ADONIS OLIVEIRA - LÍNGUA FERINA

TUBARÕES, ABUTRES, HIENAS, LOMBRIGAS, RATOS E SERPENTES

Desde quando comecei a observar as manobras ardilosas dos esquerdopatas visando se assenhorar do poder em nosso país, as imagens e metáforas que me pareceram mais adequadas e perfeitas para descrevê-los sempre foram com animais, já que o modus operandi dos mesmos tem sido sempre animalesco. Coincidentemente, todas as imagens são de animais peçonhentos, traiçoeiros nojentos e cruéis, a maioria dos quais parasitários e sanguinolentos. Vou listar alguns exemplos e detalhar o porquê da metáfora me vir à mente:

CASO 1 – OS TUBARÕES

Li em algum lugar, fazem já muitos anos, que quando os tubarões estão atarefados em rasgar as carnes de alguma vítima com suas certeiras e poderosas dentadas, se ocorre de um deles errar o bote e acertar os afiadíssimos dentes em algum colega, parceiro no festim; e quando este colega ferido inadvertidamente começar a sangrar, o mesmo imediatamente aguça a sanha assassina dos demais e…é também devorado pelos colegas.

Este caso de selvageria extrema é exatamente o mesmo comportamento apresentado pelos partidos de esquerda: O que interessa é “A Causa”. Tudo o mais é descartável! O país, o povo, decência, honra, justiça, honestidade, princípios morais, vergonha na cara, TUDO! Inclusive seus próprios companheiros. O melhor exemplo disso seriam os “Justiciamentos” praticados contra colegas dissidentes, assim como os assassinatos de Celso Daniel, Toninho do PT, Eduardo Campos, e tantos outros mais dos quais não temos notícias. Companheiros e amigos, enquanto foram úteis. Inimigos a serem eliminados cruelmente, tão logo assumam a condição de dissidentes e comecem a questionar as decisões do comando maior.

CASO 2 – OS ABUTRES

Os atuais governantes esquerdistas dos estados e municípios brasileiros poderiam ser chamados todos de Abutres, já que são sempre altamente vorazes ao arrancar nacos de Dinheiro Público do cadáver insepulto que é o nosso país. Esta analogia se justifica brilhantemente diante do papel de “Mercadores da Morte” que estes senhores têm desempenhado, sem que apresentem nunca o mínimo escrúpulo que seja. Já os Bilhões de Reais, que lhes foram disponibilizados pelo “Orçamento Impositivo”, são a obra magistral de outro bando de abutres, composto por mais de 500 predadores nojentos e que formam a linha de frente a se alimentar do cadáver financeiro e moral da nossa nação. Depois, a nível estadual e municipal, formam a segunda linha de abutres, desta feita se alimentando dos milhares de mortes propiciadas pelas compras sem licitação, pelas fraudes nas compras superfaturadas e pelo desvio de grandes porções de todos os tipos de verbas que lhes são repassadas. Antes da morte física, é um longo calvário de morte em vida para toda a população: Morte pela economia estrangulada, pela ignorância estimulada, pela carência de meios de sobrevivência, pela total falta de esperança de dias melhores, morte moral provocada pela doutrinação em faculdades transformadas em “Madraças Comunistas”, morte pelo pânico provocado pelos noticiários terroristas e funéreos veiculados por redes de televisão e revistas cooptadas. São diversos assassinatos praticados de forma continuada e cruel. Deveria ser crime hediondo. Até que, por fim, chega a morte física.

CASO 3 – HIENAS E CHACAIS

Outra analogia, adequada para dar uma ideia da estratégia de luta das hostes comunistas contra tudo o que represente decência, família, propriedade privada, liberdades individuais, liberdade de expressão, honradez, etc. seria a luta de um bando de hienas contra os leões. A parábola se aplica porque, tal qual as hienas, os comunistas costumam atacar sempre em bandos, de modo a compensar a inferioridade intrínseca da sua constituição moral, especialmente quando comparadas com a nobreza do rei dos animais. Já foi mostrado em outro vídeo, aqui no JBF, leoas sendo atacadas por um bando de vorazes hienas, procurando estas se apoderarem de forma cínica do alimento que não ajudaram em nada a produzir. Para isso, ficam futricando de todas as formas possíveis e imagináveis as verdadeiras donas daquela riqueza, de modo que estas saiam em perseguição a alguma das atacantes, deixando assim o caminho livre para que outras companheiras do bando se apossem do butim. Mais ou menos o que FHC e Lula fizeram com a nação brasileira: Enquanto um finge que ataca, e distrai a atenção da população, outro se banqueteia com uma riqueza que não lhe pertence. Devido à imensa quantidade de vorazes e rapaces atacantes, as leoas, verdadeiras donas da riqueza, parecem que estão começando a serem vencidas pelos insistentes e irritantes ataques das hienas canalhas. Eis que, de repente, surge o “dono do pedaço”, o Rei Leão, para colocar ordem na casa e as coisas em seus devidos lugares. Como não pode dar conta de todas as hienas, por serem muitas, o “Rei” escolhe uma para servir de exemplo. Vai lá e esmaga lhe o crânio com uma dentada. É o que esperamos que o Leão Bolsonaro faça a essas hienas nojentas que hoje infelicitam a nação brasileira.

CASO 4 – AS LOMBRIGAS E OS CARRAPATOS

Outra analogia que, embora asquerosa, é extremamente adequada para dar uma ideia da condição de extrema proliferação de parasitas ao qual está submetido o aparato estatal brasileiro e, consequentemente, toda a nossa economia. A imagem que nos vem à mente é milhares, chegando até aos milhões, de Ascaris lumbricoides infestando todo o organismo governamental e sugando-lhe todos os recursos e energia. São os milhares de procuradores, a R$ 35.000,00 por mês cada um, procurando, procurando e sem achar porra nenhuma nunca. E tome factoides para justificar a imensa lambança. São os milhares de juízes do trabalho, juntamente com toda a trupe de assessores, secretárias, xeleleus, baba-ovos, puxa-sacos, e por aí segue… todos regiamente remunerados. São os milhares de aspones do congresso, são os 11 urubus e mais os 700 funcionários do Supremo Tribunal da Fofoca, são as multidões de tribunais e delegacias de nada com coisa nenhuma, cuja única missão é conter a ira da população. Tem delegacia do turista, do velho, da mulher, do boiola, do sapatão, tem para todo gosto. Só não tem nenhuma que dê um destino definitivo à pobreza, à violência e à criminalidade.

Há ainda uma outra parasitose, talvez até pior. São os carrapatos que, mesmo estando do lado de fora do aparato estatal, vivem nele grudado e sugando o seu sangue. São milhares de licitações fraudulentas, agora correndo sem rédea, devido ao estado de emergência por conta da pandemia. Tudo isso É UMA VISÃO DO INFERNO!!!!

CASO 5 – AS SERPENTES

Para concluir, a analogia que se adequa de forma perfeita às estratégias de luta da corja comunista são as serpentes, com todas as suas diferentes formas de ataque contra às suas vítimas. As esquerdas brasileiras são um verdadeiro ofidário. Se antes, a comparação que o crápula de Caetés fazia para si mesmo era com uma jararaca, hoje, a principal maneira de atuação da corja tem sido a metodologia da sucuri, também conhecida como anaconda. Devido ao seu enorme tamanho e força, o predador se enrosca em volta da vítima e esmaga lhe os ossos, para depois poder engoli-la por inteiro. É exatamente o que está sendo praticado pelas esquerdas no Brasil: quer esmagar toda a resistência das forças governamentais que se opõem ao seu projeto coletivista, para logo depois deglutir todo a estrutura governamental dentro de seu organismo. A esta altura, partido e governo deverão deixar de ter existência individual e se tornarão uma coisa só, tal qual já tentaram fazer uma vez e foram rechaçados pela nação. Continuando com a analogia, seriam mais uma mistura de uma medusa, tendo no lugar dos cabelos, uma multidão de serpentes venenosíssimas; com a Hidra de Lerna, de múltiplas cabeças.

Poderíamos estender a comparação com ratos, baratas, e demais animais nauseabundos, mas, a conclusão dessa conversa toda é que, para exterminarmos esta maldição que paira sobre o nosso país, trabalhos verdadeiramente hercúleos terão que serem realizados. Apenas a título de exemplo, vejam o que está acontecendo com a nossa economia. Arruaceiros vinculados ao projeto da gangue espalham calúnias contra nosso país em todos os quadrantes da terra. São pichações nas embaixadas, protestos imbecis em festivais de cinema, artigos em jornais acadêmicos de universidades com “Hegemonia Gramsciana” e, agora, previsões de bancos de investimentos provando por “A” mais “B” que a nossa moeda é “Tóxica”. Quer dizer: vai se desvalorizar até virar poeira. É um “Fogo de Barragem” de calúnias contra nosso país, juntamente com o COVID-19, que provocou movimento mundial de valorização do dólar americano frente às demais moedas. Com isso, apenas no primeiro semestre de 2020, nossa moeda perdeu quase a metade do seu valor em relação ao mesmo dólar, ao mesmo tempo em que a Bolsa de Valores, por conta da pandemia, caiu para valores ínfimos e quase nunca vistos. Tudo isto apesar de termos fundamentos econômicos extremamente sólidos, tais como uma balança comercial superavitária e reservas cambiais extremamente confortáveis.

Minha previsão: Vão inundar de dólar o nosso país e comprar tudo o que ainda tem algum valor por aqui. Isso, com o dólar valendo o dobro e as ações sendo vendidas por menos da metade do preço. Multiplicarão por quatro seu patrimônio em poucos meses. Quem viver verá!!!

George Soros deve estar muito satisfeito com seus lacaios “socialistas”. Estão seguindo suas ordens direitinho.

