ADONIS OLIVEIRA - LÍNGUA FERINA

DITADURA DE HIENAS VORAZES E GAZELAS SALTITANTES

Estamos vivendo em um mundo muito estranho! E pode botar estranho nisso. A situação prenuncia um verdadeiro apocalipse, muito especialmente em nosso país. Multidões de efebos afeminados, verdadeiras hordas de gazelas saltitantes, contrafações grotescas e bizarras daquilo que antes era considerado o ser mais sublime na criação – UMA BELA MULHER E SUA FEMINILIDADE, acolitados por ferozes “Pitt Bulls” da política, provavelmente raivosas bichas enrustidas que, frustrados por não assumirem que também gostam de supositórios tamanho “Jumbão Plus” e de calças “Tora Bago”, vingam-se impondo “Manu Militare” tudo aquilo que nós, os antigos normais, podemos (e deixamos de poder) fazer e ser.

Estes “mutantes”, os novos X-MEN, aberrações genéticas elevadas à categoria de Intocáveis” pelo “Politicamente Correto”, estão em todos os lugares! São Governadores de Estado, Ministros do Supremo, Senadores da República, presidentes de países como a França, quantidade imensa de artistas e “celebridades”, sempre propagandeadas insistentemente por aqueles amaldiçoados meios de comunicação que desejam ver a diluição da nossa sociedade em bosta, e por aí vai. A mensagem que propagam é feita sempre de forma que seja extremamente atraente e de fácil assimilação pelas novas gerações: Agora, DAR O CU É FASHION! Foi nessa que Cazuza se lascou. Cada vez mais, estes adeptos da endoscopia reversa, se é que me entendem, ocupam posições de poder que os possibilita impor seus aberrantes comportamentos à maioria da humanidade.

Para eles, não basta simplesmente ser o que são e praticarem seus comportamentos desviantes. Não! Tem de impor à maioria a sua (deles) estranha forma de ser. Devem, também, e sempre que possível, dar escândalo! Devem sempre “Causar”! Nossa sorte é que são estéreis. Não se reproduzem. Ficam sempre na dependência de dar um nó na cabeça das novas gerações, para que estas lhes sigam em sua senda de perversões. É exatamente aí que mora o perigo maior do proselitismo que praticam com afinco.

A bem da verdade, e bom que se diga, a única cria resultante do ajuntamento de esperma com bosta é um petista, mas isso se dá apenas em nível filosófico. FELIZMENTE!

Por que será que essa gente nojenta tem tanta necessidade de impor suas visões aberrantes e distorcidas de mundo à maioria que os circunda?

Será necessidade de “Belongness”? Não creio! Se fosse, se contentariam em compor as suas gangues e trocariam furiosamente seus anéis de couro entre si, numa verdadeira orgia de pregas estouradas, e nos deixariam, pobres e simples normais, quietos em nosso canto e praticando o velho sexo “papai e mamãe”.

Tão ameaçador, ou até mais, que as hordas de efebos saltitantes, todos raivosos com aqueles que não compartilham da sua fixação mórbida em proctofilia, juntamente com suas contrapartidas femininas, (?) de cabelos raspados, sovacos cabeludos e aparência de estivadores ou halterofilistas; são os ladravazes já destronados, julgados e reiteradamente condenados pela justiça, verdadeiros mortos-vivos cuja sobrevida social se dá apenas e tão somente graças a chicanas e patifarias jurídicas que fariam jus a pena de morte sumaríssima em qualquer país com um mínimo de decência, que não esta cloaca fétida em que transformaram o Brasil, chicanas estas acoitadas pelos seus “parças” incrustrados em posições estratégicas do judiciário.

Junto com os “Walking Deads” redivivos, temos que suportar quotidianamente a visão abjeta da horda de canalhas da pior espécie, todos altamente escolados nos meandros da gatunagem sobre recursos públicos e na masturbação ad-aeternum das chicanas jurídicas junto aos seus asseclas incrustrados nas cortes de justiça (eca!!!) deste nosso malsinado país. Essa, sim, é a pior das ditaduras, como explicitou Rui Barbosa há mais de 100 anos, pois não temos a quem apelar. Só nos resta a insurreição!

Não satisfeitos com a espoliação que praticam diuturnamente sobre os minguados recursos públicos, esta casta de vermes abjetos se perpetua no poder sobre o aparato estatal de inúmeras formas, sendo hoje a transmissão de seus feudos de roubalheira para herdeiros uma das formas mais praticadas.

O volume de recursos que é consumido por essas gangues que se apoderaram do aparato estatal brasileiro é alguma coisa difícil de ser avaliada. Isso sem falar no tremendo atraso para toda e qualquer atividade econômica provocado pela constante insegurança sentida pelo cidadão, decorrente das aberrações prolatadas por tiranetes nos mais diversos níveis governamentais. Estamos todos ao sabor dos arroubos e caprichos oriundos destas multidões de gordos nababos tarados engastados em posições de comando.

A questão principal que se nos apresenta é:

COMO PODEREMOS NOS LIVRAR DESTA CORJA MALDITA?

