ADONIS OLIVEIRA - LÍNGUA FERINA

TEORIAS DA CONSPIRAÇÃO

Ao longo da história da humanidade, os interesses dos poderosos sempre determinou o rumo da vida da maioria das pessoas. Mais recentemente, a forma de influenciar estas vidas deixou de ser através de guerras e passou a se dar pela alocação de imensos volumes de dinheiro. Analisemos alguns dos casos mais emblemáticos mais recentes, para depois fazer uma analogia com a nossa situação nestes tempos de COVID.

1. Guerras Napoleônicas e Independência dos países Sul Americanos

Após a Revolução de 1789, a França passou uma década em caos administrativo. O período culminou com a ascensão de Napoleão Bonaparte ao cargo de 1º Cônsul da República, em 1799. Logo depois, em 1803, o mesmo deu início ao ciclo das Guerras Napoleônicas, que perdurou até a sua derrota final em Waterloo, a 18 de junho de 1815. Neste período, a França invadiu e dominou grande parte dos países vizinhos, o que propiciou a Napoleão colocar pessoas suas na posição de monarcas destes países. Um destes indicados foi o seu irmão, José Bonaparte, alçado ao trono espanhol em 1808.

Neste mesmo ano, diante da recusa da monarquia portuguesa em se juntar ao “Bloqueio Continental” contra a Inglaterra, bloqueio este ordenado por Napoleão, Portugal foi invadido pelas tropas francesas. Isto fez com que toda a corte portuguesa se transferisse para o Brasil, escoltada e apoiada por vasos de guerra ingleses.

Neste período, incentivados pelo exemplo da independência dos Estados Unidos, em 1776, e do Haiti (1804), junto com o caos provocado nas relações das colônias com a corte espanhola e o incentivo dado pelos inglêses, seguiu-se uma série de declarações de independência no continente: Argentina, (1810), Paraguai (1811), Chile (1818), México (1821), Peru (1821), Brasil (1822), Bolívia (1825), Uruguai (1828 – dividido do Brasil), Equador (1830), Venezuela (1830), Nova Granada (1831 – Colômbia, Panamá e Venezuela), Costa Rica (1838), El Salvador (1838), Guatemala (1838), Honduras (1838) e República Dominicana em 1844.

O traço comum que unia todas essas novas nações era o fato de estarem todas altamente endividadas junto ao mesmo credor: A Casa Bancária Rothschild, de Londres! Da mesma forma que as casas reais europeias, com suas guerras intermináveis, que viviam eternamente endividadas junto aos grandes banqueiros; os governos das jovens nações da América Latina seguiram, desde o nascimento, exatamente o mesmo caminho. Até hoje, países como o Brasil destinam cerca de 10% do seu PIB para pagar juros destas dívidas bicentenárias.

Independência? Ahahahah! Pulamos da panela para cair no fogo.

2. Carros elétricos X Automóveis a Gasolina

A história dos veículos elétricos é longa. No final do século XIX, pesquisava-se a construção de veículos a bateria. O primeiro carro elétrico dos E.U.A. foi construído por William Morrison, em 1891. Em 1900, a quantidade de carros elétricos era o dobro dos carros a gasolina. Thomas Edison e Henry Ford trabalharam juntos para construir veículos elétricos de baixo custo. Em 1912, a quantidade total de veículos elétricos alcançou o pico histórico de 30.000 unidades.

Em 1908, a produção em série do Ford T baixou o custo dos carros a gasolina. Por sua vez, o preço dos carros elétricos também abaixou em um terço. Em 1912, um carro a gasolina custava US$ 650, enquanto um carro elétrico custava US$ 1750. Durante a década de 1920, os carros elétricos perderam valor de mercado nos EUA devido à construção do sistema de estradas ligando cidades, o que permitia aos motoristas viajarem longas distâncias, coisa que os carros elétricos não podiam fazer. A descobertas domésticas de petróleo (o petróleo barato do Texas), junto com ao aumento na quantidade dos postos de gasolina, contribuíram para que os carros a gasolina dominassem. Em 1935, os carros elétricos foram praticamente extintos, com o domínio total do mercado passando aos carros a gasolina.

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ADONIS OLIVEIRA - LÍNGUA FERINA

SINAIS INDEFECTÍVEIS DE IMBECILIDADE E VULGARIDADE

Um fenômeno importante vem se desenvolvendo no mundo todo e, segundo me parece, não está tendo a devida atenção nem sendo analisado. É um mergulho profundo na vulgaridade e na ignorância.

A CULTURA JUDÁICO-CRISTÃ OCIDENTAL PERDEU O BONDE DA HISTÓRIA!

Tudo o que as pessoas de espírito consideram mais sagrado está sendo inexoravelmente lançado à lata de lixo. As criações mais sublimes do espírito humano, criados quando dessa busca milenar pela transcendência da nossa condição de “Desterrados Filhos de Eva”, estão sendo ignoradas e levadas ao esquecimento.

O MUNDO INTEIRO ESTÁ SE “BRAZILIANIZANDO”, OU “AFRICANIZANDO”

Vulgaridade, imbecilidade e grosseria estão vencendo de goleada! Os brasileiros, na maioria, miscigenados com africanos, exceção só daqueles com linhagem Europeia direta, junto com os “Afro-Americanos” e os árabes que estão invadindo a Europa, formam a vanguarda 2.0 ENHANCED desta maré. Estão levando o mundo inteiro para a vala comum da selvageria. A lista de “Marcadores” da vulgaridade e da imbecilidade galopante são inúmeros. Invadem nosso quotidiano com uma força nunca antes vista. Jamais poderíamos imaginar viver o suficiente para ver coisa semelhante nos acontecer. Vamos a alguns deles:

• A base da imbecilidade é a forma de raciocinar! Das profundezas de combalidos e parcos neurônios, o imbecil sai com raciocínios malucos. Completar a desgraça considerando-os revelação divina. Defende-os com unhas e dentes, como dogmas de fé, sem dar mais nenhum espaço para argumentos racionais a respeito.

• Junto, vem a perda total de qualquer resquício de pudor. O “Fashion” é a total exposição dos aspectos mais íntimos da vida pessoal, seja em abundantes “posts” pela internet, seja através do vestir, ou mesmo de formas lascivas de “dança”, se é que se pode chamar aquelas emulações do ato sexual de dança.

• Conversam sobre questões eminentemente íntimas, ao celular, nos locais mais inadequados e inconvenientes, sempre aos berros. Os demais que se danem, caso não estejam interessados em ouvir ou incomodados!

• O assunto predominante nas conversas é sempre banalidades, vulgaridades ou coisas grotescas e aberrantes! Do tipo que é insistentemente disseminado pelos meios de comunicação. Quanto mais grosseiro, grotesco, vulgar, brutal, abjeto…mais é passível de insistente veiculação pelos meios de imbecilização da população.

• Para aqueles um pouco mais velhos, o assunto predominante nas conversas é doença. Deve ser reflexo do medo/pavor que sentem de morrer. Comprazem-se em exegeses intermináveis sobre os mais diferentes tipos de enfermidades, sempre dando detalhes minuciosos e assegurando que foram eles mesmos os acometidos, quando não uma pessoa que lhes seria próxima. Em seguida, passam a listar uma longa série de medidas paliativas, todas absolutamente imbecis e inócuas, sempre altamente relacionadas a preconceitos pueris.

• O ápice da selvageria vem com a mania de descrever interminavelmente o funcionamento das suas funções intestinais, mesmo nos detalhes mais escatológicos, especialmente quando estão à mesa e durante as refeições. O pejo e o nojo dos demais que se dane! O que interessa é que possam externar as suas nojeiras, juntamente com as preocupações comezinhas que lhes avassalam as almas medíocres.

• Tal qual vampiros, que abominam a luz, as hordas de “Homo Vulgatus” abominam ferozmente o silêncio e a introspecção. Ficar calado, para eles, é sinal inequívoco de “mau humor”. Ao se deparar com alguém calado, perguntam imediatamente: Que é que tu tens? São acometidos sempre de uma necessidade irresistível e irrefreável de defecarem pela boca todos os dejetos que lhes estão pressionando a caixa craniana.

