ADONIS OLIVEIRA - LÍNGUA FERINA

POR QUE O BRASIL NÃO CRESCE? (E não crescerá nunca!)

Há algumas décadas atrás, um dos meus irmãos sobrevivia através da fabricação, venda e aplicação de luminárias tubulares para lâmpadas fluorescentes. O grande problema que ele enfrentava era o fato de que só vendia para grandes obras. Estas, normalmente eram solicitadas por órgãos governamentais, geralmente péssimos pagadores.

Pois bem: Certa vez, anunciou-se a licitação para uma grande reforma no prédio do comando de uma das armas em nossa cidade, Recife. Nesta reforma, haveria a necessidade de que fosse substituída uma grande quantidade destas mesmas luminárias.

Meu irmão, ao conversar com o responsável pela licitação, foi de pronto informado que a verba que havia sido disponibilizada para a aquisição das luminárias era de R$ 260.000,00. A pessoa que lhe “soprou” esta informação crucial já se qualificou para receber algum agrado ao final do certame e cujo valor não ficou previamente definido.

Segundo tudo indicava, seria um excelente negócio. De acordo com os cálculos efetuados por ele, o custo total da obra não deveria ultrapassar os R$ 90.000,00; mesmo sendo bastante conservador nas contas. Toda a transação deveria deixar um belo lucro. Assim, ele partiu para o ataque com tudo:

A primeira providência foi oferecer um pagamento de R$ 10.000,00 a três concorrentes seus, a fim de que cada um deles apresentasse uma proposta de valor um pouco superior ao total da verba que havia sido liberada. Isto visava apenas “calçar” a sua proposta, que deveria ser a “Vencedora” da licitação. Como podemos ver, tudo absolutamente dentro da mais estrita ordem da lei das licitações. Só aí já consumiu R$ 30.000,00 da verba.

A providência seguinte foi se reunir com o comandante da unidade a fim e lhe apresentar relatório sobre o bom andamento da licitação. Ao ser informado das tratativas já efetuadas, o ínclito militar bradou alto e bom som:

– Eu não quero nem saber, porra! R$ 50.000 desse dinheiro é meu e o resto que se foda!

É obvio que o meu irmão aquiesceu prontamente:

– É claro, meu comandante! É justo, muito justo!

Ocorreu-lhe, porém, de aproveitar esta conversa tão alvissareira para indagar ao nobre militar esta questão de transcendental importância:

– Comandante! Tudo bem, mas na hora de liberar o pagamento não vai haver nenhuma delonga não, né?

Ao que o bravo militar redarguiu de bate-pronto:

– Isto já não é comigo. É com o Capitão Fulano ali, nosso tesoureiro.

O Capitão, que estava presente neste modesto convescote, bradou lá do seu canto:

– Eu quero R$ 30.000,00 e não se fala mais nisso!

Só para encurtar esta estória…

O Sargento que fazia as medições para liberar os pagamentos, também exigiu uma fatia do bolo.

O Tenente, que autorizava a liberação dos pagamentos, igualmente exigiu um naco do butim.

Até o Soldado estafeta, que era quem trazia o cheque dos pagamentos em envelopes, também exigiu algum para entregar o documento. Caso não déssemos, corríamos o risco de ver o cheque “extraviado” no caminho. Como consequência, teríamos um IPM – Inquérito Policial Militar a fim de descobrir o que havia acontecido com o referido documento. Pode considerar que levaria, no mínimo, uns 06 meses até o pagamento ser liberado, se é que seria. Melhor não correr este risco e dar a propina do soldado também. Foi o que fizemos. Eu só sei que a obra, ao final, deu foi prejuízo ao meu irmão. Tinha ladrões de mais!

Eu pensava que, a partir daquela foto icônica em que Maurício Marinho pinçava delicadamente um pacote de dinheiro oriundo das maracutaias praticadas nos Correios, e com toda a confusão dela decorrente: todo o processo do mensalão no STF, as prisões, os escândalos se sucedendo todos os dias, não fosse tudo isso suficiente, ainda mais com a lava-a-jato, as prisões de grandes empresários, os volumes monstruosos de dinheiro que foram desviados, a imensa relação de maracutaias, mutretas, trambiques, projetos desastrosos extraídos a ferros das entranhas nauseabundas das estruturas governamentais aparelhadas pelo PT, simplesmente visando a auferição de propinas milionárias, teria sido um tanto quanto minorada a sofreguidão dos agentes públicos.

Ledo engano meu! A patifaria agora é que está grande!

Para confirmar isto, basta dar uma pequena olhada nas matérias divulgadas pela internet a respeito das ações praticadas pelo valhacouto de ladrões conhecido como Congresso Nacional. A opção da corja ali dominante parece ter sido para dar total prioridade à falência do nosso país, de modo que não se diga depois que Bolsonaro e sua equipe conseguiram consertar o imenso estrago que a gangue de Lula conseguiu fazer nesta bodega.

É o Congresso, de um lado, torpedeando tudo de bom que a equipe de Bolsonaro queira fazer; é o STF, do outro lado, detonando todas as iniciativas de moralização do cabaré e, enquanto isso, Lula e hordas de canalhas do mais alto calibre percorrem o mundo todo avacalhando de todas as formas possíveis e imagináveis, com o nosso país, com o nosso povo e com o nosso governo.

CHEGA!!!

ACABOU NOSSA PACIÊNCIA!

EI! BOLSONARO! FECHA LOGO ESSAS MERDAS! (CONGRESSO E STF)

BOTA LOGO OS TANQUES NAS RUAS, PORRA!

PRENDE ESSE MONTE DE FILHOS DA PUTA E DESPACHA TUDINHO PARA CUBA E PARA A VENEZUELA! VÃO FAZER LAMBANÇA NA PUTA QUE OS PARIU!

OU SERÁ QUE O CAPITÃO AFROUXOU DEPOIS DE VELHO?

ADONIS OLIVEIRA - LÍNGUA FERINA

PERNAMBUCO IMORTAL!

Esta é a bandeira original de Pernambuco. Foi criada pelo padre João Ribeiro Pessoa de Melo Montenegro, em 1817, como símbolo da Revolução Liberal que pretendia separar Pernambuco, junto com os demais estados do Nordeste, do restante do país. Foi adotada em 6 de março de 1817. Vigeu apenas durante o curto período em que a revolução foi vitoriosa, sendo depois banida e proibida pelos governos imperiais. A bandeira original foi mantida escondida por patriotas durante quase um século e, hoje, encontra-se exposta no Instituto Arqueológico, Histórico e Geográfico de Pernambuco, na Rua do Hospício. Em 1917, no centenário da revolução, foi adotada como sendo a bandeira oficial do estado, por decreto do então governador, Manoel Antônio Pereira Borba.

O detalhe que chama a atenção é apresentar 3 estrelas, ao invés de apenas uma, como é a versão atual. Representavam as províncias da Paraíba e do Rio Grande do Norte, parceiras na aventura revolucionária separatista. Deveriam ser acrescentadas mais estrelas, à medida que novas províncias se juntassem à nova república.

Hino de Pernambuco

A “Nova Roma de bravos guerreiros” tem uma longa história de rebeldia, patriotismo e heroísmo, muito especialmente quando se trata de defender os princípios liberais que estão profundamente entranhados na alma dos pernambucanos.

Sofremos longamente, desde 1640 até 1654, para conseguir a expulsão dos holandeses de nosso território. A partir daí, e por opção própria, retornamos ao regaço da coroa portuguesa. Como consequência, passamos a sofrer sob o comando de uma sucessão de canhestros governadores, todos representantes da corte de Lisboa. Não fora para isso que os pernambucanos haviam pelejado duramente contra os batavos, especialmente quando consideramos que realizamos esta proeza sem que nenhuma ajuda nos viesse de Portugal ou da Bahia, já que o próprio Portugal se encontrava também extremamente debilitado pois havia acabado de ser liberado do jugo da corte espanhola, em 1640, após o final do que ficou conhecido como a “União Ibérica”.

Já em 1711, como consequência da hegemonia dos mercadores portugueses sobre a economia pernambucana, travou-se a guerra empreendida pelos senhores de engenho da terra contra os mercadores portugueses alojados em Recife. Nesta ocasião Bernardo Vieira de Melo liderou, na Câmara de Olinda onde era vereador, o primeiro grito pela independência do Brasil e pela implantação de uma República aqui em nossa pátria pernambucana, razão pela qual nosso hino apregoa que “A República é filha de Olinda!”

Esta nossa convivência pacífica e harmoniosa entre diferentes estratos de uma população heterogênea é herança do período onde fomos comandados pelo Príncipe Maurício de Nassau (1630 a 1640), ocasião na qual funcionou em Recife a primeira Câmara de representantes do povo, Câmara esta repartida igualmente entre os holandeses, os portugueses e os pernambucanos.