ADONIS OLIVEIRA - LÍNGUA FERINA

CÃES HIDRÓFOBOS

A classe política brasileira tem evoluído para patamares de canalhice e selvageria muito raramente presenciados na história da humanidade. O nível de bestialismo das ações que tem sido aqui praticadas só encontra paralelo em Pol Pot, do Khmer Vermelho, que trucidou 20% da população do Cambodja em poucos anos, em Mao Tse Tung, com sua revolução cultural que dizimou milhões de vítimas, ou no Holodomor ucraniano de Stalin. Daqui a algumas décadas, quando os ânimos políticos tiverem serenado, e um pouco mais da verdade dos fatos puder vir à tona, historiadores narrarão como nossos satânicos comunistas evoluíram do simples assassinato de dissidentes a picareta, como foi praticado com Trotski, no México, ou o “justiciamento” de “revisionistas”, à sofisticada sabotagem de jatinhos executivos, simulação de sequestros fajutos e ataques por “Lobos Solitários”, sempre coadjuvados por advogados milionários. Vamos aos horrores:

Setembro de 2001 – Assassinado Antônio da Costa Santos, o Toninho do PT – prefeito de Campinas (SP). Em depoimento à Comissão Parlamentar de Inquérito dos Bingos, Roseana Morais Garcia, sua viúva, reiterou que seu marido foi morto por questões político-administrativas. Denunciou que o inquérito que apurou a morte de Toninho “foi malconduzido” e sustentou que tudo leva a crer que Toninho foi assassinado por denunciar superfaturamento de obras e licitações públicas com “cartas marcadas”. Ela citou a licitação para construção do metrô de superfície de Campinas, que jamais entrou em funcionamento, no valor de US$ 80 milhões.

20 de janeiro de 2002 – Encontrado morto Celso Daniel (PT), então prefeito de Santo André, com marcas de tortura e tiros em uma estrada em Juquitiba (SP), dois dias depois de ter sido sequestrado após sair de um restaurante no bairro dos Jardins, na capital paulista. O assassinato, nunca foi devidamente esclarecido.

13 de agosto de 2012 – Morte de Eduardo Campos, candidato mais cotado na corrida presidencial daquele ano. A internet foi inundada por teorias justificando a queda do avião. A causa da queda permanece desconhecida.

10 de julho de 2013 – Executivos da Bradesco Seguros – 04 pessoas morrem na queda de um jato Cessna Citation 7 em uma propriedade rural em Guarda-Mor (MG), perto da divisa com Goiás. Entre as vítimas, estavam Marco Antonio Rossi, 54, presidente da Bradesco Seguros e tido como um dos nomes que concorreriam à sucessão no comando do banco, e Lúcio Flávio de Oliveira, 55, que era diretor-geral da Bradesco Vida e Previdência e um dos principais executivos da seguradora. As outras vítimas eram comandante da aeronave. Ivan Morenilla Vallim, e Francisco Henrique Tofoli Pinto, copiloto. Horas antes do acidente, os executivos estiveram com Tarcísio Godoy, secretário executivo do Ministério da Fazenda. Depois, sozinho, Rossi passou na Casa Civil para um café com o ministro Jaques Wagner. O avião era seminovo, com revisão em dia, tecnologia de ponta, pilotos experientes e o tempo era bom. A 36 mil pés, sumiu repentinamente do radar. Nos minutos que antecederam o choque, não houve contato dos pilotos com as torres de comando. Não há na história de registros da Cessna dois acidentes com seus jatos em apenas 14 meses. Em agosto passado, foi a queda de uma aeronave da fabricante americana que matou o presidenciável Eduardo Campos e sua equipe em Santos…

09 de novembro de 2015 – Sebastião do Rego Barros, ex diretor geral da ANP e crítico ferrenho das decisões do PT relativas à área de petróleo no Brasil, muito especialmente as de sua principal desafeta, Dilma Rousseff, despenca de seu apartamento no 11º andar, sem que ninguém saiba até hoje como isso se deu.

19 de janeiro de 2017 – Teori Zavascki, Ministro do STF e relator do processo da Lava jato. Iria homologar as delações premiadas de 77 empresários e funcionários da Odebrecht, nas quais são citados os nomes de dezenas de políticos. Uma postagem feita, em maio de 2016, pelo filho de Teori, Francisco Prehn Zavascki, relatou que sua família estava sendo alvo de ameaças. Em 26 de maio, ele escreveu: “É obvio que há movimentos dos mais variados tipos para frear a Lava Jato. Penso que é até infantil imaginar que não há! Pensar que criminosos do pior tipo (conforme o MPF afirma) simplesmente resolveram se submeter à lei!” Ele havia detonado Lula e afirmado: Seja homem, Lula! Nós sabemos o que você fez. Depois que ele morreu, assumiu no STF Alexandre de Morais e a “Sangria” da Lava jato foi estancada: Soltaram todos que haviam sido presos; não se prendeu mais ninguém nem nunca mais se ouviu falar de qualquer conclusão ou investigação em curso.

6 de setembro de 2018 – Jair Bolsonaro, principal concorrente à Presidência da República, é esfaqueado quando em campanha na cidade de Juiz de Fora – MG. O assassino, Adélio Oliveira, apesar de desempregado e vivendo de bicos, é encontrado com seis aparelhos celular, dois Laptops, viajou de avião para a cidade onde Bolsonaro ia se apresentar e ficou hospedado em um hotel. No seu quarto, foram encontrados R$ 14.000,00. Para completar, uma equipe de 4 caríssimos advogados chega imediatamente para tomar a frente da sua defesa, pagos ninguém sabe por quem. O inquérito da Polícia Federal, mesmo com todas essas evidências de um grande complô, afirma que Adélio agiu sozinho, é louco, e encerra o caso. Vejam o vídeo clicando aqui.

A Folha já correu para dizer que é tudo falso. Se brincar, daqui a pouco (segundo a folha), até a facada que Bolsonaro levou foi falsa também. Foi só para ganhar a eleição. Vejam o que diz o advogado do presidente:

Conforme definiu de forma magistral o escritor Dostoievski, através de seu personagem no livro “Os Irmãos Karamazov”, quando não se teme a ira divina contra os que praticam tais atos de selvageria explícita acima descritos, então tudo passa a ser meramente mais um passo em direção à “Revolução Socialista”. Seriam atos dignos até de serem premiados com uma patente de “General”, conforme foi o caso do assassino de Lev Gronstein, o Trotski, primo distante do candidato da “Nova Esquerda”, Luciano Bronstein Huck.

De forma semelhante, os milhares de mortos que estão sendo assassinados pela supressão e proibição de uma medicação cujos efeitos positivos já são observados há quase um século, consequência desta filosofia teratológica, seriam meros e simples “Efeitos Colaterais Indesejáveis” decorrentes de atos de guerra visando a implantação do socialismo. Da mesma forma, a roubalheira desenfreada de bilhões “aplicados” (?) sem licitação e com efeitos pífios sobre a evolução da pandemia, seria apenas a mera “Desapropriação de Fundos Governamentais”, visando simplesmente dar suporte financeiro às operações revolucionárias, juntamente com a melhoria da condição econômica dos dirigentes, para que planejem melhor a revolução, já que “Ninguém é de ferro, como o camarada Stalin! ” A verdade é que estamos lidando com bandidos da pior espécie e dispostos a tudo. Vejam a imensidade das mentiras que estão sendo usadas por eles na página do Swiss Policy Research

Enquanto isso, uma gangue formada por bandidos totalmente inescrupulosos e raivosos, se associam para infernizar o Presidente da República de todas as formas mais satânicas que possam imaginar. Dele, só desejam as gordas verbas propiciadas por um fictício orçamento de emergência votado pelo congresso composto por cães sarnentos mais canalhas ainda. No meio tempo, tocam o terror na população de todas as formas possíveis: bloqueiam toda a atividade econômica, restringem o direito de ir e vir, de se manifestar, escondem medicação, etc.etc.etc. Em lugar da jararaca, que mata com um único golpe, adotaram agora a estratégia da sucuri: vão matando o inimigo lentamente por asfixia.

ESTAMOS SENDO LENTAMENTE ESMAGADOS POR BANDIDOS SANGUINÁRIOS!

BOLSONARO, PORRRRRRAAAAAAA!!!!!! ACORDA!!!!!! BOTA A TROPA NAS RUAS!

Esse magote de crápulas está querendo nos lascar, porra! Larga de ser babaca! Legalismo um cacete! Legalismo é para seres humanos, coisa que eles não são. Se você não agir, quem vai botar a tropa nas ruas são eles!!!

LARGUE DE SER “BONZINHO” E HONRE OS MILHÕES DE VOTOS QUE RECEBEU!

P.S. Eu só compreenderei esta demora em fechar o congresso e o STF, juntamente com todos os deputados, governadores, reitores e demais adesistas canalhas sendo presos, caso estejam acumulando um estoque de balas suficiente para passar fogo em todos estes crápulas citados e muitos mais. Sem perder a ternura…É claro!

P.S.-2: No dia em que forem exterminados os ratos, baratas e lombrigas que estão apunhalando a nossa nação, eu prometo que voltarei a ter o rosto e o espírito que possuía antes dos crápulas se apoderarem do governo.

ADONIS OLIVEIRA - LÍNGUA FERINA

DESIGUALDADES

Ao longo das últimas décadas, temos sido bombardeados constantemente com a cantilena de que “O Brasil é um dos países com maiores desigualdades de renda do mundo”. Ou que o nosso índice de GINI é um dos piores do mundo. Ou que temos que distribuir “melhor” a renda entre a população. Já estou totalmente de saco cheio dessa conversa demagógica e manipulativa, sempre propiciadora de grandes roubalheiras governamentais.

Eu não quero “UM PAÍS MAIS IGUAL”, como apregoam aos quatro ventos os arautos dos esquerdinhas, assim como toda uma multidão de prosélitos desta seita amaldiçoada. O país que eu quero é:

1. Um país que tenha bem menos gente com cara de pau e mamando desbragadamente nas gordas tetas governamentais para não fazer porra nenhuma, ou mesmo atrapalhando quem quer fazer!

2. Um país em que essa seita maldita de demagogos e vigaristas não tenha o direito de surrupiar os rendimentos das pessoas honestas e trabalhadoras para seu deleite.

3. Um país em que, se você quiser ficar sem trabalhar e morrer de fome. FIQUE! É DIREITO SEU! Só não venha depois querer ser sustentado por aqueles que trabalham, ou sair espalhando seus bastardinhos pelo mundo e querendo que os demais sustentem e eduquem.

4. Um país em que aqueles que se prevalecerem da confiança recebida da população para roubar (ou simplesmente se locupletar) e se dar bem, (juízes, deputados, prefeitos, secretários, reitores, funcionários públicos, etc…) sejam esquartejados vivos e lentamente, em praça pública, num domingo à tarde.