• Necessitam permanentemente de barulho, e em altos níveis de decibéis, de modo a impedir qualquer forma de raciocínio. Esta é a razão que os leva a manterem permanentemente ligado um aparelho de TV, sempre deblaterando misérias e vulgaridades, ou mesmo um aparelho de som, com uma voz esganiçada, parecendo os berros de uma gata no cio, berrando breguíssimas músicas “gospel” de péssimo gosto (olha o pleonasmo); ou mesmo algum “Sertanejo Universitário”, choramingando com voz lamurienta algum chifre pretérito. Se não for alguma cantiga em “tatibitate”, adequada apenas para retardados mentais, e que denominam, a depender de características que me fogem totalmente ao raciocínio distingui-las, de “Funk” ou de “Rap”.

• O imbecil e o vulgar são, antes de tudo, “Folgados” e “Espaçosos”! Sua compulsão para excretar a diarreia mental, não se intimida com tempo ou local. Falam sempre em altos brados, sempre peremptórios e intimidadores em sua argumentação fajuta. Só escutam som nas alturas, mesmo à noite e dentro de ônibus. Adoram encostar na cadeira dos outros e ficar chacoalhando. Quando sentam, em um banco com diversas pessoas, são acometidos do mal de Parkinson: ficam tremendo a perna e, consequentemente, todos os demais. Entram em ambiente refrigerado e NUNCA fecham a porta. Utilizam banheiro e NUNCA dão descarga. Por só falar imbecilidades sem nenhum interesse, falam cutucando a barriga de quem der o azar de estar perto. Em local público, entram falando em altos brados, incomodando todos os que ali se encontram. Bebem água na boca da garrafa. Comem de boca aberta e palitam ostensivamente os dentes. Enfiam o pedaço de carne que estão comendo no pote do molho comum. Ao beber cerveja, o arroto é de lei. Chegam da rua, com a roupa empoeirada, e se jogam na cama… dos outros. Por aí segue a interminável lista de selvagerias.

• Nunca leram um livro! Se o fizeram, foi na marra, quando cursavam os primórdios da educação mínima que o estado exige que lhes seja ministrado. Até mesmo os autores que nos embalaram os sonhos, quando da nossa infância, estão sendo devidamente “higienizados” pelas patrulhas ideológicas para que obedeçam fielmente aos ditames da nova “estética” e “moral” que nos está sendo imposta. Vocabulário paupérrimo!

• Outro sinal importante é a aderência ao “Politicamente Correto”. Só usam raciocínios e expressões validadas pelas lideranças do “Partidão Oculto” que caminha para engolfar o mundo. Idiotices como: “Deficiente Visual”, e não Cego; “Deficiente Físico” e não aleijado; veado, frango, baitola, perobo, qualira, bicha, mulherzinha, ou qualquer epíteto criado pelos regionalismos de nosso país, passam a ser homossexuais. Julga de “Bom Tom” chamar os veados ativos de “maridos”, como se essa abominação às leis naturais fosse a coisa mais normal do mundo e as duas bichas formassem um “Casal”.

• São fanaticamente MICROMANÍACOS. Se comprazem de maneira orgástica com minudências: Sabem a escalação do Bangu em 1963, e não possuem a mínima noção da catástrofe que se abate sobre o nosso país.

Quer ter certeza absoluta sobre a vulgaridade de qualquer pessoa, pergunte se conhecem alguma dessas músicas.

Se sentirem alguma emoção com elas, pode até ser que haja alguma esperança de remissão.

Clique em cada um dos títulos para ouvir:

1. Haydn – Sarabanda

2. Bach – Sonata na Clave de Sol

3. Adágio – Albinoni

4. Khachaturian – Spartacus – Adágio de Spartacus e Phrygia

5. Mozart – Sonata K 545, Allegro

6. Smetana – Die Moldau

7. Dvorak – Slavonic Dance Op.72

8. Tchaikovsky – Piano Concerto 1

9. Chopin – Nocturne op. 9 – No.2

10. Schubert – Serenade

11. Franz Liszt – Liebestraum – Love Dream

12. Pachelbel – Canon

13. Pietro Mascagni – intermezzo from Cavalleria Rusticana

14. Saint Preux – Concerto pour une voix

15. Schumman – Träumerei

Por fim, o ápice da imbecilidade: ser adepto do “LULA LIVRE” e filiado ao PT, ou ao PSOL/PCdoB, etc.

Ao nos afastarmos dessas bestas, o alívio é até físico. Caminham para nos dominar. Dão-me ojeriza e pena!

ADONIS OLIVEIRA - LÍNGUA FERINA

GUILHOTINA JÁ!

“Definitivamente, o Brasil não precisa de mais leis! Precisa de mais guilhotinas! ”

Aos crápulas que pretendem manietar nossa população pela miséria e doença, aproveitando-se desta maldita pandemia engenheirada pelos parceiros comunistas lá da China, sempre visando impor sua maldita ditadura.

Prezados senhores,

Tratem de pôr suas barbas de molho! A hora da verdade está chegando, e está vindo muito mais rápido do que supõe vossa vã filosofia, encastelados que os senhores estão em toda a sua imensa arrogância e soberba.

Nós, o povo brasileiro, estamos (por enquanto) demandando apenas que sejam devidamente “Impichados” alguns componentes da súcia de bandidos do famigerado STF, usurpadores de poderes que a eles não foi delegado pelo povo.

A etapa seguinte, quando a corda arrebentar, será uma reação explosiva! Será difícil até entender o que estará acontecendo, tal a velocidade com que os eventos se desenrolarão. A magnitude do que acontecerá arrostará a nós todos, assim como nossos familiares e entes queridos. Hoje, os senhores não podem sair às ruas, por medo de serem apupados. Amanhã, a população ensandecida, correrá nas ruas, atrás dos senhores para executá-los.

ACAUTELEM-SE, SENHORES!

A HORA ESTÁ CHEGANDO E VAI SER TERRÍVEL!

Se ainda tiverem algum resquício de bom senso, façam como Joaquim Barbosa: requeiram suas gordas aposentadorias e vão para casa! Usufruam as imensas fortunas que açambarcaram do povo brasileiro, sempre mamando nas gordas tetas da nação e através de todos os atos famigerados que praticaram.

Isso, se quiserem morrer de doença ou velhice, numa cama e com a cabeça ligada ao restante de seus nauseabundos corpos por todos os seus ligamentos naturais.

A ira da população com os senhores está se avolumando de uma maneira tal que, a persistirem nesta senda maldita em que enveredaram, certo como vem um dia após outro, os senhores terminarão seus dias abruptamente e tendo suas cabeças exibidas ao populacho na ponta de uma vara.

Repetimos para os senhores exatamente a mesma palavra de ordem com que os senhores utilizaram para provocar o caos e o desastre econômico na nossa nação.

VÃO PARA CASA!

De forma semelhante, o mesmo conselho se aplica aos patifes entronizados nas posições de comando nos estados e municípios, sempre e cada vez mais imiscuindo-se nos direitos mais comezinhos da população.

Primeiro, obrigaram o Presidente a um papel de mero observador e repassador de bilionárias verbas públicas. Depois, após roubarem descaradamente uma boa parte desses mesmos bilhões, que poderiam ter salvo uma imensidão de pessoas dos malefícios da pandemia, deblateram histericamente que a culpa seria do mesmo presidente, chegando a imputar-lhe caluniosamente o epíteto de “Genocida”, quando o grande e verdadeiro genocida são eles mesmos, ao torrarem (e darem sumiço) como se não houvesse amanhã, aos bilhões de Reais que o STF obrigou a Presidência a repassar-lhes.

Para onde foi toda essa imensa montanha de dinheiro? Ninguém sabe! Ninguém viu! Prestação de contas, que é bom, fica para as famosas calendas de março. Quer dizer: Dia de São Nunca!

Apoderaram-se de uma fatia significativa do PIB nacional, verdadeiras montanhas de dinheiro, que ninguém sabe para onde foi ou em que foi utilizado. A suposta “Pandemia” justifica plenamente a não existência de Licitação Pública na aplicação desses recursos. Criou-se um verdadeiro paraíso para os políticos ladrões, artigo que sempre tivemos em abundância neste país.

Não satisfeitos com essa roubalheira desregrada, a súcia de patifes se mancomunou para formar um grupelho que denominou “Grupo dos Governadores”, cujo único objetivo é infernizar a vida e a atuação do Governo Bolsonaro, sempre visando sua substituição pelo larápio de “Nove Dedos”, parceiro e cúmplice no projeto de poder execrado pela maioria da população.

