ALTAMIR PINHEIRO - SEGUNDA SEM LEI

CIRCUS WORLD ou O MUNDO DO CIRCO

Dedico este texto a escritora Violante Pimentel que, recentemente, nos brindou nas páginas do JBF com um artigo magnífico a respeito do assunto, intitulado O Circo (a matéria retrata sob o Circo Copacabana). Disparadamente, foi o melhor texto descritivo que li até agora nas páginas deste jornal nesse começo de ano de 2021.

Pois bem, o especialista em cinema Nelson Machado Filho, nos conta a história do filme “O Mundo do Circo” e a importância dessa obra da sétima arte para a infância de todos nós. Senão vejamos: de antemão, este filme do ano de 1964 é uma fascinante história de tristeza e felicidade, camaradagem e bravura. Nunca o cinema apresentara tamanhas acrobacias numa produção tão completa. Uma grandiosa e emocionante história da vida no circo. À frente de um elenco primoroso e todo composto de estrelas – Rita Hayworth, Claudia Cardinale, Lloyd Nolan e Richard Conte– cintila o magnetismo de John Wayne que morreu em 1979 aos 72 anos. Ele já sofria de câncer pulmonar, que seria logo diagnosticado após o término das filmagens. Wayne se submeteria a uma cirurgia para extirpar um dos pulmões, mas continuou ativo praticamente até a morte, 15 anos depois.

John Wayne vive Matt Masters, um empresário norte-americano que leva seu circo por uma grande turnê pela Europa. Além de promover o espetáculo e tentar sanar os problemas dos componentes da equipe, ele tem uma outra tarefa importante a cumprir. A de tentar encontrar a ex-mulher, Lili (Rita Hayworth), que o abandonara anos antes, deixando a filha do casal, Toni (Claudia Cardinale) para ele criar. O enredo tem uma história de desencontros amorosos e familiares com o circo como pano de fundo, envolvendo uma tragédia que estimula a todos os personagens na famosa tradição de que o show deve continuar.

É bom que se diga ou vai aqui um grito de alerta para os cinéfilos mais displicentes que, CIRCUS WORLD ou O MUNDO DO CIRCO é frequentemente comparado a “O Maior Espetáculo da Terra”, de Cecil B. DeMille, e também confundido com “Trapézio”, estrelado por Burt Lancaster, Tony Curtis e Gina Lolobrígida. O filme tem uma ótima fotografia, efeitos, figurinos e cenários incrivelmente eficazes. A obra recebeu um Globo de Ouro pela canção de nome Circus World. Originalmente, esse era um filme que deveria ser dirigido por Frank Capra. Mas ele se retirou do set após desentendimentos com John Wayne e parte da comitiva pessoal do ator. Coube então a Henry Hathaway continuar os trabalhos de direção.

Existem também algumas cenas que particularmente são dignas de nota. Uma delas é a do incêndio que destrói todo o circo, o desastre do navio que deveria levar o circo para a Europa, e os malabarismos de Cláudia Cardinale e Rita Haywworth no picadeiro. As cenas são cheias de emoção e muita tensão. Rita Hayworth e Claudia Cardinale são adoráveis e cativantes. Juntas, elas são ainda melhores. Neste filme elas parecem estar disputando quem é a melhor em ofuscar uma à outra, e é muito divertido assistir.

Rita Hayworth faz a mãe de Claudia Cardinale e ela concorreu ao Globo de Ouro pelo papel. A eterna Gilda, aos 46 anos, ainda esbanjava beleza, se tornando mais humana e melhor atriz com o tempo. Muito embora seja penoso pensar que grande parte de suas atuações de qualidade foram motivadas por seu alcoolismo. Já nessa época, a atriz já vinha sofrendo os primeiros sintomas do Mal de Alzheimer, doença que a mataria em 1987 com 69 anos de idade.

Segundo nos conta o excelente cinéfilo, o carioca Paulo Telles, O Mundo do Circo consumiu vários milhões de dólares na produção e fabulosas verbas de publicidade no seu lançamento, mas os resultados foram um mega desastre de proporções irreparáveis. Em toda a história, nunca existiu um gênio de publicidade que conseguisse vender um “mau produto” para certos padrões de qualidade, gastasse quanto fosse, levando infelizmente SAMUEL BRONSTON, talvez o mais extravagante, perdulário, e desorganizado produtor de cinema de toda a história a uma ruína definitiva, perdendo todo o controle sobre seus filmes anteriores.

Por fim, embora longe de ser um clássico, O MUNDO DO CIRCO remete um período de bom entretenimento para os espectadores da Sétima Arte. Visto hoje, parece datado, mas reunir três grandes nomes das telas como Rita Hayworth, John Wayne, e Claudia Cardinale em um único filme já valeria o ingresso. Afinal, RESPEITÁVEL PÚBLICO, o circo é o fabuloso mundo dos espetáculos, onde o cinema faz aqui a sua devida parte.

Clique aqui para assistir ao filme na íntegra.

Tem a duração de 2 horas e 20 minutos.

ALTAMIR PINHEIRO - SEGUNDA SEM LEI

FRASES CLÁSSICAS DO CINEMA QUE FORAM OU SÃO CITADAS ERRONEAMENTE POR TODOS NÓS…

Quem não tem àquela música que você cantou errado a vida inteira até um dia descobrir a verdade, hein!?!?!? E isso não acontece apenas no mundo da música. O cinema também possui vários exemplos de frases que ficaram muito famosas mesmo nunca tendo aparecido em um filme. Os críticos de cinema Renato Marafon, Paulo Bazzarello, Raphael Camacho, Jânio Nazareth, georgenor Neto e Wilker Medeiros, este SEXTETO possui um Blog denominado de CINEPOP e, juntos, decidiram separar para os apreciadores da sétima arte, dez exemplos de frases clássicas do cinema, mas que nunca estiveram de fato na tela grande.

SENÃO VEJAMOS:

STAR WARS: EPISÓDIO V – O IMPÉRIO CONTRA-ATACA (1980)

Todo nerd que se preze, um dia, já imitou a rouca voz do vilão Darth Vader e soltou a clássica frase: “Luke, I am your father” (“Luke, eu sou seu pai“). Pois bem, se você fez isso, você fez errado. Tal frase nunca foi vista no filme dirigido por Irvin Kershner e idealizado por George Lucas. A frase correta, na verdade, é: “No, I am your father” (“Não, eu sou seu pai“). Na cena, Vader (voz de James Earl Jones) está respondendo a acusação de Luke (Mark Hamill) de que teria matado seu pai.

CASABLANCA (1942)

Um dos maiores clássicos da história do cinema, Casablanca também possui uma citação errada para chamar de sua. E, mais uma vez, em uma cena chave da produção. Desolado após o breve reencontro com Ilsa (Ingrid Bergman), Rick (Humphrey Bogart) pede para o pianista de seu bar, Sam (Dooley Wilson), tocar a música dos dois. O mundo relembra a cena como se Rick dissesse: “Play it again, Sam” (“Toque novamente, Sam“). Mas… o que ouvimos o personagem falar é “Play it, Sam. Play ‘As Time Goes By’” (“Toque, Sam. Toque ‘As Time Goes By’“). O erro ficou tão conhecido que “Play it again, Sam” virou até título original de peça/livro de Woody Allen.

