RODRIGO BUENAVENTURA DE LÉON - LIVRE PENSADOR

ALEA JACTA EST!

A sorte está lançada!

Hoje teremos, talvez, o dia mais importante de nossa história. Um dia para decidir entre o futuro e o passado. Um dia para escolher a evolução, o progresso, a ordem, o patriotismo, a família, a vida, a liberdade. Para escolher Deus! Ou escolher o atraso, o conflito, o nós contra eles, o mimimi, a pauta globalista, a propina, as benesses, os sovietes, a igualdade (mas uns mais iguais que nós), o roubo, a corrupção e a degradação moral. Enfim, a Casa do capeta!

Ah! Mas cada um tem o direito de votar em quem quiser. Sim! É óbvio, isto é democracia, mas ela (a democracia) me garante, ainda (penso eu?) o direito de falar aquilo que penso sobre minha vida e sobre a condução política de meu país. A escolha de amanhã, democraticamente, será coletiva. A nação escolherá o seu futuro. Simples assim!

Em minha opinião há apenas uma escolha. E, reflitam, que esta escolha não será apenas para mim, que já estou no meio de minha vida, perto de me aposentar e, caso necessário, mudar-me de país. Mas este voto é por meus filhos e netos. É pelas crianças e jovens de todo o Brasil Parece que muita gente não compreendeu isto. É muita diferença entre os candidatos para que alguém faça voto em terceiro por resistência, ou vote só porque não gosta da postura de Bolsonaro.

Mas por que Lula foi “descondensado” e “ressuscitado”? Porque o sistema não conseguiu encontrar ninguém para derrotar Bolsonaro e, vencedor, ele tem uma boa oportunidade de minimizar e/ou derrotar o sistema, iniciando a construção do tão falado Brasil do Futuro.

E esta força de resistência, a força reacionária da esquerda envolve muita gente e muitos interesses, globalistas, corporações, empreiteiras, corruptos e corruptores. Mídia sem patrocínio, artistas fajutos sem Lei Rouanet, burocratas sem mamatas e sem benesses, a esquerda da américa latina sem a mesada brasileira. Todos se mobilizaram e, após um banho e perfume, trouxeram de volta o cachaceiro e ex-presidário, com o apoio do partido supremo se viabilizou. Ele traz um perigo iminente, pois traz os votos dos safados, dos oportunistas, dos crédulos, dos revoltados com isso ou com aquilo, dos que perderam boquinhas e dos que ainda creem em suas falácias e mentiras. Se estes amanhã forem maioria (ou se as urnas tiverem vontade própria) estaremos fud..!

Atentem que pesquisas e a mídia vendida dão vitória ao bandido, de novo. As ruas nos mostram outra coisa em todo o país. Mas o que vale é o resultado das urnas. E seu voto é fundamental.

Portanto, hoje é camisa amarela, título em punho, bandeira brasileira às costas e ir votar, pedindo a Deus, Nosso Senhor, que nos abençoe e livre de todo este mal que quer voltar. É hora de exorcizar, de vez, o Brasil Que os anjos digam Amém!

Para rir um pouco, apenas um comentário de professor, daqueles que muito ralou em salas de aula de escolas públicas. O debate na Globo parecia uma sala de aula do ensino médio em escola pública, daquelas que meus estagiários da licenciatura e professores, Brasil afora, encaram todo dia. O Bonner parecia o professor de primeira viagem, mais perdido que Cusco em procissão.

E a turma trazia todas as “criaturas” que pululam nas salas de aula do ensino médio. Tinha a filhinha de papai sem noção, a loira burra, o mauricinho CDF. De outro lado tínhamos o valentão encrenqueiro, o gordinho nerd ou religioso gozador, que diz as verdades na lata sem medo. E o embate entre o líder ou representante da turma com o vagabundo da aula que vive no grêmio fumando maconha e sempre está querendo carona em um trabalho, vantagem aqui ou ali e quando some alguma coisa de um colega é o provável ladrão. Pensem se não foi isto.

Mas brincadeiras a parte, este domingo é fundamental para o nosso futuro e para o futuro de nossos filhos e netos, para o futuro do Brasil. Vote! Vote com consciência! Vote em quem sua consciência disser. Espero, sinceramente, que nossos votos e os votos de todos os brasileiros honestos e trabalhadores coincidam nas urnas. Que Deus nos abençoe e nos livre de todo mal! Alea jacta est!

RODRIGO BUENAVENTURA DE LÉON - LIVRE PENSADOR

ÓCULOS

Têm sido difíceis estes últimos 12 meses, perdas, doenças e a deterioração jurídico-moral de nosso país. Convalescendo, quieto pude andar e observar ouvindo o que dizem as ruas.

Enquanto me recuperava fisicamente parecia que minha mente estava mais perdida do que nunca. Depois da República de Curitiba quem pensaria no “descondenado” candidato de novo, mentindo e vociferando ameaças rua afora, como se fosse o mais honesto dos homens. Quem pensaria em uma eleição em que o maior partido de oposição é o próprio tribunal eleitoral e seus vetustos (no sentido de obsoletos) ministros.

Caminhei sem eira ou beira pelas ruas de minha cidade ao sol e ao frio do inverno e, com meus óculos escuros, sempre postos à face, pude ver e ouvir o horror e a indignação com os atos e atitudes de nossa aristocracia jurídica, da imprensa e da bolha acadêmico-cultural.

Sei que isto já história velha, batida e debatida na internet e por comentaristas sérios, mas me dou ao direito de falar de novo, ante tamanha indignação que me assombra. E, tenho a vênia dos leitores, pois estava imerso em um mundo de contemplação visando minha recuperação dos males físicos e, agora penso, talvez, mentais.

Mas, desculpem-me, Urnas Eletrônicas entronizadas em altar como relíquias religiosas? Meu Deus! Isto é heresia, é demais para qualquer cristão.

Mas o que vi em minhas indignadas andanças? De um lado, nas ruas, fé, patriotismo, esperança. Um homem, nosso Presidente arrastando multidões, contra todo o estabilishment instituído. Um homem nutrindo paixões, dando palavras de ordem e arrastando multidões, organizadas espontaneamente, de cidadãos, de excluídos, de vilipendiados que viram neste homem a esperança de um novo Brasil. Apesar de tudo e de todos os poderosos.

Por outro lado, incrédulo, vi, nos hora fétidos corredores da academia onde laboro e professo meu ofício, vi ranço, ódio, mentira, decisões judiciais ilegais e inconstitucionais. Vi juízes censurando a bandeira nacional, a imprensa chamando patriotas, no bicentenário da independência, de fascistas. Vi um mentiroso e ladrão costumaz vociferando para sua quadrilha que vai voltar a roubar e terminar de destruir o país. E, vi professores, intelectuais e artistas de joelhos para o ladrão, beijando seus pés fétidos. E, vejo as pesquisas dizendo o contrário do vejo nas ruas, do que ouço na voz do povo.

Onde está o erro? Será que enlouqueci? Será que distorci o que vi e ouvi? Talvez meus óculos estivessem sem o grau necessário. Não, não mesmo, eram apenas óculos de sombra para proteger meu olhar dos observados e o grito das ruas soou ensurdecedor. Não, não vi ou ouvi errado.

Talvez estes outros, os colegas, os juízes, mídia, intelectuais e artistas é que precisem de óculos ou aparelhos de surdez. Talvez só lhes baste, apenas, sair da bolha em que habitam e desfrutam das benesses da vida. Talvez, alguns, devam ser responsabilizados pelo que fizeram. E outros, talvez nunca veja, a cegueira lhes é cômoda, tal como lhes é útil a cara-de-pau e safadeza.