5. Um país em que os contratados pelo serviço público (poucos, muito poucos, de preferência) recebam um salário semelhante ao que receberiam na iniciativa privada, sem privilégio algum e com a responsabilidade adicional de, ao serem pegos em maracutaias, serem sumariamente esquartejados.

6. Um país que, assim como a China, possua muito mais engenheiros que advogados, de modo a, ao invés de ficar discutindo ad nauseam fuxicarias as mais diversas assacadas uns contra os outros, fiquem decidindo as melhores alternativas técnicas para os projetos de crescimento e desenvolvimento.

Fazem já mais de 20 anos em que eu acompanho de perto tudo o que acontece na casta governamental do Estado do Piauí, a maior parte dos quais lá morando e trabalhando. Neste período, acompanhei dois mandatos de 4 anos de governo do PT, seguidos de um intervalo de 4 anos com o governo do PMDB, que era o vice do governo anterior, e depois, mais quatro anos do mesmo governador inicial. Estamos no 2º mandato da sua reeleição. São, portanto, quase 20 anos de comando do mesmo grupo político.

Neste período, não vi a realização de NENHUMA obra pública que representasse um divisor de águas na história do Piauí. NADA! Só o velho clientelismo chinfrim e micro maníaco, sem nenhuma repercussão ou impacto no desenvolvimento do estado. Cada nova grande obra, que era anunciada com estardalhaço como sendo a salvação da economia piauiense, representava apenas e simplesmente mais uma chance para que os tubarões se apossassem de gordas verbas de repasses federais.

O melhor exemplo dessa política de nada com coisa nenhuma foi o “Porto” de Luiz Correia. Coloquei a palavra porto entre aspas pois não estou bem certo se “aquilo lá” pode ser chamado de porto. As verbas que vieram para a sua construção já superam em muito o que foi gasto no porto de Pecem, no Ceará, e o que existe lá ainda é apenas um amontoado de pedras e ferragens sendo corroídas pela maresia.

Diante do maravilhoso “Conjunto da Obra” destes governos socialistas bolivarianos, não é nada de se estranhar os resultados apresentados pelo IBGE no último PNAD. Neste estudo, o Piauí aparece como sendo a 2ª menor renda média mensal do país, ombreando com o “milagre econômico” do Maranhão.

Só que, como dizia a minha vó, desgraça nunca vem sozinha. Ao par com uma das piores rendas médias, o Piauí apresenta também o título de “Campeão” na desigualdade de rendimentos entre ricos e pobres.

A disparidade é tamanha que os 10% mais ricos possuem uma renda mais de 66 vezes superior à dos 10% mais pobres. É bom lembrar que esta 2ª pior renda média do Brasil é composta por 10% EXTREMAMENTE RICOS, o que significa dizer que os 10% mais pobres são EXTREMAMENTE POBRES. Assim, não é nada de espantar que mais de 1/3 das residências do estado sejam sustentadas pelo Bolsa Família.

Só que o estado não produz quase nada de tudo o que consome. Tudo tem que vir de fora. A renda necessária para cobrir o déficit das transações correntes do estado vem através de generosos repasses federais: Aposentados, Universidades e Institutos federais, Bolsa Família, FUNDEB, Fundo de participação dos Estados e Municípios, Repartições Federais, e por aí vai. Os últimos números de que dispomos dão conta de repasses de quase metade do valor do PIB estadual. Se o Piauí declarar sua “independência” do Brasil, no dia seguinte os piauienses estarão de volta ao canibalismo, de modo a atender à demanda por proteínas na alimentação.

Os únicos fatos novos na economia do estado, a produção de soja no cerrado e a energia eólica na Chapada do Araripe, se deram com pouca ou nenhuma intervenção do estado. Foram sempre capitaneadas por empresários de fora. A dinâmica interna da economia local é praticamente nenhuma. Os grandes edifícios que se veem na capital, Teresina, são sempre prédios voltados à Administração Pública. São sempre prédios suntuosos e entupidos de nababos remunerados a R$ 35.000,00 por cabeça ao mês. O da foto está entupido de procuradores, todos voltados a “Investigações” que ninguém sabe nunca quais são, e que não conseguiram nem descobrir quem foi que empurrou uma moça do seu alto ainda durante a construção. Pode até parecer piada, mas só se for uma de péssimo gosto.

Se alguns dos senhores tiver curiosidade de saber sobre o tipo de oportunidade desperdiçada por administrações incompetentes, irresponsáveis e corruptas; dê uma olhada no projeto anexo. (clique aqui para acessar)

Podem ter certeza absoluta de que a burrice e a incompetência são muito mais prejudiciais que a roubalheira!

ADONIS OLIVEIRA - LÍNGUA FERINA

ANISTIA JÁ!

Há anos atrás, recebi o honroso convite de um amigo pelo qual tenho tremenda consideração, para auxiliá-lo no comando de um dos maiores órgãos federais do Nordeste. O cargo era o de Coordenador Geral de Planejamento. Nunca, mesmo em meus mais delirantes momentos de devaneios, jamais imaginei-me ocupando tal cargo!

Aceitei por dois motivos: Primeiro, era uma oportunidade única para colocar em ação montanhas de competências que vinha cultivando ao longo dos 50 e tantos anos, especialmente em benefício da minha região e do meu país. Depois, porque estávamos no auge do governo petista: Dilma mandava e desmandava; casava e batizava! Guido Mantega, seu arauto e sumo-sacerdote, anunciava que, através de um troço que ele chamava de “Nova Matriz Econômica” (e ninguém, além dele, sabia exatamente do que é que se tratava), iria fazer o Brasil dar pulos no crescimento do PIB, que nem canguru perneta com pimenta no fiofó, simplesmente através da distribuição ampla, geral e irrestrita de benesses governamentais às multidões compostas por milhões de apaniguados.

Por fim, o mesmo Mantega nos assegurava que a sua estratégia era conhecida como “Keynesianismo”. Acredito firmemente, que o pobre Keynes deve ter se contorcido e retorcido em sua catacumba ao se ver implicado com tamanha montanha de imbecilidades praticadas pelo então Czar da nossa economia.

A ideia de Keynes, muito sensata! Dizia que, em tempos de total descrença na economia, com a consequente redução nos investimentos e na atividade econômica, caberia ao governo o papel de indutor dos mesmos investimentos através da realização de grandes obras públicas. Foi o que ele fez nos Estados Unidos, logo após a quebra da Bolsa de Nova York em 1929. Era o “New Deal!” O Hoover Dam e outra infinidade de obras estão aí até hoje para confirmar. Nada a ver com a distribuição de esmolas praticada pelo Ministro Mantega, e cuja única finalidade seria mitigar a voracidade de milhões de deserdados da sorte, sem que nenhum benefício econômico se originasse dessa “Festa de Babette” tupiniquim.

Minha certeza de que a política de Mantega iria nos conduzir ao desastre econômico que todos nós assistimos depois era tanta que, já na primeira reunião solene do conselho diretivo deste mesmo órgão, ao me ser dada a palavra, declarei firmemente que “Se o Ministro Mantega conseguir fazer desenvolvimento econômico distribuindo dinheiro aos pobres, eu corto meu saco fora! E ainda o indico para ganhar o prêmio Nobel de Economia, pois nada nem minimamente parecido foi algum dia realizado no mundo inteiro! ”

O meu chefe, que estava sentado à minha direita na cabeceira daquela grande mesa, deu-me um chute na canela cuja marca tenho até hoje. Ao mesmo tempo, me sussurrava: – Adônis, porra! Cala a boca! Se tu falas outra merda dessas nós estamos demitidos na hora, caraca! Lógico que, a partir de um argumento tão bem colocado, fui forçado a refrear os meus instintos assassinos com relação à “Política Econômica” então vigente.

Todas estas divagações me veem à mente simplesmente para lembrar do seguinte fato: Éramos uns 10 profissionais naquele departamento por mim comandado. Todos eram idosos, altamente qualificados, e tinham já uma longa e profícua carreira profissional. Eram economistas, estatísticos, cartógrafos, engenheiros, etc.

Pois bem: Cabia a este “Exército Brancaleone” a árdua missão de planejar o desenvolvimento econômico de uma região composta por uma população que era quase um terço da população brasileira. Moleza, né?

Em paralelo com esta tremenda escassez de meios de que dispúnhamos, qualquer coisa (MAS QUALQUER COISA MESMO!!!!!) que fôssemos realizar, tinha de passar antecipadamente pelo crivo de alguns “Órgãos de Controle”. Coisas como Procuradoria Jurídica e Controladoria. Depois que realizávamos alguma coisa, aí então o céu sempre desabava sobre as nossas cabeças! Eram os órgãos de Auditoria, Inspetoria, Ouvidoria, Corregedoria, Ministério Público, Tribunais de Contas e outros inquisidores menos famosos.

Eram verdadeiras multidões de jovens, todos muito bem vestidos, aparentando pleno sucesso econômico nas suas carreiras profissionais. Todos possuíam carros de luxo, frequentavam bons restaurantes, sua apresentação pessoal era sempre impecável, e não produziam porra nenhuma para o nosso país. Sua função precípua era procurar qualquer deslize ético, por mínimo que fosse, em tudo aquilo que houvéssemos porventura realizado. Na realidade, limitavam-se a procurar qualquer desvio da ortodoxia preconizada pelos “Procedimentos Legais”. Só!

Era uma luta absolutamente desigual, entre os muito poucos que queriam realizar alguma coisa, e toda aquela multidão de engravatados, regiamente remunerados, sem nada para fazer e procurando freneticamente pêlo em ovo e chifre em cavalo para nos lascar. Tudo visando unicamente justificar seus régios salários e mordomias!

Eu já sabia de antemão que o aparato estatal é um Rei Midas ao contrário. É um rei SADIM: Onde toca, vira merda! Só que eu nunca nem imaginei que a situação fosse tão ruim assim.

Esse período durou pouco mais de dois anos. Hoje, analisando em retrospecto, fico tremendamente frustrado com o pouco que conseguimos realizar. E olhe que a nossa gestão foi uma das mais produtivas que já tiveram.

Extrapolando essas observações para o nosso Brasil varonil, podemos ver claramente porque essa terra tão privilegiada de meios não consegue nunca alçar voo em direção ao pleno desenvolvimento.