Todo este nosso sentimento de natividade permaneceu latente ao longo do século XVIII, terminando por culminar em diversas sedições ocorridas ao longo do século XIX, todas de caráter liberal e republicano.

Iniciamos este século com a conspiração dos irmãos Cavalcante, do engenho Suassuna, em 1801. Era o ato final de uma longa ebulição advinda da independência norte-americana, em 4 de julho de 1776, seguida da Revolução Francesa de 1789 e do longo período das Guerras Napoleônicas na Europa. Esta conspiração, mais uma vez de cunho liberal, emancipacionista e republicana, era a continuação de todo um processo de formação da mentalidade política da capitania, vinda desde os seus primórdios.

O processo de fermentação política exacerbou-se ainda mais com a vinda da família imperial portuguesa para o Brasil, já em 1808, o que levou a algumas consequências fundamentais para a formação de uma forte onda de desejo por emancipação do domínio português. Os principais fatores foram a enorme elevação nos impostos a serem pagos sobre a produção de açúcar e algodão, principais produtos da capitania mais rica do país, a fim de fazer frente às imensas despesas decorrentes da instalação da corte no Rio de Janeiro, cominadas com uma grande seca que, em 1816, reduziu substancialmente a produção, junto com as despesas advindas da necessidade de enfrentar antagonismos diversos nas províncias cisplatinas.

A gota d´água que fez transbordar a revolta foi o sistemático preterimento das lideranças locais, quando da nomeação de posições de comando, sempre em detrimento dos da terra e em favor de protegidos advindos da corte portuguesa. O gatilho que detonou a revolta foi quando o então governador da província, Caetano Pinto de Miranda Montenegro, ordenou ao Brigadeiro Manoel Joaquim Barbosa de Castro que executasse a prisão dos principais conspiradores revoltosos. Este, em 6 de março de 1917, ao dar ordem de prisão ao capitão José de Barros Lima, este sacou a espada e, num único golpe, degolou o brigadeiro. O governador, com medo de morrer também, se refugiou no Forte do Brum e, na primeira ocasião, fugiu embarcando em direção à capital no Rio de Janeiro. A partir daí os revoltosos foram os senhores absolutos da situação durante 70 dias. Tal ato de bravura e valentia, que rendeu a Barros Lima o apodo de “Leão Coroado”, foi o suficiente para inflamar a população e, em sua homenagem, todos os anos assistimos às exibições de diversos maracatus que, em sua homenagem, levam seu nome (em Olinda, Araçoiaba, Lagoa de Itaenga, em Recife, etc.) e Pernambuco passou a ser conhecido como “O Leão do Norte”.

Maracatu Nação Pernambuco

Lenine

A liderança do movimento separatista era exercida pelas pessoas de maiores letras da província: Os padres, todos formados no seminário de Olinda, juntamente com comerciantes, congregados através do movimento maçônico e cuja formação intelectual tinha forte embasamento nos princípios iluministas franceses. Eram estes detentores de todo um maciço apoio por parte da maioria absoluta de nossa população.

A partir deste movimento, a capitania de Pernambuco passou a ser a “República de Pernambuco” e tornou-se a única no Brasil todo a conquistar a sua independência. Chegamos a enviar um embaixador aos Estados Unidos, o Cruz Cabugá, o qual foi bem recebido por eles que nos reconheceram como independentes. Estabelecemos contatos com Napoleão Bonaparte, a esta altura prisioneiro na Ilha de Santa Helena, situada entre a costa pernambucana e a África, a fim de que este viesse assumir a liderança da nossa jovem nação.

Ocorre que a festa durou apenas míseros 70 dias. O governo imperial aglutinou imensas forças militares na Bahia e estas marcharam contra os pernambucanos. Nossa primeira derrota foi a traição do povo das Alagoas. Estes, seduzidos pela promessa de emancipação de Pernambuco, permitiram que as tropas imperiais, não só atravessassem o Rio São Francisco incólumes, como também atravessassem todo o território alagoano sem dar um único tiro. Só vieram a encontrar resistência a partir de Barreiros e Palmares. Alagoas nasceu de uma traição!

Ao se apoderar da praça do Recife, além da enorme quantidade de pernambucanos que morreram em combate, as tropas imperiais mandaram executar e esquartejar centenas de revoltosos. Talvez seja esta a razão pela qual o povo recifense tenha um rancor atávico contra os baianos, assim como não haja uma praça, rua, ou qualquer outro logradouro nesta capital que homenageie D. João VI ou D. Pedro I.

Só sei que até hoje, o povo pernambucano é respeitado e conhecido por duas coisas: a primeira é que é um povo valente e soberano. A segunda é que não leva desaforo para casa.

Por isso tudo, o povo de Pernambuco deu ao nosso país inúmeras lições de valentia, de amor próprio, de amor pela terra natal, de povo que não foge à luta. Viva Pernambuco! Imortal! Imortal!

Hoje, devido às sucessivas e abjetas lideranças de canalhas e patifes, o Bravo “Leão do Norte” se encontra em estado lastimável: Velho, decadente, desdentado e brocha…reduzido que foi a uma situação de completa penúria e mendicância por repasses federais a fundo perdido, repasses estes bancados pelos estados mais desenvolvidos do sul do país. A mesma terra que deu à luz criaturas do porte de Frei Caneca, Frei Miguelinho, Vigário Tenório, Dom Vital, João Fernandes Vieira, André Vidal de Negreiros, Felipe Camarão, Bernardo Vieira de Melo, Barros Lima, Bernardo Vieira de Melo, Joaquim Nabuco, e tantos outros desta estirpe, esta terra de contrastes também vomitou excrescências nauseabundas como o megapatife de nove dedos e seu fiel lacaio, um certo bosta.

Por tudo isso, considero-me muito mais PERNAMBUCANO, que brasileiro. VIVA PERNAMBUCO!

Hino de Elefante

ADONIS OLIVEIRA - LÍNGUA FERINA

O HORROR! O HORROR!

Profundíssimamente hipocondríaco,
Este ambiente me causa repugnância.

Augusto dos Anjos

É fato que salta à vista a brutal incompetência da administração pública, nos seus diferentes níveis, em prover a população com meios de transporte de massa e vias de circulação que apresentem condições mínimas de trafegabilidade. Para corroborar tal constatação, basta uma pequena circulada pelas mesmas.

Diante deste fato que, ademais, não é privilégio de nossa cidade, sendo o mesmo presente em maior ou menor grau em todo o restante de nosso país, temos índices de acidentes de trânsito que fariam corar ao mais desalmado dos carrascos nazistas. São, proporcionalmente, cerca de 50 mortes por acidentes de trânsito, em nosso país, para cada uma nos países minimamente civilizados. Esta é a razão pela qual morrem cerca de 50.000 pessoas a cada ano e para termos miríades de cruzes a margear as nossas catastróficas estradas. Aparentam verdadeiros cemitérios lineares. Fosse este costume de implantar cruzes em locais onde morreu alguém por acidente de trânsito estendido às nossas cidades, habitaríamos em verdadeiros cemitérios.

Além da carnificina acima mencionada, temos ainda que considerar que, para cada morte verificada no trânsito, temos cerca de 10 pessoas incapacitadas, temporária ou permanentemente. Esta é a principal razão pela qual nosso sistema hospitalar é sempre incapaz de atender à monstruosa demanda, assim como a origem do verdadeiro frenesi instalado em nossos caridosos governantes a fim de prover “acessibilidade” a esta multidão de 500.000 aleijados (permanentes ou não) produzidos a cada ano por esta máquina de moer gente que é o nosso trânsito. Administram porcamente a consequência e não eliminam a causa. Isto sem falar na falência de nossa previdência ao aposentar esta multidão de incapacitados (Despesa de R$ 800 Bilhões este ano – quase 20% do PIB – e crescendo exponencialmente).

A brilhante solução encontrada pelos nossos “gênios” de plantão é sempre reduzir os limites de velocidade permitidos. Solução simples, rápida, barata, óbvia, imediata e, para variar, TOTALMENTE ERRADA! Assim, o grande problema do nosso trânsito passa a ser o fato das pessoas simplesmente desejarem se deslocar de forma rápida e segura. Andássemos todos nos arrastando a 10 ou 20 Km por hora, os problemas desta trupe estariam todos resolvidos. Lógico que os da população estariam totalmente esquecidos, como de fato tem estado nos últimos tempos. Não sabem eles, ou não querem nem saber, que as estradas da Alemanha possuem faixas SEM LIMITE DE VELOCIDADE, ou onde a velocidade MÍNIMA é de 110 Km/h, e sem que haja nem de longe a quantidade de acidentes que temos. Como será que eles fazem?