Mas, pelo que ouvi, creio que em dois de outubro todos ouvirão o brado retumbante e o sol da liberdade. Não terá como não ver ou como “desver”, pois o Brasil está “despiorando”.

Ou isto ou nossas sacrossantas urnas eletrônicas tem uma vontade própria muito forte! Quem saberá?

RODRIGO BUENAVENTURA DE LÉON - LIVRE PENSADOR

OS IMBECIS DA INTERNET

Os imbecis da internet, fala proferida pelo nosso Ministro, de cabeça lustrosa e brilhante, Alexandre do Supremo, naquele evento da Magistratura ocorrido em um Resort de luxo na Bahia, neste final de semana, perturbou meu sono.

Não só pelas imagens, que escancaram o que já era óbvio, onde nosso todo poderoso Ministro posou para foto ao lado do protótipo de ditador Rui Costa governador da Bahia. Tampouco pela virulência da sua fala. Mas, principalmente, pela resposta que não foi dada de bate-pronto por qualquer um dos convivas.

Sonhei em poder ter falado logo após o nosso Calvo Ministro. Sonho ridículo é claro, dada minha insignificância, mas, o sonho é meu e, eu me coloco onde eu quiser.

Dado o impossível deste sonhe, registro, neste breve escrito, a resposta que entendo, seria adequada aquela inoportuna colocação.

Boa noite senhoras e senhores, boa noite meu caro Ministro Alexandre de Moraes. Tinha pensado em dar outro rumo a minha fala, mas ante a sua exposição, fiquei tentado a pegar uma carona na fala de um dos próceres da Justiça Brasileira.

Permita-me, caro Ministro, com a devida vênia, contestar ou até discordar daquilo que Vossa Senhoria falou há pouco. Não creio estar cometendo nenhum crime de opinião, pois o debate e o discordar, de forma civilizada e republicana, fazem parte da democracia

Portanto, apelando ao Vosso espírito democrático anteponho-me a sua fala. Quando o Senhor parafraseia o escritor Umberto Eco, renomado e talentoso intelectual italiano, nos afirmando que a internet deu voz aos imbecis, eu Vos digo: Graças a Deus!

A internet deu voz aos imbecis, a internet e as redes sociais trouxeram de volta ao debate democrático todos aqueles que dele estavam excluídos. Permitindo que pessoas, indivíduos e grupos expressassem suas opiniões, certas ou erradas, verdadeiras, enganadas, enganosas e mentirosas mas, suas opiniões.

Ah! Mas os imbecis nos trazem as Fake News. Trazem?! Fake News, pós-verdades e a mentira fazem parte da natureza humana e, não são, de forma nenhuma, uma exclusividade dos imbecis. Não são exclusividade daqueles que vem do povo.

Estes imbecis, segundo Vossa “sábia” e, isenta de preconceito ideológico, colocação que hora tomam conta dos nossos espaços sociais virtuais, são o povo, aquele mesmo povo que o Senhor deveria servir e, nele incluir-se.

A mentira, a enganação e a empulhação fazem parte do rol de táticas da política, da intelectualidade, dos interesses ilegítimos e escusos, que há muitos séculos fazem parte da civilização humana.

O que diferencia um imbecil com diploma e opinião isenta, do imbecil que trabalha de sol a sol e quer simplesmente ter sua voz ouvida? Nada? Por que, então o preconceito?

O fenômeno das redes sociais, da internet trouxe-nos aquilo que Pierre Levy chama de Cibercultura, a sociedade em rede. Uma sociedade em que muitas vezes a informação, o pensamento humano e a opinião, já não estão mais só na cabeça do indivíduo, mas, sim naquela rede neural e lógica, por onde circula o cotidiano deste indivíduo. E, esse fluxo de informações, de opiniões e verdades por óbvio capacita qualquer pessoa, da mais simples, a mais intelectualizada, a participarem de rodas de debate, de receberem informações e opinarem.

Como nos esclarece Maffezoli, o homem é um ser tribal, reúne-se em tribos e, parece-nos de uma obviedade ululante, que estas pessoas vão a buscar, através da facilidade dessas redes, aqueles grupos que emitissem opiniões semelhantes ou coadjuvantes com as suas.

O que tínhamos antes era um pequeno grupo de detentores da verdade. Na antiguidade, os Nobres, os Reis e as classes sacerdotais detinham este “direito”. Depois veio o domínio da nova burguesia “iluminada-iluminista”, seguido pela racionalidade e cientificidade, entre aspas.

Nos tempos contemporâneos, passado recente, o monopólio da informação se deu por um grupo de matriz política e intelectual, de viés progressista, que dominava os meios de informação, a imprensa e a produção do conhecimento da informação.

Estes meios passaram a ser monopólio de poucos, com voz muito alta, até então. Alguns destes, não muitos, s pessoas de elevado espírito cívico e moral. Outros, muitos destes, nem tanto, podemos dizer, desprovidos de qualquer moral ou espírito cívico. Entre estes poucos escolhidos encontrávamos, sim, alguns homens e mulheres de alto padrão intelectual e, outros tantos, papagaio, que só sabem repetir chavões.

Por óbvio, neste grupo seleto de escolhidos, tínhamos uma miríade de imbecis, úteis, inúteis e aproveitadores. Não foi a internet que criou os imbecis, não foi a internet que deu voz aos imbecis, muitos deles já tinham voz.

O que a internet fez foi democratizar este espaço. E, por mais que critiquemos e tentemos censurar a irreversível tendência da criação e da manutenção destes espaços de discussão democrática e ampla.

Antigamente, não tão antigamente assim, o homem comum, o trabalhador não tinha tempo, condição ou dinheiro para envolver-se em debates. Trabalhava de sol-a-sol para o seu sustento e, ao chegar em casa, recebia o pacote de informações digeridas de forma muito conveniente aos interesses daqueles que informavam.

O advento das redes sociais e da internet permitiu que este homem comum acessasse livremente a informação e, percebesse que esta informação tem, quase sempre, dois ou mais lados diferentes. Como nos disse Maturana, a observação, da qual decorre a informação, passa pelos olhos do observador e, obviamente, por seus interesses, suas ideologias e por suas vontades. Ao retirarmos este filtro ou, ao permitirmos que o homem comum do povo possa buscar e confrontar informações diferentes, permitimos que ele formule suas próprias opiniões. E, aí meus caros, ele não precisa mais das informações mastigadas pelo comentarista do jornal das oito horas.

O homem do povo, passa a poder buscar grupos ou fontes de informação, que reforçam ou confirmem o seu pensamento, reforcem suas ideologias, suas crenças e seus valores morais.

A internet e as redes sociais, permitiram que muitos dos que estavam alijados do debate cotidiano da política, dos costumes e da “evolução” da sociedade humana, especialmente, entre os conservadores encontrassem nestas, um espaço onde, não só, puderam perceber que não estavam tão isolados assim.

O homem do povo não percebeu que não era aquele troglodita, que vivia no século passado, com ideias ultrapassadas, mas, que também suas ideias, crenças e valores eram compartilhados por milhares de outros homens comuns. Aí temos o reforço do grupo e, as redes sociais permitem que estes grupos, estas tribos se constituam e tragam um fluxo de debate de opiniões, diferente daquelas opiniões oficiais e oficiosas de outrora.

Por isso, o reacionarismo daqueles que perderam o protagonismo de informar, de formar opiniões.

O imbecil, que o senhor se refere, potencializado pelas redes sociais e pela internet constitui-se como um novo livre pensador. E, percebeu, ainda, que ele tem liberdade, sim, de frequentar grupos de pensamento antagônico, buscar aquele que mais lhe aprouver naquele momento e, mudar de opinião, tranquilamente.

