A PALAVRA DO EDITOR

O dia de hoje, 16 de abril, marca o aniversário de morte de um músico baiano pouco conhecido e que se chamava Antônio Manuel do Espírito Santo. Morreu há exatos 106 anos, em 1913. Confira no Wikipédia

Ela é o autor do dobrado Avante, camaradas!, ao som do qual muitas vezes marchei quando cumpria o meu tempo de serviço militar no Exército.

Mas a sua mais conhecida composição é a “Canção do Marinheiro”, cuja letra é da autoria de Benedito Xavier de Macedo.

Esta canção é também conhecida como “Cisne Branco” e, ao contrário de outras composições militares, ela é uma peça terna, poética e bem diferente do rigor que costuma permear as obras destinadas ao consumo castrense.

Eu sempre me emociono quando escuto o Cisne Branco, gravada por diferentes bandas, orquestras e cantores ao longo dos anos. A força poética de sua letra toca o coração de todo aquele que admira os mistérios e a magia do mar.

Há alguns anos participei das celebrações do Dia do Marinheiro, na Praça do Marco Zero,  aqui no Recife, a convite do então Capitão dos Portos, um oficial meu amigo e companheiro de cervejas na praia de Tamandaré. E, como sempre, me enterneci quando a tropa entoou esta canção.

Vamos ouvir uma versão gravada pela voz de veludo da saudosa Dalva de Oliveira.

E logo em seguida, como brinde extra, um vídeo com a Banda Marcial do Corpo de Fuzileiros Navais, da Marinha do Brasil, se apresentando na Escócia no “Edinburgh Military Tattoo 2011“, o maior festival de bandas militares do mundo.

Dou de presente aos leitores do JBF.

Preparem o coração para ver as imagens de marinheiros e marinheiras sambando para uma empolgada plateia estrangeira.

Uma excelente terça-feira para toda a comunidade fubânica!

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