A PALAVRA DO EDITOR

Ontem, sábado, o dia foi cheio.

Saímos do Recife às sete da manhã e antes das nove eu já estava no estúdio da Rádio Cultura, em Palmares, minha querida terra de nascença.

Fomos os quatro: eu, Aline, Ellen, irmã de Aline, e Fábio, meu concunhado.

Dei uma entrevista ao programa “Nos Tempos do Ferroviário”, comandado pelo radialista Wilson Monteiro, este que aparece comigo na foto abaixo:

Conversei miolo-de-pote que só a porra, com intensa participação dos ouvintes.

Wilson ficou de me mandar um cópia da entrevista. 

Acabada a conversa comprida em Palmares, fui direto pra Catende, cidade irmã e vizinha, que fica a pouco mais três léguas depois da minha cidade.

Lá dei outra entrevista ao radialista Manoca Leão, líder de audiência na Rádio Farol.

E aí foi que teve miolo-de-pote e miolo-de-fossa que só a porra!!!

Duas horas de conversa mole, das dez até o meio-dia.

Era prum lado, pra outro, indo, voltando, pra cima, pra baixo, de banda, de quina, e por aí vai. Parecia palestra de bêbados. Gostei demais.

Um abraço e um agradecimento especial aos queridos amigos Coronel Reginaldo, Rubão e Walter, que fizeram a minha escolta e garantiram minha segurança, em Palmares e em Catende, no pesado assédio da multidão de milhares de fãs e admiradores que tentavam rasgar a minha roupa pra levar como lembrança.

Um trinca de amigos-irmãos arretada, um grupo de xeleléus que mora no mais fundo do meu coração.

Me aguardem que voltarei em breve para o debate no Engenho Lajedo com os alunos da Professora Isabel.


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