O homem comum não é mais um escravo da opinião alheia, por isso o espaço da internet é um espaço democrático e, o pensamento de Mark Prensk, sobre os nativos digitais, soa tranquilizador, pois, traz a visão de que por mais esforço regulatório que se faça, não há como antepor-se a esta modernidade.

Vem ao pensamento, deste pobre escrevinhador, a recordação de que nossa política e democracia é, originalmente, grega. Podemos imaginar trazer aos dias de hoje um daqueles patrícios gregos, que discutia política e a administração pública na ágora da acrópole. Se o levássemos à Câmara dos deputados ou ao Senado Federal do Brasil ou de qualquer país democrático, desconsideradas as barreiras do tempo, creio, que seria impossível a ele reconhecer, naquele ambiente, a democracia grega tão propalada.

Nossas ágoras modernas, nossos templos da democracia, pareceriam algo inusitado aos pais criadores da democracia, não lhes seriam, de forma nenhuma, familiares e, veríamos desmoronar nosso baluarte da democracia, ante ao estupefaciamento de nosso visitante.

Mas, também, se vencidas as barreiras do tempo, deixássemos o nosso milenar, visitante acessar as redes sociais e a internet, pasmem ali, naquele caos reinante, provavelmente, ele encontraria similaridades com a sua ágora histórica.

Os gregos tinham um termo, idhios, que indicava aquele cidadão que, embora habilitado, não exercia a política. Mais tarde o termo passou a ser aplicado ao cidadão que não exercia o serviço público. Deste termo, idhios, originou-se a palavra idiota. Então os idiotas, para os gregos, eram aqueles que não faziam política e não eram servidores públicos.

Eu posso afirmar que sou parcialmente idiota, pois sendo o servidor público, por questões éticas não faço política. Esta deveria ser a postura de todos os servidores públicos brasileiros, principalmente, os magistrados, pois, a eles fazer política é proibido pela Carta Magna.

Claro que, a grande maioria dos brasileiros, não só não fazia política, como não é servidor público. São os idiotas, na acepção grega da palavra, que o Senhor se refere.

E, onde estes idiotas encontram voz? Na liberdade da internet, meu caro Ministro. Novamente, com sua vênia, contraponho-me a sua fala, pois, as redes sociais da internet não deram voz apenas aos imbecis, deram voz aos intelectuais, aos homens de espírito elevado que, também, não tinham voz. Junto com eles há, sim, um grupo de imbecis.

A internet deu voz a todos, ao homem comum, ao intelectual, ao pai de família e ao imbecil. Mas, democraticamente, as redes sociais e a internet concederam voz a esta miríade de pessoas que estavam emudecidas no seio de nossa sociedade, sem, de forma alguma, retirar a voz daqueles que a detinham anteriormente.

Os aristocratas, os intelectuais, os políticos, dos homens de espírito elevado e com o espírito rebaixado dos interesseiros e os milhares de imbecis que por qualquer razão faziam uso daqueles espaços, não perderam sua voz.

Então a internet democratizou o acesso a um lugar de fala, a um lugar de opinião, para todos os cidadãos brasileiros, deu voz a todos, independente de cor, raça, credo ou ideologia.

Portanto na internet, nas redes sociais, todos os homens e mulheres desta nação, sejam pobres “imbecis” trabalhadores ou ilustres iluminados como Vossa Excelência, têm o mesmo espaço de fala.

Portanto, caro Ministro, ao parafrasear, em sua fala, o pensamento de Umberto Eco, Vossa Senhoria, não me denegriu, não me envergonhou, apenas mostrou a todos, aquilo que já nos era óbvio, como pensam os ilustres condutores de rumos de nosso Brasil.

Mas, agradeço a sua vênia e paciência, com este escrevinhador. Encerro, dizendo-lhe Ministro, que sou um imbecil com muito orgulho!

E, que as redes sociais e internet, serão minha voz e, a minha voz ecoará como um grito ensurdecedor nos ouvidos daqueles que se julgam superiores ao povo!

RODRIGO BUENAVENTURA DE LÉON - LIVRE PENSADOR

ÍNDIO QUER APITO

Sabem que fiquei digerindo, durante dias, a imagem do índio sendo maquiado no protesto contra o Governo em Porto Seguro.

Protestar é legítimo, todo o brasileiro pode democraticamente protestar contra o que quiser, mas não podemos admitir fraudes.

Estes “Índios”, inclusive a tal Sônia, que hoje soltou um parecer de uma ONG obscura dizendo que Bolsonaro planeja usar a guerra da Ucrânia para destruir a Amazônia (não me perguntem qual a relação), são um engodo. São índios tão legítimos quanto os Apaches dos filmes espaguete de faroeste dos anos 1970.

Estes “índios” dizem representar todos os indígenas brasileiros, mas só pisam numa Taba rapidamente, quando tem de gravar ou fotografar.

Moram na cidade, habitam hotéis de luxo, passam mais tempo na ponte aérea e em viagens aos EUA e Europa que qualquer celebridade internacional.

Aliás, se consideram celebridades, intelectuais e tudo mais. Índios de araque.

Se precisarem caçar, pescar ou cultivar mandioca para comerem, morrem de fome. Comida só de Chef, em restaurantes estrelados. Ir na Taba? Dormir em uma oca? Nem pensar, tem mosquito e não tem ar-condicionado. Isto é para outros índios. Não para as celebridades indígenas, que habitam e parasitam as “ONG’s” saudosas de verbas públicas.

Sabe aquela imagem da índia, no carnaval, choramingando que o folião fantasiado estava “usando o cocar da tribo dela”. É mais ou menos como se nós, brancos, negros, mulatos, cafuzos, caboclos brasileiros disséssemos “olha eles estão com o Iphone ou com a Hilux de nosso povo”.

Por falar em Hilux, nossos indígenas chegaram ao protesto em portentosas Hilux e outras caminhonetes e, como vimos, portando belos smartphones de última geração. Talvez os tenham comprado na última viagem aos EUA, para falar mal do Brasil.

E aí, todos vimos, nosso representante dos povos primitivos desceu do carro de luxo (provavelmente escondido em um canto para não aparecer na foto), fez uma selfie com seu smartphone e foi ter a maquiagem retocada pela jornalista/fotógrafa.

A maquiagem, quiçá comprada no último evento em Paris, deve ser vegana, afinal estamos aqui para proteger os animais (pelo menos aqueles que não podem ser servidos no cardápio de restaurantes renomados). Também não devem ter esquecido o repelente, picada de mosquito fica feia na foto e, protetor solar é claro, o câncer de pele está aí, né?

Estes são os índios que vivem na sombra do Governo brasileiro, explorando e monopolizando recursos de todos os brasileiros, parasitando ONG’s de interesses obscuros e, vivendo de falar mal de nosso país lá fora. Lindo, não? E nós pagamos parte da putaria.

Sabe aquela história, contada e recontada, de que os portugueses enganaram nossos índios e “trocaram” as riquezas do Brasil por espelhos e ferramentas. A coisa é mais ou menos a mesma, só que nossos representantes indígenas trocam a verve mentirosa e a fala contra o Brasil por Smartphones, dólares e viagens. Mas no final o que querem é entregar o Brasil e suas riquezas.

Estes ataques no exterior visam apenas fomentar a tão desejada “internacionalização” e o reconhecimento das “nações indígenas”. Aqui não!

A Amazônia é de todos os brasileiros e a única nação que temos é o Brasil.

Em Porto Seguro, o aparato cinematográfico montado visou apenas isto, entregar o Brasil, seja para os abutres do exterior, seja para os ladrões internos (9 dedos).

Estranho é ninguém falar do cocar, são defensores da natureza, não são? Quantos pássaros morreram para o nosso simulacro de silvícola ostentar aquele belo cocar? Não haverá ali penas de aves ameaçadas de extinção? Ou o índio pode tudo?

