DEU NO JORNAL

A ativista curitibana, Narli, entrou em contato com o Terça Livre na quarta-feira (19/7), para demonstrar o caráter do jurista e procurador da República, Deltan Dallagnol, através de uma carta enviada a ela devolvendo presentes que lhe enviou por ocasião do nascimento da filha dele, Sofia.

Ao efetuar a devolução dos presentes, Deltan anexou uma carta explicando que o compromisso com sua função e com a Lava Jato o impediam de receber os itens que com carinho, a senhora Narli enviou.

Narli é sexagenária, pessoa com deficiência (cadeirante) desde 2015 e ativista dos movimentos Curitiba Contra a Corrupção e Federalista, em atividade em defesa da justiça desde 2011, e diz que tem um carinho de mãe por Deltan e seus pares, a quem chama de “os meninos da Lava Jato“. “Eles tem idade pra ser neto da gente, então nos permitimos essa liberdade“, diz Narli.

Ela enviou um “kit Mamãe Bebê da Natura“, que pode ser encontrado na loja da própria Natura hoje, por R$ 293,00, na época ela diz ter pagado aproximadamente duzentos reais, e que se tratava apenas de um carinho simbólico que fazia à família do procurador.

Apaixonada por crianças, a defensora da justiça foi professora de história do ensino fundamental desde a década de 80, lecionou por quase 30 anos e se aposentou pouco após a virada do milênio.

Dada sua paixão por crianças, não resistiu ao nascimento de Sofia e resolveu presentá-los.

O procurador não pôde receber os presentes e os devolveu, mas a carta escaneada, Narli guardou com afeto todo esse tempo.

Confira a carta enviada por Deltan a ela:

Transcrito da página Terça Livre

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