O grande receio é que todo este imenso volume de recursos esteja sendo desviado para subsidiar as ações de formação de forças de guerrilha que, no devido momento, deverão fazer frente às nossas Forças Armadas, quando detonar a conflagração da luta pelo poder, conforme a palavras da Incontinência Verbal do crápula mor por trás deste movimento: José Dirceu.

Esta semana, iniciamos as comemorações dos 150 anos (18 de março a 28 de maio de 1871) da revolta conhecida como “A Comuna de Paris”. Este foi o primeiro grande passo em direção à tomada do poder pelos comunistas, na França alquebrada pela derrota frente ao exército Prussiano. A grande consequência desta aventura dos marxistas franceses foi morticínio de proporções bíblicas. A “Semana Sangrenta”, como ficou conhecido o período entre 22 e 28 de maio, entrou para a história pelos mais de 20 mil parisienses mortos. Ao fim da Comuna, 17 mil parisienses foram executados, mais de 40 mil foram feitos prisioneiros e mais de 13 mil condenações se efetivaram. Este foi o “Grande” resultado da loucura dos comunistas parisienses. Este é o futuro que nos espera.

Tal como os vermes, os canalhas comunistas se alimentam da derrocada da nação. Sua grande chance de açambarcar o poder à força é nos momentos de destruição. É para este destino inglório que estão empurrando nosso povo. É para esta imensa catástrofe que nos encaminhamos aceleradamente. Esperamos que os militares honrem seu juramento e se antecipem aos movimentos desses amaldiçoados, sempre dispostos a qualquer patifaria para açambarcar o poder.

Sou Cristão e Espírita Kardecista. Minha crença não admite um ser humano matar outro, seja por que motivo for, mas, da mesma forma que Moisés matou um egípcio que espancava um judeu e foi perdoado por Deus; guilhotinar essa multidão de patifes, totalmente cínicos, sem Deus e sem nenhum princípio moral, será apenas se antecipar e evitar a realização de uma catástrofe sobre o nosso povo, tal qual os exemplos abaixo.

O Holodomor (em ucraniano: Голодомо́р, transliterado para Holodomór; derivado de морити голодом, moryty holodom, “matar pela fome”). Vítimas (Estimado): De 1,8 milhões até 12 milhões. 1932-1933

A Revolução Cultural Chinesa: Durou de 1966 a 1967. Danificou seriamente a economia e a cultura tradicional da China, com um número estimado de mortos variando de centenas de milhares a 20 milhões.

O Genocídio Cambojano: Assassinato em massa promovido no Camboja pelo regime do Khmer Vermelho, liderado por Pol Pot, de 1975 e 1979. Empurrou radicalmente o Camboja para o comunismo. Estima-se que, em quatro anos, cerca de 1,7 a 2 milhões de pessoas foram executadas – cerca de 25% da população da época.

O Grande Expurgo ou Grande Terror (em russo: Большой террор. Os historiadores estimam o número total de mortes devido à repressão stalinista, em 1937-1938, entre 950 000 e 1 200 000. A “Operação Kulak”.

Esses facínoras, em sua busca desesperada pelo poder a qualquer preço, estão destruindo a nossa nação. Precisamos dar um basta ao terrorismo que estão nos impondo. GUILHOTINA JÁ!!!!

ADONIS OLIVEIRA - LÍNGUA FERINA

PORQUE O DIREITO NÃO É CIÊNCIA!

Para Aristóteles, todo conhecimento principiaria com os sentidos ou as sensações (aisthesis). Assim, não haveria “nada no intelecto que não tivesse antes passado pelos sentidos”! As sensações, portanto, não seriam o engano ou a mentira, como dizia Platão.

Essa visão maniqueísta do universo condenou a humanidade a quase 2.000 anos de enganos.

Hoje, tendemos a acreditar que a realidade seja uma síntese e equilíbrio entre tudo aquilo que captamos pelos sentidos, e aquilo que raciocinamos.

De forma semelhante, Aristóteles considerava que haveriam dois tipos de leis regendo o universo: As leis do “Céu Empíreo”, morada de Deus e de todos os seus “Eleitos”; e a parte do universo “Subliminar” (abaixo da lua), parte esta onde nos encontraríamos nós.

As leis do Empíreo seriam perfeitas e imutáveis. As leis de debaixo da lua, ou dos homens, seriam imperfeitas e eternamente cambiantes.

O termo Empíreo vem do latim medieval empyreus, uma adaptação do grego antigo empyrus (ἔμπυρος), “dentro ou sobre o fogo (pira)”. Em suma, Céu Empíreo é o lugar no mais alto dos paraísos (reservado para anjos, deuses, santos e seres abençoados), e pairando por sobre o “Fogo” das paixões humanas.

A partir desta visão do universo, formou-se a corrente filosófica denominada de “Empirismo”, que advoga a necessidade de “Evidências Empíricas” a fim de se formar ideias e conhecimentos, em lugar das ideias inatas , das tradições e da religião. Junto com o racionalismo, o ceticismo e outras formam o que chamamos de “Epistemologia”: O estudo sobre as maneiras através da qual formamos nosso conhecimento.

Existem basicamente cinco formas através das quais formamos conhecimento: empírico, teológico, filosófico, tácito, e o mais nobre de todos, o conhecimento científico. Todas buscam estabelecer relação de causa e efeito.

O conhecimento empírico, ou o senso comum, se define pela ausência de comprovação científica acerca de um dado fenômeno. É manifestado, portanto, pela consciência coletiva e de maneira informal.

Já o conhecimento teológico, baseia-se sempre na crença em alguma verdade “Revelada” por seres superiores. Acreditando nestas “verdades” axiomáticas, todo o resto segue como verdadeiro por consequência.

O conhecimento filosófico decorre de especulações puramente subjetivas e relativas à condição humana (Ontológicas). Dizem sempre respeito a grandes questões que muito raramente terão respostas objetivas.

O conhecimento tácito significa o que está subentendido (implícito) e que, por isso, não precisa ser dito. Não se pode traduzir por palavras. É aquele que o indivíduo adquire ao longo da vida prática. Faz contraponto ao conhecimento explícito, aquele formal, claro, regrado, fácil de ser comunicado.

O conhecimento científico pressupõe a utilização da Metodologia Científica: utilização de processos lógicos e EXPRESSÃO MATEMÁTICA formal. Para que um conhecimento possa ser considerado científico, torna-se necessário identificar as operações mentais e técnicas que possibilitam a sua verificação (GIL, 2008).

De forma geral, o método científico segue as seguintes etapas:

• 1º – Observação (Empirismo).

• 2º – Elaboração do problema (fase do questionamento). (Racionalismo)

• 3º – Hipóteses.

• 4º – Experimentação. (Ceticismo)

• 5º – Análise dos resultados. (Pragmatismo)

• 6º – Conclusão.

Observe-se que, em nenhum momento, apela-se a razões teológicas, filosóficas, morais ou a tradições; e que todo o processo representa uma grande síntese das diferentes correntes da Epistemologia.

Um aspecto crítico, quando da avaliação sobre a veracidade de um determinado conhecimento, é a análise da Repetitividade e da Reprodutibilidade. Isto significa dizer que, sob as mesmas condições, ou reproduzido por qualquer outra pessoa, as mesmas causas darão SEMPRE o mesmo resultado.

O nosso “direito” (entre aspas mesmo) se baseia em um imenso cipoal de leis, labiríntico e inexpugnável, composto por miríades de normas exaustiva e laboriosamente redigidas de forma a serem absolutamente incompreensíveis e incongruentes, muitas vezes até contraditórias entre si, de modo a possibilitar que chicaneiros dos mais variados espécimes e calibres possam se masturbar infinitamente sobre as suas infinitas possibilidades de interpretações, juntamente com os meandros, e as também infinitas possibilidades de postergação e de anulação, propiciadas por um Código Penal feito sobre medida para proteger o orifício rugoso póstero lombar das “otoridades” de plantão. A coisa toda é feita de forma tão embolada que pretensos sábios, “Iluminados” e iniciados nos segredos desta seita esotérica, passaram a ser necessários para explicar à patuléia o que querem dizer as leis. Criou-se um monstrengo chamado de “Hermenêutica Jurídica”.