Vou detalhar apenas um caso, para servir de modelo ao que acontece em centenas de outras instituições iguais:

A constituição de 1988, querendo inovar, criou uma instituição que não é ligada a nenhum dos três poderes imaginados pelo desenho original de Montesquieu. Seu nome? Ministério Público. Segundo a propaganda oficial, sua missão é defender os direitos sociais e individuais indisponíveis (direito à vida, dignidade, liberdade, etc.) dos cidadãos perante o Supremo Tribunal Federal, o Superior Tribunal de Justiça, os tribunais regionais federais, os juízes federais e juízes eleitorais. Seriam “o 4º Poder”. Por conta desta decisão dos legisladores de então, montou-se uma estrutura digna dos Jardins Suspensos da Babilônia!

São 1.200 procuradores, com salário médio mensal de R$ 35.000,00 e alguns chegando perto de R$ 50.000,00. Isto dá um custo total por mês de R$ 42.389.600,00. Sem contar com mais 1.400 auxiliares administrativos, cujo salário médio é R$ 14.600,00; o que dá um custo total por mês de R$ 20.446.000,00. Apenas os salários representam uma despesa anual de R$ UM BILHÃO DE REAIS. Somados às despesas diversas, o céu é o limite.

Desejando ver em mais detalhes esta esbórnia, basta clicar aqui .

O negócio lá é tão esculhambado que possuem no quadro Médico Pediatra, Engenheiro Sanitarista, Antropólogo, Médicos Clínicos, etc. todos regiamente remunerados (é claro!), sempre visando “Defender os Direitos Difusos da População”. Para que, mesmo? Só Deus sabe!

Minha singela sugestão para o Presidente Bolsonaro, se é que desejamos mesmo fazer esta bodega virar um país:

ANISTIA AMPLA, GERAL E IRRESTRITA JÁ!

Solta todo mundo das cadeias e encerrem-se todos os milhões de processos criminais. Vamos demolir todos os presídios. Fechem-se todos os tribunais, auditorias, procuradorias, defensorias, promotorias, ministérios públicos, demitam-se todos os auxiliares de justiça e agentes penitenciários, encerrem-se todos os contratos fraudulentos de fornecimento para estas instituições e demitam-se as hordas de bacharéis que explicam tudo e não fazem nada.

Quem roubou, roubou! Fiquem com o fruto dos seus roubos e usufruam, se puderem. ACABOU A FARRA!

Daqui para a frente, as profissões em alta serão: CARRASCO, PELOTÃO DE FUZILAMENTO e coveiro.

Pegou roubando? Fraudou licitação? Contratou ASPONES às pencas e comeu parte do salário? Legislou em causa própria, como fundo eleitoral e coisas assim? Deu aumento de salário para si mesmo? Criou benefícios para si próprio, como auxílio paletó, moradia, etc.? Juiz vendendo sentença? PROPOSTA: Julgamento sumário, por TRIBUNAL DE JURI POPULAR, e seguido inexoravelmente de fuzilamento (ou enforcamento) imediato!

Imaginem só os MUITOS BILHÕES que deverão ser economizados com esta medida, e que poderão ser direcionados para investimentos produtivos e para pagar a maldita dívida governamental. Imaginem as multidões de jovens talentosos que deverão direcionar seus esforços para atividades produtivas e geradoras de riquezas e bem-estar para a sociedade. Imaginem as multidões de parasitas que deverão redirecionar suas vidas a fim de desenvolver alguma competência que lhes garanta a subsistência.

E a tranquilidade de poder ter casas sem muros, ou de retirar dinheiro do caixa eletrônico à noite.

ADONIS OLIVEIRA - LÍNGUA FERINA

DIREITOS HUMANOS

Já foi dito, há muito tempo, que a vida se resume a…”Viver…Morrer…e, nesse meio tempo, tentar ser uma pessoa minimamente decente!” A maioria das pessoas, infelizmente, parece não ter consciência bem clara disso.

É bastante compreensível, já que esse percurso, segundo a brilhante definição de W. Somerset Maughan, é como “Caminhar no fio da navalha”.

Foi para auxiliar as pessoas nesse caminho tão árduo e difícil que, desde o início da humanidade, inúmeras tentativas no sentido de elencar e balizar as atitudes “decentes” foram praticadas por reis, filósofos, profetas e pessoas dos mais diversos tipos.

A primeira “Declaração” conhecida, completa e minuciosa, das obrigações e punições que se aplicavam aos súditos de um reino, foram as leis do rei da Babilônia, Hamurabi, do século XVIII a.c. Nela, estavam inscritas uma série de normas básicas para uma saudável convivência humana: Respeitar e honrar o pai e a mãe, não roubar, não matar, não cobiçar as coisas alheias e, muito especialmente, não cobiçar a mulher alheia, e por aí vai…

Com estas normas, ao mesmo tempo em que era reduzido o espaço para que pessoas pouco civilizadas dessem livre vazão a seus instintos mais primitivos, ao mesmo tempo se assegurava uma série de direitos universais: O direito à propriedade privada, à vida, a proteção contra o estupro e o adultério, o direito a uma velhice honrada, dentre outros. Compreensivelmente, Hamurabi julgou por bem dar-lhe uma alegada origem divina, de modo a desmontar qualquer possibilidade futura de contestação por parte dos mais rebeldes do grupo por ele liderado.

Vejam o que diz o prólogo deste código: “Quando o alto Anu, Rei de Anunaki e Bel, Senhor da Terra e dos Céus, determinador dos destinos do mundo, entregou o governo de toda humanidade a Marduk… quando foi pronunciado o alto nome da Babilônia; quando ele a fez famosa no mundo e nela estabeleceu um duradouro reino cujos alicerces tinham a firmeza do céu e da terra – por esse tempo de Anu e Bel me chamaram, a mim, Hamurabi, o excelso príncipe, o adorador dos deuses, para implantar a justiça na terra, para destruir os maus e o mal, para prevenir a opressão do fraco pelo forte… para iluminar o mundo e propiciar o bem-estar do povo”. Foi nessa época que se estabeleceu o princípio: “Não faça aos outros o que não queres que façam a ti.”

Ao final do código, estando o sábio rei bem consciente de que tinha realizado uma obra valiosa para o progresso de seu povo, pôde o mesmo jactar-se de ter realizado uma grande obra: “As justas leis que Hamurabi, o sábio rei, estabeleceu e (com as quais) deu base estável ao governo … Eu sou o governador guardião … Em meu seio trago o povo das terras de Sumer e Acad; … em minha sabedoria eu os refreio, para que o forte não oprima o fraco e para que seja feita justiça à viúva e ao órfão … Que cada homem oprimido compareça diante de mim, como rei que sou da justiça”.

O grande legislador seguinte foi Moisés.

Ao conduzir seu povo de volta à Terra Prometida, e depois de passar 40 anos perambulando pelo deserto da Península do Sinai, constatou o mesmo que havia uma degradação muito grande nos costumes de sua tribo. Assim, dirigiu-se sozinho para o alto do Monte Sinai e, ao retornar, trouxe consigo o decálogo. Segundo o mesmo, estas leis teriam sido ditadas para si pelo próprio Deus. Isto foi por volta do ano 1250 a.c.

Durante os milênios seguintes, com a expansão acelerada do cristianismo, bastou a alegada origem divina das leis de Moisés para que a maior parte da humanidade se submetesse graciosamente às suas determinações. Isto só veio a mudar entre os séculos XVII e XVIII, com a chegada de uma geração de filósofos que consideravam a “Razão” como sendo a guia suprema de todos os homens, como se os homens fossem animais racionais.

É nessa época que surge a ideia de Direitos Humanos “Naturais”, e não com origem divina, mesmo tendo sido acrescentado à primeira redação da “Declaration des Droits de L´Homme e du Citoyen”, de 4 de outubro de 1789, em plena revolução francesa, que a redigiam “en présence du suprême législateur de l’univers”. Este adendo só foi acrescentado ao texto em 20 de outubro de 1789, o que já demonstra a divisão existente entre os racionalistas (ou iluministas), e os adeptos do “Supremo Arquiteto do Universo”.

Grande parte dos artigos desta declaração tiveram sua origem nas ideias de filósofo Jean Jacques Rousseau, nascido em Genebra em 28 de junho de 1712, e morto em 1778; especialmente aquelas que diziam respeito a um hipotético “Contrato Social” que existiria entre o cidadão e a sociedade da qual este mesmo faria parte.

Na realidade, estas ideias chegaram aí através da tradução da Declaração de Independência Americana, de 4 de julho de 1776, especialmente o seu preâmbulo. Esta tradução foi feita pelo próprio embaixador americano, Thomas Jefferson, o qual tinha sido o grande inspirador da mesma e era grande adepto das ideias de Rousseau. A influência americana era tão forte na assembleia francesa que redigiu a Declaração dos Direitos Humanos que havia até uma ala, composta por 13 deputados que era apodada de “Os Americanos”. Estes haviam participado diretamente da Guerra de Independência, enviados que foram pelo rei Luiz XVI a fim de ajudar aos americanos na sua luta pela libertação do domínio inglês.

Na declaração americana, os redatores seguidamente apelam ao “Grande Julgador do Universo”, à “Divina Providência”, ou mesmo ao “Criador” dos seres humanos. Até aí, nada de novo, portanto. Só que as ideias do otimista e messiânico Rousseau possuíam um potencial de desagregação social muitíssimo maior.

Quando vemos alguns basbaques esquerdistas vomitando platitudes deste jaez, sinto como se o cadáver insepulto de Rousseau estivesse redivivo, na minha frente, tentando me empurrar essas idiotices goela abaixo. O danado é que foram exatamente essas mesmas idiotices que levaram centenas de milhões de seres humanos à morte.

O problema maior dessa estória toda se deu quando partiram em busca da eliminação da fundamentação religiosa Judaico-Cristã e da criação de uma “Sociedade Laica”, seja lá isso o que for. A partir daí a discussão passou a ser se os direitos elencados seriam “Direitos Naturais”(?), como se uma entidade abstrata denominada “A Natureza” tivesse alguma coisa a ver com essa encrenca toda, ou se seria um “Direito Positivo”, com embasamento, portanto, apenas numa leitura pragmática da realidade dos fatos como eles são, eliminando-se, portanto, toda e qualquer referência a uma possível influência divina nesta questão.