Cada país, ao longo da história humana, desenvolveu uma técnica peculiar para despachar ao inferno todos aqueles considerados indignos de pertencerem ao mesmo grupo, ou que praticaram atos tão ignominiosos que os qualificava para uma passagem de ida, sem volta, para as profundas de Satanás. Apenas como exemplo:

• França – A Guilhotina.
• Alemanha – Câmara de gás.
• Chile (de Pinochet) – Colocar em um avião e jogá-los em alto mar.
• Estados Unidos – Enforcamento (no Velho-Oeste). Antes, Cadeira Elétrica. Hoje, injeção letal.
• Israel – (Nos tempos bíblicos) O Apedrejamento.
• Transilvânia e Valáquia (Na época do Drácula) – O Empalamento. Etc.

O Sargento Fahur deu a ideia de enforcarmos sumariamente esses crápulas. Sou da opinião que devemos desenvolver uma forma de “despacho”, para esses vermes abjetos, que seja bem brasileira, original, e compatível com o volume de canalhices praticados pelos meliantes. A minha preferência vai para o velho desmembramento VIVO, tal qual foi bem descrito por Michel Foucault em seu livro sobre vigiar e punir.

Tenho sonhado, noites e mais noites, com cenas em que os membros dessa corja nojenta são desmembrados tal qual um guaiamum cevado. Delicio-me ao imaginar vê-los em linha, todos se urinando e se cagando ao terem seus nomes chamados para ser o próximo executado.

Faço apenas a ressalva de que, se quisermos nos ver livres dessas assombrações por uns cem anos, a devassa deve ser completa. Quero dizer com isso que não poderemos deixar nenhum vivo, sob pena de vermos recrudescer exatamente o mesmo problema daqui a uns anos. Vejam quantos filhos de terroristas jogadores de bombas estão hoje encastelados nas OABs da vida.

Tem que exterminar totalmente esta raça, para que não venham nunca mais com essa conversa de “Um mundo mais igual” e querendo tomar dos outros aquilo que foi conquistado com muito suor.

Tratem todos de ir trabalhar honestamente, se quiserem conseguir alguma coisa na vida. Essa é a receita!

Quanto ao aparato estatal, desmembrados todos os líderes da cachorrada, creio que os parasitas tratarão logo de buscar alguma coisa produtiva para fazer, todos com receio de serem os próximos galetos desossados.

Como dizia Falcão, em seu Latim castiço: “Quod sfincter habit, temore pussuit!”

ADONIS OLIVEIRA - LÍNGUA FERINA

GOVERNO – O GRANDE BANDIDO

Desde que surgiu, o Homo Sapiens sempre andou em bandos. É um animal gregário. Por isso, como os gorilas e leões, havia sempre um macho que se destacava por habilidades superiores, e que dirigia as operações do bando, para que seus componentes tivessem chances maiores de sobreviver em um meio ambiente hostil. Como compensação pelos esforços adicionais demandados pelo cargo, cabia ao “Macho Alfa” privilegiados favores sexuais das fêmeas do bando, bem como era este quem primeiro se alimentava das caças abatidas, ficando assim com os melhores pedaços. Daí para a frente, ao longo da nossa história, todos os governos que se constituíram, nas suas mais variadas formas, foram sempre um meio pelo qual gente esperta passava a viver às custas de uma multidão de idiotas. Neste processo de dominação, a ferramenta preferencial sempre foi o medo das ameaças, reais ou imaginárias, internas ou externas ao bando, mas sempre o medo.

Neste processo de dominação, o trabalho natural do governo é se apropriar compulsoriamente de parte “do leão” nos ganhos de todos (ou quase todos) os cidadãos. Corrupção governamental, se é que se pode chamar assim, é o estado natural de qualquer governo. Quanto maior for a estrutura governamental, mais oportunidades de ganhos se abrirão para a casta que se apoderou do estado. O Brasil, neste aspecto, é disparado um dos campeões mundiais de inchaço governamental e de corrupção! A burocracia maluca é a ferramentas através da qual o estado esfola o cidadão. Não é à toa que o nosso país tem mais de sessenta tipos de impostos diferentes (Na União Europeia são três), juntamente com cinco ou dez órgãos governamentais atuando sobre cada um dos aspectos mais ínfimos da vida do cidadão. A burocracia insana é o resultado óbvio da simples existência de qualquer aparato estatal, pois é ela que propicia arrecadação para os cofres públicos, junto com subornos e oportunidades de alocação dos confrades em posições de usufruto dos benefícios estatais.

Neste processo, impostos arrancados a fórceps da população JÁ SÃO A ESSÊNCIA DA CORRUPÇÃO! São eles que, cumprindo ou não o governo com as obrigações a que se propôs, são arrecadados da mesma maneira e beneficiarão da mesma forma aos encarregados de prover o benefício. Aliás, quando não cumprem com as obrigações, em lugar de serem penalizados por isso, servem como uma excelente justificativa para a demanda por mais e mais recursos, sem que nenhum dos parasitas seja jamais penalizado pela inoperância. O caso dos nossos falidos tribunais é o exemplo mais aberrante.

Mais interessante ainda é que, mesmo o estado falhando fragorosamente em propiciar os benefícios para os quais foi criado, acha-se mesmo assim no direito de aplicar todo tipo de violência que bem entender contra o cidadão recalcitrante, num comportamento bem típico de organização criminosa. Podemos afirmar, sem medo de cometer injustiça, que o PCC – Primeiro Comando da Capital, e o Comando Vermelho, as grandes organizações criminosas de nosso país, são apenas filiais não ortodoxas da miríade de tentáculos dessa macabra “Hidra de Lerna” amaldiçoada chamada governo.