O SENHOR DOS ANÉIS: A SOCIEDADE DO ANEL (2001)

Essa aqui até me fez colocar o DVD para assistir antes de publicar a matéria. Pouco antes de cair no precipício após o confronto com Balrog, Gandalf grita para a “sociedade do anel” fugir no primeiro capítulo de O Senhor dos Anéis. A maioria das pessoas cita que o mago grita “Run, you fools” (“Corram,seus tolos”). Mas não foi o caso. Na verdade, o personagem vivido por Ian McKellen fala “Fly, you fools” (“Voem, seus tolos”). Obviamente, o sentido é o mesmo. O voem era para saírem correndo dali, mas a escolha original mostra um pouco do vocabulário do mago então cinzento.

BRANCA DE NEVE E OS SETE ANÕES (1937)

Todo mundo sabe que a frase de Branca de Neve e os Sete Anões começa com “espelho, espelho meu”, não é mesmo? Pois bem… a verdade é que a versão original da frase é um pouquinho diferente. Popularmente conhecida como “Mirror, mirror, on the wall, who is the fairest of them all?” (“Espelho, espelho, na parede, quem é mais bela do que eu?“), a frase verdadeira é “Magic mirror on the wall, who is the fairest one of all?” (“Espelho mágico na parede, quem é a mais bela de todas?“).

TUBARÃO (1975)

Clássico dirigido por Steven Spielberg, considerado por muitos como o primeiro blockbuster da história da sétima arte, Tubarão também tem uma citação pra lá de equivocada correndo pelas bocas das pessoas. “We’re gonna need a bigger boat!” (“Vamos precisar de um barco maior!“) virou sensação da cultura pop e pode ser encontrada até mesmo em camisetas sendo vendidas por aí. Mas esta não é a frase usada por Roy Scheider no filme. Ele diz: “You’re gonna need a bigger boat!” (“Você vai precisar de um barco maior!“).

WALL STREET – PODER E COBIÇA (1987)

Clássico de Oliver Stone estrelado por Michael Douglas e Charlie Sheen, o primeiro Wall Street ficou conhecido pela frase “Greed is good” (“Cobiça é bom“). Mas a forma como foi dita no filme foi um pouco diferente. Na verdade, o Gordon Gekko vivido por Douglas fala “The point is, ladies and gentleman, that greed, for lack of a better word, is good.” (“O ponto, senhores e senhoras, é que cobiça, na falta de melhor palavra, é bom.“).

O MÁGICO DE OZ (1939)

Um dos maiores clássicos da história do cinema. E a jornada de Dorothy pelo reino de Oz começa já com uma frase que ficou conhecida em sua forma errada. A maioria das pessoas acredita que a jovem interpretada por Judy Garland fala: “I don’t think we’re in Kansas anymore, Toto” (“Acho que não estamos mais no Kansas, Toto”). Mas, na verdade, é um pouquinho diferente. A citação exata é: “Toto, I’ve a feeling we’re not in Kansas anymore” (“Toto, tenho a impressão de que não estamos mais no Kansas”).

CAMPO DOS SONHOS (1989)

Estrelado por Kevin Costner, Campo dos Sonhos é conhecido por fazer as pessoas chorarem e por imortalizar a frase “If you build it, they will come” (“Se você construir, eles virão“). Acontece… que não é essa a frase correta ouvida no longa. Parece um detalhe pequeno e desimportante, mas a citação exata é “If you build it, he will come.” (“Se você construir, ele virá”).

O SILÊNCIO DOS INOCENTES (1991)

“Hello, Clarice…” (“Olá, Clarice…“) na voz do Hannibal Lecter criado por Anthony Hopkins em O Silêncios dos Inocentes causa arrepios só de lembrar. Só que você, e muita gente, está simplesmente “lembrando” de forma equivocada. A frase correta dita por um dos maiores vilões da história da sétima arte é, na verdade, “Good evening, Clarice…” (“Boa noite, Clarice…“).

A PRIMEIRA NOITE DE UM HOMEM (1967)

Obra-prima dirigida por Mike Nichols e protagonizada por Dustin Hoffman e Anne Bancroft, A Primeira Noite de um Homem (1967) também é regularmente citado de forma equivocada. E a cena em questão é uma das mais importantes do filme, o primeiro encontro entre Benjamin (Hoffman) e a Sra. Robinson (Bancroft). As pessoas costumam citar a frase “Mrs Robinson, are you trying to seduce me?” (“Sra. Robinson, você está tentando me seduzir?“), quando, na verdade, o correto é “Mrs Robinson, you’re trying to seduce me. Aren’t you?” (“Sra. Robinson, você está tentando me seduzir. Não está?“).

ALTAMIR PINHEIRO - SEGUNDA SEM LEI

A NOVA MARECHAL DO VELHO CAPITA

Em que pese à cidade alagoana de Marechal Deodoro possuir mais de 400 anos desde sua fundação, hoje, está parecendo mais uma jovem debutante na flor da idade com seus 15 anos. Digo isso, em razão de, no final de 2020 e começo de 2021 tive a oportunidade de romper o ânus(no singular), naquela aprazível cidade de bela musicalidade e tão bem exaltada em verso e prosa pelo nosso ótimo camarada que é o colunista fubânico, CARLITO LIMA (tarado por Alagoas), que aliás, já teve a oportunidade de ser secretário de cultura daquele pedaço de paraíso alagoano banhado pela deslumbrante Lagoa Manguaba que se divide com outra bonita lagoa que é a do Mundaú localizada em Maceió, separadas por Bancos de areia(conhecidos por restingas) donde, juntas, desembocam no oceano.

Referindo-me àquele pedaço de chão das Alagoas, segundo conceitos antigos ou como se diz, antigamente, o patrimônio histórico de uma cidade se referia ou media-se através de seus monumentos, prédios históricos, pinturas, esculturas, ou seja, aos bens materiais. Pois bem, na atualidade, baseado nos dados da Unesco, PATRIMÔNIO compreende o material e o imaterial representado de múltiplas e variadas formas de manifestação cultural como a música, literatura, teatro, gastronomia, no qual o patrimônio cultural é representado por essa transformação de conceito que retrata a coletividade de uma região.

Essa mesma Unesco nos assegura que para formalizar um patrimônio cultural como interesse comum para a humanidade é levado em consideração o significado e a importância quanto ao valor histórico, estético, arqueológico, etimológico ou antropológico. No caso específico de Marechal Deodoro um detalhe que chama muito atenção é a sua musicalidade. No campo do conhecimento musical, a cidade é conhecida como à terra dos maestros, pois quando se sobe e desce aqueles becos e ladeiras é que percebemos vários casarões com placas indicando que ali, naquele local, funciona uma escola de música.