Ao fim da 2ª Guerra Mundial, em 1945, Eleanor Roosevelt, viúva do falecido presidente americano Franklin Delano Roosevelt, foi nomeada embaixadora dos Estados Unidos na recém-criada O.N.U. Era o coroamento da campanha por ela promovida ao longo de muitos anos. Nessa posição, a mesma liderou a adoção de uma Declaração Universal dos Direitos Humanos, o que veio finalmente a acontecer em 10 de dezembro de 1948.

Traumatizados com o colossal volume de atrocidades praticados nas duas grandes guerras anteriores, procurou-se uma maneira de pôr freio aos excessos comumente praticados pelos estados sobre os indivíduos.

Lendo desapaixonadamente o texto original da ONU, é uma bela declaração de intenções. Pena que não funciona!

Primeiro, pretendia-se que a Declaração fosse “Universal” (bem modesto, não?). Assim, evitou-se qualquer menção a Deus, de modo a não ferir a suscetibilidade de ninguém, já que as ideias a este respeito podem variar desde as mais simples, até as mais malucas possíveis e imagináveis. Este foi um grande erro!

Depois, a turma do “Materialismo Dialético”, em 1966, se apossou da ideia e começou o desastre: Incluíram na lista uma série de difusos “Direitos Sociais”, todos a serem supridos pelo Estado. Só não foi indicado quem seria o otário que deveria bancar essa esbórnia estatal. Incluíram direitos relativos a questões de procriação e das mulheres, deformando grotescamente um documento que iniciava dizendo que “Todos humanos nascem iguais”.

Ao final, transformaram um documento extremamente coerente em uma nova “Religião Laica”, onde foram sacralizados “Direitos Humanos” (sic) carregados de ideologias marxistas para servirem de trampolim à implantação da Nova Ordem Mundial. Tornou-se inclusive justificativa para novas guerras e intervenções externas em países soberanos. Até Cortes Internacionais de justiça já foram criadas, todas devidamente “aparelhadas” pelos partidários do ideário dos Jacobinos e produzindo sentenças a todo vapor.

Quem estiver interessado em conhecer como se pavimenta a estrada para a tomada do poder pelos “comunas”, dê uma olhada no endereço abaixo. Vejam que, na condenação, não há nem menção pelo TERRORISMO, ou pelos inúmeros assassinatos praticados pelas “vítimas”. NEM PENSAR!!! Eram apenas crianças inocentes, em um lindo convescote patrocinado por Cuba, lá no bucólico interior do Araguaia, e que o Exército Brasileiro foi lá e trucidou por maldade. (Clique aqui para ler)

Interessante também é a quantidade de picaretas que fazem dessa estória meio de vida às nossas custas. Detalharei melhor na próxima semana.

ADONIS OLIVEIRA - LÍNGUA FERINA

BEHAVIOURISMO

Meus amigos estão carecas de saber que sou Engenheiro Industrial Mecânico, pela vetusta Escola Politécnica, da Praça do Clube Internacional do Recife, turma de 1979. Por esta razão, desde adolescente até recentemente, foi na área industrial onde ganhei o pão e consegui sustentar e criar meus três filhos.

Nas funções que desempenhei, sempre senti uma pungente necessidade por conhecimentos na área das Ciências “Sociais”. Coisas como Planejamento Estratégico, Administração de R.H., Legislação Trabalhista, Relações Humanas, Planejamento e Gestão Financeira, Logística, Dinâmica de Grupos, Gestão de Mudanças, Legislação Tributária, Relações Internacionais, e mais toda uma miríade de outras competências e conhecimentos que não me haviam sido ensinados ou cobrados na velha escola de engenharia. Afinal, como diz o próprio nome, aquela era uma escola de ENGENHARIA.

Este eterno sentimento de ignorância me levou a fazer uma fieira de cursos de pós-graduação, todos voltados para as Ciências Sociais, razão pela qual me considero, hoje, muito mais um aprendiz de humanista que engenheiro. Apesar de que, o raciocínio cartesiano e matemático, aprendido na velha escola de engenharia, continua presente e fortíssimo na minha personalidade

De todos os cursos feitos, um dos que mais marcou meu modo de raciocinar foi um MBA conduzido pelo Coordenador de Pós-Graduação da Universidade de Colúmbia, em Nova York: Peter Kolezar. Este curso foi realizado no ano de 1989. Dentre os assuntos lá aprendidos, a cereja do bolo foi a escola de psicologia conhecida por aqui como “Behaviorismo” (ou behaviourismo, segundo a grafia inglesa).

É o seguinte: O Dr, Freud, ao tentar decifrar os mecanismos pelos quais funciona nossa mente, desenvolveu uma tríade de elementos componentes que nunca antes haviam sido detalhados. Ele os denominou: ID, EGO e SUPEREGO. Tentou, com isso, explicar uma série de comportamentos humanos e males psicológicos.
Não vou entrar em detalhes sobre as teorias freudianas, mas, o que interessa mesmo, para esta minha tosca explanação, é o fato de que os psicólogos dos Estados Unidos, com aquela tendência que lhes é inata ao pragmatismo, objetividade e praticidade, sentiram-se muito mais inclinados a desenvolver as ideias de um famoso experimentador russo chamado Pavlov.

A ideia desse russo era considerar a mente humana como sendo uma grande “Caixa Preta”, em que o que menos interessava ao pesquisador era o que haveria lá dentro, ou mesmo como se processavam as informações por ela recebidas. O mais importante seria, apenas e tão somente, a relação existente entre os estímulos recebidos e as respostas comportamentais geradas a partir desses estímulos. Deste raciocínio, originou-se a célebre experiência de badalar um sino sempre que fosse alimentar os cães. Após algum tempo, bastava badalar o sino e os cachorros passavam a salivar abundantemente, num comportamento que o pesquisador denominou de “Reflexos Condicionados”.

O principal continuador das suas ideias foi um judeu alemão migrado para os Estados Unidos antes da 2ª Grande Guerra: Kurt Lewin. Suas grandes contribuições para a psicologia, dentre inúmeras outras, foram a “Teoria Dinâmica da Personalidade” e a “Teoria do Campo de Forças”. A partir dessas ideias, B.F. Skinner, professor na Universidade Harvard de 1958 até sua aposentadoria, em 1974, aprofundou tanto este raciocínio que passou a considerar o livre arbítrio uma simples ilusão. Considerava a ação humana como sendo sempre dependente das conseqüências de ações anteriores. Esta tornou-se a base de seu projeto educacional.

Conforme escrevi em minha crônica de 09 de março do ano passado, Kurt Lewin , com sua Teoria Dinâmica da Personalidade, considerava que o ser humano, já ao nascer e seja por que motivo for (herança genética, reencarnação, composição aleatória, circunstâncias do período gestacional, etc.), parece já vir com traços básicos bem definidos e específicos em cada ser humano. Por que é assim? Ninguém sabe!

Quem, como eu, tem mais de um filho, sabe bem que as personalidades parecem já sair formadas da barriga da mãe. Cada um deles apresenta características altamente específicas e que os diferenciam uns dos outros de forma quase que absoluta. A partir deste arcabouço básico, as vivências e convivências vão moldando as características. Primeiro, as lições recebidas junto com o leite materno vão inculcando na mente da criança, tal qual numa folha em branco, os valores básicos que irão guiar seu comportamento durante toda a vida. Depois, já na escola e no convívio com amigos e parentes, vão sendo-lhe agregados princípios de comportamento. Por fim, ao estudar o mundo que o rodeia e ao processar uma multitude de informações recebidas, vão sendo formadas as opiniões que, a depender da forma como se estabelecem, são embasadas em fatos mais ou menos mutáveis. Por fim, as opiniões que, por serem de menor importância para o indivíduo, e por terem sido menos ponderadas, fariam parte de um conjunto de meros palpites, mutáveis a depender de novas argumentações e fatos que vierem a ser conhecidos.

Devemos observar que, segundo este modelo de personalidade tipo “Pérola”, em camadas, os valores centrais seriam extremamente “duros” e difíceis de serem modificados. Já os demais aspectos da personalidade, à medida que se aproximam da superfície, seriam cada vez mais influenciados pelos contatos com o meio ambiente e flexíveis. Foi segundo esta visão que Homero, na Odisseia, fez Ulisses declarar “Sou o que sou e parte de tudo aquilo que encontrei”, ao ser questionado pela esposa a respeito da severidade de sua atitude ao matar todos os amigos que tinham lhe atraiçoado quando tentaram se casar com ela para ganhar o trono. De forma semelhante, Ortega y Gasset declara que “O homem é o que é e suas circunstâncias”.

Acrescentava ainda o mestre Lewin que a personalidade seria eterno “Campo de batalha” entre forças opostas, e que ele denominou “Reforços”. O resultado desta quebra de braço entre os reforços recebidos pela personalidade seria o comportamento resultante. Era, portanto, uma soma vetorial entre estes reforços, uns positivos e outros negativos. Não foi à toa que Willhelm Reich denominou a personalidade como sendo “A Armadura do Caráter”.

Aí, aparecem multidões de imbecis arrogantes se dizendo “EDUCADORES”, quando não passam, na realidade e com muita boa vontade, de meros instrutores ou treinadores. Princípios e valores, quem dá, são os pais! Junto com o ambiente em que a criança foi gestada e criada. É quando Skinner vem de lá e, de maneira totalmente “lacradora”, diz o seguinte: – Deem-me uma criança e consigo fazer dela qualquer coisa! Dizia ainda o mestre: – “Um ambiente físico e cultural diferente e melhor fará necessariamente um homem diferente e melhor” ou “Poderíamos solucionar muitos dos nossos problemas de delinquência e criminalidade, se pudéssemos mudar o meio em que foram criados os transgressores”.

Por tudo isso, concluo só existem DUAS maneiras de moldar comportamentos: 1-Agindo no campo de forças interno, cuja base são os princípios e valores inculcados na mente da criança junto com o carinho e desvelo dos pais. Estes sobrepujam qualquer influência posterior. 2-Agindo no campo externo, cujo grande moldador é o medo da reação da polícia, dos tribunais, e dos comparsas que nos cercam.

Nosso problema hoje: BRASIL NÃO DISPÕE DE NENHUM DOS DOIS FREIOS AO COMPORTAMENTO!