A classe governamental, pela razão básica que motiva a sua existência, busca sempre complicar mais e mais e vida dos cidadãos, sem preocupação nenhuma com o bem maior da sociedade. Nunca estão satisfeitos! Querem sempre mais e mais. Tal qual um câncer, expandem suas metástases até matarem o hospedeiro. Ao longo das últimas décadas, especialmente no Brasil, esta verdade não mudou em nada e se tornou cada vez mais grave. Exacerbou ainda mais esta verdade secular. Ocorreu apenas que, ao tentarem implantar a aberração que é a “Democracia dos Analfabetos”, abriu a porteira para que todo tipo de imbecil passasse a ditar os rumos da nação através de arremedos de eleições. O resultado não poderia ser diferente: Uma mangueira nunca produzirá jacas ou abacates! A assembleia de imbecis teria que, forçosamente, optar por candidatos imbecis (e ladrões), onde os candidatos são sempre os mesmos canalhas ou seus apaniguados, todos altamente inescrupulosos e muito competentes em manobrar essa mesma massa de imbecis. O remédio, na vêia, para isso seria educação.

As estruturas de exploração se tornaram mais sofisticadas, sutis e poderosas. Os “Opressores” (os verdadeiros, e não os de Paulo Freire) se tornaram muito mais inescrupulosos e desonestos. Vermes abjetos como Renan Calheiros, Lula e Gilmar Mendes, proliferaram como bactérias nos três poderes. Criaram até um quarto poder, o Ministério Público, para tentar combater a canalhice dos outros três. Foi pior! Criou e cevou apenas mais uma multidão de parasitas para mamar também. O simples fato de uma pessoa enriquecer através de ganhos auferidos, ao ocupar “inocentes”, porém inócuas, posições no aparato estatal, JÁ É CORRUPÇÃO!

Enquanto isso, as hordas de analfabetos do Nordeste teriam eleito Haddad, se fossem um país. Anseiam por mais presença estatal! Se repetirem a “gracinha” mais uma vez, creio que seria o caso de se passar uma régua e dividir o país ao meio, deixando que as hordas de famélicos se autogovernem. Sem os quase R$ 300 BILHÕES de esmola que lhes são repassados a fundo perdido pelo Governo Federal todo ano, dinheiro este arrancado de São Paulo, virarão rapidamente uma “Venezuela do Sul” ou mesmo uma “Nova Biafra”. Neste contexto, os arroubos ingênuos de Ivanildo Vilanova soam mais como uma “piada” macabra.

Imagine o Brasil ser dividido e o Nordeste virar independente

O ponto central de toda esta questão é o fato de que, quanto mais autonomia individual as pessoas possuírem e menos dependência do estado tiverem, maior será sua prosperidade. É uma correlação perfeita! Quanto maior a presença do Governo na economia, mais lascado é aquele mesmo povo. O Governo só serve para cevar parasitas e criar bandos de mendigos. Quer ver um país progredir acelerado? Diminuam o aparato estatal!
Mas, como fazer isso? Todo mundo promete reduzir o Leviatã estatal, mas, quando chega ao poder, a pressão para que afrouxe o cordão da bolsa é tremenda. Poucos resistem! Pois eu sei a solução:

O papel moeda foi criado como uma Ordem de Pagamento entre diferentes “Banqueiros” de Câmbio (aqueles comerciantes de feira que comerciavam com diferentes moedas). Os governantes viram que era uma excelente fonte de renda e a tomaram para si. Mais adiante, “esqueceram” a necessidade de ter ouro em caixa para garantir as cédulas que emitiam e se danaram a emitir dinheiro sem fundos. Passaram a criar riqueza “do nada”! A obrigação da nação em manter reserva de ouro era a maneira que a população possuía para controlar e manter sadias as finanças do país. O governo não pode produzir “dinheiro”. O governo só pode produzir “papel”, seja títulos do tesouro, seja papel-moeda. Quando foram liberados da obrigação de ter ouro em caixa para emitir papel, FOI O CÉU! O resultado é que todos os países do mundo estão devendo até os cabelos da cabeça. Hoje, os agiotas do mundo são os verdadeiros donos dos governos.

Vamos acabar com isso?

Façamos um plebiscito para que o país retorne ao padrão monetário do ouro. Isto significa dizer que o governo só poderá emitir moeda no exato volume das reservas em ouro que possuir, respeitada uma cotação previamente acertada e definida de forma pétrea nas leis do país. Essa é a única maneira de botar um cabresto na lambança governamental e, ao mesmo tempo, parar de desviar 10% do PIB do país para agiotas pelo pagamento de juros sobre a dívida governamental, dívida esta criada e cevada unicamente para manter os privilégios de uma casta absolutamente canalha e inútil. Vamos tentar dar este exemplo ao mundo?

Asseguro que, com todo este imenso volume de dinheiro voltando a ser direcionado para investimentos, a nossa economia cresceria consistentemente a taxas superiores às da China.