Segundo o google, A Hermenêutica Jurídica é o ramo da Teoria Geral do Direito, destinado ao estudo e ao desenvolvimento dos métodos e princípios da atividade de interpretação. Vejam que o termo remete diretamente às ideias de Hermes Trismegisto (em latim, Hermes Trismegistus; em grego, Ἑρμῆς ὁ Τρισμέγιστος, “Hermes, o três vezes grande”), legislador egípcio e filósofo, que viveu na região de Ninus por volta de 1.330 a.C., ou até antes desse período. As estimativas vão de 1.500 a.C a 2.500 a.C. Foi o criador da escola filosófica conhecida como “Hermetismo”. Por proferir verdades só acessíveis aos iniciados em sua seita esotérica, passou a ser associado a tudo que é secreto, ou “Hermético”. A interpretação do pretenso “Direito” em nosso país, por analogia, só seria acessível aos iniciados nesta nova seita esotérica: Aqueles agraciados com o grau de bacharel em direito por alguma faculdade de fundo de quintal.

Poderia dizer, sem medo de estar exagerando, que o nosso arcabouço jurídico é o ápice da arte de sacanear com o povaréu desprovido de qualquer direito! Não há, em todo o planeta terra, ao menos que eu saiba, nada que nem se aproxime da sutileza e da arte de ser filho da puta impunemente que está contida no nosso aparatoso (e caréééésimo) sistema jurídico estatal. São o suprassumo da filhadaputice, se é que podemos chamar assim.

A partir desta base medonha, qualquer resultado oriundo das cabeças “privilegiadas” dos juízes torna-se plausível. Como diz o dito popular: Bunda de menino novo e cabeça de juiz, ninguém sabe que merda vai sair. Repetitividade ZERO! Reprodutibilidade ZERO! Portanto, fica totalmente afastada qualquer possibilidade de vir a ser considerada como “científica”!

O sistema em que eu antevejo total repetitividade e reprodutibilidade é a simplicidade cristalina e a objetividade perfeita da Lei da Sharia, do Islan: Matou? Morre! Roubou? Corta a mão! Estuprou? Cortam-lhe o bilau! Adulterou? Morre apedrejada! Este é o “Código Penal” mais sucinto da face da terra. Com ele, as penas são sempre as mesmas e, o que é ainda melhor: INEXORÁVEIS e sumaríssimas.

Poderíamos, com justa razão, escrever na capa do nosso C.P.P. as mesmas palavras que Dante vislumbrou no umbral do inferno: Lasciate ogni speranza voi ch´entrate! (Esqueçam toda esperança os que aqui entrarem)

Diante de toda esta imensa base, absolutamente canalha e até satânica, eu diria; como considerar esta enorme estrutura de dominação e de extorsão da população como “Ciência”? Só a título de piada e de péssimo gosto.

Esta colocação só poderia advir de uma das pessoas beneficiárias da imensa sacanagem, ou mesmo de alguém suficientemente ingênuo a ponto de acreditar em Contos de Fadas e Gnomos.

Querem mesmo tornar esta palhaçada toda um pouco mais científica? Façamos o seguinte: Peguemos TODAS as leis em vigor (eu quero dizer ABSOLUTAMENTE TODAS!), montemos uma imensa matriz de “Quadro-Verdade”, segundo a Álgebra de Boole e a “Análise Proposicional” de Bertrand Russel” e, com ela, alimentemos um imenso sistema de Inteligência Artificial em um megacomputador. Assim, para submetermos qualquer questionamento à justiça, bastaria irmos respondendo às perguntas geradas pelo sistema. Ao final, teríamos um relatório onde constariam as probabilidades de serem verdadeiras cada uma das opções colocadas. O processo todo seria infinitamente mais simples, mais rápido, mais eficaz, mais seguro, mais confiável e, o que é muito mais importante: MUITO MAIS BARATO. Afinal, não teríamos que sustentar a pão de ló a multidão de milhões de nababos, picaretas e vigaristas, que hoje pululam nos tribunais, e que estão todos mancomunados para se locupletar às custas da imensa multidão de otários composta por nossa população.

E TENHO DITO!

ADONIS OLIVEIRA - LÍNGUA FERINA

QUO USQUE TANDEM ABUTERE PATIENTIA NOSTRA

Ao longo de toda esta semana, foi publicado na página do Diário do Poder artigo da lavra do senhor Dagoberto Alves de Almeida, intitulado “A ERA DA ESTUPIDEZ”. Os que tiverem interesse de lê-lo na íntegra, basta clicar aqui.

A ideia central do referido artigo é exatamente a mesma que defendi em artigo de 13 de setembro de 2020, no JBF, e que denominei A ERA DA IMBECILIDADE.

A única diferença entre os dois artigos é que eu fiz referência ao historiador britânico Eric Hobsbaum, enquanto que este senhor afirmou no seu artigo que a ideia de denominar o século XX como A Era da Incerteza seria do economista John Kenneth Galbraith.

Não importa! O que importa é que a linha de raciocínio e o detalhamento adotados pelo autor, no seu artigo, são exatamente os mesmos do meu artigo!

Para completar, este senhor concluiu o seu raciocínio utilizando como referência um artigo denominado “As Leis Fundamentais da Estupidez Humana”, do italiano Carlo Cipolla, trabalho este que eu referenciei e detalhei extensamente em meu artigo de 08 de setembro de 2019, também no JBF, intitulado AS LEIS BÁSICAS DA ESTUPIDEZ HUMANA.

Embora a ideia de exigir deste senhor que faça referência às minhas mal traçadas linhas seja bem atraente, considero melhor deixar para lá. Creio que o melhor disso tudo é que, aparentemente, as ideias que venho expressando nesta gazeta supostamente “escrota” estão começando a “fazer a cabeça” de pessoas cujas opiniões são consideradas e respeitadas por muitos. Alvíssaras!

Assim, contribuindo para que este senhor possa publicar mais algum artigo interessante daqui a alguns meses, venho trazer a público aquilo que entendo como sendo a próxima etapa do processo de total avacalhação ao qual está sendo submetida a nossa nação. Na minha modesta forma de entender a nossa realidade atual, adentramos AGORA, de cabeça, na era que denomino…

A ERA DO NOJO DE SER BRASILEIRO!

Estamos numa nova era em que extenuantes e altamente custosas investigações da Polícia Federal, milhares de depoimentos tomados, trabalhosas auditorias realizadas, informações peremptórias advindas de órgãos de investigações de países como a Suíça corroborando a roubalheira, extensas confissões assinadas, bilhões de reais roubados sendo devolvidos aos cofres públicos, imensos processos sendo montados pelo Ministério Público, condenações de centenas de criminosos condenados em diferentes e sucessivas instâncias e em períodos que chegam aos milhares de anos, empresas brasileiras pagando multas bilionárias em tribunais de países sérios por conta das fraudes praticadas nas empresas públicas com ações no exterior, etc.

Tudo isso não vale ABSOLUTAMENTE NADA, diante da decisão solitária (monocrática) de um único imbecil, aparatchnick do partido mentor e autor da roubalheira, devidamente encastelado no valhacouto de bandidos denominado indevidamente de STF.

O objetivo claramente almejado por este estrupício, cinicamente praticado pelo calhorda do STF contra toda a nação brasileira, é claramente e despudoradamente propiciar o retorno à arena política de um dos maiores patifes que esta nação já teve o desprazer de acolher, mesmo que com isso, e até por isso mesmo, tenha de destruir um trabalho imenso que foi realizado com esforços ingentes por uma extensa equipe de homens íntegros. ABRIU AS PORTAS DO INFERNO!

A instabilidade econômica, que já era imensa, tornou nossa situação definitivamente catastrófica: Bolsa de valores despencando, dólar disparando. O céu, ou melhor, o inferno, é o limite. Quanto pior, melhor!

Economia claudicando. Milhares de empresas quebrando. Desemprego batendo sucessivos recordes. O endividamento estatal chegando perto dos 100% do nosso PIB. A nossa moeda se esfarelando, já tendo perdido mais da metade do seu valor apenas do ano passado para cá. Total ausência de qualquer perspectiva de melhora para a população. Governadores e prefeitos se esmerando em criar novas e inventivas formas de atanazar a população, sempre e de todas as maneiras possíveis e imagináveis. A roubalheira das verbas bilionárias, repassadas por determinação peremptória do mesmo antro de bandidos denominado STF, atingindo píncaros nunca dantes vislumbrados.