Marechal Deodoro que fica a 23 quilômetro da capital Maceió possui uma população de 50 mil habitantes e um fluxo de turistas de todo o país que vem conhecer as belezas da praia do Francês com suas pousadas e bares sofisticados, além de passear de lanchas ou jet ski nas lagoas da Manguaba e Mundaú que cortam os aprazíveis lugarejos de Massaguera de baixo e de cima, Barra Nova, ilha de Santa Rita e, entre tantos monumentos que embelezam à cidade, vem em destaque maior as belas igrejas que estão todas sendo restauradas pelo IPHAN (Instituto do Patrimônio Histórico e Artístico Nacional), ficando o destaque maior para a Igreja Nossa Senhora do Amparo, da Conceição, do Carmo, Senhor do Bonfim e a histórica Igreja de Nossa Senhora do Rosário dos Homens Pretos, um dos prédios mais antigos do Centro Histórico, além do Museu de Arte Sacra e a pintura de cores fortes da ala residencial central tendo como destaque o armazém das 12 portas que funciona como um centro de artesanato.

Quem se dirige à multicolorida e policromada Marechal tendo como ponto de partida Maceió, tem como obrigatoriedade passar pelo subúrbio do fubânico CARLITO LIMA, que é o tradicional Bairro Histórico do Jaraguá. Para quem é fã da arquitetura, o celular ou câmera fotográfica é um item indispensável nesse passeio. O prédio da Associação Comercial Alagoana, por exemplo, é um dos mais bonitos marcado pelo seu estilo neoclássico. Hoje, o bairro é sede da Prefeitura, do Museu de Arte Brasileira, da Associação Comercial de Maceió e do Centro de Convenções. A nota triste do belo bairro do Jaraguá é o NÃO tombamento da antiga sede da Bolsa de Valores de Maceió que está em ruínas e é considerado o mais bonito prédio daquele bairro, que antigamente era uma vila e surgiu antes mesmo da povoação de Maceió, a famosa vila tendo como destaque uma aldeia de pescadores.

Finalmente, em minha estada ou estadia na cidade de Marechal Deodoro(AL) com suas cores intensas e vibrantes, tive a honra de conhecer um casal que muito me encantou: trata-se da cantora e compositora Dona Benedita e o seu marido Nélson da Rabeca. O interessante é perceber que o Senhor Nélson da Rabeca é um exímio tocador e afinador de rabeca, instrumento este que fabrica com as próprias mãos de forma artesanal. Outro fato que chama atenção é que ele ao ver um violino pela televisão, o cortador de cana alagoano descobriu uma forma de sobreviver através da música. Em seus discos gravados, conforme nos conta seu produtor, a rabeca ganha contornos e sons ásperos, entremeados pela voz e letra de Dona Benedita, esposa de Seu Nélson, e expressam encontros, amores e amizades entre gerações de músicos e amigos, entre a cultura popular e a improvisação livre, numa grande celebração sonora. Seu Nélson e Dona Benedita são patrimônio vivo da Nova Marechal do Velho Capita.

ALTAMIR PINHEIRO - SEGUNDA SEM LEI

TERROR ESCATOLÓGICO DE JOSÉ MOJICA, O FAMOSO ZÉ DO CAIXÃO

Mojica que morreu em fevereiro de 2020 aos 83 anos de idade e nasceu numa sexta-feira 13, dirigiu 40 produções e atuou em mais de 50 filmes. Seu interesse pelo cinema de terror escatológico começou nos anos 1950, mas foi em 1964, com o filme “À meia-noite levarei sua alma”, que ganhou o apelido de Zé do Caixão. Seu personagem mais famoso, o agente funerário sádico com roupas pretas, cartola, capa e unhas longas, ainda aparece em “Esta noite encarnarei no teu cadáver” (1967), “O estranho mundo de Zé do Caixão” (1968) e “Encarnação do demônio” (2008). O personagem Zé do Caixão, conforme Mojica contou em várias entrevistas, surgiu para ele durante um pesadelo, em que um homem de capa preta o arrastava para um túmulo.

O grande mestre do cinema de terror brasileiro José Mojica Marins, mais conhecido como Zé do Caixão, é uma figura mitológica da cultura brasileira. Aclamado como um ícone do cinema de horror. José Mojica Marins celebrizou no cinema brasileiro principalmente pelos seus filmes de terror, normalmente feitos com pouquíssimo orçamento e muita criatividade. Em seus filmes de horror, Mojica desenvolve um estilo particular: mescla referências da tradição do cinema de horror internacional, em especial o estadunidense, com elementos do folclore, da realidade e de religiões brasileiras.

A partir dos anos 1990, nos Estados Unidos, Mojica torna-se diretor prestigiado em circuitos cinéfilos com a chancela de cult e fica conhecido como Coffin Joe (Zé do Caixão em inglês). Há também uma revisão crítica da obra do cineasta, que lhe permite voltar à cena para além das esporádicas participações midiáticas. ENCARNAÇÃO DO DEMÔNIO é seu filme mais caro e com maior valor de produção. O longa adapta a história de Zé do Caixão a tendências estéticas do horror contemporâneo, mas preserva o estilo do diretor. Apesar da recepção crítica positiva, o filme fracassa nas bilheterias, praticamente encerrando a carreira do diretor.

FILMES QUE ZÉ DO CAIXÃO TRABALHOU COMO ATOR: 1948: A Voz do Coveiro; – 1963: À Meia-Noite Levarei Sua Alma; – 1966: Esta Noite Encarnarei no Teu Cadáver; – 1970: Ritual de Sádicos; – 1971: Quando os Deuses Adormecem; – 1977: Inferno Carnal; – 1977: Estranha Hospedaria dos Prazeres; – 1977: Delírios de um Anormal; – 1977: O Vampiro da Cinemateca; – 1981: O Segredo da Múmia; – 1981: A Encarnação do Demônio. FILMES QUE JOSÉ MOJICA TRABALHOU COMO DIRETOR: 1968: Trilogia do Terror; – 1967: O Estranho Mundo de Zé do Caixão; – 1965; O Diabo de Vila Velha; – 1976: Como Consolar Viúvas; – 1976: Mulheres do Sexo Violento: – 1974; Exorcismo Negro; – 1972: Dgajão Mata para Vingar; – 1986: Dr. Frank na Clínica das Taras.

Apesar da imensa popularidade do personagem Zé do Caixão no imaginário brasileiro, seus filmes ainda custam a ter o devido reconhecimento. Em 2014, José Mojica sofreu um infarto e passou por uma angioplastia e colocou três stents (bubos de metal para melhorar o fluxo sanguíneo da artéria) no coração. Ele voltou a ser internado no mesmo ano em razão de uma piora nas funções renais. Desde então, ele se manteve mais afastado da mídia. Zé do Caixão foi Diretor, ator e roteirista durante mais de 50 anos dos altos e baixos de toda sua conturbada vida terrena. Quem sabe, no além, ele tenha melhor sorte.

ALTAMIR PINHEIRO - SEGUNDA SEM LEI

BOCA DO INFERNO: QUEM TEM MEDO DE OBRAR NÃO COME…

Prezado leitor fubânico, se você não é nenhuma marica e demonstra ser um malassombrado que tem coragem de mamar em onça, como também não nasceu de sete meses nem muito menos tem medo de cara feia, venha ser mais um adepto(assim como eu) da magia do vampirismo seja homofóbico ou não. Caso aceite meu convite, recomendo-o para enveredar pelas páginas ensanguentadas e cruentas de todas as manifestações de Horror, Ficção Científica e Cinema Fantasticamente Amedrontador. Trata-se do Blog BOCA DO INFERNO, que é um redundante Inferno digital tendo em seu conteúdo um antro de clássicos vampirescos e bagaceiras sangrentas de arrepiar os cabelos do ânus ao tempo que você vai enveredar por uma verdadeira e cruel antologia de horror. Lá você se defronta e se deleita com figuras de um Alfred Hitchcock a Christopher Lee. Portanto, informo-lhe que: o Blog BOCA DO INFERNO é o maior e mais completo site brasileiro sobre assuntos tenebrosos e horripilantes. VEM PRA CÁ, VEM!!! Clique aqui para acessar.