Enquanto essa esculhambação ocorre, multidões de imbecis ficam discutindo interminavelmente se vão colocar este ladrão, ou aquele outro, ou mesmo uma terceira via, para ser o chefe supremo dessa cachorrada. De minha parte, estou cagando e andando para quem vai ser o próximo presidente. Interessa muito pouco! Lógico que prefiro mil vezes um trabalhador e honesto, a um verme asqueroso, arrodeado de hordas de canalhas da pior espécie e que afundaram o nosso país numa degradação que levará décadas para revertermos. Deveriam ter sido todos devidamente guilhotinados. Agora, estão aí querendo voltar.

Só que eleger um honesto e bem-intencionado, como Bolsonaro, será apenas um pequeno primeiro passo em direção à imensa descarga sanitária que temos que dar no aparato estatal. Hoje, estamos na situação que foi magistralmente descrita pela genial Rita Lee.

Um dia depois, tudo vira bosta!

ADONIS OLIVEIRA - LÍNGUA FERINA

EU DESCONFIO…

Durante os últimos anos, a humanidade tem sido forçada à mesma situação do personagem de Guimarães Rosa que dizia “Não saber de nada mas desconfiar de muita coisa”. Temos sido metodicamente inundados com narrativas totalmente fabricadas a fim de dar veracidade a “verdades” que só acredita quem for muito panaca. Ficamos todos reduzidos a uma condição em que, o máximo que as pessoas que ainda insistem em utilizar os próprios neurônios para pensar podem fazer, é desconfiar. Vamos aos fatos:

1. Para começar, desconfio é que esse maldito vírus COVID, que veio da China, foi propositalmente fabricado como parte de um arsenal de Guerra Bacteriológica. O fato dele escapar do laboratório, propositalmente ou não, é outra estória. O fato é que, imediatamente, a China se utilizou dele para destroçar a economia dos outros países, enquanto seu PIB continuava crescendo 10% ao ano. Tudo isso visando tornar realidade a China como maior economia do planeta.

2. Desconfio também que foram cientistas americanos, recrutados pelo governo chinês através do programa “Thousand Talents Plan”, que transferiu toda a tecnologia dos filhotes do Dr. Frankenstein, para que a China fabricasse esse vírus. Este programa recrutou muitos cientistas de ponta, que dividiam seu tempo entre laboratórios americanos, das suas faculdades de origem, e laboratórios chineses, criados especificamente para este fim e sob a orientação deles. Tudo isso foi feito sem que o National Institut of Healt – NHI fosse notificado, como manda a lei, e nem as suas respectivas faculdades. Foram remunerados (subornados?) com dezenas de milhares de dólares por mês. O caso mais célebre foi o Dr. Charles Lieber, autoridade em Nano Tecnologia que, sem consultar ninguém, assinou contrato em nome da Harvard com a WUT (Universidade de Wuhan) em 11 de janeiro de 2013. Segundo a investigação, Lieber recebeu US$ 50 mil por mês e teve despesas pagas até US$ 150 mil. Recebeu também US$ 1,5 milhão para investir em um laboratório e pesquisas. Também viajou com frequência para a China. De acordo com a investigação, o pesquisador participou do “China’s Thousand Talents Plan” entre 2012 e 2017. Em janeiro de 2015, Lieber disse à Harvard que não havia “uma associação formal com a Universidade de Wuhan” e negou participar do programa de financiamento chinês.

3. Desconfio que o Dr Fauci, Diretor do Instituto Nacional de Alergias e Doenças Infecciosas dos Estados Unidos desde 1984 e um dos principais especialistas do mundo em epidemias, tendo servido nos governos de seis presidentes de ambos os partidos (Ronald Reagan, George Bush, Bill Clinton, George W. Bush, Barack Obama e Donald Trump), sabe muito mais do que fala. Ele, que teve papel crucial no financiamento das pesquisas sobre o vírus do morcego em Wuhan, foi sempre o líder na cruzada do “Fecha Tudo” e contra os tratamentos precoces como a Cloroquina. Está envolvido nesta sacanagem até à raiz dos cabelos. Agora, depois que artigo do The Wall Street Journal, citando um relatório da inteligência dos Estados Unidos, afirmou que três pesquisadores do Instituto de Virologia de Wuhan ficaram doentes o suficiente, em novembro de 2019, para buscar atendimento hospitalar, vem o sinuoso Dr. Fauci dizer que “não está mais convencido de que a pandemia provocada pela Covid-19 se originou naturalmente”. Se ele diz isso, nós dizemos o que?

4. Desconfio também que governantes canalhas (ou babacas) aceleraram a disseminação do vírus através de iniciativas como a que orientava a população da Itália a abraçar um chinês, ou dos panacas que liberaram o carnaval no Brasil, mesmo estando o país submetido a um estado de emergência desde 03 de fevereiro de 2020, ou seja: 18 dias antes do carnaval. Assumiram o risco, o que espalhou o vírus por todo o país.

5. Desconfio que, depois da miséria provocada pela medida populista dos governadores, tudo que é político aproveitador passou a se locupletar em cima da desgraça. Primeiro, o STF canalha declarou que só cabia ao Governo Federal repassar aos estados os recursos para combater a pandemia, inviabilizando qualquer coordenação central. Depois, com a declaração de emergência, liberou-se as compras sem a necessidade de licitações. Abriu a porteira para tudo que é ladrão, nos governos estaduais, se esbaldasse nas propinas.