Primeiro: 2/3 das crianças nascem de mães solteiras, adolescentes e analfabetas, e são criados ao léu. Depois, a partir do momento em que o crime passou a ser considerado como consequência de pobreza, como afirma mestre Fernando Gonçalves, no item 13 do seu último artigo, dizendo que “A pobreza é mãe do crime”, todos os crimes passaram a ser justificados por uma difusa “Dívida Social”. Liberou geral para a criminalidade! O resultado está bem aí para quem quiser ver, especialmente quando os comunistas passaram a considerar os marginais como sendo os “Arautos do Paraíso Socialista”, já que a classe média só quer mesmo assistir ao Big Brother.

O Piauí, por exemplo, antes da chegada dessa visão de mundo, era o Estado menos desenvolvido economicamente da federação e, ao mesmo tempo, o que apresentava os menores índices de criminalidade. Era extremamente pobre, porem com uma população digna e decente. Agora, é pobre e com mentalidade de bandido. Virou petista!

ADONIS OLIVEIRA - LÍNGUA FERINA

DECADÊNCIA – Sic Transit Gloria Mundi

Pernambuco possuiu, ao longo de todo o século XIX, algo como 900 engenhos de açúcar produzindo.

Eram engenhos conhecidos com “Banguê”: primitivos e de baixíssima produtividade. Mesmo assim, representavam uma potência econômica descomunal quando comparado com as demais províncias do Brasil no 2º império. Foi essa potência que sustentou a imensa e inútil corte imperial durante todo século XIX. As transferências financeiras realizadas por Pernambuco para o Rio de Janeiro eram imensas e constantes, mesmo após a queda dramática verificada no preço do açúcar com a concorrência das Antilhas Holandesas. Hoje, só restou desse período a opulência das ruinas de belíssimas mansões, testemunhas mudas de um passado de riquezas que não volta mais. Na ausência da sustentação econômica dada pelo açúcar, seu processo de decadência foi inevitável.

Foi para fazer frente a esta decadência econômica que alguns Senhores de Engenho da região, extremamente insatisfeitos com os rumos dados à nação pelo Governo Imperial, sempre cobrando vorazmente altos impostos e levando imensas fortunas para serem usufruídas no sul do país, associados a lideranças militares nordestinas, também insatisfeitas com os rumos do império desde o retorno da Guerra do Paraguai, que se derrubou a monarquia e se proclamou a República. O sonho de Bernardo Vieira de Melo, em 1711, e dos revolucionários pernambucanos de 1817, 1822 e 1845 fora finalmente realizado em 1889.

A prova dessa associação insólita é a sucessão de marechais alagoanos no comando da nação, juntamente com o fato de um dos primeiros decretos do novo governo ter sido exatamente a autorização do aval da nação para o empréstimo a ser dado a um grupo de privilegiados senhores de engenho para a aquisição de modernos equipamentos açucareiros à centenária empresa francesa Fives Lille. Tal decreto foi assinado no dia 19 de novembro de 1889, juntamente com o decreto instituindo a nova bandeira da nossa nação. Por aí se tem a prioridade dada ao assunto pelo Marechal. Foram “Vitórias de Pirro”: O “Revival” das usinas e a República!

Com a implantação dos “Engenhos Centrais”, como eram conhecidas as modernas usinas de açúcar, deu-se um imenso salto de produtividade. As novas e modernas máquinas conseguiam extrair cerca de 65 Kg de açúcar por tonelada de cana, enquanto os modestos engenhos Banguê só retiravam cerca de 45 Kg. Era uma concorrência absolutamente desleal. Um a um, foram fechando todos os velhos engenhos. Cada uma das novas usinas passou a moer a cana que teria sido destinada a uns 20 engenhos mais antigos. Assim, dos antigos 900 engenhos existentes, só restaram umas 45 usinas. Todos os demais passaram a ser meros “Plantadores de Cana” e fornecedores da grande e moderna usina. Continuam todos em situação miserável e mendicante até hoje. Quanto às usinas, apenas uma meia dúzia delas sobrevive com dignidade até nossos dias.

Dessa época, ficou a saudade e os pungentes versos de Ascenso Ferreira:

Dos engenhos de minha terra
Só os nomes fazem sonhar:

– Esperança !
– Estrela d’Alva !
– Flôr do Bosque !
– Bom-Mirar !

Quanto à República, sabemos todos muito bem o desastre que sempre foi e que está sendo até hoje,

O mesmíssimo processo de decadência se deu com a indústria algodoeira de Pernambuco. Grande parte dos bairros de Recife tiveram seus inícios com as vilas dos operários construídas pelos grandes cotonifícios: José Rufino, Macaxeira, Torre, Capibaribe, Zumbi, Paulista, Tacaruna, Yolanda, etc…Cada um deles, todos devidamente extintos pela derrota na guerra biológica contra o “bicudo”, deu origem a um novo ajuntamento de miseráveis desta grande metrópole.

Se dermos uma volta pelo nosso país, muito especialmente pelos estados mais desenvolvidos economicamente, a lista de indústrias moribundas ou extintas seria enorme. O maior exemplo disso são as Indústrias Matarazzo, na Água Branca e Barra Funda, símbolo de tantas outras que fecharam as portas enquanto nosso país se afunda numa decadência econômica brutal. Nosso

PIB, que já chegou a ter mais de 40% oriundo das industrias, apresenta hoje fatia ao redor de 8%. Em lugar de nos integrarmos no grupo dos países desenvolvidos da OCDE, como sonha nosso Presidente, caminhamos aceleradamente para nos tornarmos uma porção transatlântica e setentrional da África subsaariana.

Mesmo que não sirva de consolo, situação semelhante vem sofrendo os Estados Unidos em alguns dos seus setores industriais outrora mais pujantes. O melhor exemplo disso é a produção de aço. A cidade de Pittsburgh, cidade onde eu morei e trabalhei, no final da década de noventa, foi durante mais de um século o grande centro de produção de aço nos EUA. A produção iniciou lá em 1875 e cresceu de forma explosiva. Só para dar uma ideia, as siderúrgicas da cidade contribuíram com 95 milhões de toneladas de aço para o esforço de guerra americano na segunda guerra mundial. No meio dos anos 80, a indústria de aço colapsou. Dos seus 90 mil trabalhadores de então, ao final de 4 anos só restavam 44 mil. Quando cheguei lá, em 1989, não restava mais nenhuma aciaria na cidade. O ar já estava completamente limpo e sem a poluição. Apenas na região em volta permaneceram remanescentes desta hecatombe, em parte provocada pela espetacular ascensão verificada na produção de aço brasileira na década de 70, época do milagre brasileiro. Depois, na ausência da liderança visionária e patriótica dos militares, ocasião em que passamos a ser governados por vermes vorazes, nossa produção de aço regrediu dos 60 milhões de toneladas anuais para o atual patamar de 30 milhões. Na mesma ocasião, a China, mesmo sem ter nenhum minério, cresceu sua produção para os atuais MAIS DE 300 MILHÕES DE TONELADAS ANUAIS, sempre utilizando o minério que nós lhes vendemos a preço ridículo.

Do fim do período militar até agora, apenas temos chafurdado num pântano de total degradação moral e ausência absoluta de liderança, período em que temos sido sucessivamente tosquiados por hordas sucessivas de ladravazes absolutamente sem nenhum escrúpulo e ficamos marcando passo no mesmo local, ou até mesmo piorando.

Enquanto isso, a China simplesmente EXPLODE de crescimento e nos deixa parecendo indigentes.

Só conseguirá avaliar nossa decadência relativa à China quem viajar extensivamente por lá. As megaconstruções surgem em todos os cantos, rapidamente e praticamente do nada. São as maiores pontes do mundo (Baia de Qindao, de Shenzen a Zhuhai, de Ningbo a Shanghai, etc.); são os maiores aeroportos do mundo (Terminal 3 de Beijing e, agora, mais um terminal, este o maior do mundo; Pudong e Hongqiao, em Xangai, Shenzen, Hong Kong, Guangzhou e mais dezenas de outros.); são as maiores e melhores autoestradas do mundo, formando uma malha viária assombrosamente moderna e, “Last but not the least”, uma malha ferroviária de Trens de Alta velocidade que faz inveja aos países mais modernos do mundo. Da primeira vez que estive na China, em 2007, o único trem de alta velocidade que eles possuíam era um pequeno trecho experimental. Saia do novo aeroporto internacional, em Xangai, que havia terminado de ser construído no “Lado Norte” (Pu dong – em chinês) do braço do rio Yang Tsé, até a estação de metrô de Long Yang Road. Long Yang foi uma antiga “princesa” que, segundo meu encabulado amigo chinês era “Lady Boy” (Traveco). O trecho todo tinha somente uns 10 quilômetros e era de graça. Construíram só para aprender a fazer. Hoje, a China possui entre 20 e 30 mil quilômetros de linhas férreas de altíssima velocidade. Caminha para ter algo como 50 mil quilômetros muito em breve. Quem chega mais perto é a Espanha. Possui algo como 2 mil quilômetros. Já são a nação de economia mais pujante e moderna do mundo. Os próximos séculos serão de total hegemonia chinesa. Seria bom aprender com eles, não sermos subjugados!

Quer entender?

Veja o vídeo Conheça a vida do ditador chinês Xi Jinping clicando aqui

Quanto ao Brasil, após o COVID-19, só nos restará uma melancólica decadência. Um lento deslizar rumo à total irrelevância mundial e a uma ampla miséria fartamente distribuída. Os esquerdistas terão cumprido sua missão:

“Ai que esta terra ainda vai cumprir seu ideal. Ainda vai tornar-se um império colonial! ” Chico Buarque

ADONIS OLIVEIRA - LÍNGUA FERINA

TIRANIAS E CATÁSTROFES ANUNCIADAS

Desde que me entendo de gente, sempre fui muito puto com essa estória de ter de obedecer aos dez mandamentos.

Sei muito bem que as orientações neles contidas são de fundamental importância para uma convivência minimamente civilizada na humanidade, assim como sei que as montanhas de tratados legais posteriores não vieram acrescentar muita coisa com relação ao comportamento ideal para a convivência dos homens.

O que me emputecia mesmo era o seguinte raciocínio:

– Caramba, pensava eu menino com meus botões, por que é que esses merdas não botam a coisa assim? Os dez conselhos? As dez orientações. Não! Tem que ser logo os dez MANDAMENTOS. Eles mandam e a nós, multidão de babacas, só resta obedecer sem tugir nem mugir. Ou cumpre…ou se lasca!