Talvez o cocar também seja Made in China, comprado na última viagem para um evento da ONU em Xangai. Quem sabe nosso silvícola se viu livre do trabalho extenuante de fabricar cocares e importou um contêiner direto da China, junto com roupas e outras facilidades.

Nossos Índios de grife aparecem bem na foto e falam bem o português para falar mal de sua terra. Mas, a muito tempo, trocaram a Taba por hotéis de luxo, a piroga pela primeira classe de aviões, a tiquira por whisky 18 anos.

Os índios da maquiagem retocada são tão legítimos quanto whisky paraguaio, até quando teremos de engolir isto?

RODRIGO BUENAVENTURA DE LÉON - LIVRE PENSADOR

PEQUENOS PITACOS… SOBRE MUITA COISA

Cabeças Brancas…Espírito de Porco

Dizem que o Lula se reuniu, de novo, com os cabeças brancas do PSDB. Isto cheira mutreta, de novo.

Foram os cabeças brancas do PSDB que viabilizaram o Lulinha Paz e Amor de 2002. Foram os cabeças brancas que impediram o impeachment do Lula no Mensalão. Foram eles, que lançaram o picolé de chuchu contra Lula e ressuscitaram o Serra contra a anta da Dilma (era a hora do Aécio).

Os cabeças brancas não são maioria no partido, mas mandam, tramam e desmandam. Isto me cheira a fritura de Dória. Vai ser uma briga boa, pois o Dória não vai engolir isto calado.

Vai ser lindo ver o quebra-quebra e a baixaria! Talvez até possamos compreender muito do que pocorreu em política no Brasil nos últimos anos.

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Migração forçada

Patos, gansos e marrecões migram todo ano. Políticos migram por conveniência e sobrevivência.

Acho que em março, quando abrir a janela de trocas partidárias teremos uma série de baixas em alguns partidos. Creio que os mais atingidos serão PSDB e PSL, com uma grande migração para o PL, que será o “grandão” das eleições.

Democratas, com seu União Brasil, sentirão o golpe mais ou menos, depende de aceitarem apoiar Bolsonaro ou não.

O Novo, sensação, e onde eu cheguei a apostar como partido para mudar, desidratará e será relegado ao esquecimento. Agradecimentos? Sim, podemos agradecer ao dono do partido.

Parabéns, João!

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Bloqueio de Moro

Vi, perplexo, o pedido de bloqueio dos bens de Moro. Acho que foi um exagero e que não há procedência no pedido.

Mas, refletindo sobre isto, lembrei-me de um despacho, de um grande juiz de Curitiba, exemplo para todo o país. Quase um herói:

“Se houver a mínima suspeita de que o agente público desviou dinheiro ou usou sua posição para auferir ganhos e/ou vantagens é dever do MP denunciar e, é dever do juiz, por precaução, bloquear imediatamente os seus bens”.

Como dizia minha Vó devemos cuidar muito nossas ações, pois, muitas vezes “o que a boca fala; o cu paga”.

Não é, Dr. Sérgio?

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Imensidão Pátria

Domingo viajei 4400 km de minha cidade, no Rio Grande do Sul, à Natal, no Rio Grande do Norte, onde permanecerei até a próxima segunda. Horas de viagem, paisagens mil e um mesmo país.

Nosso Brasil é imenso, lindo, rico, motivo de orgulho. Somos tão diferentes e ao mesmo tempo iguais. Brasileiros…um país enorme com um povo gigante.

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Fugindo do Chocolatão

Vim até aqui fugir do mar frio e cor de chocolate ou de cocô da RS. E, digo-lhes, quem disser que Natal é uma cidade com muito vento não conhece as praias gaúchas.

Nossas praias têm uma combinação maravilhosa de vento frio, areia grossa, água gelada (com pinguins) e cor de chocolate.

Aliás a praia de mar próxima da minha cidade é a praia do Cassino com seus 220 Km (duzentos e vinte quilômetros) de extensão briga com uma praia da Austrália por ser a maior do mundo.

Mas em meu coração tenho uma certeza: a praia do Cassino é a mais feia do mundo.

* * *

Bem recebido

De resto aqui estou calor, águas lindas junto minha família curtindo uns dias de férias.

A recepção foi maravilhosa. Não poderia esperar nada diferente na terra de Violante e de Jesus.

Estou adorando.

Aliás meu caro Jesus (o Ritinha de Miúdo) queria muito ir a Caicó tomar uma no famoso Bar de Ferreirinha, mas não posso. Mas se vieres por aqui (Natal) pegue com Berto meu telefone e vamos tomar um café.

RODRIGO BUENAVENTURA DE LÉON - LIVRE PENSADOR

TERATOLOGIA POLÍTICA

Independente do viés adotado, a teratologia significa monstruosidade, algo portentoso ou anômalo. Em botânica ou fito botânica, a teratologia indica uma alteração em plantas que ocasiona deformidades e/ou gigantismo. Por exemplo, o famoso Cajueiro do Pirangi é um caso de teratologia, na interpretação da botânica.

Já em direito, diz-se teratológica uma decisão absurda, uma quimera legal, uma monstruosidade jurídica. Infelizmente, algo comum na justiça brasileira.

Mas e a Teratologia Política, existe? Se não existe, logo existirá.

O “casamento” de Lula e o SuperAlckminn é pura teratologia política. Uma monstruosidade oportunista e cínica. E agora o Geraldinho não é só a “Noiva” e Vice do coração de Lula. Também, parece, será o Ministro da Agricultura. O que demonstra todo respeito de Lula com o Agronegócio, propor que um político de profissão, médico de formação, seja o Ministro da Agricultura. Lindo! Geraldinho não sabe nem para que lado fica a cola da vaca e será, segundo o apedeuta, Ministro da Agricultura.

Não tenho muito o que que falar sobre este Leviatã em gestação, vai ser uma cruza dos infernos. Um filhote de JACARÉ COM COBRA D’ÁGUA, que será parido, se permitirmos, em novembro, com as bênçãos do TSE e com Barrosinho de padrinho/madrinha.

Temos de abortá-lo e mandar o monstro para o Quinto dos Infernos, antes mesmo de nascer.

Por isso, este aborto, eu defendo!

* * *

CRIATURAS POLÍTICAS

Mas não é só do monstro vermelho-estrelado que a política brasileira vive. Temos alguns monstros que submergem e voltam a nos assombrar de 4 em 4 anos.

E, este ano não será diferente, algumas monstruosidades, bruxas e criaturas folclóricas vão ressuscitar, no executivo e no legislativo, sempre querendo uma boquinha no erário.

Teremos de volta a Bruxa da Floresta, que emergirá sonolenta, levantando-se de sua “Rede” nas florestas do norte, buscando um sangue ou dinheiro público novo para sugar. Já está enjoada do fundo partidário, que corre o risco de ser embarreirado. Dizem que este ano virá montada em um veadinho, uma gazela saltitante.

Do Sertão Nordestino, montados em seu trator, vestidos de cangaceiros, os Irmãos “Comes”, de partido novo (de novo!) e as mesmas velhas ideias.

De São Paulo vem, a já comentada, cria de Jacaré e Cobra D’água, parida a meia-noite de uma sexta-feira 13, na encruzilhada de um presídio. Tem nove – dedos e uma avidez por dinheiro público. Cuidado com sua carteira!

Da invasão mais próxima, ou do condomínio fechado onde mora virá Bolinho, o monstro da invasão socialista. Cuidado ele pode invadir sua casa.