6. Desconfio que, vinda só Deus sabe de onde, chegou a determinação para “tocar o terror na população. O objetivo é acostumar o gado” a todo tipo de restrições às suas liberdades mais básicas. Coisas como o direito de ir e vir, de trabalhar, a escolher NÃO SE SUBMETER a um tratamento, de se reunir com quem bem lhe aprouver, de comprar e consumir o que bem entender, e por aí segue. Foi a festa para tarados fantasiados de ditador de opereta! Passaram a ter orgasmos anais múltiplos todas as vezes que suas milícias particulares reprimiram violentamente pacatos cidadãos apenas por quererem exercer alguns destes direitos básicos.

7. Desconfio que os números apresentados para a quantidade de pessoas mortas em consequência do COVID foram descaradamente inflados. Qualquer morte, mesmo por hemorroidas, lumbago, espinhela caída, unha encravada, dor de dente, diarreia, o diabo…passou a ser incluída a marretadas nas estatísticas macabras. Para isto, utilizaram polpudos incentivos financeiros para que os médicos assinassem Atestados de Óbito forjados. Em paralelo, os meios de comunicação passaram a martelar incessantemente estatísticas mais falsas que uma nota de três dólares com duas cabeças. Tudo visando criar o maior volume de terror possível na população.

8. Desconfio que as grandes empresas farmacêuticas mundiais desenvolveram “a toque de caixa”, vacinas que, supostamente, seriam a única panaceia contra aquela pandemia, mesmo sem terem a eficácia determinada com precisão, nem muito menos os terríveis efeitos colaterais que poderiam vir a deflagrar na população. A aplicação acelerada das vacinas passou a gerar para eles um fluxo de caixa contínuo da ordem de muitos BILHÕES de dólares, com pagamentos antecipados e com a população, devidamente aterrorizada, suplicando para que estas lhes fossem aplicadas. Em paralelo, passaram a demonizar todo tipo de tratamento precoce, especialmente aqueles cuja origem se perdia nos tempos e cujo preço era baixíssimo.

9. Desconfio que o “estudo” realizado em Manaus, aplicando pesadas dosagens em pacientes já totalmente prostrados pela doença, e que matou uma grande quantidade destes, juntamente com a barragem de artilharia pesada que foi direcionada contra o estudo do Dr. Vladimir Zelenko (utilização da Hidroxicloroquina, Azitromicina e zinco, nos estágios iniciais da contaminação), são todos orquestrados por interesses bilionários das multinacionais, detentoras das patentes das vacinas feitas nas coxas, juntamente com os fâmulos do projeto de “Reset” mundial e de “Uma Nova Órdem”. Caso tenham interesse em mais estudos sobre o tema, acessem The Zelenko protocol e também preprints.org

10. Desconfio que todo esse “frisson” mundial vem sendo preparado, passo a passo há décadas, e que deve ter origem no Clube de Bilderberg, na Ordem dos Illuminati, nos Sábios de Sião, na Maçonaria Mundial, na Internacional Socialista, ou algum outro grupo secreto, sempre querendo criar uma “Nova Ordem Mundial”. O ensaio foi Gripe aviária, doença causada por uma variedade do vírus Influenza(H5N1) hospedado nas aves, e que pode infectar mamíferos. A partir daí cada pato selvagem que aparecia morto no “Caralhostão”, era manchete no mundo todo. Em junho de 2009, a OMS declarou a gripe suína pelo H1N1, uma combinação dos vírus da influenza suína, aviária e humana, uma pandemia. Espalhou-se para mais de 70 países O tratamento se concentrou no alívio dos sintomas (p. ex., paracetamol ou ibuprofeno para febre e dores). Segundo artigo do Wikipédia, fármacos antivirais diminuíam a duração da febre e a gravidade dos sintomas e o tempo para retornar às atividades normais, se administrados 1 a 2 dias após o início dos sintomas.

11. Desconfio profundamente que o Dr. Luc Montagnier, Prêmio Nobel de medicina e que foi o primeiro a denunciar que o vírus do COVID foi fabricado pelos chineses, e que prevê a morte de grande quantidade de pessoas vacinadas contra o COVID dentro de 2 anos, tem muito mais a dizer sobre este assunto tenebroso. O mesmo se aplica ao Ex Vice-presidente da Pfizer, Dr. Michael Yeadon, e uma multidão de outros especialistas.

12. Desconfio, quase com certeza absoluta, que somos simples joguetes nas mãos de multidões de seres abjetos, cada um dos quais com seus interesses escusos e querendo ver a nossa caveira. Acredito que é com facilidade imensa que estão manipulando multidões de pobres inocentes, sabe-se lá com que interesse. Acredito firmemente que há todo um imenso projeto visando exterminar uma parte substancial da humanidade, muito especialmente aquela parcela mais crítica e mais questionadora (os idosos), sempre visando ao estabelecimento de um grande governo mundial e que obedeça às diretrizes satânicas desse grupo de amaldiçoados que querem se arvorar o papel de Senhores do Universo.

13. Por fim, ACREDITO firmemente que estamos todos sendo feitos de imbecil e manipulados da forma cínica e desavergonhada. Para que? Não sei. O futuro dirá!