Acresce a esta brutal incompetência já mencionada, se é que é só incompetência, o total arbítrio na tomada de decisões. O limite de velocidade imposto ora é 60 Km/h, ora é 30, ora é 40, ora é 20, ora é 80.

Não há critério algum! O critério é o mais absoluto arbítrio, ou mesmo o mau humor do dirigente de plantão, cuja credencial maior para ter sido nomeado para o cargo, normalmente, é o fato de ser irmão do cunhado da sobrinha da empregada doméstica da amante do deputado que está na assim chamada “base aliada”. Fantástico! Isto quando não é o “operador” do partido que lhe conseguiu a mamata. E pior ainda: acham que estão realizando uma grande obra.

Tudo isso sem falar das mil vezes amaldiçoadas lombadas, invenção demoníaca dos demagogos brasileiros que já foi banida inúmeras vezes de nosso país, através da legislação do CONATRAN, e que insiste em retornar cada vez com mais pujança. Até a Polícia Rodoviária já a aplica a seu bel talante, mesmo em rodovias que, supostamente, deveriam ser autopistas.

A consequência do festival de horrores acima narrado é termos um verdadeiro “apagão” em nosso direito de ir e vir devido aos constantes engarrafamentos. Trajetos que deveriam durar 5 ou 10 minutos demandam horas. Os que seriam para durar horas, duram dias. O prejuízo econômico imenso causado é difícil até de mensurar. Isto sem mencionar o tremendo desconforto e infelicidade causados a toda a população quotidianamente. Ao se estrangular o trânsito com estas reduções arbitrárias nos limites de velocidade, este passa a fluir com tremenda lentidão, se é que flui. É o que os médicos chamam de IATROGENIA. A doença é causada pelo remédio aplicado, chegando este até mesmo a matar o paciente. Esta é sempre a consequência final de aprendizes de feiticeiros incompetentes e arrogantes, aboletados em dezenas de órgãos, em diferentes níveis governamentais, palpitando todos em uma mesma área e nenhum deles resolvendo o problema para o qual foram criados e cevados.

Para completar, não basta cair do cavalo: a queda tem que ser seguida do coice. Instalam-se milhares de controladores eletrônicos de velocidade, mesmo nos locais mais inusitados e inapropriados. Virou uma farra! O cidadão é depenado sem dó nem piedade por este “Big Brother” amaldiçoado. A espoliação é tanta que já virou fonte de receita significativa para miríades de municípios falidos e de “contribuições não contabilizadas” para os desonestos tiranetes locais, mancomunados com as empresas provedoras de tais dispositivos.

No meio deste quadro dantesco, segue o cidadão sendo esfolado vivo diuturnamente: seja através dos impostos estratosféricos embutidos no preço do automóvel, seja através das taxas escorchantes que lhes são cobradas para poder circular em veículo de sua propriedade, seja através do custo do combustível, seja através das artimanhas legais da abjeta “indústria de multas” acima descrita. Tudo isto, só porque acreditou na parte da constituição brasileira que lhe assegura o direito de ir e vir.

Recife, 20/06/2015

Este foi o primeiro artigo por mim escrito para o JBF, já se vão quase 05 anos. Entra ano, sai ano, e o papel de otário feito pela população brasileira, muito especialmente a nordestina, sujeita a todo tipo de desmando e de arbitrariedades oriundas da abjeta classe de administradores públicos, só se agrava.

Em cada esquina de nossas cidades, encontram-se sempre e impreterivelmente milhares de guardinhas de trânsito, municipais, estaduais e até federais, todos de bloco e caneta em riste, sempre prontos e ávidos para empurrar o pau sem pena em todo e qualquer cidadão que apresente a mínima possibilidade de ser por eles esfolados através das multas atrabiliárias e escorchantes.

Se coçar a orelha…. É porque estava usando o celular. E TOME MULTA!

Se passar em baixa velocidade pelo semáforo e este mudar para amarelo enquanto isso…. Atravessou com o sinal fechado! E TOME MULTA!

Precise o cidadão da ajuda, qualquer ajuda, dessa multidão de parasitas, para constatar que a missão dos mesmos não tem nada a ver com ajudar ninguém que não seja o canalha instalado no poder que o nomeou para o cargo. Mas… E o cidadão, como fica?

O CIDADÃO QUE SE LASQUE!!!

ADONIS OLIVEIRA - LÍNGUA FERINA

ISSO, SIM, É GOLPE!!!

Caramba! Devo ter feito muita coisa errada em minhas encarnações passadas, para ser condenado a nascer e viver em um país de merda como esse nosso Brasil varonil dos dias que correm.

Entra ano, sai ano, e nada muda!

O que temos todo o tempo são hordas sucessivas de canalhas, sempre se engalfinhando na disputa por arrancar nacos cada vez maiores de poder sobre os recursos públicos e, principalmente, para poder detonar com o dinheiro público e cagar e andar (feito vaca) em cima da opinião dos milhões de otários que lhes banca todas as esbórnias.

São verbas milionárias para projetos intermináveis e de preços sempre estratosférico; são as ajudas de custo para todos os tipos de mordomias imagináveis, tais como jatinhos executivos usados como quem pega um UBER, almoços e jantares regados a vinhos triplamente premiados e medalhões de lagosta na manteiga, são ajudas de moradia para quem já tem moradia, alguns até cedidas pelo governo, são inúmeros assessores de porra nenhuma, sempre baba-ovos e pusilânimes, sempre com salários de altos executivos; são despesas reembolsáveis para todo tipo de despesa, até de uma tapioca comprada no meio da rua, tudo isso além de salários estratosféricos e aposentadorias integrais e precoces; e por aí vai.

Nessa guerra de todos contra todos (Bellum omnium contra omnes), regredimos aceleradamente a um estágio pior que aquele anterior à civilização e descrito por Thomas Hobbes. Só que, dessa vez, a selvageria agora parte exatamente do aparato estatal que, supostamente, deveria ser o garantidor de um contrato social entre todos os cidadãos, e que evitaria aquela condição natural de selvageria.

O aspecto mais interessante do nosso caso é que, dessa vez, é exatamente a corja que se apoderou do aparato estatal que está em luta contra todo o restante da população. Se não sair uma guerra civil, com milhares desses canalhas sumariamente degolados ou fuzilados, essa merda não vai sair dessa situação pelas vias institucionais nunca! Vejam o tremendo esforço que está sendo realizado por Paulo Guedes para botar um mínimo de ordem nas contas públicas.

A liderança e o epicentro do processo de avacalhamento das nossas instituições governamentais encontram-se em algum lugar entre o Congresso Nacional e o S.T. F.

É difícil encontrar um paralelo, em toda a longa história humana, onde uma quantidade tão grande de canalhas se viu ocupando de forma tão hegemônica as posições de comando em uma nação.

Tudo começa com um babaca arrogante, da qualidade de Rodrigo Maia, digno descendente de uma longa linhagem de corruptos e com uma incomensurável arrogância, e que ainda por cima se acha apto a virar Presidente da República a qualquer preço. Isso coadjuvado por uma boiolinha mal resolvida no senado Federal. Juntos, lideraram sucessivos atos de rebeldia e canalhice por parte de uma Congresso Nacional infestado de canalhas da pior espécie que se possa imaginar.

As patifarias contra nosso país se sucedem interminavelmente, a ponto deste palhaço já estar apregoando que vivemos um parlamentarismo “Branco”, onde ele seria o real mandatário da nação. Sua estratégia de predador solerte se assemelha à adotada pelos vermes mais perigosos do mundo, como a Boa Constrictor: Vai se enroscando ao redor da vítima e vai apertando cada vez mais. É exatamente assim que este verme está tentando fazer com o governo Bolsonaro e, por via de consequência, com a nação brasileira, para que seja esmagado e caia inerte sob o seu controle. A cada movimento do Congresso Nacional, mais um anel de chantagem e de coação é enroscado ao redor do pescoço do Presidente da República.

É um processo simplesmente NOJENTO!

O pareceiro dele na sacanagem urdida é aquele baitolinha gorducho, saído lá das brenhas da fronteira norte de nosso país, e que foi eleito por um punhado de índios semianalfabetos. Foi guindado aos píncaros do poder por uma dessas ironias do destino em que nosso país é tão fértil. O cinismo atinge o ápice quando os canalhas se mostram hipocritamente escandalizados ao ouvir um general de exército, ministro do governo e com uma longa história de serviços prestados à nossa pátria, denunciar em conversa privada e com todas as letras o tipo de canalhice que está sendo praticada quotidianamente por esta malta de facínoras e traidores da pátria:

É chantagem, chantagem e mais chantagens ainda!

Ou nos deixa roubar à tripa forra, ou nós não lhes deixaremos governar esta bodega.