Há ainda o embusteiro de Sampa, com sua calcinha Tora-bagos, sorriso de propaganda de creme dental, mentalidade de ditador e as mesmas propostas de sempre. Este corre parelhas com o Engomadinho de Curitiba, de fala fina e boca-mole de traíra. Mas o de Curitiba, creio eu, não resiste ao primeiro pastel de feira com caldo-de-cana. Se sobreviver será abatido no Nordeste, a buchada de bode não combina com seu whiskey importado.

Para que não me critiquem teremos de novo o Sargento desbocado, que é mais humano e povão que monstro. Falastrão passou os últimos 4 anos tentando…Não conseguiu muita coisa, mas o que fez já foi um avanço comparando com seus antecessores.

Antecessores que nós elegemos, lembram? Um ladrão de nove-dedos, bebum e safado. Uma mulher de cabeça baldia e um híbrido de mordomo de filme de terror com vampiro de terceira categoria, para ficar nos 3 últimos.

Ano eleitoral no Brasil, ano sempre complicado. Com ou sem urna eletrônica. Nossas escolhas serão fundamentais!

RODRIGO BUENAVENTURA DE LÉON - LIVRE PENSADOR

GERAÇÃO COÇA-COLA

Calma! Calma! Não é erro, não. Eu quis dizer COÇA de coçar e COLA de rabo, bunda. Isto mesmo…

Lembrei da poesia em forma de música do Renato Russo e Legião Urbana, guerreiros do rock brasileiro anos 1980. Estes “jovens” rebeldes, lutando com sua música e sua crítica para mudar o país se vivos hoje, provavelmente, dariam eco aos protestos contra o PT, contra LULADRÃO e, mesmo que a contragosto lutariam pela liberdade (e a vontade da maioria democrática) defendendo, até, Bolsonaro, contra a Ditadura da TOGA SUPREMADA.

Duvidam? Estes jovens músicos tinham a crítica na veia, mas eram inteligentes, coerentes e justos. Vejam qual é a posição política de um dos ícones da época, o Roger, do Ultraje a Rigor.

Esta turma vivia de seu trabalho como músicos, faziam suas estripulias, mas não tinham nenhum “mimimi”, eram o que eram e pronto!

Longe da turma atual, viciada em Lei Rouanet e cheia de firulas, onde tudo é preconceito, tudo machuca, ai, ui, etc.

Duvido que um Renato Russo ficasse ao lado do PT e sua ladroagem ou, então, que o Marcelo Nova (do Camisa de Vênus) pedisse desculpas por uma música “machista”. Lembro de um show em que o Marcelo Nova homenageou as mulheres, pelo dia da mulher, agradeceu, disse que amava as mulheres. E quando o mulherio foi ao delírio soltou essa: “Agora chega de firula e vamo baixando as calçolinhas que vou passar a pica” (SIC), músico raiz.

Sou da Geração COCA-COLA e, vejo que a música do Legião tornou-se realidade. Fizeram comédia no cinema com as nossas leis. Jogaram o lixo deles em cima de nós.

Lixo político: politicamente correto, socialismo do século XXI, múltiplos gêneros sexuais, econazismo, etc. Estão fazendo da nossa democracia uma ditadura, permeada, é claro, das melhores intenções.

Mas é bom lembrar o velho ditado: “De boas intenções o inferno está cheio”.

Um homem só precisa de uma coisa LIBERDADE, o famoso Livre-Arbítrio e, nós estamos entregando nossa liberdade de mãos-beijadas.

A culpa é nossa. Foram a geração anterior a nossa (filhos da revolução, anos 1960) e a nossa geração (Coca-cola, anos 1970 e 1980) que fizemos ou deixamos fazer (tanto faz) esta merda toda.

Fomos nós que elegemos Lula, fomos nós que elegemos Dilma, elegemos o Congresso, permitimos que estes demagogos chegassem aos Tribunais Superiores.

Ao fim, fomos nós que fizemos comédia no cinema com nossas próprias leis. E, pior, estamos ajudando a nos aprisionar. A cada dia, em nome do conforto e da paz social, colocamos algemas em nossas mãos, damos uma volta na chave de nossas celas e, caminhamos mais um passo em direção ao cadafalso.

Mas como professor eu enxergo, infelizmente, de uma posição privilegiada, o maior erro de nossas gerações. O leviatã que está se formando em nossos lares e no seio de nossas famílias.

É esta geração de jovens que são nossos irmãos mais novos e nossos filhos (a geração do ano 2000). Não é preconceito ou conflito de gerações, apenas uma observação daquilo que encaro, diariamente, nos bancos universitários (onde deveria estar nossa elite técnica e intelectual), esta geração é composta por uma BANDO DE BOSTAS.

Meu Deus! Só querem saber de direitos, deveres: nada. Tudo tem de ser como querem, qualquer coisa e começa o “mimimi” e o “chororô”. Uma viadagem sem limites. Dizem que somos Ogros.

Sou um Ogro, sim! Com muito orgulho. Um OGRO, grande, gordo, trabalhador, que se sustenta desde os 18 anos e dá duro por este país.

Por isso, me assusta ver os bancos universitários, de onde deveria sair o futuro deste país, entulhado de bundas gordas e inúteis. É uma geração sem aspirações, sem brio, sem vontade. Não são apáticos, são ausentes de luz (parafraseando a lenda urbana – equivocada – de que a palavra aluno teria este significado).

Esta geração é a legítima GERAÇÃO COÇA – COLA. Pois só sabem coçar o rabo e esperar que nós trabalhemos e os sustentemos.

Só querem direitos, enquanto soltam o rabo por aí.

Nós da Geração Coca – Cola permitimos e colaboramos para tudo isto aí, mas se deixarmos, a geração subsequente, os COÇA-COLA, vão piorar a coisa, em muito e, vai sobrar para nossa velhice.

Há exceções, ainda bem. A luz no fim do túnel é a piazada com hoje 10 a 14 anos, é uma piazada diferente, mais focada, mais forte. Talvez, com nossa ajuda, eles possam salvar a todos nós.

Mas primeiro nós da Geração Coca-cola, temos de largar o refrigerante, levantar a bunda do sofá e ir à luta.

O primeiro passo pode ser chutar a bunda dos Coça-cola.

E aí? Vamos começar!

RODRIGO BUENAVENTURA DE LÉON - LIVRE PENSADOR

QUEM SOLTOU O LULA?

Simples, muito simples! Sérgio Moro.

O que estás ficando maluco? Moro? Foi ele quem prendeu o Ninefingers, que batalhou contra a corrupção, fez o Brasil ter esperanças.

Sim ele fez tudo isso. Mas, não sei se antes ou depois de iniciar sua jornada contra a corrupção, decidiu que seria político e, se submeteria aos corruptos e ao mecanismo que move a “máquina”.

Então, caros amigos, não foi o STF, não foi o Congresso Nacional, não foi o Presidente da República, não foram as forças ocultas que soltaram Lula. O “Mecanismo” só se aproveitou dele, Sérgio Moro. Ele possibilitou o maior golpe a favor da corrupção e contra a moralização que esse país e seu povo já levaram.

Sérgio Moro é o grande responsável pela virada de jogo dos corruptos e, mais, será o grande responsável pela volta da corrupção ao país. Com uma força inimaginável agora que eles viraram o jogo. Tudo por causa da soberba do senhor Sérgio Moro. O resto do enredo foi oportunismo e visão de vantagem da “Máquina”.

Sérgio Moro, um juiz federal de Curitiba, interior do Brasil, teve a sorte de encontrar a ponta do iceberg da corrupção brasileira. Quando investigava um conhecido seu, com quem ele já havia feito um acordo de delação premiada, o doleiro Alberto Youssef. Moro junto com a equipe da PF, do MPF, Deltan Dallagnol e todos os demais passaram a perseguir o fio dessa meada.