Pois bem, quando você entrar lá na bocada sanguinária, o pavor vai se materializar em sua forma mais brutal e avassaladora, embriagando-o com os micróbios e suas toxinas pútridas que emanam das profundezas mais obscuras de um universo além da compreensão humana. Você entrará em contato com dimensões paralelas à realidade conhecida, levando-o a atingir níveis inexplorados de pura insanidade, onde civilizações bestiais reinam poderosas em seus impérios de devastação eterna, aguardando apenas o momento oportuno para retomarem seu poder maligno sobre o planeta.

Você conhecerá a identidade soberana do mal em seu estado absoluto, a entidade pestilenta que canaliza toda a dor e depressão da humanidade em decadência, alimentando suas entranhas com pilhas de cadáveres decompostos na mais obscena putrefação da carne. Você ouvirá o eco destruidor dos lamentos agonizantes e gritos de tortura de vítimas implorando por clemência, além das blasfêmias gritando em alto e bom som pela garganta profunda e soltando uma tocha de fumaça pelo buraco da venta de um exército de demônios ferozes aguardando o confronto final. E MAIS: Você se juntará à imensidão de criaturas bizarras, bestas sanguinolentas, seres mutantes leprosos e disformes que vagam e rastejam pelo lodo podre dos malditos corredores de um complexo labirinto rumo ao infinito.

Mas, atenção!!! Atentai bem!!! Ao adentrar nas páginas digitais do Blog BOCA DO INFERNO, que é uma máquina de moer gente, prepare-se que lá é um espaço destinado ao suplício dos condenados às penas eternas: os tormentos da profunda do inferno se deriva de um lugar onde se tem de sofrer muito. Você se compromete a usar ou profanar um linguajar da desordem, da confusão e do verdadeiro depravo carnal. É o que podemos chamar de ambiente digital que é um verdadeiro inferno: morada das almas depois da morte… Portanto, todo cuidado é pouco, meu prezado fubânico, pois você sentirá a incomensurável dor profana de seu corpo sendo dilacerado por garras amaldiçoadas de feras indizíveis, prontas para degustar suas vísceras num banquete de carnificina. Portanto, seja bem-vindo… Essa é a BOCA DO INFERNO!!! Brindemos com taças esborrotadas de sangue humano… Tin, Tin!!!

ALTAMIR PINHEIRO - SEGUNDA SEM LEI

DRÁCULA: O HOMEM, O LIVRO E OS FILMES

É na região montanhosa da Transilvânia, Romênia, que está localizado o chamado país dos vampiros. Um dos atrativos daquele recanto europeu é o Bran Castle, o castelo que inspirou a lenda do Vampiro Drácula, escrita pelo irlandês Bram Stoke no ano de 1897. Um dos personagens mais famosos da literatura e do cinema, o amedrontador Conde Drácula se apresenta com diferentes faces desde o surgimento do seu mito. Em uma visão geral, destacam-se 3 Dráculas: o REAL, voivoda (príncipe) da Valáquia; o LITERÁRIO, criado por Bram Stoker, misturando a história do príncipe com um conto vampirístico; e o mais popular de todos, o DRÁCULA DA CULTURA POP. Vlad Tepes é sem dúvida nenhuma a principal inspiração para a criação do nome Drácula.

As histórias de vampiros são apresentadas, das mais variadas formas, desde os primeiros séculos. Contadas de geração em geração e registradas em figuras e livros, esse mito acabou se fundindo com Vlad Tepes. O livro Drácula publicado no ano de 1897 é a obra mais célebre de Bram Stoker. Uma novela de ficção gótica, baseada em diversas lendas sobre vampiros e construída através de uma série de cartas, relatos em diários, jornais e registros de bordo, tendo como protagonista o “Conde Drácula”, o vampiro da Transilvânia, que bebe o sangue das pessoas. Na época, a obra foi considerada excessivamente violenta, mas se tornou um best-seller durante todo o século XX. Bram Stoker faleceu em Londres, Inglaterra, no dia 20 de abril de 1912 aos 65 anos de idade.

A novela “Drácula” de Bram Stoker serviu de inspiração para o cinema, dando lugar a vários filmes, entre eles, “Drácula” (1931) dirigido por Tod Browning e protagonizado por BÉLA LUGOSI, “O Conde Drácula” (1970) com direção de Jesus Franco, com CHRISTOPHER LEE no papel principal, “Drácula” (1979) com direção de John Badham, protagonizado por Frank Langella, com LAURENCE OLIVER e Kate Nelligan no elenco, e “Drácula de Bram Stoker (1992), dirigido pelo conhecido cineasta FRANCIS FORD COPPOLA, que dirigiu filmes antológicos como a saga do Poderoso Chefão com destaque para a dupla de atores: Marlon Brando e Al Pacino.

Em que pese à indiferença de alguns críticos do filme em razão dos efeitos especiais, por ter sido filmado em 1992 ou comentários aleatórios à parte, Drácula de Bram Stoker, relata a história do Conde Vlad, homem que lutava pelo cristianismo na Idade Média, e após uma avassaladora vitória numa batalha contra os Turcos, Conde Vlad que era conhecido pelo método de empalar(espetar ou cravar) seus inimigos, perfurando-os inteiramente com sua lança, é assolado por uma terrível desgraça, quando por vingança, os turcos enviam a sua esposa uma falsa mensagem informando-a que o guerreiro havia morrido em batalha, a jovem Elizabeta então, cai em desespero e suicida-se. Ao saber do ocorrido, Vlad renega a Deus, tornando-se por fim, o Drácula que conhecemos.

A pesquisadora do jornal eletrônico Colorindo Nuvens e especialista em VAMPIRISMO, nos relata que o moderno filme do cineasta Coppola, Drácula de Bram Stoker em seus primeiros minutos da fita, é com certeza os melhores de toda obra(por ter assistido ao filme pela “ônzima” vez, eu também concordo com a especialista em filmes de Drácula), a ambientação é bem legal associada ao clima de mistério e suspense que paira sobre a produção, porém esse clima logo se perde, revelando um filme sem muito ritmo. A trama possui cenas de alto teor sexual, passando de alucinações sexuais excessivamente abordadas com diversos personagens além de cenas que sugerem até mesmo a zoofilia. Agora, não se há de negar que, as atrizes Winona Ryder(Mina) e Sady Frost(Lucy) foram escolhidas a dedo. São duas gatas da baba descer!!!