A vida toda tem sido sempre exatamente assim: Há sempre alguma fonte de tirania nos dizendo o tempo todo o que podemos (ou o que devemos) fazer, e o que não podemos fazer. Isso, quando se tratavam de autoridades que nos eram próximas, como nossos pais e tios, ou mesmo os professores, estava tudo bem. Depois, a coisa ficou muito mais ampla e difusa. Uma entidade etérea e indistinta, o “Governo”, passou a englobar todos os tipos de tiranias presentes em nossas vidas. O que estudamos e como estudamos, qual a interpretação “oficial” a dar àquilo que aprendemos, para onde podemos ir e como ir, o que comemos, onde trabalhamos e quanto ganhamos, quais seriam as formas de lazer e de prazer permitidas, se podemos guiar um automóvel e como podemos guiá-lo, quanto de nossos ganhos devem ser “doados” aos nossos opressores oficiais, e por aí vai.

Sempre existiram multidões de filhos da puta que se comprazem imensamente em mandar na vida dos outros! Mais até mesmo do que com o sexo. O nome dos dois se confundem, (Poder e Foder) num ato falho Freudiano! Dizem alguns especialistas que o poder é um poderoso afrodisíaco. Por outro lado, Wilhelm Reich, em sua obra “(1988). Psicologia de massas do fascismo (1933b). 2. ed. São Paulo: Martins Fontes”, meteu o dedo em uma enorme ferida. Descreveu detalhadamente como “Toda personalidade autoritária possui problema de cunho sexual”: Ou o cara é brocha, ou tem o pinto pequeno, ou o cara tem uma vontade louca de sair fantasiada de libélula deslumbrada, na parada gay, e depois dar a bunda adoidado, só que não tem coragem; e por aí vai.

Só por essa gracinha, ele foi expulso de uma porrada de países e morreu na cadeia, nos Estados Unidos. Em todos os países por onde passou, e foram muitos, todos os tiranozinhos de plantão, com suas inúmeras e indefectíveis taras sexuais, todos eles se sentiram tremendamente ofendidos com as constatações do mestre Reich, que era Marxista mas de burro não tinha nada. Tanto é que foi expulso também do partido comunista.

Como uma das coisas que mais existe no mundo é bicha enrustida, louca para sair dando a bunda adoidado e sem coragem, ou mesmo gente com o pinto pequeno, ou outros com as taras mais esquisitas, inimagináveis e inconfessáveis, o que não vai nos faltar nunca é candidato a opressor. Nisso Paulo Freire tinha razão!

A ocasião ideal para essa turminha de tarados botar as unhas de fora, sem falar nas paradas do “Orgulho” gay, são as grandes catástrofes! Esta é a hora ideal com que todos os governos sonham! Partem sempre, e de imediato, em busca da implantação de “Poderes Extraordinários”. A ideia subjacente é que, como eles são os seres iluminados e em contato direto com as divindades, ao contrário da rafaneia do proletariado, cabe a eles as decisões mais estapafúrdias imagináveis, sobrando para o povo simplesmente cumpri-las, sob pena de sentirem todo o vigor da mão “Bem Visível” e pesada do governo, monopolista na aplicação da violência.

A cada vez que uma catástrofe se abate sobre a humanidade, ou mesmo sobre parte dela, a queda do cavalo vem sempre acompanhada de um coice! Invariavelmente, com a desgraça, vem sempre estes dois fenômenos:

1. O imbecil de plantão no comando alega a necessidade de serem-lhe dados maiores poderes, a fim de que possa nos livrar das mazelas que se avizinham. Temporariamente, é claro!

2. As medidas de exceção, e que seriam provisórias, passam a ser permanentes.

Em suma: As crises são as melhores oportunidades para essa imensa classe de filhos da puta botarem as unhas de fora. Tudo para o bem da população, é claro! Podemos dizer, sem medo de errar, que esse tal de Corona Vírus caiu literalmente do céu, atendendo às preces de todos os patifes da nação que sonham com a derrocada do governo Bolsonaro. O melhor exemplo desse fenômeno é a evolução da carga tributária que nós, simples cidadãos, somos forçados a pagar à corja que nos domina e infelicita. A cada “crise”, o percentual dá um pulo.

No nosso caso presente, as manifestações explícitas de autoritarismo atrabiliário e ditatorial são infinitas. Poderíamos passar horas listando as imbecilidades ditas e cometidas pelos aprendizes de Stalin nos últimos dias. Por uma questão de espaço limitado, vou mencionar apenas algumas, a saber:

• Invasão de fábrica de máscaras cirúrgicas, em São Paulo, sem mandado judicial. “Fi-lo porque qui-lo! ”, diz o ditadorzinho de opereta, cheio de empáfia e espírito cívico.

• Invasão de um hospital para confisco dos respiradores existentes na UTI, mesmo o hospital sendo particular e o hospital da prefeitura não tendo a mínima condição de utilizá-los.

• Invasão pela polícia de uma missa com 5 ouvintes para transmissão pela internet.

• Invasão de todos os celulares da cidade pela Prefeitura de Recife, rastreando todos os seus munícipes e mandando-os de volta para casa caso dela se afastem.

• As fronteiras do estado fechadas pela polícia do governador do Maranhão. Não entra nem sai ninguém lá, só porque o boiolinha gorducho, líder dos comunistas, simplesmente não quer.

• Fechamento obrigatório de todas as empresas do Piauí. Quem insistir em querer trabalhar vai preso.

• Enquanto isso, mandam soltar milhares de presos, apenas porque podem vir a ser infectados mesmo estando já todos eles em “quarentena” forçada e ilimitada.

• Sanguessugas do congresso sem quererem largar a mamata de Bilhões, mesmo que o país se exploda e que esse dinheiro tenha que vir de mais dívidas.

• Decreto de governador ordenando que toda e qualquer morte que venha a ocorrer, e cuja causa não esteja clara, deverá ser atribuída ao COVID-19 e o culpado será Bolsonaro.

• Fica terminantemente proibido ir à praia, passear com o cachorro e qualquer outra atividade que não seja assistir diuturnamente ao terrorismo da
Rede Goebbels. Quem insistir, vai preso! E por aí vai…

Enquanto isso, Ministro do STF “autoriza” o governo a descumprir as Lei de Diretrizes Orçamentárias e de Responsabilidade Fiscal, passando por cima de toda a legislação aprovada pelo congresso. Em suma:

1. VIRAMOS O PUTEIRO MAIS ESCULHAMBADO DO PLANETA!

2. MANDA QUEM QUER (E PODE)! E AOS BABACAS, SÓ RESTA DIZER: Sim senhor!

3. A ORDEM É: VAMOS GASTAR JÁ. DEPOIS SE VÊ O QUE FAZER.

Se nossa carga tributária já era a mais alta da América Latina, agora o céu é o limite. Nem licitação precisa mais, devido à “emergência”. A roubalheira e a gastança estão em pleno vapor nos estados e o imenso rombo só aumentando.

Preparem-se! Como diria o Conselheiro Acácio, as consequências virão depois.

Nosso Presidente na mesma condição do Cristo na cruz. Oremos!

ADONIS OLIVEIRA - LÍNGUA FERINA

PRESIDENCIÁVEIS…ARRRRRGGGGHHH!

O Brasil não tem muita sorte com o sistema presidencialista. Só os últimos mandatos foram uma sucessão de ladravazes sem similar na história: Dois ladrões fichados na polícia, outro completamente imbecil e também ladrão, uma louca e um boçal socialista de bar. Na eleição de 2018, participaram do circo 13 palhaços:

1 Ciro Gomes
2 Vera Lúcia
3 Guilherme Boulos
4 Jair Bolsonaro
5 José Maria Eymael
6 Henrique Meirelles
7 Cabo Daciolo
8 Luiz Inácio Lula da Silva
9 Geraldo Alckmin
10 João Amoêdo
11 Marina Silva
12 Alvaro Dias
13 João Goulart Filho

É digno de menção que o candidato Luiz Inácio, por se encontrar impedido temporariamente de circular pelas ruas, devido seu alto grau de afinidade com o patrimônio público, foi substituído pelo fantoche Haddad.

Com a pequena exceção de alguns deles, cujos sonhos e planos eram altamente ingênuos e rocambolescos, se juntarmos todos os demais e espremermos, o extrato que sairá ao final será merda pura, com a única e honrosa ressalva a Jair Bolsonaro. Esta foi a razão pela qual tantos milhões de brasileiros decidiram votar nele.

Hoje, e por conta da nova eleição programada para o distante ano de 2022, estamos vivendo momentos extremamente interessantes e de verdadeiro frenesi na classe política do país. A verdade é que…

NUNCA TIVEMOS TANTOS FILHOS DA PUTA QUERENDO SER PRESIDENTE A QUALQUER PREÇO.

Comecemos a descrição da longa lista de lobos vorazes, fornidos e cevados por gordas verbas partidárias, e que se avizinham novamente dos incautos eleitores tal qual uma imensa alcateia de hienas sanguinárias.

O primeiro batalhão é composto pelos indefectíveis perdedores do triunvirato do PSDB: Alkmin, Serra e o morto vivo político de Minas, Aécio Neves. Essa trinca só me traz à mente a imagem de Cérbero, aquele cão de três cabeças que guardava a entrada do Reino dos mortos, o Hades.

Seguindo com a nossa teratologia, vemos a chegada de toda uma plêiade de politiqueiros dos mais variados matizes e calibres, todos também com uma longa história de lutas e patifarias, sempre visando se apoderar de algum butim político e, felizmente para nós, sempre sem sucesso na corrida presidencial. O grupo inicia com um cangaceiro alucinado, sempre disposto a “tratorar” quem se opuser às suas ideias insanas e delirantes. Muda de opinião e de partido como quem troca de camisa. Conseguiu sair brigado de todos os partidos em que participou. Não quer nem saber de planos, projetos e coisas afins. Só quer mesmo é ser presidente. Para que, mesmo, nem ele sabe direito.

A candidata seguinte é uma simpática senhora de Q.I. limitadíssimo e que foi convencida pelas hordas do PT de que teria envergadura para voos muito mais altos. Muito simpática e carismática, possui todas as qualidades para ser uma excelente governanta doméstica.