Sim, nos deram esperança. Sim, combateram a corrupção. E sim, fizeram em alguns momentos, o que nós, povo, exultantes, enxergamos como o “bom combate”

Mas e, sempre há um mas, devemos lembrar que não foi em todo o momento que Moro jogou dentro do Império das Leis. Embora eu e, boa parte dos brasileiros, o aplaudíssemos, lembro-me disto claramente. Quantas vezes o Goiano trazia sua crítica ao Moro e aos métodos da Operação Lava Jato. E, quantas vezes nós o xingamos e maldizemos.

Mas, ao fim e ao cabo, esse viés fora do Império das Leis, é algo do tipo “os fins justificam os meios”. Mas não é essa a conversa da nossa comunistada de plantão? Os “fins justificam os meios”; tudo vale para a vitória da Revolução.

Pois é, nós estávamos aplaudindo alguns dos procedimentos jurídicos da operação Lava Jato, que não foram de um todo corretos, juridicamente falando.

É óbvio que há um exagero nesse discurso e, convenhamos não há como brigar de igual para igual com esta sucia. E, a importância do processo foi tão grande, que ele recebeu o eco no TRF 4 e nos Tribunais Superiores (mais por surpresa e medo do que por “moralidade” e justiça, penso eu.

Os corruptos foram engaiolados, confessaram, devolveram dinheiro, entregaram-se uns aos outros. Mas havia, sempre por parte dos corruptos desmarcados, um discurso muito forte de politização.

Não colou, pois, havia um temor por parte dos tribunais superiores, inclusive do STF, do povo, da revolta deste. Medo das ruas.

Não creio que, até esse momento, houvesse politização forte dentro da Lava Jato. Mas começaram as acusações de que poderia existir um lado na Operação. Algo que deveria deixar-nos com a pulga atrás da orelha. Embora, muitas vezes, as investigações chegassem perto de próceres do PSDB e de outros partidos próximos deste, os braços da Lava Jato jamais os atingiram.

E, fez-se a Justiça, muito bem-feita por sinal. Os tribunais superiores acabaram, apesar dos pesares, mantendo as condenações de Lula. O PT e seus cúmplices vociferavam que eram presos políticos, quando na realidade eram apenas políticos (corruptos) presos. Mas este discurso, do preso político, até ali não encontrava eco nos fatos.

Óbvio que toda a escumalha corrupta estava com medo da quase inquisição da Lava Jato (menos alguns Tucanos). E, buscavam uma saída. Essa saída vem exatamente quando o Juiz Sérgio Moro sobe no seu ego e vira o político (inexperiente) Sérgio Moro.

Primeiro, quero deixar bem claro, o movimento de conscientização que levou a Vitória de Jair Bolsonaro, é anterior à Lava Jato. A Operação talvez o tenha potencializado. Mas de forma nenhuma fundamental na vitória de Jair Bolsonaro. Bolsonaro ganhou e, ganahria de Lula candidato.

Mas o que houve? Bolsonaro, falastrão e político, disse que convidaria Moro para ministro e, se viu obrigado, por pressão dos seus eleitores, a convidá-lo. Moro não gostava de Bolsonaro, nem do que ele representava, provavelmente não aceitaria. E daí? Tudo bem. Cada um para seu lado. Moro continuaria Juiz, provavelmente condenaria Lula, de novo e, outros tantos, para depois ser ungido ao STF.

Mas Sérgio Moro sai do posto de juiz e aceita um cargo político. Empáfia? Ego? Não sei. Mas tenho certeza de que, neste momento, ele se fragiliza muito dando eco às falas do PT e dos petistas. De Juiz heroico virou um político inserido em um governo com o qual não concordava. No mínimo hipócrita. Se eu não concordo com o governo, como vou trabalhar neste governo?

Neste momento Moro deu a saída que a “máquina” ansiava. Ele fragilizou a própria Lava Jato, fragilizou as decisões de primeira instância (dele e dos demais), fragilizou as decisões já tomadas em segunda instância e as de terceira instância. Permitindo que algumas fossem revertidas, primeiro, com relação à Lula, depois com o resto da corja.

A primeira porrada veio com as gravações que foram divulgadas pelo Verdevaldo. Ah! São ilegais! São, mas o Moro já era agente político e, agentes políticos estão afeitos a isso. Se ainda fosse Juiz, duvido que essas gravações tivessem repercutido. Até porque toda a magistratura sairia em sua defesa (imaginem quantos magistrados tremeriam ante a possibilidade da divulgação de suas conversas privadas), o corporativismo o protegeria. Mas Moro não era mais juiz, era ministro da justiça do Bolsonaro. Quem o defendeu? Bolsonaro. E, ele cuspiu no prato que comeu.

Moro, o juiz era incontestável à vaga do STF. Moro, o político, tornou-se refutável. E a coisa ficou feia. Daí, apareceu o Moro oportunista. Pulou da carroça, na pior das horas, aconselhado provavelmente por Dória, Fernando Henrique e outros de seus conselheiros de outrora. Pulou da carroça atirando. Mas com balas de festim

Deixou o nosso Pavão de Tatuí, então ministro do STF, numa saia justa. No ímpeto de expor Jair Bolsonaro confiou em Moro e expôs aquelas conversas que só reforçaram o discurso de… Bolsonaro.

Moro se tornou um traidor. Daquele que lhe acolheu e do povo que o exultou.

Daí para a frente botou as mangas de fora, mostrou a que veio. Mostrou que quer o poder, a qualquer preço, não importa em quem terá de se abraçar. Se duvidar faz acordo com o Lula (não fará, pois, até Lula, é um pouco mais ético que isto). Primeiro aceitou uma consultoria de uma empresa que estava trabalhando na recuperação da Odebrecht, que ele condenou. Conflito de interesses? Me digam vocês. Quanto ganhou? Imaginem!

Depois junto com o Deltan Dallagnol, veio para um partido político, cheio de investigados na Lava Jato, mas que ele não processou ou condenou (?) e, recebendo do fundo partidário. Recebendo do povo brasileiro, não só salário, mais diárias, passagens, etc.. Vida boa, não? Ética onde estás?

O pré-candidato Moro está por aí, como os velhos esqueletos da política brasileira, que ele jura combater. Recebendo salário do fundo partidário, assessores, marqueteiro e tal. E, parecendo um boneco de ventríloquo, fazendo o que os marqueteiros dizem. Igualzinho a Ciro Gomes, Marina, Lula e outros cânceres da nossa política.

Depois de toda esta palhaçada, foi simples votar a suspeição de Moro. Descondenar toda a corja já condenada. Mandar a Lava Jato e o combate à corrupção para as cucuias. Tornar Lula elegível, apostar na memória fraca do brasileiro e/ou nas urnas. E La Nave vá!

Se Moro tivesse ficado como Juiz ninguém teria coragem de anular seus julgamentos por mais que quisesse ou por menos que gostasse dele. Ninguém teria peito. Jamais os políticos do Congresso teriam coragem de vetar seu nome para o STF, onde hoje estaria. E, lá estando, ninguém anularia o que fez. Mais, o STF não teria tomado o gosto de governar sem voto e o Brasil estaria muito melhor do que está. Acho que passamos relativamente incólumes a Pandemia, mas poderíamos ter avançado e muito.

Todo este caos, se Moro tivesse ficado como juiz, sem seu ego inflado e ânsia pelo poder, não existiria. Moro se transformou ou se mostrou, ainda bem que antes de o levarmos à cargos nos quais teria real poder e, nos relegou isto: Dória, a mídia brasileira, o STF querendo governar, os corruptos de volta, Renan Calheiros herói (da mídia) e Lula livre e elegível.