Quer botar o COAF aqui? Não aceitamos! Tem que botar acolá, onde não possa vir nos incomodar nas nossas gatunagens. Onde já se viu querer que esses caras possam investigar pessoas que estão acima da lei?

Quer aprovar um pacote contra os criminosos? Não aceitamos. Tem que acuar os juízes para que não venham nos encher o saco quando das ladroagens nossas de cada dia.

Quer acabar com a mamata da UNE sobre as carteiras de estudante? Não pode. Tem que continuar deixando aquele grupelho de comunistas asquerosos se locupletarem às custas dos pobres estudantes.

Quer acabar com a mamata do DPVAT? Não pode! Tem que continuar a deixar a turma do BIVAR mamar desbragadamente em cima dos motoristas brasileiros.

Fica muito difícil identificar em algum deles um mínimo resquício de ética e de decência humana.

Logo depois, e coerentemente com a estratégia de botar a boca no trombone contra tudo o que possa ser assacado contra o governo, a conversa do General é convenientemente vazada “Urbi et Orbe”, sempre a fim de denunciar o “autoritarismo” vigente entre os membros do atual governo e a anunciar hipocritamente que estão defendendo “A Democracia” para “o povo”.

Vejam na foto acima a cara de empáfia desses dois patifes que nós sustentamos a “Pão de Ló”. Isso, única e exclusivamente para que continuem tramando continuamente as punhaladas que darão nas costas da nação.

Dá para imaginar um filho da puta desses como presidente desta merda? É o fim, né?

Se juntarmos a esses canalhas a facção do STF que está lá única e exclusivamente para proteger o orifício costal de petistas e ladrões de diversos jaezes, fica então explicado limpidamente a quadra dificílima pela qual atravessa a nossa querida nação.

As únicas barreiras que temos atualmente entre a desgraceira atual e o caos completo são os nossos santos protetores, Bolsonaro, Paulo Guedes, Sérgio Moro, e tantos outros abnegados que desejam ver este nosso país se encaminhar numa direção de menos canalhice e roubalheira.

A galera do mal não perde por esperar. Sua hora chegará! Deus é justo e é pai.

A luz no fim do túnel é o General Augusto Heleno, HEROI DO POVO BRASILEIRO!

GENERAL! BOTE PRA FUDER!

NÃO DÊ MOLEZA PRA ESSE BANDO DE LADRÕES!

O POVO BRASILEIRO ESTÁ INTEIRINHO COM O SENHOR.

ADONIS OLIVEIRA - LÍNGUA FERINA

P A R A S I T A S!!! SIM SENHOR!!!

Tivemos recentemente mais uma das infindáveis querelas provocadas por uma corja de bandidos alojados em organizações partidárias autodenominadas como sendo “de esquerda”, seja lá isso que merda for, com relação à afirmativa do nosso competentíssimo ministro Guedes a respeito das multidões de parasitas que infestam o serviço público brasileiro.

Só para dar uma pequena ideia das consequências dessas hordas de gordas e vorazes lombrigas, sempre alojadas nos intestinos de nossa estrutura governamental, vamos dar uma pequena olhada no filme abaixo a fim de ter uma ideia melhor do peso que significa carregar essa corja de bandidos nas costas:

Ao mesmo tempo, vejam a tremenda mamata que é a vida de um senador:

Enquanto isso…

Executivo, Legislativo e Judiciário, unidos com o Grande Capital para fuder nosso país.

Vejam a total harmonia reinante nesta malta de filhos da puta que levam a vida fudendo com a nossa nação, aqui e no exterior. Essa corja de bandidos está sempre se regalando em alegres convescotes em restaurantes caréééééééééésimos, aqui e no exterior, sempre maquinando montanhas de patifarias para denegrir nosso país e, o que é ainda pior, TOTALMENTE PAGOS COM O NOSSO SUADO DINHEIRINHO, QUE ESSE MONTE DE PARASITAS NOS ARRANCA A FERRO E FOGO.

São todos eles altamente filhos da puta e capazes de vender a mãe fatiada para não perder a vaga na mamata.

De vez em quando, aparecem com um filho da puta novo e que, segundo eles, deverá ser a próxima “Salvação da Nossa Nação”. Tudo isso para que a canalhice generalizada continue EXATAMENTE do mesmíssimo jeito que está. Não é de chorar????

Agora vocês pensam que são só as lideranças políticas e a politicalha em geral??? Ledo engano.

Toda nossa estrutura governamental está apodrecida pelos privilégios de uma casta nojenta que se aboletou no aparato estatal e vive à tripa forra, sempre às nossas custas.

Vamos a outro exemplo bastante interessante:

Vejam o que tem a dizer sobre o patife mor da câmara dos deputados, Rodrigo Maia, o jornal da Folha do Brasil de 29 de janeiro passado. E um crápula desses ainda quer ser o próximo Presidente da República.

Querem mais? Vejam a esbórnia reinante no Tribunal de Justiça de São Paulo. Essa é apenas UMA, das 7 (SETE) folhas contendo uma lista interminável de desembargadores premiados com salários dignos de nababos indianos. O pior é quando sabemos que não estão servindo para PORRA NENHUMA, em termos de resolução da situação de violência, criminalidade e miséria reinantes em nosso país, e que seus exemplos de canalhice e desfaçatez são seguidos fielmente em todo o país.

Essas centenas de marajás são apenas uma ponta do iceberg composto pela imensa multidão de milhares e milhares de vorazes lombrigas espalhadas por todo o Brasil.

Querem ter uma ideia mais clara do que isto representa para a nossa nação? Assistam ao vídeo do MBL abaixo.

Esta é a consequência da roubalheira disfarçada de “Prestação de Serviços à População”. Por mim, deveriam ir todos prestar esses serviços de bosta no inferno!

Enquanto Lula, Dilma, FHC e milhares de outros, se locupletam em gordas aposentadorias “Especiais”, que se prolongam por séculos (clique aqui para ler), quem não está mamando, fica detonando as ações do governo Bolsonaro de todas as maneiras possíveis e imagináveis, apenas e tão somente para que Bolsonaro abra brechas para que possam roubar também.

CONCLUSÃO: Essa bosta de país só conseguirá se livrar dessa parasitose galopante se exterminar todos os carrapatos que sugam desmedidamente os parcos recursos da nação. E tenho dito!

ADONIS OLIVEIRA - LÍNGUA FERINA

ÀS “VOSSAS EXCELÊNCIAS”

Olho pra vossa excelência
E me dá até gastura.
Porque não tem compostura,
Nem respeito, nem decência.
Verdadeira excrescência,
Não cumpre o que é prometido,
Volta e meia anda metido
Em tudo que é obscuro
Por isso estou bem seguro:
Vossa Excelência é bandido!

Vossa excelência devia
Ter cuidado com o que diz,
Pra não ser tão infeliz
Nas coisas que pronuncia.
Quem tem a vossa mania
De roubar essa nação,
Não tem qualquer condição
De me chamar de bandido,
Pois é fato conhecido,
Vossa Excelência é ladrão!

Vossa excelência não tente
Por em mim o seu defeito,
Pois já conheço o seu jeito
Quando rouba e quando mente.
É ladrão reincidente,
Tirando de quem trabalha
Pra dividir com a gentalha
Que compõe sua quadrilha:
O filho, o genro e a filha,
Vossa excelência é canalha!

É melhor deixar em paz
Minha família decente,
Porque nela não tem gente
Que faça o que a sua faz.
Vivem por aqui, atrás
De pegar um descuidado.
É mãe, é filho, é cunhado,
Um bando de vigaristas.
E o chefe desses golpistas,
Vossa excelência, um safado!

Vossa excelência extrapola
Toda minha paciência,
Mas assim vossa excelência,
Se compromete e se enrola.
Vou lhe pegar pela gola,
E jogar dentro do esgoto,
Fedorento, sujo e roto.
E será bem merecido,
Pois, além de ser bandido,
Vossa excelência é um escroto!

Não pense, vossa excelência,
Que me assusta ou me faz medo.
Levantando esse seu dedo,
Prometendo violência!
Conheço toda a sequência
Dessa sua encenação.
Quer bancar o valentão
Mas apanha da mulher
Digo aqui o que eu quiser:
Vossa excelência é um cagão!

Cabra safado, ladrão,
Sujeito de má conduta!
Sua mãe é prostituta,
O seu pai é cafetão!
Não vou lhe meter a mão
Porque sei que você gosta.
No lugar onde se encosta
Fica uma mancha fedendo,
Que todos fiquem sabendo:
Vossa excelência é um bosta!

Li há muito tempo e não anotei o nome do brilhante poeta. Continua cada dia mais atual.

Segue como prova de muito amor e carinho. Do povo brasileiro, para Toffolli, Alcolumbre e Maia.