O último do grupo é um Ex-governador de estado cujo desempenho foi muito bem avaliado, e cuja atuação política posterior, em diversas posições, não apresentou nenhum destaque. Num país dominado pela cleptocracia, como o nosso, essa já é uma característica que recomenda muito bem. Só que não é suficiente. O cara se dá bem com todo mundo. É um verdadeiro vaselina! Nunca diz absolutamente nada que possa vir a antagonizar as hordas de bandidos que se apossaram da política nacional. É “BONZINHO”! Só que não estamos em hora de lideranças boazinhas.

O bloco seguinte é a turma do et Cetera. São aqueles candidatos folclóricos e de pouquíssimos votos. Neste pacote nós temos de tudo um pouco: Desde um militar evangélico a simpáticos senhores idosos, cheios de boas intenções e pouquíssimo pragmatismo, o que torna a implantação das suas boas ideias praticamente impossível. Estes são coadjuvados por líderes operários ainda iludidos pela utopia do “Paraiso Socialista”, juntamente com puros e simples terrorista disfarçado de ativista político. Este já deveria estar preso há bastante tempo.

Tivemos ainda a candidatura de um banqueiro riquíssimo, candidato de si mesmo, juntamente com outro que fundou um partido para chamar de seu. Só por isso, tiveram que bancar suas pífias campanhas com recursos próprios. Outro que não disse a que veio foi o filho de um ex-presidente cuja memória não serve como uma recomendação muito alvissareira, juntamente com uma simpática senhora revoltada com o capitalismo.

Podemos ver que não foi por falta de opções que elegemos o nosso capitão presidente.

Com relação à próxima eleição em 2022, já está sendo uma briga de foice no escuro. O primeiro pelotão, daqueles que estão se cacifando para a disputa, é composto por alguns governadores de estado. O aspecto comum entre todos eles é que são ABSOLUTAMENTE FILHOS DA PUTA. Maquiavélicos e sinuosos, são capazes de vender a própria mãe e ainda perguntar se quer que a mesma seja fatiada feito picanha argentina, caso isto seja um pré-requisito para alcançar a presidência. Estão torpedeando o governo de Jair Bolsonaro de todas as maneiras possíveis e imagináveis, de forma tal que se tornaram ridículos. O mais forte é o comunista que está conseguindo deixar ainda mais falido o estado mais pobre da federação. Isto porque é apoiado pelos outros oito filhos da puta que (des) governam os demais estados do Nordeste, e que são tão ou mais comunas que ele e que adorariam ver um comparsa da gangue se apoderar desta posição altamente estratégica.

O pelotão seguinte vem a ser composto por outro grupo de cínicos ladravazes, todos tão ou mais perigosos que os ofídicos e traiçoeiros governadores de estado acima. Nessa trupe tem de tudo: Primeiro, um ladrãozinho medíocre que virou presidente da Câmara de Deputados por um aborto do destino e que quer inviabilizar o presidente a qualquer custo, dar uma rasteira legal no vice e assumir algo que não lhe pertence. O crápula já se comporta até como “1º Ministro Branco”, seja lá isso o que for. O outro, um boiolinha gorducho, cuja principal característica parece ser sua dúvida existencial sobre qual dos banheiros deve usar. A seguir, um ridículo animador de auditório cuja principal vantagem é o apoio sub-reptício da grande máquina de imbecilização e prostituição nacional chamada Rede Globo. Por último, mas nem de longe o menos perigoso e canalha de todos, o maior ladrão de toda a história da humanidade. Um ladravaz já condenado e re-condenado duas vezes e, nem por isso, engaiolado.

Se algum desses patifes, numa hipótese aterradora, conseguir sucesso nessa empreitada diabólica, será o caso de toda a população brasileira fazer suicídio coletivo, tal como Jim Jones.

Se Bolsonaro encher o saco e largar de concorrer a essa merda, NÓS ESTAMOS LASCADOS!!!!

ADONIS OLIVEIRA - LÍNGUA FERINA

POBREZA E VIOLÊNCIA

Recentemente, vi-me envolvido em uma conversa extremamente interessante com um jovem acadêmico de medicina. O rapaz era um personagem inusitado: vestia-se com esmero e compostura, sem tatuagens nem piercings, ou qualquer outro dos elementos caracterizadores dos universitários dos tempos de PT. Ao mesmo tempo, comportava- se com extrema afabilidade e educação. Mesmo após ouvir algumas das minhas costumeiras grosserias e agressões mau humoradas, manteve a compostura e contra-argumentou sempre com extrema serenidade e elegância. Só essas características já o tornariam um caso raro, nestes tempos que correm, mas a parte mais rara ainda foi a erudição que demonstrou ao longo da conversa.

Discordamos frontalmente apenas quando este afirmou que grande parte da violência que estamos verificando no Brasil, se deve à má distribuição da renda, e não à pobreza, ou mesmo ao envenenamento ideológico de corações e mentes da nossa população, trabalho este que foi realizado com brilho pela “Pedagogia do Oprimido” e outras aberrações ideológicas de igual jaez pregadas pelos esquerdistas.

Terminamos a conversa e ficamos no impasse pois, até onde eu saiba, nunca foi feita nenhuma análise sobre esta relação. Assim, xereta e metido como sou, decidi efetuar este estudo eu mesmo, de modo que não possam mais vir com esta justificativa “social” para safadezas que são eminentemente individuais. Eis o resultado:

Para os colegas que não estão acostumados com esta questão, eu vou explicar melhor.

A “Curva de Lorenz” é uma representação gráfica da distribuição de renda em uma determinada população. Quanto mais igualitária for a distribuição, mais a curva se aproxima da reta que vai de “O” até o “X”, a 45º de inclinação. Isto quer dizer que 20% dos indivíduos possuem 20% da renda; 30% dos indivíduos ficam com 30% da renda; ou que todos os indivíduos desta população possuem exatamente a mesma renda.

Só que o mundo real não é assim. Uma pequena parte da população fica com uma grande parte da renda. Assim, aparece a área sombreada “A”, que representa o “Desvio da Igualdade Absoluta”. Quanto maior for esta área, mais desproporcional será a distribuição da renda desta população. Foi quando um economista italiano, de nome Gini, mediu esta área e comparou com a área do triângulo abaixo da reta da distribuição perfeita. Esta proporção passou a ser conhecida como o “Índice de Gini” e representa a desigualdade da distribuição da renda em uma determinada população. Quanto maior for este índice, mais desigual será a distribuição da renda analisada.

No nosso caso, os resultados encontrados foram extremamente interessantes:

1. A relação existente entre os assassinatos por 100.000 habitantes, (que usei como variável proxy representativa da violência, já que existe uma clara relação entre esta forma extrema de violência e as demais) e a distribuição de renda ERA NEGATIVA EM 1980 (- 0,3). Isto significa dizer que os estados onde havia maior concentração de renda, eram exatamente os menos violentos, sendo o Piauí o caso mais emblemático, com meros 7 assassinatos a cada 100.000 habitantes.

2. A relação entre os assassinatos por 100.000 habitantes e a distribuição de renda, agora em 1917, passou a ser positiva (+0,4). Isto significa dizer que a liderança na violência se deslocou dos estados mais igualitários para os estados de pior distribuição de renda. Por que será que isto aconteceu?

Observem que excluí os resultados do D.F. desta análise. Por se tratar de uma unidade federativa sui generis, que não produz nada e vive de parasitar os recursos de todo os demais componentes da federação, além de que apresenta uma renda média altíssima, em função da quantidade enorme de parasitas estatais, ao mesmo tempo em que apresenta a pior distribuição de renda do país, foge totalmente da realidade do restante do país. Assim, levar em consideração os seus dados distorceria a nossa análise.

Diante deste resultado paradoxal, (“O paradoxo é a paixão do pensador” – Kirkegaard), decidi realizar novas análises, desta feita verificando a relação entre a renda domiciliar e a violência. Eis os resultados:

3. Os números indicam fortemente que a violência se encontrava presente de forma predominante nos estados de MAIOR renda, lá pelos idos de 1980, com uma correlação bem forte (+0,6). Os estados mais pobres apresentavam pouquíssima violência.

4. Já no ano de 2017, a violência se deslocou fortemente dos estados mais ricos para os mais pobres, invertendo esta correlação: as unidades com baixas rendas passaram a apresentar altos índices de assassinatos (-0,6).

A análise que eu faço dessa tremenda inversão verificada nestes índices (Renda e assassinatos), dos anos 80 para cá, é que esta é a consequência da “Pedagogia do Oprimido” e do “Tudo Pelo Social”, implantada em corações e mentes da nossa população pelo esforço Gramsciano pela hegemonia sobre corações e mentes e empreendido com tremendo sucesso pelas esquerdas.

Hoje, qualquer fracassado tem “Certeza Absoluta” de que o seu fracasso se deve ao sucesso dos outros que estão melhor que ele, e que para “resgatar” os seus “direitos”, tem que ser através da “Luta de Classes” para que o “Governo” lhe dê casa, comida e roupa lavada de graça, além de ensino, assistência médica, transporte, etc…

TRABALHAR, que é bom…nem mencionam!

Muito menos quem será o otário que vai pagar a conta por lhes bancar tudo isso.

5. Outro achado bem interessante deste estudo foi que a relação apresentada entre o Índice de Gini e a Renda Familiar se mostrou FORTEMENTE NEGATIVA (– 0,7) neste período. Significa dizer que, quando aumentou a Renda Familiar, ao mesmo tempo se reduziu a desigualdade. Quando melhora a economia, melhora a renda de todos, muito especialmente dos mais pobres, já que a base de que partem é muito menor.

Mais uma balela dos esquerdopatas que se esboroa e vira fumaça.

Os debilóides vão querer dizer que a renda aumentou porque reduziu-se a desigualdade, principalmente através da distribuição de esmolas para os pobres.

Se isso ocorreu, foi a primeira vez na história da humanidade e Guido Mantega merece o Prêmio Nobel de Economia por ter falido o nosso país. Ahahahahah

Já os liberais vão dizer que o crescimento econômico foi quem gerou oportunidades para os mais pobres aumentarem a sua renda, mais até que os mais ricos, segundo o que preconiza Adam Smith e companhia.

Lá vem mais polêmicas idiotas!