Que merda ele fez!

Mas lembremo-nos que em política perdoa-se a traição, mas, jamais, se perdoa o traidor. Na vida, estamos aprendendo que também é assim.

Sérgio Moro, traiu o povo que nele confiou, destruiu o legado do combate à corrupção, receberá a resposta nas urnas e no voto.

Sérgio Moro, o homem que soltou Lula.

RODRIGO BUENAVENTURA DE LÉON - LIVRE PENSADOR

CHURRASCO (DE!) VEGANO?!

O mundo está cheio de idiotas! Idiotas na acepção corrente da palavra; imbecis que se acham donos do mundo da liberdade dos outros. Creem-se salvadores do mundo e da humanidade, mas não passam de massa de manobra.

Não meus amigos, não estou afirmando que os idiotas são maioria. Eles são uma minoria que controla alguns pontos importantes do nosso cotidiano: mídia, propaganda, serviços públicos, universidades, parte da vida política e de nossos tribunais. São poucos, mas barulhentos.

Nós, a grande maioria da população brasileira e mundial, não tem tempo para bobagens ou idiotices pois, tem que trabalhar duro, de sol a sol fazendo terceira jornada, para sobreviver. Fugindo, diariamente, da sanha revolucionária daqueles que “só querem o bem dos outros”, desde que, é claro, os outros se submetam ao seu bem querer, às suas ideias e vontades.

Vejam, nos últimos tempos, o que tem virado a Universidade pública, a mídia e o marketing, a propaganda de negócios, propriamente dita. Virou, como dizem, “lacração”. Acham que vão mudar o mundo através da propaganda? Esta época já foi.

Um biscoito desses famosos aí resolveu inovar e recontar as histórias clássicas, para combater a masculinidade tóxica (sic), na história dos Três Porquinhos. Masculinidade tóxica que porra é essa? Na história dos Três Porquinhos, um conto infantil?

É claro que isso não deve ter dado nenhum consumidor a mais para o biscoito. Talvez alguma gorda maluca de cabelo roxo, que resolveu comprar o segundo pacote, para comemorar o combate a masculinidade tóxica (sic). Na realidade, ela é que deve estar muito precisada de uma masculinidade tóxica (mas vai compensar no chocolate e açúcar da bolachinha).

Uma propaganda dessas tem que sentido, não traz mais consumidores para o “biscoito” e, infelizmente, as pessoas que trabalham e consomem o produto nem ficam sabendo da bobagem e, também não deixam de consumi-lo.

Na maioria das vezes, as pessoas não estão nem aí para essa bobeira, têm mais o que fazer. Mas às vezes o tiro sai pela culatra.

Bancos e banqueiros são empresas/pessoas que vivem de comercializar dinheiro. É isso mesmo, o banco aluga o dinheiro daqueles que tem uma sobrinha, uma poupança para os dias que virão e, pagam uma renda/juros. Depois utilizam esse dinheiro para emprestar a outros, que precisam para a produção, para gerir negócios, para investir e, destes eles cobram uma renda/juros, superiores àqueles que pagam. A diferença é o lucro do banco e serve para cobrir inadimplências e despesas. Um puta negócio!

Por quê? Porque dinheiro é dinheiro e não tem bandeira, não tem cor, não tem ideologia. Se vocês veem um banqueiro agarrado a um governante, tenham certeza que o povo está sendo roubado.

O dinheiro não tem partido político e, é por isso que os bancos lucram com o governo A, B ou C. Mas, os lacradores acham que não precisa ser assim.

Lembram o caso do Banco Itaú, uma das herdeiras fizeram o filme sobre o impichamento daquela Anta. Pessoas que nunca trabalharam duro na vida e se dizem socialistas vivendo de rendas. Hipocrisia! Pergunte a diretora de cinema ou a sua mãe se elas concordam com a taxação de grandes fortunas ou com a taxação de lucros bancários. Não, é óbvio. E por que que elas apoiam partidos, como o PT, que pregam isto? Porque sabem que são apenas falácias, mentiras para enganar o povo.

Se fossem, verdadeiramente, socialistas e estivessem interessadas no bem do povo, já teriam doado grande parte da sua fortuna para… pasmem… o povo, os necessitados. Mas isso elas não cogitam. Hipócritas!

Bancos querem lucro e contratam marqueteiros, diretores de marketing, empresas de marketing “geniais”, na opinião da bolha em que habitam. Estes “gênios” da “zintelectualidade” humana, estão no cerne da nossa universidade, que hoje se constituí em um polo de hipocrisia e mediocridade dentro de uma bolha de dinheiro público.

As Universidades no mundo todo, principalmente na área de humanas, estão se constituindo em polo de reacionarismo cheio de dogmas contra a própria humanidade. E, não é de hoje, desde a época de Salamanca, as universidades são reacionárias.

Esses gênios do marketing, da lacração e da new left ou esquerda caviar, recém saídos da universidade, vivendo na bolha, onde vivem todos estes adeptos dos novos pensamentos de esquerda, resolvem fazer o quê? Cutucar o agronegócio. Aquele saco de pancadas que sustenta o Brasil há muito tempo, que é cada vez mais importante em nível mundial e, que continua apanhando dos dos idiotas brasileiros que deles dependem.

Só que o agronegócio sabe do seu poder e, tem se cansado de apanhar, por isso resolveu reagir. Uma reação poderosa, porque se constituem de contas com um peso razoável dentro de um banco. São contas de grandes empreendimentos, contas de empresas, de grandes frigoríficos, de grandes cadeias de alimentos, que ao trocar de banco levam junto centenas ou milhares de colaboradores, que ali tinham conta salários.

Gerando algo inadmissível para um banqueiro: prejuízo. E aí meus caros, corre para apagar o incêndio. E lá foi o Bradesco pedir desculpas, dizer que não é bem assim, que não queria dizer aquilo que disse, que foi um equívoco, que adora o agronegócio, que come churrasco todos os dias, etc..

Mas, já tinha se ido, o boi com a canga. Óbvio que o diretor de marketing, os profissionais que fizeram essa cagada, vão ser crucificados (profissionalmente) em praça pública. Mas dificilmente isto fará com que esta turma aprenda algo.

Com Santander e o tal do Queer Museu, foi a mesma merda, uma exposição pornográfica, que revoltou os correntistas e protestaram. Eu mesmo tinha uma conta no Santander, uma poupança residual fui lá e, tive o prazer de encerrar minha conta, não admito que um Banco com que faço negócios, por menores que sejam, patrocine uma putaria daquelas.

Pena que eu não tenho conta no Bradesco, porque se não ia lá encerrar. O brasileiro, trabalhador, economizando para um churrasquinho no fim de ano, com uma merecida cerveja e, vem três barangas, dizendo para adotar a segunda sem carne. Vão se f….!

As imbecis vão lá bater no agronegócio, dizendo que o arroto e o peido do boi poluem e prejudicam o clima. De onde? A produção brasileira é sustentável, tem balanço de carbono positivo, vide dados (científicos) da Embrapa. Mas nesta hora não importa a ciência, importa é a lacração. Quem quer aplausos, pode levar vaias.

E, pior, fui assistir ao vídeo. Parecia um filme de terror do céu, que coisa horrorosa. Botaram três mocréias (disseram que eram umas tais de influencers, seja que porra for isto), falando bosta. Aquilo ali parecia propaganda de Festa de Halloween ou um trailer de filme de terror, daqueles bem vagabundos. Se aquilo ali é um exemplo da aparência “saudável” de quem não come carne, que Deus me permita comer carne todos os dias até eu morrer. Putz Grila!

Tchê, eu não quero ter aquela aparência. A mais bonita era a cara da Frida Kahlo. Pelo amor de Deus!

