DEU NO JORNAL

No Congresso da Associação Brasileira de Jornalismo Investigativo, realizado no final de junho, Fernando Rodrigues perguntou a um dos cúmplices de hacker por que as supostas mensagens de procuradores — passíveis de adulteração, como ficou provado — estavam sendo divulgadas pouco a pouco, sem escrutínio do material por completo, como deve ser.

O cúmplice de hacker confessou:

“Se você tem indícios muito fortes de que pessoas estão presas injustamente e que ilegalidades estão sendo cometidas nesse momento, você não senta por um ano em cima do material enquanto alguém está comendo quentinha na cadeia.”

Foi aplaudido pela plateia composta em boa parte por estudantes de jornalismo, o que mostra como a profissão não tem grande futuro.

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E se for jornalistinha diplomado nas universidades federais zisquedóides que nós conhecemos, aí é que a profissão que atua nas redações não tem futuro mesmo.

O melhor é ler o Jornal da Besta Fubana, uma gazeta escrota que mente mais do que Folha, Globo, Carta Capital e Veja juntos.

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