P.S. Extensivo a toda nossa briosa classe política brasileira. Gente da laia de Renan, Humberto Costa, Lula, Dilma, Aécio, Sarney, Lobão, Gleise, Pezão, José Guimarães (Capitão Cueca), Paulo Pimenta, José Dirceu e seu nefasto pimpolho (Zeca Dirceu), e toda uma imensa multidão de facínoras dos mais variados calibres.

ADONIS OLIVEIRA - LÍNGUA FERINA

PRECATÓRIOS

Posso afirmar, sem medo nenhum de errar, que o governo brasileiro é A MAIOR USINA DE PRIVILÉGIOS de toda a história da humanidade! Todo nós temos consciência bem clara disso. O país inteiro caiu na situação reinante em Pernambuco, ao longo do século XIX, e bem descrita nos versinhos populares relembrados por Gilberto Freire: “Aqui em Pernambuco, / Está tudo muito parado. / Ou você é Cavalcanti, / Ou você é cavalgado”!

A prova maior de que estamos todos sendo cavalgados é o fato de toda a nossa juventude, de forma bem coerente e não desejando ser transformada em cavalgadura, estar direcionando todos os seus esforços a fim de conseguir ser aceita neste imenso e perene “Baile da Ilha Fiscal” praticado pelo governo. É uma septicemia generalizada de nosso tecido social. Só nos falta, agora, tomar vergonha na cara e agir para sustar esta infâmia.

Nem as opulentas cortes francesas dos reis Luíses da França; nem o serralho de concubinas dos Paxás muçulmanos de Constantinopla; nem as opulentas cortes dos marajás indianos; nem a cúria papal nos tempos áureos dos Bórgias na idade média; nem o ápice do luxo e riqueza da corte dos Habsburgos na Áustria; nenhum desses exemplos máximos de espoliação de toda uma população em benefício de uma casta de privilegiados, nenhum desses exemplos chega nem aos pés do imenso volume de iniquidades praticado de forma corriqueira e diária pelo nosso sistema de governo em todas as suas instâncias, cada uma a seu modo próprio.

O tumor principal deste câncer, que se espalhou em metástase por todo o nosso tecido social, é o legislativo. O foco de onde emana toda esta podridão são as duas casas federais – Câmara e Senado, se estendendo pelas assembleias estaduais e pelas câmaras de vereadores de forma ubíqua. A malversação de recursos públicos, as remunerações e mordomias, extravagantes e injustificáveis, a corrupção subjacente a todos os atos diretivos emanados destas casas, o cinismo deslavado e o descaramento total tornaram-se a regra predominante. O que era para ser uma casa de honrados e nobres representantes da população, converteu-se em valhacoutos de facínoras e canalhas de altíssima estirpe. Mas como chegamos a este estágio tão abjeto de degradação? Eu explico:

O processo seletivo para chegar a fazer parte desta confraria de vermes nauseabundos, teúdos e manteúdos em verbas bilionárias, se dá através de um longo e penoso processo. Nesta seleção, verifica-se em cada candidato a capacidade e a disposição para vender a própria mãe fatiada, tal qual picanha argentina, simplesmente a fim de manter o poder e os privilégios que foram por si conquistados. São estes que, após sucessivas seleções partidárias, seleções estas realizadas pelos facínoras de mais alto coturno em cada agremiação, são apontados à população para escolha. Ao final, só resta à população a opção entre este canalha ou aquele outro canalha. Ao fim, os sobreviventes, os melhor aquinhoados com os dons da empulhação e da mentira, assemelham-se todos a aquelas bactérias de altíssima resistência aos antibióticos – os Staphylococcus aureus. Os seus longos embates contra a moralidade e a decência torna-os todos altamente resistentes a qualquer tratamento para eliminá-los da vida pública e para enquadrá-los nas leis que propugnam pela correção nos atos públicos.

Podemos compará-los, sem nenhum exagero, a uma terrível gonorreia institucional de dificílima cura em nosso país. São esses vermes que, sempre legislando em causa própria, criaram a legislação mais maluca de todo o planeta. Somos o único país do mundo em que o juiz é quem fica sob ameaça de ser preso se “abusar da autoridade”, quer dizer: O juiz vai preso se ousar julgar algum dos celerados e prendê-lo. Depois, mesmo tendo sido julgado e condenado, o meliante só poderá ir preso depois de inúmeras repetições do mesmo julgamento e após incontáveis recursos e apelações. Significa dizer que ninguém irá preso nesta cloaca esquecida por Deus, pelo menos enquanto tiver dinheiro para pagar bons advogados, todos eles normalmente parentes ou associados dos semideuses das infames cortes “superiores”.

A “Pedra Angular” seguinte da hecatombe nacional é o judiciário! A natureza malévola para a população fica consubstanciada nos ápices de canalhice e de cafajestice protagonizados pelos “urubus” do Supremo Tribunal Federal. Hoje, para qualquer brasileiro com um mínimo de informação e decência, o STF se transformou no símbolo maior de tudo o que significa patifaria, cinismo, arrogância, prepotência, cara de pau, patrocínio de interesses escusos, acobertamento e proteção de banditismo deslavado, brutal incompetência e intervencionismos injustificáveis, corrupção, e por aí segue. Agora, como toque final da imensa cadeia de canalhices abjetas já praticadas, e mancomunados com os biltres do congresso nacional, pretendem perpetuar a patifaria através da limitação a três indicados pela gangue para que o presidente possa escolher quem será o próximo membro do “Olimpo” judiciário brasileiro. Se as perspectivas de moralização já eram ínfimas, com essa “jogada” fica praticamente impossível qualquer esperança de que algo decente possa sair dessa estrutura de poder nojenta.

Abaixo deles, e seguindo fielmente o exemplo dos calhordas enfatuados do STF, segue-se uma extensíssima pletora de “Aspones”. São milhões de cargos de Juízes, desembargadores, auditores, corregedores, procuradores, defensores, assessores, promotores, auxiliares administrativos, oficiais de justiça, chefes de “Junta”, e inúmeros mais que a feérica imaginação desses canalhas criou e nos fez manter sempre a “pão de ló”. Toda essa imensa multidão é sempre regiamente remunerada, muito acima daquilo que receberiam em qualquer organização privada, dessas que são extorquidas quotidianamente de todas as formas pela mesmíssima estrutura governamental, além de terem direito a constantes férias, recessos, licenças remuneradas, viagens de estudo com gordas diárias, no Brasil e no exterior, além de outras formas mil de mimos e agrados. Tudo isso para não produzirem ABSOLUTAMENTE PORRA NENHUMA que possa ser considerado como sendo minimamente decente. Os processos se arrastam inexoravelmente por anos a fio, alguns por décadas, já tendo havido caso em que passaram de um século para serem concluídos.

Cada parecer solicitado a uma defensoria, ou procuradoria, é caso para seis meses ou um ano. Uma citação por Oficial de Justiça? Caso para mais seis meses ou outro ano. Carta precatória para outra comarca? Joga a solução da lide para as calendas de março. Quer dizer: Para o dia de São Nunca. O juiz emitir uma sentença? Dessas que irão sofrer dezenas de impugnações e recursos? É caso para seis meses ou um ano. E assim, decorrem-se os anos sem que absolutamente nada aconteça. E a população? Que se EXPLODA!!!!! Os vermes parasitas permanecem sendo regiamente remunerados, com todas as mordomias e remunerações sendo pagas absolutamente em dia. Por que é que deverão se importar? Dizem sempre como o Doutor Pangloss: ESTE É O MELHOR DOS MUNDOS POSSÍVEIS! Para eles! Não para as multidões de otários que os sustentam.

Quando essa multidão de parasitas é questionada a respeito dos pífios resultados apresentados, especialmente quando comparados com o custo astronômico que representam, a linha de defesa é sempre a mesma: EU SOU CONCURSADO! FAÇO TUDO DENTRO DA LEI! Não se recordam que estas leis que os acoberta foram todas defecadas por aquela mesma multidão de patifes mencionada no item anterior, sempre de forma totalmente irresponsável pois não se trata nunca de botar o fiofó deles na reta para bancar a esbórnia. É sempre o nosso!

Para completar a nossa desgraça, a base maior de toda essa hecatombe nacional é a imensa multidão de vorazes calhordas do Poder Executivo. A sua predominância se dá pelo próprio tamanho: São milhares e milhares de Ministérios, agências reguladoras, secretarias, repartições, empresas estatais, departamentos, seções e subseções, todas devidamente aparelhadas com dezenas, ou até mesmo centenas dos indefectíveis “Aspones”, todos regiamente remunerados naturalmente. Para que cada uma destas “células” do aparato estatal possa funcionar a contento, deve estar munida de um setor administrativo, responsável pelo ordenamento da sempre presente e imensa burocracia, assim como toda uma pletora de órgãos que assegurarão que seu funcionamento se dê dentro dos padrões legais.

