de técnicos e não de Centrão. Trocamos os sindicalistas vermelhos por militares verde-oliva e coronéis PMs, as estatais e autarquias continuam loteadas por chupa-sangues. Trocamos de escândalo, Mensalão, Petrolão, Quadrilhão e Vacinão.

    Mas vou concordar com os bolsonaristas fanáticos, o Brasil está um pouco melhor do que Cuba.

    • Não, C. Eduardo. o Brasil não é só um “pouco” melhor que Cuba, v. não tem a menor noção do que seja a realidade lá nem aqui. Não vou discutir números com quem está preso numa realidade paralela.

      Não, não sou bolsonarista fanático, repetirei pela milésima vez, ele não é o ideal, porém é o que temos para o momento.

      E não, você não votou no Bolsonaro em 2018, usa isso apenas como uma narrativa do arrependido, muitos já fizeram isso aqui antes, ops, esqueci que v. usa muitos nomes.

      • João Francisco, não sou impostor, tenho um nome só e mais do que isso, a convicção de que quero um país melhor, incomparável com Cuba e outros atrasos da vida. Meu compromisso é com ideias que Bolsonaro propôs e nunca cumpriu. Você não me conhece pessoalmente, não sou como esses ignorantes que sem argumentos só tem xingamentos para reagir.
        Para comprovar o que digo, que nem deveria ter necessidade, pois nunca mudei de opinião, mudei de candidato, segue um texto que escrevi aqui para o JBF, por generosidade de Berto, na Coluna Pensamento Livre em outubro de 2018. Espero que baste para você entender que o que penso e vou continuar defendendo depois que esse mentiroso do Bolsonaro sair do trono:

        Outubro de 2018, Coluna Pensamento Livre

        Chegou a nossa vez
        Estamos prestigiados. Nós eleitores teremos a nossa chance de apertar a tecla “confirma” com orgulho no próximo domingo. A sensação que tenho e quero dividir com meus amigos fubânicos é que temos dois botões apenas para apertar, um botão vermelho e outro verde e amarelo.
        Quem apertar o botão vermelho, está optando pelo caminho bolivariano. É fácil associar a cor vermelha ao perigo, a emergência e nesse caso, o inevitável desastre. Contam a piada de que em agosto de 1945 um japonês foi no banheiro e apertou a descarga da privada exatamente na hora da grande explosão da bomba atômica. O japonês ficou o resto da vida com a sensação de que foi ele quem apertou o detonador. Pois, para quem escolher apertar a tecla vermelha restará esse gosto amargo de ter condenado o Brasil a falência, ou a guerra civil. Pior ainda a combinação das duas coisas. Exagero?
        Já os eleitores que apertarem a tecla verde e amarela terão a satisfação de contribuírem para chegarmos ao País do Futuro que foi prometido muito tempo atrás e que achávamos que nunca chegaria. O comportamento dos mercados de ações, moedas e juros (não gosto do termo mercado financeiro, virou quase um xingamento), está sinalizando que os agentes financeiros entendem que teremos um ambiente muito favorável aos negócios com a vitória do verde e amarelo sobre o vermelho.
        As propostas insinuadas até agora pelo economista indicado como superministro verde e amarelo são do interesse de empreendedores e trabalhadores. A favor dos negócios, de transformarmos a mentalidade da nossa economia de paternalista e protecionista, para um ambiente facilitador do empreendimento, com menos burocracia, mais transparência, equilíbrio fiscal, reforma tributária e da previdência, entre outras ideias.
        Por outro lado, os vermelhos continuam com a mesma cantilena hipócrita de aumentar o imposto dos ricos para transferir renda para os pobres. Como se fosse possível aumentar a carga tributária sem consequências desastrosas para o emprego. Iludem o eleitor menos esclarecido com promessas de limpar o nome no SPC e outras sandices equivalentes. Tudo que fizeram durante os 16 anos que desgovernaram esse país que nem parece mais que é nosso. Nem sei porque não trocaram a bandeira nacional por um trapo vermelho.
        Vamos lá Brasil chegou a nossa hora. O País do Futuro nunca esteve tão próximo e ao mesmo tempo tão ameaçado. A escolha é nossa.

        • C. Eduardo, se v. já está aqui a algum tempo, deve saber que tem um pensamento muito parecido com aquele que já trocou de nome várias vezes, já foi John Doe, Francisco, Power Guido, Artemísia, …..

          V. votou em 2018 pensando somente no aspecto de Mercado. Voltado para o pensamento liberal da economia. Era importante, porém era só uma parte e talvez não a mais importante. Mesmo neste aspecto, Bolsonaro já fez muito, a reforma da previdência era algo que o mercado já esperava a mais de 30 anos. O Nhonho sentava em cima, só saiu por causa da manifestação do dia 29/05/2019, feita a contra gosto do Kim e seu MBL. É só um exemplo, tem mais.

          Bolsonaro não era um liberal clássico, até 2010 era um deputado folclórico do baixo clero que defendia um nicho, a Polícia e as FFAA. Era estatizante e até então votava com o PT nestas pautas.

          Só que JB não é burro (erro das esquerdas) e percebeu, após ouvir Olavo (que desde os anos 90 pregava isso), que o Brasil era conservador de direita e cristão. Percebeu também que para ter sucesso entre o mercado deveria mudar seu pensamento econômico para a economia liberal.

          Sua grande tacada foi “contratara” Paulo Guedes e dar a ele a chave da economia. Como eu mostrei na questão da reforma da previdência, ele teve muitos embates com o Nhonho, e não foi a toa. Era boicote puro.

          A união com o Centrão (coisa de alguns meses para cá), foi estratégica, poia senão aí que não faria nada mesmo e tinha sério risco de ser impinchado antes do 1º ano de mandato. Não negociou ministérios e na questão dos cargos 2º escalão foi claro: Fez algo estranho – rua. Foi assim com o tam Roberto Dias do MS.

          Mas é no conservadorismo que ele tem sido mais incisivo. Liberação de compra de armas, excludente de ilicitude, contra a ideologia de gênero, liberdade de pensamento, contra aborto, liberação de drogas são suas principais promessas de campanha e o que mais irrita a esquerda comunista ou a dita “social democrata” (comunista com punhos de renda).

          O mais crucial hoje é a implantação do voto eletrônico impresso auditável, que já foi quase uma unanimidade (já foi aprovado 3 vezes) e hoje estranhamente muita gente que já foi a favor, é contra. Caso mais estranho é do PSDB, que foi roubado em 2014 e hoje está a favor dos assaltantes.

          Por isso, C. Eduardo, ficar em cima do muro hoje não é uma boa opção. Repito pela milésima primeira vez. Bolsonaro não é o presidente dos sonhos, mas é o melhor que se apresenta para mim.

  3. Parabéns João Francisco, mais um cú-munista desmascarado aqui no JBF, sugiro ao adorador de Cuba uma boa viagem a ilha presídio do “cumpaêro” Fidel, o pau de arara do MST tá quase pronto, só falta arrumar os freios.

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