Na verdade, do meio da projeção em diante a narrativa do filme acaba se tornando meio confusa, recheada de acontecimentos desnecessários que se prolongam por muito tempo, consumindo preciosos minutos da obra tornando- a sobretudo, um pouco cansativa. Quem já assistiu à fita, esperava mais, talvez algo mais aterrorizante, sinistro, envolvente, quem sabe o livro original possa transmitir o que a adaptação cinematográfica não foi capaz de fazer a contento. De um modo geral, DRÁCULA é um dos personagens mais fascinantes de toda filmografia da modalidade terror. Tão assustador quanto enigmático, pois causa e inspira medo, pânico e pavor.

A seguir assista ao filme DRÁCULA DE BRAM STOKER dos tempos modernos com imagens e dublagem impecáveis, donde arrematou 3 Oscar em 1993, que tem duração de duas horas e a direção impecável do gênio Francis Ford Coppola. Para quem é adepto do vampirismo (assim como esse pesquisador que vos fala), vale a pena assistir. Recomendo-o.

Clique aqui para acesar o vídeo.

ALTAMIR PINHEIRO - SEGUNDA SEM LEI

EMPANTURRAI-VOS CRISTÃOS FUBÂNICOS!!!

Perus, leitões assados, lombinhos de porco recheados com rodelas de abacaxi, pernil de cordeiro, árvores, bolas, luzinhas, nozes, castanhas, presentes, lembrancinhas, cartões, presépios, presepadas, barulho, embromação, e haja compras… E tome compras… Mais compras… Mesmo com pandemia e sem vacina, natal é assim mesmo, pessoal do JBF!!! Mas, adivinhem quem não curte às festas de final de ano, por absoluta falta de tempo… Sequer vai à terra natal, Palmares!!! Quem adivinhar ganha uma seringa com agulha para se vacinar contra a terrível gripezinha Covid-19?!?!?! Claro que só poderia ser o nosso autêntico editor fubânico, que atravessa o ano inteiro com essa admirável paciência de JÓ que é o incansável penitente sacerdotal, o Papa da paciência: LUIZ BERTO FILHO, que se ocupa em postar o que lhes enviamos diuturnamente (que chova ou que faça sol), com ajuda da sua cativante secretária, uma formosura em pessoa que foi feita na “fôrma” e deslanchou-se nessa escultural beleza feminina que é a charmosa Chupicleide (uma santinha esforçada que nunca tirou férias nem muito menos recebeu em dinheiro o que lhe cabe e é devido e o patrão dela sequer fala em décimo terceiro… Não dá um pio a respeito do assunto!!!). Toda essa injustiça trabalhista ou tudo isso se passa e acontece sobre os olhares complacentes e penosos dos “PIDÃO” Xolinha e Polodoro…

E toca o barco que é natal, gente!!! É natal, é natal, sinos de Belém!!! Votos de felicidades, hipocrisias, trairagem, beijinhos de Judas nas faces, falsidades estampadas nas fuças, esbarrões na calçada com os fubânicos com as mãos ocupadas por sacolas, vinhos franceses, do Porto, do Chile, sendo safras premiadas do Século passado, caipirinha de morango com hortelã, Gin Tônica, uísques escoceses, Espumantes ou champagnes, vinho jurubeba, catuaba, fogo paulista, cidra cereser, gengibre quentinho, licores de frutas regionais e aguardente de cana PAU DENTO fabricadas por Pinheirinho de Garanhuns, pois só vamos ter uma folguinha ou sossego mesmo dessa carraspana quando nos deparamos com as excitantes e afrodisíacas crônicas de Carlito Lima e Carlos Eduardo, com suas belíssimas tiradas relatando sobre passagens de amores prostituídos que vão do Porto de Jaraguá em Maceió ao Alto da Sé em Olinda. Só que, nesse particular, o cabra de Carpina, Cícero Tavares, é o nosso mestre maior, pois trabalha com especialista no ramo fodástico que é a matreira e escrota nas quebradas da putaria à desejada pela clientela, Maria do Bago Mole…

Cerejas, figos, morangos, peras, damascos, pêssegos, ameixas, tâmaras, uva-passa, avelãs, maçãs, romãs, amêndoas e nozes, torta de abacaxi, ricota e coco, torta de banana com doce de leite e chocolate, torta de morango com outras frutas vermelhas, castanha do Pará e a nordestina castanha de caju que tem em abudância no Rio Grande do Norte, especialmente em Natal… Só deixamos ou paramos de saborear essas guloseimas, a partir das ininterruptas sextas-feiras quando nos deliciamos com fartura ao ler os textos enxutos e, geralmente, com um final feliz ou no mínimo uma boa advertência ao personagem que pisou na bola ou traquinou nos seus saudáveis e caprichados escritos, quando nessa tão esperada sexta-feira usufruímos da simpatia e da capacidade literária de Cenas do Caminho da nossa querida escritora, Violante Pimentel!!!

Papais noéis, renas, trenós, trivolins ou carrosséis (lembram-se!!!), rodas gigantes, festões, fitas, embrulhos, pacotes, assados, secos e molhados, neve de isopor, vermelho com verde e dourado, jingle bells acabou o papel, jecas e seus jequinhas “otografando” os rabiscos dos netos e sobrinhos e se brincar ainda aparece o frevo, xote, baião e maracatu embolados com o som de músicas carnavalescas que só interrompemos o passo da vassourinha com sombrinha trocando de mãos para apreciar à leitura dos amantes da viola e do cordel que são os magníficos poetas e poetisa como é o caso específico de Dalinha Catunda, que eu acho é muito!!! E o que dizer dos formidáveis Jesus de Ritinha de Miúdo, Francisco Itaerço, a volta do filho pródigo: Fred Monteiro e a mais nova grata surpresa com seu alto astral contagiante que é a poetisa potiguar Constância Uchoa, como também os nossos intelectuais Marcos Mairton e Pedro Malta… É da baba descer, gente!!!

Que importa os cartões de créditos esfolando o orçamento mensal dos adeptos do JBF, plano de saúde tirando tua cueca ou “caçola” pelo pescoço, teu cheque especial estourado no limite, no vermelho, e o gerente do banco enchendo teu saco no telefone pedindo que cubra o rombo, o atendimento VIP da Tim, da Vivo, Claro e da Oi, levando o teu restinho de cabelo da tua careca, se já não bastasse intermináveis filas na Caixa Econômica Federal pagando o auxílio emergencial ao mundiçal remelento do Bolsa Esmola e os flagelados de Bolsonaro deixados ao Léo pelos bandidos “incarnados” do PT. Só nos contentamos quando aparecem para nos dar um alento mais que confortador as figuras carismáticas ao desenvolverem seus temas profundos e diversificados das canetas colossais dos ótimos colaboradores a começar pelo colunista Maurício Assuero, e dana-se com os prestigiados Carlos Ivan, Goiano (goste-se ou não, dele!!!), George Mascena (com seus textos diferenciados), José Narcélio, Marcelo Bertoluci, Marcos André, Newton Silva (com sua caneta que possui raiz aromática), Rodrigo de León e o bom Roque Nunes.