São setores como Procuradoria, Ouvidoria, Corregedoria, Controladoria, além de um monte de outras assessorias menos cotadas. Ao final, o que poderia ser resolvido com a contratação de uma simples Consultoria “Ad-Hoc”, passa a se constituir em mais um dos milhares de tentáculos desta “Hidra de Lerna” moderna. Esta, ao contrário daquela que Hércules enfrentou, e que tinha “apenas” sete cabeças, se espraia em todos os mínimos recônditos da nossa nação, sempre drenando seus parcos recursos a fim de manter devidamente satisfeitos os usufrutuários lá alocados, perpetuando assim a ignomínia e a falência de uma nação amordaçada e acorrentada nos mínimos detalhes e que deveria e poderia ser uma das mais pujantes do mundo.

Logo abaixo, situam-se as miríades de governadores, secretários, prefeitos, vereadores, juntamente com toda uma multidão imensa de aspones. O caso destes é um pouco pior pois estes, além de sangrarem o erário com todas as “vantagens” e proventos que abocanham, possuem ainda a capacidade de agir de forma total e absolutamente irresponsável com os recursos públicos. É aí que se revela com pujança o caráter totalitário desta estrutura maldita em que o gestor possui poder absoluto e responsabilidade nenhuma. Por conta de todos os trambiques praticados contra fornecedores e a população é que surge a figura do famigerado “PRECATÓRIO”.

A rigor, precatório é uma mensagem de um juiz a outra entidade, informando de uma sentença judicial. No Brasil, a quantidade de estelionatos praticados por toda esta multidão de patifes é tão grande que virou sinônimo de obrigação financeira a ser honrada pelo estado por força de sentença judicial passada em julgado. O volume dessas obrigações pendentes é desconhecido. Levantamento de 2017 já estimava acima dos R$ 140 BILHÕES. Hoje, ninguém sabe quanto é. Nunca nenhum desses milhares de patifes teve de sofrer as consequências da sua patifaria.

Como acabar com toda esta putrefação? Só vejo uma solução, mesmo que de realização altamente improvável: UMA REVOLUÇÃO SANGRENTA E EM QUE SERÃO DEGOLADOS MILHARES DE CANALHAS!

ADONIS OLIVEIRA - LÍNGUA FERINA

COMO MUDAR O BRASIL

Para melhor – É claro – e não para essa merda conhecida como socialismo!

Trabalhei durante muitos anos como Superintendente da área de Qualidade e Produtividade em uma grande multinacional. Por conta do sucesso obtido com os projetos por mim conduzidos, bem como as sucessivas premiações obtidas como melhor projeto do ano, fui convidado pelo Presidente Mundial da empresa a fazer parte de um seleto grupo de assessoria ao Board of Directors em Pittsburgh. Sua responsabilidade era traçar e propor os rumos futuros da organização em suas mais de 800 plantas e localizações ao redor do mundo. Esse grupo era composto por 40 profissionais dos mais diversos países: Brasil, México, Canadá, Estados Unidos, etc., sempre dois por cada país exceto os Estados Unidos que, por serem predominantes nas operações da empresa, tinha uma quantidade maior de representantes. Após a aprovação pela diretoria das propostas apresentadas, deveríamos desenvolver as ferramentas através das quais estas seriam implementadas e traçar os planos para a sua efetivação.

Uma das grandes questões que nos foi colocada e, segundo creio, a principal, foi:

Como implantar mudanças de larga escala em grandes organizações?

Para que aumentássemos o nosso “Awareness” a respeito do problema colocado, foi contratada a consultoria do “Boston Consulting Group”, uma das maiores empresas de consultoria do mundo e com uma vastíssima experiência na implantação deste tipo de trabalho, juntamente com a coordenação do Master of Business Administration da Columbia University de Nova York.

Ao iniciarmos os trabalhos, tínhamos plena consciência daquela célebre frase de Maquiavel sobre o ato de liderar mudanças. Segundo o mesmo, os possíveis beneficiados seriam sempre tíbios defensores da mudança; enquanto que os prejudicados, seria sempre ferrenhos inimigos das mudanças propostas. Este é o caso do nosso presidente Bolsonaro atualmente.

Como embasamento teórico para a tarefa, utilizamos constantemente as metodologias propostas por Edgar Schein, o criador do conceito de “Cultura Organizacional”, e Kurt Lewin, o “pai” das “Dinâmicas de Grupos”.

As ideias e os conceitos dos dois são bastante simples e de fácil compreensão: Afirmam que para mudar um grupo humano, deve-se praticar duas coisas: Primeiro, detalhar bem claramente junto a todo o grupo uma clara visão do futuro melhor almejado, de modo a criar em todos os elementos do grupo uma certa ânsia por se deslocar até aquela nova situação devido às vantagens que deverão usufruir. Depois, criar um tremendo desconforto em todos com a situação atual, de modo a criarem a coragem necessária para saírem daquela “Zona de Conforto” onde se encontram e se deslocarem para aquela nova zona balizada claramente pelas lideranças que conduzem o processo.

Para a transição, os mesmos anteveem três etapas, a saber: Primeiro, “descongelar” a situação atual. Isso se consegue através de constantes e permanentes reforços negativos à manutenção do Status Quo atual. Todos devem começar a se sentir tremendamente angustiados com a situação atual e seus problemas. Na etapa seguinte, caberá à liderança conduzir todo o grupo na direção da “Visão de Futuro” que foi construída e compartilhada. Ao atingir a nova situação, caberá de novo à liderança “Congelar” a nova situação, de modo a impedir a ocorrência de retrocessos, risco sempre presente devido à ocorrência dos inevitáveis nostálgicos da situação anterior.

A situação toda se parece muito com a de uma boiada que se encontra dentro de um curral, só aguardando para ser utilizada em uma vaquejada. Para que os bois se desloquem para o corredor de saída, elimina-se a tranquilidade reinante criando um tumulto dentro do curral, exatamente no lado oposto, enquanto provoca-se o deslocamento dos mesmos para o corredor. Quando os bois já se encontram todos dentro do corredor, fecha-se a porteira que possibilitaria o retorno de algum deles para o curral de onde vieram. Nosso presidente deve enfatizar de todas as formas possíveis a “Visão de Futuro” que pretende implantar em nosso país, deixando bem claras as vantagens que advirão para todos da mudança proposta. Em paralelo, partir de peito aberto, e com toda a carga, para o confronto com os atuais beneficiários das distorções presentes em nossa sociedade. Alguns exemplos:

1. TODOS SÃO IGUAIS PERANTE A LEI 

Essa continua sendo a grande mentira da nossa sociedade. Juízes vivem como nababos indianos; deputados e senadores são verdadeiros marajás; funcionários públicos são a casta econômica privilegiada da nação. CHEGA!

Morei alguns bons meses em Amam, na Jordânia, e mesmo todos sabendo que eu era cristão, nunca recebi nenhum gesto da parte de meus anfitriões que não fosse da mais absoluta fidalguia árabe. Uma coisa, porém, aprendi muito bem com eles: a Lei da Sharia! É o código penal deles lá e tem apenas uns poucos artigos:

1. MATOU? Paga com a própria vida! Esse, depois de enforcado, não vai mais matar ninguém.

2. ROUBOU? Cortam-lhe a mão, que é para ninguém esquecer nunca mais quem ele é! E também para não dar mais nunca uma de “mão boba” em ninguém, até porque não vai mais ter mais mão.

3. ESTUPROU? Decepam-lhe o bilau! Esse não vai estuprar mais ninguém também.

Simples! Rápido! Barato! Eficiente! E FUNCIONA QUE É UMA BELEZA! Para todos! Sem Exceção!
Fiquei estarrecido ao ver lá agências bancárias, com enormes quantidades de dinheiro sendo contada pelos funcionários, em birôs bem em meio ao público, e sem que tivesse um vigilante armado, uma porta giratória, um alarme, uma câmera de vídeo de segurança. NADA! Lá, simplesmente, não tem ladrão.
Precisamos urgentemente deste “Radicalismo” em que a lei é simples e direta, e é aplicada com rigor máximo e para todos. Precisamos desinfetar esta latrina em que se transformou o governo, o congresso e o judiciário, começando por enforcar o último juiz (ou procurador, auditor, corregedor, desembargados, ouvidor, ou o caralho a quatro) com as tripas do último político.