ATÉ QUANDO RESISTIRÁ A PROVERBIAL INÉRCIA E O SANGUE DE BARATA DA NOSSA POPULAÇÃO DIANTE DESTE IMENSO ESTUPRO COLETIVO?

Tudo isso para que bandidos de altíssima periculosidade possam açambarcar mais uma vez todo o aparato estatal. Só que, dessa vez, não vão simplesmente “GANHAR AS ELEIÇÕES”! VÃO TOMAR O PODER!

Em paralelo, multidões de macacos disfarçados de humanos, todos devidamente intoxicados por ideologia imbecilizante e manipulados por esta horrenda distopia, entram em êxtase diante da perspectiva de um eventual retorno do crápula mor às pugnas políticas. Enquanto isso, o Brasil assiste enojado e em estupor.

Quo usque tandem abutere, S.T.F., patientia nostra? Quam diu etiam furor iste tuus nos eludet? Quem ad finem sese effrenata iactabit audacia?
Até quando, oh S.T.F., abusarás da nossa paciência? Até quando a tua loucura continuará a nos desmoralizar? Quando chegará ao fim esta tua audácia sem limites que se abate sobre nós?

Precisamos urgentemente cortar os milhares de cabeças desta Hidra de Lerna que nos inferniza!
GUILHOTINA JÁ!

ATENÇÃO Senhores Militares! Vamos ver se, dessa vez, fazemos o serviço bem feito e não deixamos a semente maligna para germinar de novo depois.

P.S. Sabem qual é a parte boa do fato desse canalha ter dado essa decisão estuporante? É que agora, ou vai ou racha! É como se dizia antigamente: OU RASGA O CU OU QUEBRA O PAU, MAS QUE VAI, VAI!

Não podemos nem dizer, como na Revolução Francesa, “Aux armes, citoyens!”, já que o crápula mor tratou de deixar toda a população indefesa e desarmada. Pois, então, vai ser no cacete mesmo!!!

ADONIS OLIVEIRA - LÍNGUA FERINA

OPINIÃO

Ao longo dos últimos tempos, uma das expressões com que tenho sido brindado mais frequentemente é a afirmativa de que “Cada um possui o direito de ter sua própria opinião! ”, ou de que “A verdade depende do ponto de vista de cada um! ” Nada mais longe da verdade!

Considero haver aí alguns aspectos que, por sua importância, devem ser devidamente esclarecidos:

1. A VERDADE É UMA SÓ! Independente do ponto de vista de qualquer observador.

2. A grande (e mais nobre) missão dos seres humanos é a busca da “Verdade”. Todos que se utilizam das fraquezas humanas para, embaralhando os conceitos, e daí obter benefício próprio, são meros canalhas!

3. Cada um de nós, só poder ver alguns aspectos de uma determinada realidade. Não significa que aquele PONTO DE VISTA represente TODA A REALIDADE. Infelizmente, este tipo de conhecimento ABSOLUTO nos foi negado pelo criador. Já uma OPINIÃO, expressa apenas a vontade de que as coisas sejam daquela maneira, sem vínculo com evidências fáticas!

4. É através de “Aproximações Sucessivas” que a humanidade vai refinando o seu conhecimento sobre a realidade. Cada um de nós deve apoiar sua “visão” nos “Insights” dos gigantes que nos antecederam, sempre procurando ir um pouco mais longe em direção à verdade.

5. Os primeiros métodos estruturados de busca dsa verdade foram desenvolvidos pelos filósofos gregos clássicos: Sócrates, e seu método de perguntas sucessivas; e Aristóteles, com a dialética, onde cabe à própria pessoa, em sua mente, ponderar pontos contra e a favor de cada opinião, daí retirando a síntese.

6. O filósofo alemão Hegel, apesar de ter entendido a dialética aristotélica como sendo meramente uma disputa de “bate-boca” para ver quem ganharia a discussão (Erística), nos legou uma “sacada” genial, ao vislumbrar que o desenvolvimento das ideias se dá de forma pendular: TESE – ANTÍTESE – SÍNTESE que, por sua vez, torna-se uma nova tese e sujeita à contestação.

7. Outro que nos legou uma herança imperecível foi Francis Bacon, com seu Empirismo Radical. Segundo ele, que viveu na mesma época que Galileu, a natureza só poderia ser compreendida através do estudo direto e objetivo. Explicações baseadas em fé, tradição ou autoridades só atrapalhariam o esforço para entendermos como o mundo realmente funciona. Esta foi a base do “Método Científico”, que nos proporcionou todo o imenso desenvolvimento que temos hoje.

8. Kepler foi o primeiro a nos dar o exemplo de humildade diante da realidade, que é aceitar a realidade como ela se apresenta, e não como nós imaginamos que Deus deveria ter feito. Ao se deparar com dados sobre as orbitas de Marte que contradiziam as crenças então vigentes, ele simplesmente se limitou a verificar que sua órbita ao redor do sol era elíptica, e não circular como achavam que deveria ser, e calculou as suas relações e características, dando nascimento às suas famosas leis.

9. O coroamento deste processo se deu com Karl Popper e seu conceito de REFUTABILIDADE. Ao analisarmos uma proposição, devemos tentar refutá-la de todas as maneiras possíveis. Se não conseguirmos, haverá uma boa chance de que esta seja verdadeira (provisoriamente!!!).

A conclusão é que, como disse Aristeu Bezerra: “Não existem erros, apenas lições. O crescimento é um processo de tentativa e erro: experimentação. As experiências que não deram certo fazem parte do processo, assim como as bem-sucedidas. ”

A grande questão que se apresenta para mim é:

POR QUE SERÁ QUE ALGUMAS PESSOAS (A MAIORIA DA HUMANIDADE) SIMPLESMENTE ABDICAM DE PENSAR POR CONTA PRÓPRIA, MESMO DIANTE DAS EVIDÊNCIAS MAIS GRITANTES, E OPTAM POR REGREDIR À CONDIÇÃO DE ANIMAIS IRRACIONAIS?

As possíveis explicações que eu encontro para isso são as seguintes:

a) O “de cujus” simplesmente não consegue entender as relações existentes naquela situação. O seu baixo estágio de desenvolvimento mental simplesmente não lhe permite compreender algumas relações um pouco mais complexas que as banalidades e irrelevâncias com que seu cérebro é diuturnamente intoxicado pelos meios de comunicação. Sua mente simplesmente ATROFIOU!

b) O elemento simplesmente NÃO QUER ENTENDER E TEM RAIVA DE QUEM ENTENDE! A “Nova” realidade é percebida como agressiva. Pensar em sair da zona de conforto proporcionada pelas suas “Velhas Opiniões Formadas Sobre Tudo”, e que na maioria das vezes lhes foram repassadas de 2ª mão, faz com que tenha verdadeiros pesadelos. Para isso, vale-se de todos os Mecanismos Psicológicos de Defesa que detalhei em postagem aqui no JBF (clique aqui para ler)

c) É mais vantajoso para o “animal”, em termos de atendimento às suas ânsias e necessidades, permanecer como defensor daquelas velhas e enxovalhadas ideias. A sua motivação é oriunda do mais simples e reles interesse próprio, já que aufere vantagens significativas da situação representada por aquelas ideias, mesmo vindo este egotismo normalmente mascarado de altruísmo e de interesse pelo bem comum.

d) O conforto proporcionado pelo sentimento de “Belongness” (pertencimento) a uma determinada seita faz com que se aferre de forma irracional aos seus antigos e falsos paradigmas (Vide Thomas Kuhn). Assim, suas ideias e proposições jamais são submetidas a uma análise séria e impessoal pelo imbecil, ou mesmo pelo seu grupo. O simples questionamento passa a ser encarado como uma traição ao grupo.

e) Pura e simples PREGUIÇA MENTAL. O imbecil considera muito mais atraente gastar horas intermináveis em discussões infinitas sobre banalidades, que gastar seus miolos querendo se aprofundar em questões um pouco mais complexas. Suas reações diante de alguém que seja um pouco mais evoluído são sempre extremadas: Ou ridiculariza de forma acanalhada, ou devota-lhe um ódio irracional.

