DEU NO JORNAL

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Esta genial chamada aí de cima foi publicada sábado passado, dia 25.

Publicada na Folha de S.Paulo, um ícone da imprensa oposicionista que domina este país há um ano e sete meses.

O formidável colunista folhetineiro garante que o “prestígio mínimo” do governo Bolsonaro está mantido por conta de dois fatores: auxílios aos necessitados e “despiora” econômica.

Sequiessê um estilo literariteiro do caralho!!!

Já anotei aqui no meu caderninho este neologismo fantástico, este verbo fenomenal: despiorar.

Cheguei à conclusão que o jornalisteiro – de quem nunca ouvi falar -, não teve saída e foi obrigado a reconhecer que houve uma significativa melhora na economia do país.

E que ele, oposicionista remunerado pela Folha, tentou minimizar e subestimar esta realidade do momento brasileiro atual usando o fantástico verbo “despiorar”. 

Prum militante de redação, é melhor do que escrever “melhorar”.

É pra arrombar a tabaca de Xolinha!!!

Francamente, eu quase se mijei-se-me todinho de tanto se rir-se-me.

12 pensou em “DESLI A NOTÍCIA DIREITINHO

  1. Descobri, graças à imprensa nacional que possuo “prestígio mínimo”. Se for igual ao do Jair eu ficarei ancho que nem o Sancho. Ops, eu sou o Sancho. Desculpem aí a confusão mental… Revirei todas as minhas anotações estatísticas político fubânicas, pesquisei todos os nossos colunistas do JBF em busca de luz e, nada encontrando, fiquei aBESTAtalhado tentando entender o que o lumiar da imprensa tentou dizer com “prestígio mínimo”. Sancho lamenta sua idiotia de nascença, pois foi parido e caiu de cabeça. É muito phodda ter o cérebro lesado. Alguém, por favor, me explica?

    Sancho “prestígio mínimo” Pança, um cara fubânico pede ajuda…

  2. Despiorar é o antônimo de Desmelhorar.
    Descair é o antônimo de Deslevantar.
    Despensar é o que este jornalista faz ao escrever na Desfolha(antônimo de jornal).

  3. Esta é a Desfolha de S. Paulo (desfolhar existe) nos seus piores momentos.

    Não achem que chegou ao limite. pois quando este chega, eles dobram a meta.

  4. É preciso criar urgentemente um índice de escrotidão jornalística para (des)classificar os órgãos de imprensa.
    A Falha de S. Paulo, por exemplo, é uma séria candidata ao Troféu Imprensa da Besta Fubana.
    Essa premiação visa reconhecer o esforço dos profissionais para elevar o nível de escrotidão da imprensa.

  5. Nunca, jamais na história dessa republiqueta bananeira, desnudou-se, de maneira tão velada, o quão obtusa, na sua maioria, é a classe jornalística.
    A perfídia com que trazem as manchetes, a tibieza dos textos, a iniqüidade dos comentários, nos fazem perceber o mar de dinheiro jogado fora para formar os “intelectuais” das notícias de Brazólia.
    Vivem numa bolha hipócrita, distante do mundo real, bajulando seus pares, lambendo as bolas de bandidos, travestidos, as vezes, de políticos calhordas, juízes inaptos e militantes, idiotas pedófilos…
    É uma triste constatação…
    Me acalenta o intelecto ainda poder ler e ouvir J.R. Guzzo, Guilherme Fiúza, Augusto Nunes, Caio Copola, Ana Paula Henkel…só não sei até quando!…

    • Más claro, el agua. Me duelen las manos de aplaudir… Te acalentas o intelecto ainda poder ler e ouvir J.R. Guzzo, Guilherme Fiúza, Augusto Nunes, Caio Copola, Ana Paula Henkel…só não sei até quando!….
      Sancho incluiria em tal lista o Constantino e o Puggina.
      E dizer que fui, um dia, assíduo leitor de Reinaldo Azevedo…

      • Triste ver o papel ridículo do atual Reinaldo Azevedo e também do prof. Villa. Não sei como essas pessoas conseguem dormir em paz. Escrotidão no mais alto grau. Uma pena. Querem ver o barco afundar parece que não entendem que afundarão junto.

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