2. EDUCAÇÃO 

Encerrar os repasses federais às Universidades e aos Institutos Federais. Criar, em seu lugar, fundações autônomas responsáveis por gerir todo aquele imenso patrimônio. Estas que tratem de se viabilizar através da captação de recursos pelos mais diversos meios: Doações de particulares e empresas; mensalidades dos alunos; contratos e convênios de pesquisa com o governo e com empresas; bolsas de estudo, concedidas pelo governo e por empresas, a alunos que se destacaram durante o ensino médio, etc. Ou através de financiamento governamental aos alunos. Mas um financiamento sério. Não a canalhice do FIES, em que as faculdades particulares arrecadaram muitos bilhões, simplesmente fingindo que ensinam alguma coisa, enquanto multidões de jumentos diplomados fazem de conta que irão pagar de volta o financiamento recebido. Basta de querer ensinar jumento a trotar!

Quem não tiver a competência necessária para fazer parte de uma elite intelectual, que vá para o cabo da enxada.

Se é para ter igualdade de condições de competição para todos os jovens, precisamos fechar as portas das milhões de fábricas de trombadinhas espalhadas ao longo de todo o país através de ligação de trompas e vasectomias AMPLAS, GERAIS e IRRESTRITAS. A continuarmos crescendo explosivamente a população com filhos de funkeiras adolescentes que não sabem nem quem foi o autor da proeza de engravidá-las, não sairemos desta latrina em que nos encontramos nunca. Seremos apenas, e cada vez mais, uma multidão de jovens com os neurônios atrofiados por toda a carência de proteínas que enfrentou ao longo da gestação e na primeira infância, juntamente com os efeitos devastadores do uso de drogas diversas pelas mães, a gritar LULA LIVRE!

Para isso, a grande obra de governo deve ser:

INVESTIMENTOS MACIÇOS EM EDUCAÇÃO INFANTIL E DE PRIMEIRO GRAU!

Esta não é a “bala de prata”, já que tal coisa não existe, mas é o que mais se aproxima disso. Basta ver os exemplos de países como Japão, Coreia, Singapura, Finlândia, e agora a China, além de outros.

Se quisermos ser uma nação civilizada daqui a algumas décadas, ou até mesmo gerações, temos de ter um sistema educacional básico de primeiríssimo nível para todas as crianças, desde os primeiros exames de pré-natal e os primeiros anos de vida, até a conclusão de um ciclo profissionalizante.

Para realizar esta visão, basta “Federalizar” a educação básica, tirando-a das mãos de milhares de prefeitos desonestos. A grana para investir pode ser a imensa montanha de recursos a ser cortada das Universidades Federais e dos Institutos Federais. Estes que se virem nos trinta.

ATENÇÃO!!!! ACORDA, ADÔNIS!!!! As multidões de nababos parasitas encastelados nestas instituições federais são capazes de assassinar Bolsonaro se ele APENAS indiciar que vai pender nesta direção.

ESSE PAÍS DE MERDA NÃO VAI SAIR DESSA LATRINA NUNCA!!!!

Larga de ser sonhador.

ADONIS OLIVEIRA - LÍNGUA FERINA

TOTALITARISMO

A população brasileira vive hoje sob o tacão de um dos governos mais totalitários que já existiram na história da humanidade. Independentemente de quem seja o Presidente da República, as estruturas de fiscalização e controle da população são tão absolutas que é impossível ao governante de plantão abalar, por minimamente que seja, esta imensa estrutura de espoliação e controle da população. Todo o imenso e caríssimo aparato estatal foi montado, tijolo por tijolo e ao longo de séculos, com a simples missão de defender os privilégios daqueles que se locupletam às custas dos demais. O nível de controle exercido sobre cada um dos cidadãos é absoluto e total. Cada um de nós só vem a ser considerado como existente após ser registrado no aparato estatal. Só pode estudar e se desenvolver em instituições autorizadas pelo “Grande Irmão”, e que sigam rigidamente as determinações dele emanadas. Cada passo dado neste processo de aprendizagem é constantemente monitorado. Só passa a ter existência econômica após ser registrado para ser devidamente tosquiado, dessangrado e abatido pelo aparato fiscal e tributário, tal e qual carneiros. Só pode guiar automóveis se for devidamente autorizado; só pode trabalhar se for registrado como tal e se der ao governo metade de tudo o que ganhar todos os meses. Só pode viajar se “eles” lhe autorizarem; só toma os medicamentos que “Eles” lhes permitem; só come aquilo que “Eles” dão autorização; e por aí vai.

O nível de controle chegou a tal ponto que eles sabem em que você trabalha, quanto ganha, quanto tem no banco, quais os seus bens, quais as viagens que fez, sabem até o que você consome, qual o tipo e a quantidade de cada produto que usa, através do número de prisioneiro do campo de concentração (CPF) que os idiotas colocam nas Notas Fiscais de tudo o que compram a fim de participar de mais uma loteria marombada.

O controle onipresente chega a espasmos verdadeiramente ridículos. Só posso estacionar em uma das vagas para idosos SE, E SOMENTE SE, tiver uma autorização governamental confirmando que eu sou idoso. Seria ótimo se só ficássemos idosos mediante autorização do governo, né? O simples fato de podermos declarar, auto e bom som que somos idosos, NÃO VALE NADA! Apresentar documentos de identificação? Também não vale nada! Tem que ir em alguma maldita repartição pública, mendigar, através de tortuosos e morosos processos burocráticos, por um direito simples e direto. A palavra de um cidadão e merda é a mesma coisa. Só quem pode afirmar qualquer coisa por nós é o famigerado Estado. Somos todos bandidos e retardados mentais até prova em contrário.

A situação chegou ao clímax quando temos de solicitar permissão a algum funcionário para urinar em locais públicos que, agora, estão cobrando pelo uso do banheiro. Como os idosos são isentos do pagamento, estes têm de percorrer todo um processo burocrático (e caro, pois exige uma porrada de funcionários e equipamentos eletrônicos a fim de emitir as fichas de acesso) para que seja autorizado a dar uma simples mijada. Adolf Hitler e sua trupe não fariam melhor, a fim de torturar os velhinhos com incontinência urinária. ahahahahahah

A fúria legiferante tem orgasmos anais múltiplos quando se trata de “disciplinar” o trânsito. A cidade onde eu moro tem uma rua com três indicações de velocidade permitida NO MESMO TRECHO: Uma pintada no chão, outra numa placa do poste e uma terceira num controlador eletrônico. Tem uma avenida em que, a cada trecho de menos de um quilômetro, tem um radar controlador de velocidade. Como a avenida tem uns 6 ou sete quilômetros, a maldita tem bem uns dez radares. O detalhe é que os mesmos exigem velocidades diferentes. Creio que o objetivo seja exatamente este: dar um nó na cabeça dos motoristas. Conheço caso de pessoas que receberam três ou quatro multas na mesma avenida e horário. O volume de orientações idiotas é insano e, normalmente, coadjuvado por estradas e caminhos cuja concepção de engenharia é digna de egressos do Instituto Pestalozzi. Junte a isto a colaboração de administradores públicos demagógicos (olha o pleonasmo) que, por não desejarem irritar os inúmeros eleitores, autorizam ou convivem com hordas de invasores nas faixas de segurança ao lado das vias de transporte. Temos aí as principais razões para as mais de 60.000 mortes anuais no trânsito brasileiro.

Vejam acima um pequeno exemplo de como está o estado de espírito da população para com este sistema.

Ao mesmo tempo em que tenta de todas as formas tornar a vida do cidadão um inferno, o maldito aparato estatal se transforma em uma verdadeira Tchutchuquinha (Segundo a brilhante caracterização do Deputado Zeca Dirceu) quando se trata de combater roubos, assassinatos, estupros e outras coisinhas mais do mesmo jaez. Não é à toa que temos uma verdadeira disenteria de Habeas Corpus no STF, juntamente com entendimentos esdrúxulos da legislação penal que nos tornam o único país do mundo que só prende (se é que prende) após inúmeras e intermináveis instâncias, juntamente com uma miríade de possibilidades apelativas e postergatórias.

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ADONIS OLIVEIRA - LÍNGUA FERINA

O CREPÚSCULO DOS DEUSES – Falácias e sofismas das “Esquerdas”

Depois da candente polêmica fubaniana a respeito de Paulo Freire, ícone maior no panteão dos comunistas, socialistas e demais hordas de supostos “idealistas”, do tipo que faz do seu “suposto altruísmo” meio de vida e escada para projeção social, decidi aprofundar meu conhecimento a respeito do indigitado e suas referências, de modo a não poder ser apodado mais uma vez como pertencendo a aquele tipo de gente do “Não li e não gostei”.

Pois bem: Li! Li profunda e cuidadosamente. Li todas as suas referências teóricas. Ruminei cuidadosamente as assertivas do bardo das canhotas. Minha conclusão? Paulo Freire é uma grandessíssima fraude intelectual!

Mas não é só isso. É muito além disso: É uma besta quadrada!