Janelas pisca-piscando, árvore gigante e mais jecas e jequinhas fotografando naquele bonito e potente celular comprado a prazo em 72 prestações. O Lula com aquele português eclético se gabando por estar solto. E continuemos com nossa enfadonha noite de natal com uma máscara do SUS na fuça, um copo na mão e uma bisnaga de álcool gel 70% no bolso. Mesmo assim, cinicamente, morremos de rir com as botinhas de feltro, sininhos, amigos secretos: não-repara-é-só-uma-lembrancinha-viu?!?!?!, Magina!!! Tando com saúde tá bom, é o que importa!!! Vacine-se para ficar imune da Covid-19, seus abestados!!! Nesse ínterim, o que nos faz “arregalar os zóios” é quando ficamos têti-a-têti com Adônis Oliveira e Sancho Pança com seus textos medindo uma légua tirana daquela de Luiz Gonzaga, mas com muita sustança e precisão em seus contundentes argumentos que fazem parte dos seus conteúdos que são complementados pelo excelente historiador, meu conterrâneo, residente em São Paulo, o memorialista José Domingos Brito.

Taças de acrílicos de cores berrantes de R$ 1,99 compradas em lojas de bugigangas chinesas ou do Paraguai, copos de supermercados de molho de tomate brindando ou fazendo tin tin, por isso, feliz natal, tudo de bom, minha querida família fubânica!!! Lacinhos, ofertas pague-a primeira prestação-só-depois-do-ano-novo-lá pro mês de abril, e pau na suas nádegas flácidas minha senhora, compre… compre mais… entupa-se de compras… Estoure o limite do seu cartão de crédito!!! Está bem, compramos, compramos, compramos, não sabemos direito o porquê, mas compramos… Só puxamos o freio de mão quando nos damos conta que chegou a SEGUNDA-FEIRA COM LEI e harmonia quando nos debruçarmos naqueles fabulosos textos contemplativos do baita cronista do JBF que é o mega intelectual Fernando Antônio Gonçalves. E jamais poderíamos deixar de citar, o excelente jurista José Paulo Cavalcanti que escreve suas exemplares crônicas relacionadas com a cultura, a literatura, as artes, a música. Quando não, por possuir um intelecto invejável, sempre comenta e nos favorece com a leitura de bons livros.

Missa do galo, rabanadas, panetones, goiabadas, bananadas, marmeladas, ceias, parentes, porres, dedo na goela, vômitos, ressacas, engov, epocler, comida que sobrou, ai-fica-mais-gostosa-no-dia-seguinte!!!, farofa de cuscuz com Sardinhas Coqueiro ao molho de tomate, chesters, Papai Noel de chocolate, arroz à grega + maionese estragada + farofa + pimentão suspeito + frutas + jaca + carambola + pitomba + coxa de chester e couro de bacalhau + espinhas de peixes ao molho de coco + carne de charque assada na brasa, tudo no mesmo prato… Que nada!!! Vai pra barriga do mesmo jeito, come-mais-um-pouco-você-não-vai-fazer-desfeita comigo, né mesmo, diz aquela nossa tia gorda e bucho quebrado dentro daquele horroroso vestido azul bufante!!! Depois de tanta asneira, só mesmo acompanhar àquele conjunto organizado de palavras, que apesar de curto e sintetizado tem o conhecido cheiro de Nordeste, do tradicionalista forrozeiro dos bons e o excelente em tudo que se propõe a fazer que é o conhecido e prestigiado compositor Xico Bizerra.

Contagem regressiva, foguetórios, hohohôs, amigos secretos e inimigos ocultos, salões de belezas e barbearias lotados, aquela telefonista virtual e invisível (que é mais chata do que as vozes irritantes da Joyce e da Bárbara juntas) que repete naquele tom azucrinante: se é para adquirir linha disque 7, reclamação disque 13 e se for somente para encher o saco ligue 17. A Covid-19 se alastrando por todo o país e o AINDA PRESIDENTE afirmando que não vai se vacinar nem que a vaca tussa!!! No Brasil de hoje que se tornou à casa da Mãe Joana e do Pai Bozo, o motivo alegado por esse homofóbico de NÃO tomar à vacina é simplesmente em razão de poder virar um jacaré ou correr o risco de ficar com a fala fina… E a tristeza que nos move, com a recusa do gigante d.matt da bonita Balneário Camboriú(SC), de não aceitar o convite de Luiz Berto para fazer parte do JBF, que seria sem a menor sombra de dúvida, mais um baita de um colunista que sabe tudo de cinema, e mais um tiquinho… Que pena!!! Fazer o quê?

E pra variar, estar na praça a “gangue da bomba” arrombando e explodindo caixas eletrônicos, se já não bastasse a gente ter que “TULERAR” o Cangaceiro de Alagoas, um tal de Arthur Lira(PP) favorito ao eleger-se como a segunda pessoa mais importante do país, através do famoso toma lá dá cá ou é dando que se recebe!!! Pois não é que o traíra confesso de 57 milhões de eleitores anda leiloando os ministérios com o centrão. E o que dizer dos relatórios da ABIN e GSI em conluio com um senador marginal que só pensava naquilo e era tarado por rachadinhas?!?!?! E haja engarrafamentos, ônibus e metrôs superlotados, calor dos infernos, cometas de papel e purpurina, corais infantis, trenzinho de Papai Noel rodando com as crianças na Magia do Natal. Enquanto o gigante d.matt não decide, o nosso consolo é que está pintando no pedaço e pode ser a mais nova contratada do conglomerado JBF que tem como editor, o penitente sacerdotal Luiz Berto Filho que possui um faro de malassombrado, pois só convida para fazer parte da família fubânica gente de alto nível e a qualquer momento poderemos estar ganhando um presente de natal, diretamente dos Steites, a companhia de Eliane Lawrense que já demonstrou ser do ramo. Que seja bem-vinda!!!

Ainda bem que este ano à Rede Globo NÃO apresentará o programa do aleijado (digo melhor: deficiente físico) Roberto Carlos, amor, amor, amor, emoções, vivendo esse momento lindo, com certeza se houvesse a tal exibição nesses dias de coronavírus e 200 mil mortes por falta de UTI’s, o cara esticada que tá parecendo uma múmia paralítica quando aparece sem maquiagem, com certeza que mais uma vez iria falar na defunta Maria Rita… jingle da Globo: hoje a festa é sua… minha o cacete, ora porra!!! Só mesmo o grande Peninha diretamente de Tupi Paulista muito bem assessorado pelo seu neto Enrico para nos socorrer com uma seleção musical arretada e um repertório danado de bom, vindo a tira colo a precisa coluna do Bernardo e o simplesmente ótimo Severino Souto, que todos eles nos leva ao ineditismo dos detalhes noticiosos diários e das reminiscências musicais, como também das imagens deslumbrantes que é de encher os olhos e lavar à alma.