Ao final, a pessoa que se aferra a suas opiniões, independentemente de argumentos lógicos ou dos fatos à sua volta, pode até ter direito a esta mesma opinião, mas, sem sombra de dúvidas, será apenas mais um imbecil. E o será para todo o sempre, já que a imbecilidade é, reconhecidamente, um mal incurável!

UM IMBECIL É UM IMBECIL, É UM IMBECIL!

ADONIS OLIVEIRA - LÍNGUA FERINA

DOMINE MISERERE NOBIS

O Congresso Brasileiro teve uma chance histórica, para demonstrar ao Brasil e ao mundo, de forma cabal e irrefutável, a sua altivez e independência frente aos arreganhos autoritários de uma corja que tenta manietar a nação brasileira. Em vez disso, caiu de quatro e deixou-se estuprar, de forma vergonhosamente pusilânime; chegando à tibieza de implorar ao seu algoz que atos deste tipo não se tornem muito frequentes.

Relembremos as lições dadas pela maior autoridade sobre governos totalitários: George Orwell.

Se você quer uma imagem que descreva o futuro, imagine uma botina pisando em um rosto humano – para sempre.

Quando a botina do governo está em nossa garganta, se é de direita ou de esquerda não faz diferença.

Todas as tiranias dominam através da fraude e da força! Uma vez que a fraude é exposta, eles devem se apoiar exclusivamente na força.

Aquela espingarda, pendurada na parede da casa de um trabalhador, é o símbolo da nossa democracia. Nosso trabalho é fazer com que permaneça lá.

A linguagem política é feita de modo a fazer mentiras parecerem verdades, e assassinatos, respeitável.

Nós afundamos de modo tal que a reafirmação do óbvio é a primeira missão das pessoas inteligentes.

Um povo que elege políticos corruptos, impostores, ladrões e traidores não é vítima…, mas cúmplice!

Jornalismo é imprimir aquilo que alguém não quer que seja impresso. Todo o mais é Relações Públicas.

Se liberdade significa alguma coisa afinal, significa o direito de dizer às pessoas coisas que elas não querem ouvir.

A maneira mais eficaz de destruir um povo é negar e distorcer o seu entendimento sobre a sua própria história.

O simples conceito de verdade objetiva está desaparecendo do mundo. As mentiras passarão à história. Quanto mais uma sociedade se afasta da verdade, mais ela odeia todos aqueles que a falam.

Se todos aceitam a mentira que o partido impôs – se todos os registros contam a mesma estória – então a mentira passou à história e se tornou verdade.

ADONIS OLIVEIRA - LÍNGUA FERINA

ÀS “VOSSAS EXCRESSÊNCIAS”

Olho pra vossa excelência
E me dá até gastura.
Porque não tem compostura,
Nem respeito, nem decência.
Verdadeira excrescência,
Não cumpre o que é prometido,
Volta e meia anda metido
Em tudo que é obscuro
Por isso estou bem seguro:
Vossa Excelência é bandido!

Vossa excelência devia
Ter cuidado com o que diz,
Pra não ser tão infeliz
Nas coisas que pronuncia.
Quem tem a vossa mania
De roubar essa nação,
Não tem qualquer condição
De me chamar de bandido,
Pois é fato conhecido,
Vossa Excelência é ladrão!

Vossa excelência não tente
Por em mim o seu defeito,
Pois já conheço o seu jeito
Quando rouba e quando mente.
É ladrão reincidente,
Tirando de quem trabalha
Pra dividir com a gentalha
Que compõe sua quadrilha:
O filho, o genro e a filha,
Vossa excelência é canalha!

É melhor deixar em paz
Minha família decente,
Porque nela não tem gente
Que faça o que a sua faz.
Vivem por aqui, atrás
De pegar um descuidado.
É mãe, é filho, é cunhado,
Um bando de vigaristas.
E o chefe desses golpistas,
Vossa excelência, um safado!

Vossa excelência extrapola
Toda minha paciência,
Mas assim vossa excelência,
Se compromete e se enrola.
Vou lhe pegar pela gola,
E jogar dentro do esgoto,
Fedorento, sujo e roto.
E será bem merecido,
Pois, além de ser bandido,
Vossa excelência é um escroto!

Não pense, vossa excelência,
Que me assusta ou me faz medo.
Levantando esse seu dedo,
Prometendo violência!
Conheço toda a sequência
Dessa sua encenação.
Quer bancar o valentão
Mas apanha da mulher
Digo aqui o que eu quiser:
Vossa excelência é um cagão!

Cabra safado, ladrão,
Sujeito de má conduta!
Sua mãe é prostituta,
O seu pai é cafetão!
Não vou lhe meter a mão
Porque sei que você gosta.
No lugar onde se encosta
Fica uma mancha fedendo,
Que todos fiquem sabendo:
Vossa excelência é um bosta!

Li há muito tempo e não anotei o nome do brilhante poeta. Continua cada dia mais atual.

Nunca pensei ver um tribunal, supostamente SUPREMO, chafurdar tanto na lama! São infindáveis discussões sobre minudências, encobrindo montanhas de inconstitucionalidades, ou coisas muito piores.

QUE BANDO DE FIGURINHAS SINISTRAS DA PORRA !

Do povo brasileiro, segue como prova de muito amor e carinho, para Alexandre de Morais, Toffolli, Lewandowski, Gilmar e toda a sua gangue.

Extensivo a toda nossa briosa classe política brasileira. Gente da estirpe de um Renan, Humberto Costa, Lula, Dilma, Aécio, Sarney, Lobão, Gleise, Pezão, José Guimarães (Capitão Cueca), Paulo Pimenta, José Dirceu e seu nefasto pimpolho (Zeca Dirceu), e toda uma imensa multidão de facínoras dos mais variados calibres.

É altamente deprimente assistir uma facção de bandidos mobilizar todo o imenso (e carésimo) aparato estatal, simplesmente para defender os filhos das putas na sua luta desesperada para assegurar a sua (deles) hegemonia no usufruto das prebendas decorrentes do sequestro do aparato estatal em benefício próprio.

Caso uma bomba atômica explodisse naquele imenso puteiro chamado Brasília, a parcela da nação brasileira que trabalha, produz e paga impostos pesadíssimos, aplaudiria de forma delirante e faria um imenso carnaval em comemoração. As conclusões a que cheguei:

1) Verbalizar qualquer menção à imensa lista de patifarias praticadas quotidianamente pelos membros do STF é CRIME CONTRA A SEGURANÇA NACIONAL!

2) O simples fato de divulgar sua discordância na internet caracteriza continuado estado de “cometimento flagrante” do crime, o que pode lhe levar a uma prisão imediata.

3) Todas as “Garantias Constitucionais” estão suspensas, sem que haja data limite para o seu retorno, e sempre totalmente sujeitas ao alvedrio dos ONZE MAGNIFÍCOS.

4) A Rede Globo, como boa parceira da gangue, se esfalfa longos minutos no Jornal Nacional, martelando insistentemente (à la Goebels) as narrativas dos crápulas e apresentando depoimentos de “luminares” da inteligência nacional como os governadores comunistas dos estados mais arrombados da nação.

AAAAAAAARRRRRRRRRRRRRGGGGGGGGGHHHHHHHHHHHHH !!!!!!

ADONIS OLIVEIRA - LÍNGUA FERINA

K-622 E OS QUILOMBOLAS

Dentre as 626 músicas compostas por Mozart, quase todas absolutamente celestiais, uma das que eu mais gosto é o último Concerto para Clarinete classificado como sendo o de número K-622. Neste concerto, a parte que eu gosto mais ainda é o sublime 2º Movimento – o Adágio. É pungente! Não consigo ouví-lo sem sentir uma profunda emoção. O “bicho” é tão bonito que já foi usado inúmeras vezes como tema de filmes. Dentre os que eu assisti, os que me veem à memória primeiro são:

1) ENTRE DOIS AMORES, com Merril Streep e Robert Redford. Quem quiser ver e se emocionar, é só clicar.

Recomendo firmemente que vejam este pequeno filme a fim de poderem entender melhor o que vou dizer.

2) GREEN CARD, com Andy MacDowell e Gerard Depardieu. Muito bom, também.