Aliás…Ele só, não! Ele e uma penca de malucos que nem ele, todos altamente embromadores e competentes na arte de ludibriar otários. A grande maioria deles é veado e esquizofrênico, quando não são as duas coisas ao mesmo tempo. Passam metade da vida fazendo estudos e análises altamente exotéricos, sempre expressos através de uma linguagem empolada e “cifrada”, só acessível aos iniciados daquela seita de seguidores fanáticos. São sempre textos cheios de mesóclises, ordens inversas, paráfrases, citações em diversas línguas, muitas dessas citações de forma tautológica, (eu cito tua obra e tu citas a minha), seguidos de raciocínios evanescentes e recheados de chavões e palavras de ordem só compreensíveis a quem for da patota e cujo uso constante passa a ser o código de abertura à participação e, posteriormente, sinal de pertencimento ao grupo.

A maioria deles, na segunda metade das suas vidas, ao mudarem os ares advindos do comando de alguma ditadura comunista lá pelas bandas da antiga URSS, passam todo o tempo fazendo autocríticas altamente chorosas, constrangedoras, melosas e humilhantes, de modo a escapulir de expurgos e banimentos para alguma distante Sibéria, seguidas de novas teorias exotéricas dizendo exatamente o oposto de todas aquelas irrelevâncias e abstrações “ontológicas” que haviam anunciado antes com pompa e circunstância.

A lista desses picaretas, todos eles devidamente encaixados nos “Aparelhos Ideológicos do Estado” (universidades e instituições governamentais, segundo Althuser), é realmente imensa! Vou citar apenas os principais e de maior projeção, além do fato de terem servido de embasamento teórico às teorias malucas do Freire em questão.

1º Embromador – Georg Lukács

Segundo o wilkipedia, Ele advogou uma ditadura democrática(?) do proletariado e camponeses como um estágio de transição até a ditadura do proletariado. A estratégia de Lukács foi condenada pelo Comintern e posteriormente ele fez uma autocrítica política. Lukács foi acusado de jogar um jogo “administrativo” (legal-bureaucratic) de remoção dos intelectuais independentes e não-comunistas da vida acadêmica húngara, a exemplo de Béla Hamvas, István Bibó, Lajos Prohászka e Károly Kerényi. Intelectuais não-comunistas, como Bibó, foram frequentemente presos, forçados a entrar em manicômios e admitidos em trabalhos de menor envergadura intelectual (como trabalhos de traduções) ou ainda forçados a trabalhos manuais durante o período de 1946–1953. Depois de 1956, Lukács por pouco evitou a execução, e não se reintegrou no aparato partidário devido ao seu papel no governo revolucionário de Nagy. Os seguidores de Lukács foram indiciados por crimes políticos ao longo dos anos 1960 e 70, e vários deles fugiram para o Ocidente. O livro de Lukács sobre o Jovem Hegel e a Destruição da Razão foi usado para argumentar que ele havia se tornado um crítico do stalinismo como uma irracional distorção do Hegeliano-Marxismo de Lukács. Após a derrota da Revolução, Lukács foi deportado para a Romênia com o resto do governo Nagy, mas ao contrário de Nagy, ele sobreviveu aos expurgos de 1956, retornando a Budapeste em 1957. Lukács abandonou publicamente suas posições de 1956 e fez uma autocrítica. Tendo abandonado suas primeiras posições, Lukács permaneceu leal ao Partido Comunista até sua morte em 1971.

2º Embromador – Theodor Adorno

Sua filosofia é considerada uma das mais complexas do século XX. É uma crítica do que denomina “Razão Instrumental”, uma crítica, fundada em uma interpretação negativa do Iluminismo, de uma civilização técnica e da lógica cultural do Sistema Capitalista, que chama de “Indústria Cultural”. Também é uma crítica à sociedade de mercado que não persegue outro fim que não o do progresso técnico. A atual civilização técnica, surgida do espírito do Iluminismo e do seu conceito de razão, não representaria mais que um domínio racional sobre a natureza, que implica paralelamente um domínio (irracional) sobre o homem. Os diferentes fenômenos de barbárie moderna (fascismo e nazismo) não seriam outra coisa que não mostras, e talvez as piores manifestações, desta atitude autoritária de domínio sobre o outro, e neste particular, Adorno recorrerá a outro filósofo alemão – Nietzsche. Na Dialética Negativa, intentou mostrar o caminho de uma reforma da razão mesma, com o fim de libertá-la deste lastro de domínio autoritário sobre as coisas e os homens, lastro que ela carrega desde a razão iluminista.

3º Embromador – Herbert Marcuse

É de Marx que vem sua crítica ao Nacionalismo e aos efeitos que o capitalismo burguês tem na vida das pessoas. Também vem de Marx a proposta de que, com o desenvolvimento da tecnologia e do capitalismo como um todo, em conjunto com uma ação prática-revolucionária da sociedade, poderemos alterar as nossas condições e erguer uma nova organização social, que possibilite uma vida melhor para as pessoas, e onde elas não sejam alienadas. Marcuse procura esboçar caminhos que nos levem para além da organização socioeconômica atual. Em seu livro “O homem unidimensional”, afirma que a sociedade industrial chegou a um ponto onde a burguesia e o proletariado, classes responsáveis pelo movimento da história, deixam de ser agentes transformadores da sociedade para se tornarem agentes defensores do status quo. Os avanços da técnica solucionaram tantas pequenas necessidades, tornaram a vida destes grupos tão confortáveis, que o ímpeto revolucionário desses grupos cessou. Ao mesmo tempo, a técnica possibilita um controle social cada vez mais aperfeiçoado, e se torna não um instrumento neutro, como se acreditava anteriormente, e sim engrenagem central de um novo sistema de dominação. E se o proletariado não é mais “sujeito revolucionário”, grupo em oposição à sociedade hegemônica, que grupo social o será? De acordo com Marcuse, isso cabe àqueles cuja ascensão não é permitida pela sociedade moderna, aos grupos minoritários às margens da sociedade que o bem-estar geral não conseguiu (ou não se interessou em) incorporar.

4º Embromador – Michel Foucault

Nascido em Poitiers, na França, em uma família de classe média-alta, tinha uma tensa relação com seu pai, que chegou a interná-lo aos 22 anos de idade acusando-o de ser louco, após tentativa de suicídio. Suas teorias abordam a relação entre poder e conhecimento, e como eles são usados como uma forma de controle social por meio de instituições sociais. Preferiu classificar seu pensamento como uma história crítica da modernidade. Seu pensamento foi muito influente, tanto para grupos acadêmicos, quanto para ativistas. Sua grande “sacada” foi a criação do conceito de “Desconstrução”, hoje tão querido dos estudantes de humanas. Morreu em Paris por conta de problemas neurológicos agravados por HIV/AIDS. Foi a primeira figura pública francesa que morreu por causa desta doença, sendo que seu parceiro, Daniel Defert criou a fundação da caridade AIDES em sua memória.

4º Embromador – Antonio Gramsci

É reconhecido, principalmente, pela sua teoria da “Hegemonia Cultural”, que descreve como o Estado usa as instituições culturais para conservar o poder nas sociedades ocidentais. Atribuía um papel central à separação entre infraestrutura (base real da sociedade, que inclui forças produtivas e relações sociais de produção) e superestrutura (a ideologia, constituída pelas instituições, sistemas de ideias, doutrinas e crenças de uma sociedade), a partir do conceito de “bloco hegemónico”. Segundo esse conceito, o poder das classes dominantes sobre o proletariado e todas as classes dominadas dentro do modo de produção capitalista não reside simplesmente no controle dos aparelhos repressivos do Estado. Se assim fosse, tal poder seria relativamente fácil de derrocar (bastaria que fosse atacado por uma força armada equivalente ou superior que trabalhasse para o proletariado). Este poder é garantido fundamentalmente pela “Hegemonia Cultural” que as classes dominantes logram exercer sobre as dominadas, através do controle do Sistema Educacional, das Instituições Religiosas e dos meios de comunicação. Usando deste controle, as classes dominantes “educam” os dominados para que estes vivam em submissão às primeiras como algo natural e conveniente, inibindo assim sua potencialidade revolucionária.

Poderia continuar por toneladas de resmas de papel e não esgotaria as possibilidades de análises das inúmeras teorias e filosofias que foram desenvolvidas a fim de determinar a melhor forma de conduzir à “sublevação das massas oprimidas”, evento que nos abriria as portas à implantação do “Paraiso” socialista na terra.

É extremamente interessante constatar o quanto essas ideias, conceitos, e até mesmo a linguagem criada por este pessoal messiânico está impregnada no nosso dia a dia. O sonho de todos eles é reproduzir a proeza dos Jacobinos na Revolução Francesa de 1789: Atrair as massas camponesas para seu projeto amaldiçoado.

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