Finalmente, eu não troco as duas maiores festas religiosas comemoradas no mundo inteiro que é o natal e a virada do ano por uma leitura provinciana que fala tão bem de nossas raízes, na qual viajamos no tempo e nos deleitamos com os textos dos sabidos caipiras ou matutos eruditos formado pela dupla Aristeu Bezerra (que é mestre em frases de efeitos) e José de Oliveira Ramos (que é agrônomo sem diploma), que sempre nos brinda com contos do cotidiano trazendo em seu bojo nossa autêntica cultura regional. De pronto, vamos à noite de natal, então vamos lá!!! Donas-de-casa barrigudas desejando-nos feliz isso e aquilo, cartões eletrônicos cheios de germes, velas encarnadas e coloridas, nessa pandemia os supermercados assaltando mais do que pivete na rua (que não nos deixe mentir os preços do arroz, do óleo e da puta que pariu!!!), trombadinhas ou maloqueiros tentando lavar nosso carro na marra no estacionamento e, o cidadão com medo de ver seu automóvel arranhado, com cara de tacho, sede aos caprichos desses flanelinhas canalhinhas, bandinha de pífano e zabumba de quatro bêbados tocando na calçada da igreja em troca de centavos pra tomar uma cachaça PAU DENTO, beatas e carolas encruadas na missa do galo, enquanto chega à hora certa do sacristão correr a sacolinha entre os fiéis, o Corpo de Cristo na hóstia sagrada e o sangue que é bom, que é o vinho de missa, esse ninguém distribui. Só o padre bebe. Jingle bells… jingle bells… jingle bells… É natal… É natal… Sinos de Belém…

ALTAMIR PINHEIRO - SEGUNDA SEM LEI

CHRISTOPHER LEE: UMA LENDA DOS PALCOS, DAS TELAS E DA VIDA…

Superando até o Mocinho ou mesmo o Xerife em filmes faroestes, o mais popular de todos os personagens da história do cinema chama-se DRÁCULA. Tarzan, Zorro, James Bond, Daniel Boone, Kung Fu, Kojak, Durango Kid, Sherlock Holmes, Rin Tin Tin, Frankenstein, e até mesmo Jesus Cristo perdem em popularidade cinematográfica para o príncipe romeno ou príncipe das trevas. Segundo o maior banco de dados sobre cinema do planeta, O INTERNET MOVIE DATABASE, foram produzidos nada menos do que 1.298 longas-metragens e seriados de TV que apresentam vampiros, sendo que um sexto desse total – mais de 200 filmes – trazem o aristocrata oriundo da Transilvânia como protagonista ou coadjuvante.

O mundo da sétima arte passou a associar os vampiros a seres aristocráticos, olhar hipnótico, longos caninos brancos, vestidos de negro, usando longas capas esvoaçantes, tementes da cruz cristã e do sol. O sucesso alcançado incentivou o lançamento da série de filmes de baixo orçamento da Universal, estúdio de pequeno porte que passaria as décadas de 1930 e 1940 investindo em monstros como Frankenstein e a Múmia. Na verdade, quando se fala em Vampiro, Morcego, Lobisomem, Túmulo, Conde, Monstro, Drácula, vem à nossa memória a figura de Christopher Lee.

Pois bem, Bela Lugosi destacou-se como o primeiro, mas o DRÁCULA mais celebrado do cinema é Christopher Lee. Durante a época célebre da Hammer (produtora inglesa que se especializou em horror e ficção), esse ator britânico metamorfoseou-se no rei dos vampiros. A Hammer restaurou o figurino do clássico da Universal e adicionou sexo, violência e cor – especialmente o vermelho do sangue – à narrativa. O interessante do conde de Lee é seu ar ameaçador, auxiliado pela maquiagem impecável e pela voz aguda do ator. Lee repetiria sua criação em mais sete filmes. Embora ele odeie o personagem que o marcou, estará sempre associado a ele. Portanto, Sean Connery está para James Bond, assim como Christopher Lee para o Conde Drácula.

Os bons cinéfilos do mundo inteiro são unânimes em afirmar que, Christopher Lee tornou-se numa lenda viva nos filmes de horror. Na verdade, ele é um tipo de mago da nossa era. ele é um ícone das fantasias que distrai as nações e as mentes para um estágio irreal, mas que no fundo mostra o mundo da maneira que ele é realmente, pois os vampiros estão entre nós. Na realidade eles agem nas noites do século XXI sem o mínimo disfarce e a luz do dia eles estão criando e expandindo os seus clãs, inexoravelmente. Você sabia que em pleno Século XXI, ainda há muitos vampiros espalhados pelo mundo de meu Deus?!?!?! Claro que esses malignos NÃO pintam, bordam e mordem com seus dois grandes caninos como reza a lenda, mas de outras formas, através do arsenal de armas de fogo, faca, droga, estupro com morte e outras formas cruéis que assola essa nação brasileira sem governo numa escalada violenta sem paralelo.

FILMES JÁ ASSISTIDOS POR MIM, OS QUAIS RECOMENDO-OS: A maldição de Frankenstein(filme de 1957) – O Vampiro da Noite(1958) – O Monstro de Duas Faces, A Múmia e o Cão dos BasKervilles(todos de 1959) – Drácula, o Vampiro do Sexo(1963) – O Castelo dos Mortos Vivos(1964) – Drácula, o Príncipe das Trevas(1966) – Drácula, o Perfil do Diabo e As Bodas de Satã(1968) – O Conde Drácula(1970) – O Sangue do Drácula(1970) – O Expresso do Horror(1972) – Drácula no Mundo da Minissaia(1972) – Os Ritos Satânicos de Drácula(1973) – Drácula Pai & Filho(1976) – Passageiros do Inferno(1979) – A Mansão da Meia-noite(1983) – Trem da Morte(1993) – A Noiva-cadáver(2004) – Caça às Bruxas(2011) – Sombras da Noite(2012) – Trem Noturno para Lisboa(2013).

Assista alguns deles, na íntegra, dublados ou legendados:

O Expresso do Horror (1972)

O Castelo dos Mortos Vivos 1964)

O Expresso do Horror (1972) Dublado

Os Ritos Satânicos de Drácula – 1973 – Dublagem Clássica

ALTAMIR PINHEIRO - SEGUNDA SEM LEI

CHRISTOPHER LEE: UMA LENDA DOS PALCOS, DAS TELAS E DA VIDA…

Superando até o Mocinho ou mesmo o Xerife em filmes faroestes, o mais popular de todos os personagens da história do cinema chama-se DRÁCULA. Tarzan, Zorro, James Bond, Daniel Boone, Kung Fu, Kojak, Durango Kid, Sherlock Holmes, Rin Tin Tin, Frankenstein, e até mesmo Jesus Cristo perdem em popularidade cinematográfica para o príncipe romeno ou príncipe das trevas. Segundo o maior banco de dados sobre cinema do planeta, O INTERNET MOVIE DATABASE, foram produzidos nada menos do que 1.298 longas-metragens e seriados de TV que apresentam vampiros, sendo que um sexto desse total – mais de 200 filmes – trazem o aristocrata oriundo da Transilvânia como protagonista ou coadjuvante.

O mundo da sétima arte passou a associar os vampiros a seres aristocráticos, olhar hipnótico, longos caninos brancos, vestidos de negro, usando longas capas esvoaçantes, tementes da cruz cristã e do sol. O sucesso alcançado incentivou o lançamento da série de filmes de baixo orçamento da Universal, estúdio de pequeno porte que passaria as décadas de 1930 e 1940 investindo em monstros como Frankenstein e a Múmia. Na verdade, quando se fala em Vampiro, Morcego, Lobisomem, Túmulo, Conde, Monstro, Drácula, vem à nossa memória a figura de Christopher Lee.