Existe uma série de coisas bastante interessante a respeito deste concerto. Primeiro, o fato dele ter sido composto poucos dias antes da morte de Mozart. Tanto foi assim que seu número fica espremido entre a ópera A FLAUTA MÁGICA, K-620, composta em novembro de 1791, poucos dias antes, portanto, da sua morte em 5 de dezembro do mesmo ano, e o RÉQUIEM, K-626, considerado como sendo a sua última obra, razão pela qual ficou inacabado. Só foi concluído pelo seu aluno, Franz Xavier Susmayer, após a sua morte.

Na realidade, o K-622 não era originalmente um concerto. Eram apenas anotações esparsas e que foram reunidas em um concerto por um dos estudiosos e compiladores da sua obra, através de documentos religiosamente guardados pela viúva de Mozart, Constance. Mesmo tendo sido “montado” a partir de peças avulsas, o resultado final se apresenta com uma coerência tão grande que até parece ter sido composto com esta intenção. Originalmente, o mesmo foi composto em outra tonalidade, adequada para um tipo de clarinete pequeno, existente naquela época e que hoje não é mais utilizado. Assim, até sua tonalidade foi também mudada. Não importa! O que interessa é que o resultado final é sublime.

Agora vem a pergunta: E onde é que entram os quilombolas nesta conversa? Calma que eu explico já!

O finado e polêmico Jornalista Paulo Francis disse certa vez que:

“Toda a contribuição da África Negra à cultura da humanidade não se compara à descoberta do clarinete por Mozart!”

Apesar de considerar que o jornalista foi propositalmente exagerado, apenas para criar polêmica, não deixo de reconhecer que há muito de verdade em suas palavras. Busco e rebusco na memória algo que contradiga a frase acima e não encontro. Se alguém souber, faça-me o favor de indicar. Agradeço penhoradamente, já que gostaria de ter argumentos para contradizer quem me vier com esta argumentação. Até porque, dentre a mistura de etnias que forma minha ancestralidade, encontra-se uma bisavó negra.

Por outro lado, tenho certeza absoluta que os “quilombonazis”, mesmo sem apresentarem nenhum argumento minimamente racional, até porque racionalidade não é bem a praia desta turma, cairão de pau em mim, afirmando que sou preconceituoso e que mereço ser processado e ir para a cadeia.

O fato de fazerem um berreiro do tamanho que bem quiserem não alterará em nada a realidade dos fatos. Eu diria até: A TIRANIA ABSOLUTA E INSENSÍVEL DOS FATOS.

Como bem lembrou o grande filósofo cearense Falcão, “Se grito resolvesse, porco não morria!”

Portanto: Podem berrar à vontade! A realidade continuará exatamente a mesma.

É aí que eu me lembro de mais um dos grandes polêmistas desta nossa época tão repleta de “Gaynazis”, “Feminazis”, “Esquernazis”, e outros “Nazis” menos cotados: O deputado Jair Bolsonaro.

A propósito do assunto em epígrafe, o mesmo afirmou recentemente que visitou quilombos onde só encontrou gente passando muito bem. “Não tinha ninguém pesando menos de 7 arrobas”. Foi além ao constatar a total inutilidade de tais comunidades, já que nada de bom produziam. “Nem para reprodutores servem mais” (sic). Se eleito presidente, continuou, encerraria totalmente qualquer repasse de recursos públicos a tais entidades.

Por conta destas duas assertivas acima, o nobre deputado está sendo execrado de todas as maneiras possíveis e imagináveis, sendo inclusive processado por crime de racismo e outros ismos de igual jaez.

Descontando a evidente grosseria do deputado, vamos analisar em mais profundidade as duas assertivas.

1º) Seria tentativa de tapar o sol com a peneira a pretensão de negar a existência de uma quantidade imensa de pessoas dependentes de repasses governamentais para sobreviver, sem que tenham a obrigação de ganhar seu pão com o suor de seu rosto. Isso se aplica não só aos quilombolas, mas a toda uma legião de pessoas.

Sabemos muito bem que, como definiu maravilhosamente Margareth Tatcher, “Quando uma pessoa ganha sem trabalhar, alguém está trabalhando sem ganhar.” Nos casos acima citados, os panacas que trabalham sem ganhar, já que seu ganho é espoliado pelo governo para dar aos seus protegidos, são os mesmos de sempre:

Nós! Os cidadãos pagadores de impostos.

Fico me perguntando por que foi que os emigrantes japoneses, judeus, alemães, poloneses e italianos que aqui chegaram, mesmo tendo enfrentado também condições de vida terríveis, todos eles trabalharam desesperadamente e terminaram legando condição de vida muito melhor para seus filhos e netos, sem que precisassem das famigeradas “Cotas” ou “Bolsas governamentais”.

Seria maravilhoso para o nosso país caso todos esses “hipossuficientes” se mirassem neste exemplo. Ocorre porém que, enquanto forem mantidos confortáveis e bem nutridos, dificilmente encontrarão motivação para correr atrás do prejuízo. Acho que foi mais ou menos isso que quis dizer o deputado.

2º) O Brasil atual apresenta uma feição bifronte, tal e qual o Deus Jano, semelhantemente à Bélgica e ao Canadá: É uma nação fracionada entre duas etnias totalmente diferentes. De um lado, os descendentes de povos com uma fortíssima ética do trabalho e da honestidade. Para estas pessoas, a grande missão da vida consiste em legar uma condição de vida melhor para seus filhos e netos, numa espiral ascendente de melhoria e de evolução. Estes são extremamente comedidos quando se trata de colocar filhos no mundo. Limitam sua prole a UM, ou no máximo DOIS filhos, e isto quando estão em condição financeira muito boa.

Por outro lado, os descendentes das etnias mais primitivas, especialmente em termos de evolução civilizacional, seguem encantadas as orientações desregradas de comportamento sexual propagandeadas abundantemente por todos os meios de comunicação, onde são enfatizadas uma promiscuidade sexual absurda e degenerada. A consequência deste desregramento está se refletindo em uma taxa de 30% de todas as crianças nascidas neste país serem filhas de jovens com menos de 15 anos de idade. Segundo o PNAD, cerca de 65% de nossas crianças são criadas em lares com apenas um dos cônjugues.

Juntando a gravidez precoce e serial, onde normalmente cada criança de uma mesma mãe é de um pai diferente, com a miseria onde se dá essa proliferação de deserdados da sorte, podemos imaginar qual é o futuro dantesco que aguarda esta nação. Éramos 90 milhões em ação, conforme dizia aquele hino do selecionado nacional de futebol em 1970. Hoje, menos de meio século depois, ultrapassamos aceleradamente a barreira dos 200 milhões. Qual o ganho advindo desta multidão de mais de 110 milhões de miseráveis, alem de uma carga brutal de necessidades sociais a serem atendidas pelos parcos recursos sobrantes do orçamento nacional, depois de se pagar a montanha dos juros anuais?

É! Acho que a ideia de deixar este pessoal se reproduzir à vontade não prenuncia nada de bom não!

* * *

Esta crônica foi escrita há quatro anos atrás e é cada dia mais válida!

RACISMO – Complemento da crônica acima

Vagabundando pela internet, eis que me deparo com essa figura esdrúxula fazendo uma montanha de afirmações altamente imbecis. Vejam só a cara do estúpido: TOTALMENTE LOMBROZIANO! Sintam só o brincozinho na orelha direita, indicativo de ser a figura “levemente” gay. E pensar que um jumento desse mama uns R$ 20.000,00 dos nossos impostos, indefectivelmente todos os meses e per omnia secula seculorum, só para ficar defecando verbalmente essas cagadas. Pergunta quanto alguém do mundo real chegaria a pagar pela assessoria jurídica deste quadrúpede ruminante.

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ADONIS OLIVEIRA - LÍNGUA FERINA

MECANISMOS PSICOLÓGICOS DE DEFESA

Fatalidade atroz que a mente esmaga!

O NAVIO NEGREIRO – Castro Alves

Existem momentos na vida dos seres humanos em que a pressão da realidade é tão intensa que leva a uma fratura na mente, inclusive com implicações nas estruturas do corpo físico pelo processo de somatização. Problemas do campo espiritual repercutem e provocam problemas no corpo físico do indivíduo.

