A PALAVRA DO EDITOR

O titular da coluna fubânica Chumbo Gordo, jornalista Carlos Brickmann, em seu texto de hoje, acusou o presidente Jair Bolsonaro de gostar de lagosta.

De gostar de lagosta e esconder este fato do grande público, dizendo que só come cachorro-quente.

Ou, melhor dizendo, “tenta demonstrar” que só gosta de “hambúrguer, cachorro-quente, bandejão e pão com leite condensado“, como está escrito no texto de Brickmann, que está logo aí embaixo, na postagem seguinte.

Bolsonaro comeu uma lagosta com o embaixador de Israel que, por motivos político-religiosos, deu sumiço na pobre criatura marinha.

Sumiu-se, escafedeu-se, danou-se, enlagostou-se!

A embaixada de Israel tomou essa providência de suma importância: apagar a lagosta da foto.

Mas a culpa é de Bolsonaro.

O fato é destaque, é o assunto de abertura da coluna de Brickmann.

E o colunista fecha a notícia com esta arrasadora observação:

“Viraram notícia até no Washington Post.”

Esta fantástica instituição chamada “mídia brasileira” está sempre surpreendendo a distinta plateia.

Eu vivo dizendo e tem neguinho que não acredita: nesta gazeta escrota tem de tudo e mais alguma coisa.

Vôte!!!

Bolsonaro e o embaixador de Israel no momento em que aconteceu o milagre da lagosta sumida com umas pinceladas de preto: um fantástico fenômeno israelense creditado ao milagreiro Bolsonaro, que finge gostar de hambúrguer

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