Colocam três mocréias disléxicas falando bobagem e não queriam levar choque. O que que esse marqueteiro achou? Que a conquistar quantos clientes novos para o Banco? Bobagem, em geral, uma propaganda de um banco conquista 1% de clientes novos, se for muito bem-feita. Não afeta 99% dos clientes que tem a conta ali por diversos motivos e, não pela lacração social do banco. Mas quando eu desagrado grandes clientes, que têm poder de mobilização, acabou por levar choque. Em suma foi lindo!

Só para concluir essa história, me lembrei de quando era Diretor de um Campus da Universidade Federal. Apareceu meia dúzia de malucos querendo comida vegetariana no RU. Expliquei que servimos cerca de 1000 refeições diárias e que tínhamos a obrigação de proporcionar um cardápio balanceado dentro da média do hábito alimentar do brasileiro, ou seja: arroz, feijão, uma mistura, uma carne, saladas, suco e pão. Não adiantou porque queriam comida vegetariana, aleguei que podiam comer arroz, feijão e saladas. Me disseram que o feijão tinha carne e etc.. Aí mudou o pedido queriam opção vegana. Expliquei que era muito caro (comida vegana é cara, para quem pode pagar a excentricidade) e que não poderia justificar aquilo com dinheiro público (na época não podia, hoje não sei. Basta uma Rede ou PSOL da vida pedir no STF e, de repente, teremos de servir Comida Vegana em RU).

Então eles, a meia-dúzia, resolveram protestar. Deu uma confusão do cão. Entraram no RU e viraram as bandejas dos alunos que estavam comendo, fechou a briga. A líder do protesto veio toda inchada reclamar que levou uma bandejada nos cornos.

Chamei os demais alunos e um dos meninos me disse: “Professor, vamos se dar o respeito, eu tava comendo ali, eu preciso comer, sou pobre e ele meteu a mão no meu prato, aí não” (sic).

Avisei que teria de fazer uma sindicância sobre o ocorrido e, que eles deveriam fazer uma reunião dos usuários do restaurante sobre o tipo de comida. Fizeram e, veio uma ata onde por unanimidade pediam que ser servisse o de sempre, comida brasileira de verdade, sem frescura (me disseram que a meia dúzia não compareceu à reunião por livre espontânea pressão). Eles queriam a comida média do brasileiro: arroz, feijão com bastante carne, uma carne, uma outra mistura, salada e pão e, que os vegetarianos poderiam comer da salada e se quisessem, segundo sugestão dos próprios alunos, poderiam pastar já que a grama na frente do restaurante era bem verdinha e cuidada.

Quanto a suposta agressão, fiz a sindicância, onde 5 ou 6 alunos alegaram que um aluno tinha batido na menina com a bandeja da comida; outros 5 ou 6 alegaram que ela numa crise pegou a bandeja e bateu na cabeça; e mais de 30 disseram que ela jogou a bandeja para cima e caiu na cabeça dela. Arquivamos.

Claro que passei o semestre ouvindo desta turba, mas faz parte!

Mas essa turma é assim mesmo, eles não desistem e, aí o Bradesco nos premia, no final de ano com essa Pérola do Churrasco vegano, animado por três barangas.

Parabéns! Continuem assim e teremos um banco a menos para nos …, desculpe, nos apresentar oportunidades de negócio.

Como eu disse, os idiotas estão por aí, se nós deixarmos eles vão tomar conta e mandar na gente.

Está na hora dos não imbecilizados reagirem ou todos seremos idiotas úteis. Desejo a todos um 2022 repleto de churrascos, com muita cerveja, uma saladinha de vez em quando, para acompanhar um queijinho da Canastra e um torresminho. E as bruxas que vão avuar noutra freguesia!

RODRIGO BUENAVENTURA DE LÉON - LIVRE PENSADOR

EU VOLTEI…VOLTEI PARA FICAR…PORQUE AQUI É MEU LUGAR…

Voltei!

Depois de quase quatro meses desaparecido, voltei! Não quero justificar o passado, mas 2021 foi um ano muito difícil para mim.

Primeiro toda esta pandemia ou pandemônio, que veio e ficou; um pouco de depressão, não por ficar preso em casa, mas pela idiotização mundial que observava desta minha reclusão involuntária.

A reclusão ou isolamento inútil, como queiram, me fez muito mal, não poder trabalhar como sempre trabalhei, dar minhas aulas, estar entre os alunos, me adoeceu por dentro. Vejam que ironia, servidor público reclamando que não pôde trabalhar, a maioria das pessoas reclama de trabalho em excesso e, eu de trabalho em recesso.

Mas não foi isso que me afastou da Besta Fubana e, do convívio dos amigos e irmãos do JBF, foram coisas que fugiram ao nosso desejo e ou vontade.

Primeiro um acidente idiota que eu sofri. Idiota porque eu fui um imbecil que caiu do telhado, arrumando uma antena de rádio e, isto me deixou de molho por quase 2 meses. Inclusive com as mãos cortadas, sem poder escrever.

Depois, um advento triste. Minha mãezinha adoeceu e acabou hospitalizada na UTI por quase 60 dias, vindo a falecer. Foi um impacto muito grande que me fez refletir e ficar afastado de tudo, fazendo apenas o essencial.

Antes que os plantonistas do apocalipse pensem ou digam, minha mãe não morreu de Covid. Morreu do agravamento de doenças cultivadas por muitos anos, na alegria, ânsia de viver e teimosia, daquela castelhana brigona. Após a perda de uma sobrinha querida ela acabou adoecendo, se despedindo de nós e deixando-nos a lembrança de seu viver alegre e barulhento. Mas como filho único foi difícil suplantar os 49 anos que ela dedicou a mim.

Por isso fiquei um pouco afastado tanto do JBF quanto do Cabaré Do Berto. Aliás minha última participação no Cabaré do Berto, como Mercedita, deu-se uma semana antes da passagem de mamãe. Depois disso avisei Berto e preferi ficar na minha.

Claro que continuo lendo diariamente o JBF, me informando e rindo com as bobagens, verdades e obras de nossos caros colunistas.

Agradeço ao irmão Papa Berto pela compreensão de permitir que esse colunista se ausentasse do trabalho por tanto tempo. E, lhes confesso que muitas vezes após as leituras matinais e reflexões durante o uso do trono e do banho, imaginava e delineava colunas com comentários sobre o cotidiano a política e toda esta m… que ocorre em nosso Brasil. Mas faltava-me ânimo de escrever.

Agora, no primeiro dia do Ano-Novo, renovo-me para a vida. Como dizia minha mãe: “Morreu, lembre-se de tudo de bom que viveram juntos; mas, passou. Vá viver!”

Portanto deixo de lado o luto pois, 2022 é um ano muito importante para todos nós, ano decisivo para o nosso Brasil. E aqui estaremos no nosso compromisso de dizer aquilo que pensamos e achamos, lutando por um Brasil melhor, nas páginas do nosso JBF.

Meus amigos, confrades, irmãos, desejo a todos nós, um grande e feliz Ano-Novo. Que 2022 seja repleto de felicidades, de alegrias, de conquistas, de justiça e, de preferência, de vitórias políticas no nosso país. Que a pandemia se vá e, que o pandemônio acabe.

Voltarei a periodicidade semanal de minhas colunas, com aval é óbvio nosso caro editor e, em seguida escreverei aquilo que me foi solicitado, se não me engano por Maurício, sobre a decadência da universidade no mundo. Algo que interessantemente começa a ser discutido por outros intelectuais que citarei no texto.

Agradeço a compreensão e desejo de novo, um grande 2022.

Mestre Berto um grande e fraternal abraço e um ótimo Ano-Novo.