ADONIS OLIVEIRA - LÍNGUA FERINA

O 3º REICH JUDAICO

Antes de mais nada, devo dizer que sou profundo admirador do povo judeu. É um povo bem diferenciado de todos os demais. Suas realizações na música, filosofia, ciência, e em todos os demais campos das mais nobres atividades humanas, são esplendorosas e falam por si! Embora não ultrapassem 0,5% da população mundial, mais de 19% dos prêmios Nobel foram concedidos a pessoas de ascendência judaica. Creio que as perseguições de que foram vítimas ao longo dos dois últimos milênios, se deve mais à inveja dos seus talentos superiores, que propriamente ao fato de terem rejeitado Jesus como sendo o Messias prometido.

Recentemente entrou na moda, em palestras e livros de autoajuda, um termo emprestado da metalurgia: Resiliência. Aí entendido como sendo a capacidade de se manter fiel às suas características originais mesmo submetido a pressões e agressões extremas. Se há um povo que incorpora esta característica em grau máximo é o povo judeu. Dois mil anos de dispersão pelo mundo, perseguições as mais diversas e constantes, e não foram suficientes para fazê-los se desprenderem de seus princípios morais, éticos e religiosos.

Assisti nesta semana que passou a uma excelente explanação do professor Heni Ozy Cukier sobre a situação geopolítica do Estado de Israel. Foi uma apresentação simplesmente brilhante. Altamente sensata e ponderada, detalhou todas as difíceis escolhas colocadas diante do povo e do governo judeu, de modo a sobreviver como nação, dadas as constantes agressões de seus vizinhos e as características do seu território. A única ressalva que faço ao ilustre professor, é quando, já no final do vídeo, o mesmo embaralha (propositalmente?) os conceitos de POVO (Etnia), RAÇA e CIDADANIA. Fez isto para atacar a condenação recebida da ONU, pelos sionistas, quando esta considerou aquele movimento como sendo “Racista” (Sic). Clique aqui para ver o vídeo completo.

A rigor, o termo “Racista” é imbecil na origem. É mais uma idiotice que os esquerdistas tentam nos impingir. Não existem diferentes “Raças” humanas. A espécie humana é uma só e, portanto, impossível ser contra algo que não existe. Pode-se até falar de preconceito, mas aí já seria uma outra conversa. Quanto ao Sionismo ser autocrático, exclusivista e excludente de todos os demais povos, é uma verdade incontestável, independente do termo que se use para designar este comportamento. O fato de quererem um “Estado Judaico” no país que criaram é direito deles. Até aí, tudo bem! Podemos até entender este anseio, especialmente quando lembramos todo o sofrimento pelo qual passaram. O danado é que o pedaço de terra que ganharam já tinha habitantes milenares lá instalados. Em função disto, decidiram fazer uma “Limpeza Étnica” no seu “Lebensraum”, de forma a estabelecer um 3º Reich judaico, nos moldes nazistas. Segundo o professor, a 1ª existência de Israel como nação se deu cerca de 1.200 anos antes de Cristo, liderado por Josué, e durou até a divisão em dois reinos e a conquista da Judeia pela Babilônia. A 2ª manifestação se deu no ano 540 a.c., quando os Persas derrotaram os Babilônios e os liberou para retornar à palestina. Este período se caracterizou por sucessivas invasões e domínios estrangeiros, culminando com a derrota para os Romanos na última rebelião, em 70 d.c., quando o povo judeu se dispersou pelo mundo. Desde então, foram quase 2.000 anos de diáspora.

O 3º Reich judeu foi formalmente criado em 1948, com a decisão da ONU relativa à partilha da Palestina entre árabes e judeus. A luta para chegar a este ponto culminante vinha desde fins do século XIX. De lá para cá, independente do radicalismo árabe, sua luta foi sempre no sentido de expulsar a maior quantidade de palestinos que pudessem, fosse por que meio fosse. O novo Estado Judeu, desde a concepção, foi sempre pensado como um estado TEOCRÁTICO, exatamente como os estados Islâmicos. Toda a legislação do país, assim como seus aspectos culturais e comportamentais, tem de ser totalmente baseada nas tradições e leis judaicas, com exclusão de TODAS as demais. Os estados islâmicos e o estado judeu são as duas faces da mesma moeda. Misturam totalmente questões de estado com leis religiosas. Como consequência, qualquer pessoa que deseje viver na sua zona de influência, e que não seja judeu, será imediatamente reduzido à condição de cidadão de 2ª classe e terá obrigação de se submeter a todos os ditames oriundos da tradição judaica, queira ou não. Assim, não poderá abrir o seu comércio no Shabat, terá que folgar no feriado do Yom Kipur, e dezenas de outras determinações semelhantes. Tudo isso decorrendo do simples fato de confundirem NACIONALIDADE com ETNIA, ou até mesmo RELIGIÃO. Só como exemplo, basta dizer que os palestinos possuidores de cidadania israelense não podem servir ao exército, já que este mesmo exército está lá exatamente para combater os seus irmãos e, preferencialmente, expulsá-los todos de lá, nunca para protege-los.

Este estado de coisas difere totalmente do que ocorre aqui no Brasil. Para nós, é totalmente indiferente se o indivíduo é católico, protestante, judeu, espírita, macumbeiro, muçulmano, ou qualquer outra designação religiosa que porventura possa exista. A pessoa será considerada brasileira exatamente da mesma maneira que todas as demais. De forma semelhante, a origem étnica é indiferente! São os descendentes de armênios, sírios, libaneses, judeus, japoneses, italianos, húngaros, poloneses, chineses, alemães, junto com descendentes de negros, índios, portugueses e holandeses de Pernambuco, como eu, TODOS SÃO BRASILEIROS!

