CORRESPONDÊNCIA RECEBIDA

Caro editor Luiz Berto:

Interessante. Interessantíssimo!

O jornal “Folha de S. Paulo”, desde a vitória do presidente eleito Jair Bolsonaro por quase 60 milhões de eleitores, orquestrou uma campanha de “Liberdade de Expressão Absoluta”, como se quisesse (e a intenção é essa!) atingir a honra do presidente por considerá-lo retrógrado, reacionário, antidemocrático, censor, “cortador de verbas de propaganda mamateira”.

Amparada nas figuras impolutas e ilibadas de alguns jornalistas “formadores de opinião” e “donos da verdade”, tipos Elio Gaspari, Mônica Bérgamo, Igor Gielow e outros baluartes da imprensa lulopetista, a Folha veste a carapuça defendida por alguns membros sacripantas do Supremo Tribunal Federal (STF).

Assim que o presidente Jair Bolsonaro foi eleito, confirmada a vitória pelas urnas por doto o País, uma onda de outdoors foi estampada na sua capa, contra capa virtual, como: “Sem Liberdade de Imprensa não Tem Democracia”, “Jornalismo é Publicar Aquilo que Ninguém quer que Publique” (George Orwell), “Não há Democracia sem Imprensa Livre”…

Ante a ressurreição da inquisição defendida por alguns ministros do Supremo Tribunal Federal, O Cabaré de Brasília, contra a imprensa livre, democrática e investigativa, que está fazendo a Folha na figura de sua editoria para coibir esse abuso de autoridade?

Por a opinião do rabo!

Quem cala, consente!

Será que Otavio Frias Filho está fazendo falta?

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