Tenho um exemplo familiar bem representativo desta situação. Uma tia minha, muito querida e que, infelizmente, já faleceu, ao receber a notícia da morte num acidente de trânsito de um filho adorado, teve um trauma tão grande que o pâncreas deixou imediatamente de funcionar. A partir daquele momento, e até o dia em que ela morreu, passou a ser sofredora de diabetes no mais alto grau, doença esta que nunca havia acometido ninguém em nossa família anteriormente.

Diante da fragilidade estrutural e ontológica do ser humano, originada nesta sua dualidade única de mente e corpo, a mãe natureza desenvolveu alguns esquemas que atenuam consideravelmente os efeitos danosos decorrentes dessas agressões que nossa estrutura de personalidade sofre ao se deparar com os revezes com que a realidade se nos apresenta corriqueiramente.

A maneira como a mãe natureza resolveu esse novo problema, decorrente do altíssimo nível de complexidade das nossas mentes, foi simplesmente “apagar”, ou pelo menos distorcer temporariamente a nossa percepção do mundo, sempre de modo a tornar a agressão menos traumática para nós, já que a nossa capacidade de percepção do mundo fica provisoriamente restringida ao mínimo.

Apesar do aspecto altamente positivo que esta distorção de nossa percepção do mundo apresenta, ao nos proteger das agressões quotidianas da realidade, é de certa forma um retorno parcial à condição de animal irracional, já que perdemos grande parte da função mais nobre que os seres humanos possuem: a capacidade de observar o mundo que nos rodeia e, pelo menos em parte, compreendê-lo.

Vamos analisar um pouco mais de perto alguns desses mecanismos:

1. Repressão, Inibição ou Recalque – Se dá através do esquecimento “involuntário” das agressões e dos traumas psicológicos sofridos. O Superego simplesmente empurra para o mais profundo do inconsciente as memórias traumáticas. Como os petistas fazem sistematicamente com relação ao desmascaramento e às prisões de todos os seus dirigentes. Pelo menos até serem liberados pelos parceiros canalhas que incrustaram no S.T.F.

2. Negação – O indivíduo simplesmente “se recusa” a aceitar a realidade traumática. O melhor exemplo se dá quando morre uma pessoa querida e os sobreviventes, desesperados, ficam ordenando que o morto de levante do caixão de defunto e saia andando. É mais ou menos o que ocorre hoje com as seitas comunistas vinculadas ao PT: recusam-se sistematicamente a aceitar a realidade de que a nação brasileira está com nojo deles. Ficam ordenando o tempo todo ao cadáver político conhecido como “Nine Fingers” que se levante da sua catacumba.

3. Regressão – É o comportamento típico de adolescentes que, ao se verem contrariados em seus intentos, tornam a apresentar comportamentos altamente infantis que já deveriam ter abandonado. É a mesma atitude apresentada pelas hordas esquerdopatas que, ao verem bloqueados seus planos maquiavélicos, saem quebrando tudo e tocando fogo em pneus nas estradas.

4. Racionalização – O melhor exemplo deste tipo foi a fábula das “Uvas Verdes”, de La Fontaine. Quando o lobo vê que não vai conseguir nunca alcançar as deliciosas uvas, vai embora afirmando que estão verdes. É a mesma atitude apresentada pelo canalha petista, quando afirma que não quer mais ganhar as eleições (que perderam), mas sim ganhar O PODER.

5. Fantasia – É o comportamento típico apresentado pelas pessoas humildes, ao assistirem programas de TV em que os personagens estão sempre em mansões maravilhosas, trabalham sempre em escritórios lindos, são todos lindos e com todos os dentes na boca, se vestem maravilhosamente bem, nunca passam por problemas financeiros, não necessitam enfrentar as agruras da vida em nada. Suas mentes se elevam da sua miséria quotidiana para este mundo mágico, onde tudo é perfeito. É este o universo em que vivem os comunistas! Uma sociedade em que todos recebem do governo todos os recursos de que necessitam para viver, sem que seja explicitado jamais quem será o otário que deverá se esfalfar para produzir esta riqueza, depois que expropriarem todos os “burgueses”.

6. Deslocamento – É o comportamento onde a pessoa desloca o objetivo de uma pulsão, socialmente inaceitável, para um outro objetivo que não seja tão inaceitável. O melhor exemplo é quando uma pessoa tem vontade de esmurrar outra pessoa, mas, com medo das consequências, quebra um copo ou esmurra a mesa. É mais ou menos o que ocorre com os esquerdistas: adorariam poder fazer a tão sonhada “revolução”, mas, por saberem que as Forças Armadas seriam implacáveis, saem produzindo todo tipo de canalhices, sempre que a ocasião se lhes apresenta.

7. Conversão – Numa linguagem simples, seria a transformação de uma coisa em outra. No caso da dualidade Psique X Corpo, seriam as manifestações corporais daquilo que lhes vai na mente. Com relação aos comunistas, os exemplos abundam: São as inúmeras e grotescas tatuagens, os estilos de cabelo bizarros, as vestimentas desleixadas e os cabelos desgrenhados, as mulheres que não se depilam e nem usam soutien, os piercings em todas as mais inusitadas partes do corpo, os comportamentos sexuais bizarros, etc. O estilo animalesco expressa com perfeição as mentes atormentadas.

8. Isolamento – É o afastamento proposital da pessoa, daqueles objetos ou situações que lhes causam desconforto, ou se isolar de pensamentos ou comportamentos que lhes são hostis. O nível de abstração e afastamento dos prosélitos das esquerdas, com relação a tudo o que não se refira a suas ideias malucas de mundo, é algo absolutamente admirável.

9. Identificação – Tentativa de ocupar lugares e posições psíquicas diferentes, através da assimilação de algumas características, aspectos e propriedades de algum modelo externo. O indivíduo se identifica com um outro, cria um modelo interno dessa identificação e, depois, a projeta externamente esta fantasia, construindo assim uma nova realidade psíquica que, mesmo sendo mera fantasia, representa uma fuga da consciência da sua inferioridade. É o caso daqueles militantes que, ao usar uma camisa com a foto de Che Guevara, ou uma gravata vermelha, sentem-se como sendo o próprio guerrilheiro.

10. Grupalização – Este é o famoso “NÓS CONTRA ELES”, ou as tão citadas “ELITES”, nunca devidamente definidas; ou mesmo “OS BURGUESES”. Todos os aprendizes de ditadores tratam logo de identificar algum inimigo externo, a fim de aglutinar a sua tropa contra um objetivo comum, formando assim uma massa humana capaz de atender ao anseio individual de participar de algo que seja maior que eles individualmente. Esta situação de “pertencimento” ao grupo é sempre fonte de imenso conforto espiritual para as personalidades mais fracas.

11. Projeção – O ato de atribuir a outras pessoas, animais ou objetos, qualidades, sentimentos e intenções que a pessoa se recusa a reconhecer em si próprio. Os aspectos da personalidade do indivíduo são deslocados do meio interno e projetados no meio externo. Quando alguém diz que “Todo brasileiro é desonesto”, está, na realidade, tentando atribuir aos demais uma característica que é sua. Todas as vezes que alguém caracteriza algo como sendo mal, pervertido, imoral, sem que admita a possibilidade de também ser detentor das mesmas características, muito provavelmente estará projetando. Quanto mais críticas são com relação a alguma característica, mais deverão ser detentoras da mesma sem que o percebam. O melhor exemplo deste comportamento são as acusações de fascistas e ditadores, em governos legítimos e legalistas, advindas dos esquerdistas de todo o mundo.

12. Introjeção – Significa o indivíduo incorporar modos de agir e de pensar, normas e atitudes que não são suas, mas de terceiros. É o oposto da projeção e o resultado final do trabalho de doutrinação.

13. Visão seletiva – A pessoa só vê aquilo que QUER ver. Aliás, só vê, só ouve, só lê o que se coaduna com sua visão estereotipada e distorcida do mundo. O mundo deixa de existir fora de suas ideias toscas.

14. Sublimação – Significa a canalização da energia psíquica represada de uma pulsão reprimida para objetivos nobre. De todos, talvez seja o -único que propicia estados mais elevados na condição humana. Daí que se originaram os santos, os sábios, os heróis, os poetas, e a grande maioria das pessoas que a humanidade admira. Infelizmente, sua presença é inteiramente inexistente nas hostes esquerdistas.