Sabem quando essa situação vai existir em Israel, mesmo sendo só duas etnias (e primas)? NUNCA!

Cada uma das etnias presentes na formação do povo brasileiro possui a característica singular de fazer molecagens com todas as demais com quem divide o espaço. Só que nunca chegam a sair na porrada. Termina sempre os filhos de uma etnia casando com as filhas da outra, o que torna o povo oriundo dessa mistura um dos mais bonitos do mundo e faz com que toda encrenca termine em pizza (ou sushi, ou até mesmo faláfel). Sempre foi assim, até chegarem os comunas e dizerem que os negros são uns coitadinhos e devem ser carregados no colo pelo estado.

Todo o território de Israel, com as Colinas de Golã e Jerusalém Oriental, tem 22.145 Km2. O Brasil, com 8,5 milhões de Km2, corresponde a 384 vezes o território de Israel. Lá vivem cerca de 9 milhões de habitantes, dos quais 74% são judeus, e 21% são árabes. O restante é composto por uma miscelânea de etnias e nacionalidades: Drusos, Armênios, Bahai, etc.

Jamais se trabalhou para ser construído ali um estado multiétnico, nos moldes do Brasil e dos Estados Unidos; ou mesmo um país bilíngue, tal como o Canadá e a Bélgica. Não dá! Os judeus querem um estado JUDAICO! Não uma miscelânea onde todos convivam em paz. Esse conceito lhes é intragável. Para realizar esta visão excludente de país, passaram a expulsar os palestinos do território através de todos os meios e em todas as ocasiões que se lhes apresente. Primeiro, arrasaram centenas de pequenas vilas palestinas e expulsaram seus habitantes para o deserto da Jordânia e Faixa de Gaza. Depois de 1968, ocuparam militarmente a Cisjordânia e passaram a ir comendo seu território pelas beiradas! Hoje, são mais de 564.000 judeus (2.014) nos assentamentos, todos incentivados e subsidiados pelo governo de Israel, ou bancados por judeus ricos do mundo. O minúsculo território da Cisjordânia (5.640 Km2) parece hoje um queijo Suíço, com a população palestina de 4.550.000 dispersa pelo território e arrodeada de assentamentos judaicos, cabendo à Autoridade Palestina o papel dos “Sonder Kommandos” dos campos de concentração nazista: administrar a subserviência de seu próprio povo na servidão abjeta aos senhores da guerra.

O conflito entre Israel e os palestinos não está só na disputa de terras, mas de água. Na Cisjordânia estão grande parte dos recursos hídricos que abastecem Israel. Segundo os palestinos, um habitante de Israel usa, em média, três vezes mais água que um habitante da Cisjordânia, e 73,5% dos recursos hídricos da Cisjordânia são desviados para Israel. Cada acordo de paz só tem servido para legalizar o que Israel já abocanhou, e para lhes dar mais tempo para irem cinicamente ocupando o que querem. A continuar o ritmo atual, mais algumas décadas e Israel anexará definitivamente a Cisjordânia. Só restarão alguns milhares de palestinos famélicos e dispersos naquela terra. Igualzinho ao que nossos avós portugueses fizeram com nossos antepassados índios, ao que Stalin fez na Moldávia e nos países Bálticos, ao que Hitler queria fazer nos países do Leste Europeu e ao que a China fez no Tibet e está fazendo com os Uigures Mulçumanos, enchendo seu país de colonos Han. A forma mais eficaz de resistência encontrada pelo povo palestino tem sido a geração de crianças. Os 750.000 palestinos, que se estima terem sido expulsos, transformaram- se nos atuais 2,048 milhões de Gaza, mais os 4,550 milhões da Cisjordânia, totalizando 6,6 milhões de miseráveis, mais uma quantidade imensa e incerta que se encontra nos países limítrofes e que deseja ter o “Direito de Retorno”, para uma terra que já tem uma das maiores densidades populacionais do mundo. Fazer o que, com esse povo todo? Um novo holocausto?

Os sionistas já fizeram Limpeza Étnica, ao expulsar os palestinos de suas terras na ponta das baionetas; já criaram um imenso Campo de Concentração, ao cercar os palestinos com um muro de concreto; já ocuparam suas terras, militarmente e com colonos, mesmo indo contra todo o mundo civilizado; só lhes resta agora assumirem de vez o caráter nazista e partirem para uma “Solução Final” com relação aos palestinos.

Temos visto com monótona frequência bons BRASILEIROS de sobrenome judaico ocupando posições no governo brasileiro. São os Lafer, Krause, Weintraub, Weingarten, Levi, e por aí segue. Nunca vi uma só menção depreciativa sobre suas ascendências judaicas. A análise é sempre focada na sua competência, ou na falta dela. O mesmo se dá em todos os setores da nossa sociedade, especialmente aqueles com mais exposição pública, como os meios de comunicação, representados pelos Abravanel, Block, Huck, etc.

Rezo a Deus para que profissionais como eles venham a ocupar posições de destaque no governo de Israel, a fim de levar-lhes algumas lições de tolerância, convivência pacífica, respeito pelas diferenças nas crenças individuais, e outras características maravilhosas que o povo brasileiro esbanja, e que está fazendo uma falta danada naquele pequeno e conturbado país. Isso, e darem um pouquinho mais de atenção ao Rabi Jesus de Nazaré, quando este preconizou a caridade e a tolerância como sendo os únicos caminhos para a salvação.

