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Comentário sobre a postagem SUPREMA DITADURA NA REPUBLIQUETA BANÂNICA

Roque Nunes:

Eu não sou adepto do bordão “pau que bate em Chico também bate em Francisco”, até porque essa óptica de compreensão da dinâmica do estado DE DIREITO é coisa de vagabundo intelectual. Deixe-me contar uma historinha, verdadeira, mas muito didática.

Em 1958, quando Samuel Weiner estava numa pior e o Jornal do Brasil, se não me engano, estava indo a pique, ele obteve um empréstimo pessoal de Assis Chateaubriand. Todos sabiam que Weiner era inimigo mortal de JK. o Congresso armou uma CPI e convocaram Chateaubriand para depor, e um deputado do PTB perguntou a Assis, se ele havia “dado” dinheiro para Samuel Weiner. Quando Chateaubriand disse que sim o deputado perguntou: E, por que o senhor deu o dinheiro? A resposta foi vexatória, esculhambatória e demolidora: Eu dei porque o dinheiro é meu, e dou ele a quem eu quiser. Acabou ali a palhaçada da CPI.

Ora, saber quem financia o grupo dessa cabecinha oca da Sara, não é somente perda de tempo, mas também não ter dó do dinheiro. Se quem financia age e pensa assim, ele está fazendo porque o dinheiro é dele e ele o dá a quem bem entender e ninguém tem nada a ver com isso.

É enfadonho lembrar, mas necessário, como forma de não se repetir o passado, mas até 2016 grupos que qualquer país do mundo consideraria terrorista, eram financiados com o dinheiro de todo cidadão. Quadrilhas como MST, MTST, Black Blocks, Movimento das Vadias e mesmo alguns delinquentes – veja, não estou dizendo todos, pois há muitos, e esses muitos são maioria, pois esses grupos foram sequestrados por delinquentes políticos, que tem uma vida pra lá de honradas – do LGBT e do Movimento Negro, recebiam gordas verbas públicas disfarçadas de convênio para qualificação profissional e ajuda social e quando saíam às ruas era ônibus queimados, bancos depredados, prédios públicos incendiados, comércio desmantelado, lojas saqueadas, cidadãos impedidos de exercerem o sagrado direito de “Ir e Vir”.

Quando isso ocorria, eu não via nem um ministro do supremo – assim mesmo, com letra minúscula, porque aquele prédio virou covil de delinquentes jurídicos -, nenhum governador, nenhum deputado, ou senador exigir inquérito para apurar quem eram os responsáveis, ou seus financiadores. Nesse tipo de financiamento sim, há que se saber, pois se tratava de dinheiro do cidadão. Se o coroa do Luciano Hang acha que deve gastar o dinheiro dele financiando até as girafas da Amazônia, como queria a Anita, problema dele. Contanto que não mexa no dinheiro do contribuinte brasileiro.

Agora eu falo, os ministros do supremo, apequenaram e esculhambaram aquela casa por onde um dia transitaram nomes como Nelson Hungria, Victor Nunes Leal, Sidney Sanches, Eros Graus, Cezar Peluso, Hellen Grace Northfleet, E, olha, se no passado alguém perguntasse a um calouro de Direito, com quem ele queria ser associado no futuro profissional, não titubeavam: Nelson Hungria era uma unanimidade. Hoje, se fizerem a mesma pergunta a um calouro, a surpresa será um ensurdecedor silêncio.

Mas, tudo não passa de estratégia. Os ditos ministros que transformaram aquela casa em um puteiro, onde onze cafetinas exploram o Brasil, estão provocando a maior balbúrdia possível, com um único intuito. Aposto meu dedo mindinho esquerdo nisso. A estratégia é ir cozinhando o galo em fogo baixo, e no final de 2022, ou começo de 2022, anular a condenação do corrupto triplamente condenado, para que ele possa disputar as eleições de 2022.

Quem topa apostar comigo?

Se eu perder, corto o dedo, se meu opositor perder, me paga 50 centavos.

Quem aceita o repto?

* * *

Nélson Hungria Guimarães Hoffbauer (1891-1969), ministro do STF no tempo em que aquela casa não era a vergonha nojenta dos dias de hoje

7 pensou em “COVIL DE DELINQUENTES JURÍDICOS

    • Eu também. Pelo menos as quengas de beira de estrada vai ser f*** a um preço justo, enquanto as do stf vão me f*** eenquanto estiverem mamando lá.

      • Bordéis de beira estrada. Eu sou mais o bordel. Sancho segue o relator. E Sancho é fã incondicional da moças de vida nada fácil.

  1. De Nelson Hungria a Amigo-Do-Amigo-Do-Meu-Pai:

    é de passar o final de semana escutando Reginaldo Rossi enquanto enche o cu tomando cerveja quente e fumando Derby vermelho.

    • Assim eu choro… e encho o quengo de corote de Vô Kiko mesmo, que aqui no glorioso Mato Grosso do Sul também é conhecido como Fofa Toba.

    • Reginado Rossi e Wando! Misericredu. Bão dimais!!!! E lá vai Sancho pelos bordeis da vida, deixando um pouco do frete para alegrar as meninas.

  2. 2022 está muito longe e até lá o Lula acaba de ficar gagá. A luta é para logo logo antes que Bolsonaro indique um ministro e antes de janeiro quando saindo o titular entra o vice. Querem e precisam liquidar esta fatura logo.

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