Pois bem, Bela Lugosi destacou-se como o primeiro, mas o DRÁCULA mais celebrado do cinema é Christopher Lee. Durante a época célebre da Hammer (produtora inglesa que se especializou em horror e ficção), esse ator britânico metamorfoseou-se no rei dos vampiros. A Hammer restaurou o figurino do clássico da Universal e adicionou sexo, violência e cor – especialmente o vermelho do sangue – à narrativa. O interessante do conde de Lee é seu ar ameaçador, auxiliado pela maquiagem impecável e pela voz aguda do ator. Lee repetiria sua criação em mais sete filmes. Embora ele odeie o personagem que o marcou, estará sempre associado a ele. Portanto, Sean Connery está para James Bond, assim como Christopher Lee para o Conde Drácula.

Os bons cinéfilos do mundo inteiro são unânimes em afirmar que, Christopher Lee tornou-se numa lenda viva nos filmes de horror. Na verdade, ele é um tipo de mago da nossa era. ele é um ícone das fantasias que distrai as nações e as mentes para um estágio irreal, mas que no fundo mostra o mundo da maneira que ele é realmente, pois os vampiros estão entre nós. Na realidade eles agem nas noites do século XXI sem o mínimo disfarce e a luz do dia eles estão criando e expandindo os seus clãs, inexoravelmente. Você sabia que em pleno Século XXI, ainda há muitos vampiros espalhados pelo mundo de meu Deus?!?!?! Claro que esses malignos NÃO pintam, bordam e mordem com seus dois grandes caninos como reza a lenda, mas de outras formas, através do arsenal de armas de fogo, faca, droga, estupro com morte e outras formas cruéis que assola essa nação brasileira sem governo numa escalada violenta sem paralelo.

FILMES JÁ ASSISTIDOS POR MIM, OS QUAIS RECOMENDO-OS: A maldição de Frankenstein(filme de 1957) – O Vampiro da Noite(1958) – O Monstro de Duas Faces, A Múmia e o Cão dos BasKervilles(todos de 1959) – Drácula, o Vampiro do Sexo(1963) – O Castelo dos Mortos Vivos(1964) – Drácula, o Príncipe das Trevas(1966) – Drácula, o Perfil do Diabo e As Bodas de Satã(1968) – O Conde Drácula(1970) – O Sangue do Drácula(1970) – O Expresso do Horror(1972) – Drácula no Mundo da Minissaia(1972) – Os Ritos Satânicos de Drácula(1973) – Drácula Pai & Filho(1976) – Passageiros do Inferno(1979) – A Mansão da Meia-noite(1983) – Trem da Morte(1993) – A Noiva-cadáver(2004) – Caça às Bruxas(2011) – Sombras da Noite(2012) – Trem Noturno para Lisboa(2013).

Assista alguns deles, na íntegra, dublados ou legendados:

O Expresso do Horror (1972)

O Castelo dos Mortos Vivos (1964)

O Expresso do Horror (1972) Dublado

Os Ritos Satânicos de Drácula (1973) Dublagem Clássica

ALTAMIR PINHEIRO - SEGUNDA SEM LEI

CHRISTOPHER LEE, O MAIOR ATOR DO MUNDO

O ator inglês Christopher Lee ficou famoso, principalmente, por seus papéis como Drácula, Saruman, em O senhor dos anéis, e o Conde Dooku, da mais recente trilogia Star Wars. Mas, dos seus quase dois metros de altura e 93 anos de idade, Christopher fez mais, muito mais. Inacreditavelmente mais, de acordo com levantamento feito por este colunista e também com ajuda do pesquisador o comunicador empresarial Rodrigo Santo, eis um trabalho que há bastante fatos curiosos da incrível biografia do ator. SENÃO VEJAMOS:

Christopher Lee era um jovem adulto quando a Segunda Guerra Mundial estourou. Como muitos da sua geração, ele foi convocado e lutou contra os nazistas. Em pouco tempo, passou a fazer parte da elite das forças especiais inglesas. Ian Flamming, o criador de James Bond, sugeriu que Lee ganhasse o papel principal na primeira adaptação para o cinema, uma vez que o ator era basicamente “um James Bond da vida real”. Contudo, ele acabou dando vida a um dos vilões no filme 007 Contra o Homem com a Pistola de Ouro.

Em 1920, ainda apenas um garoto, Lee conheceu o Príncipe Yusupov e o Gran-duque Dmitri Pavlovich, os assassinos do monge russo RASPUTIN (papel que ele viveria em 1966, no filme Rasputin the Mad Monk). Aos 17 anos, Christopher presenciou a morte de Eugen Weidmann em Paris, a última pessoa a ser guilhotinada em praça pública na França. Ele também foi o único membro do elenco de O senhor dos anéis a conhecer Tolkien em pessoa(Sul africano que foi escritor, filólogo e professor universitário inglês), quando o encontrou por acaso em um bar. Reza a lenda que, naquela mesa de bar, Tolkien deu sua benção para que Lee vivesse o papel de Gandalf numa eventual adaptação da obra para os cinemas.

Em sua longa existência foi um excelente cantor de ópera e de heavy metal. Na juventude, o ator foi convidado por um dos maiores tenores da época, Jussi Bjorling, para fazer parte de sua companhia de ópera. Christopher Lee, tanto foi Sherlock Holmes como também Mycroft Holmes. Não contente em viver o irmão do detetive mais famoso do mundo em A Vida Íntima de Sherlock Holmes(filme de 1970), Lee também viveu Sherlock em pessoa no longa Sherlock Holmes e o Colar Mortal. E também foi Henry Baskerville, em O cão dos Baskervilles(filme de 1959), uma das clássicas aventuras do detetive de Arthur Conan Doyle, um escritor e médico britânico, nascido na Escócia, mundialmente famoso por suas 60 histórias sobre o detetive Sherlock Holmes, consideradas uma grande inovação no campo da literatura criminal.

Em 2007, o livro Guinness conferiu ao ator o título de maior número de créditos cinematográficos, com 244 aparições em filmes naquele ponto de sua carreira. De lá até sua morte, em 2015, ele participou em mais 14 filmes que foram lançados nos últimos 13 anos desde o prêmio que ele recebeu do LIVRO DOS RECORDES. Christopher não é só um grande ator. Segundo o que diz a sua obra cinematográfica nas telonas de projeções em todos os continentes e em dezenas de séries de TV, ele foi o maior ator do mundo. Inclusive, literalmente, com os seus quase dois metros de altura, e também mantém o recorde de número de filmes com luta de espadas: 17. Como também era um esportista premiado em esgrima.

Christopher Lee encarnou vilões históricos do cinema, em praticamente todos os períodos de sua longa carreira – todos eles de carisma equivalente ou superior ao dos mocinhos do bem. Era tentador torcer para o mal triunfar ao vê-lo na pele de personagens que amamos odiar. Christopher Lee foi um ator que deu vida ao monstro Frankenstein ou então ao Conde Drácula. Em sua trajetória de sete décadas foi um ícone do cinema, um contador de histórias, testemunha ocular da história de todo o Século XX e início do XXI. Como escreveu, no ano da morte do ator, em 2015, o primeiro-ministro britânico, David Cameron, quando prestou tributo ao conterrâneo, o qual considerou “um titã da Era de Ouro do Cinema”.