Shalom! Ou Salaam!

ADONIS OLIVEIRA - LÍNGUA FERINA

O MAIOR TRAMBIQUE DA HISTÓRIA

15 de agosto de 1971 – Richard Nixon avisa que ordenou ao secretário do tesouro que não aceite mais trocar uma Onça Troy de ouro por US$ 35,00. Este valor vinha sendo seguido desde a reunião de Brenton Woods-N.H., em 1944, quase ao final da 2ª Guerra Mundial. Segundo ele, Era uma decisão “provisória” e para combater “especuladores”. Continua até hoje! Só para dar uma ideia da brutal desvalorização sofrida pelo dólar de lá para cá, basta dizer que a cotação do ouro hoje está próxima aos US$ 1.800,00 por Onça Troy. Por conta desta inominável “Traição” de Dick Vigarista (Trick Dick), como Nixon era conhecido, estamos desde este dia vivendo a primeira época, na história da humanidade, em que o dinheiro não é lastreado em ouro.

Na mencionada reunião de 1944, da qual participaram 44 países aliados, ficou acertado que o Dólar Americano seria a nova referência monetária mundial, desbancando a Libra Esterlina após séculos de hegemonia mundial. Isto significa que, em lugar dos países ficarem cotando as suas moedas com relação ao ouro, bastaria cota-las com relação ao Dólar, a nova moeda mundial. Seria o mesmo que cotar em ouro. Caso desejassem, poderiam trocar dólares por ouro, junto ao Tesouro Americano, sempre seguindo a mesma cotação compromissada.

A Inglaterra, antes da guerra a detentora das maiores reservas de ouro, com as imensas despesas decorrentes da guerra, para sobreviver aos nazistas utilizou-as para adquirir os bens que necessitava. A maior parte foi adquirida dos Estados Unidos, razão pela qual este saiu da guerra detendo as maiores reservas mundiais.

Ocorreu que os Estados Unidos, seduzidos pelo papel de “Donos” da Reserva Monetária do mundo, passaram a gastar como se não houvesse amanhã. Primeiro, foram as imensas despesas para manter a caríssima estrutura militar de “Guardião do Mundo”. Depois foram os programas “Sociais” que, em lugar de incrementar a produtividade do país, o levou em direção a uma república de bananas, onde não se necessita trabalhar para comer. Monstruosos déficits governamentais se sucedem até hoje e o passivo a descoberto só se acumulando. Achavam que bastava imprimir novas cédulas de dólares e estaria tudo certo. Só que não existe ingênuo nas altas finanças mundiais. Primeiro foi a França que exigiu a conversão de todas as suas reservas de dólares para ouro, e que este fosse enviado ao seu território. Foi um estouro de boiada! Outros países seguiram o mesmo caminho. Os governantes americanos sabiam que não tinham ouro suficiente para honrar todos os dólares espalhados pelo mundo. Daí a decisão de não honrar o compromisso assumido e a queda no valor do dólar.

A partir deste momento, a única coisa que passou a lastrear a moeda americana e, consequentemente, todas as demais moedas do mundo, passou a ser a “Palavra” do governo americano. LA GARANTIA SOY YO!

Esta data marcou o início da derrocada da hegemonia mundial americana. De lá para cá, os déficits governamentais só aumentaram e o montante da dívida já chega à casa dos muitos trilhões. Podemos dizer que a economia americana sobrevive hoje através do artifício de imprimir cada vez mais dólares. Até quando?

As constantes desvalorizações da moeda americana fortaleceram as moedas dos seus concorrentes. Isto teve duas consequências: primeiro, sucessivos e imensos Déficits Comerciais, pois estes mesmos países realizaram imensos esforços para aumentar a produtividade a fim de continuar competitivo nas suas exportações. Depois, a desnacionalização da economia americana. Os países cheios de dólares, e vendo esta moeda se desvalorizar cada vez mais, partem para adquirir inúmeros ícones da economia americana com suas moedas fortes, especialmente indústrias de alta tecnologia, que passaram a ser adquiridas a preço de fim de feira. Levaram as tecnologias para seus países de origem e só deixaram os galpões enferrujados nas cidades fantasmas, junto a um novo tipo de imensas favelas que lembram filmes como Mad Max.

Hoje, vivemos em um mundo no qual toda a economia é baseada na ilusão de que basta ao governo, qualquer governo, declarar que um pedaço de papel pintado teria valor e, VOILA!!! Aquele pedaço de papel passa a ter um valor que antes não possuía. Um poder desses, quase divino, nas mãos da classe política que nós bem conhecemos, não pode conduzir a absolutamente nada que preste.

A partir desse quadro geral, o mundo todo embarcou em um imenso esquema de “Pirâmide Financeira”.

Para quem não está acostumado com a expressão, este é o nome daqueles planos fajutos de “investimento” em que os “juros”, normalmente bem acima do mercado, são pagos com o dinheiro aportado pelas novas vítimas que estão sempre sendo atraídas. A grande pressão sobre os participantes é para que atraiam novos “investidores”. Se a bicicleta parar, todo o sistema fraudulento desmorona, já que a coordenação nunca possui fundos suficientes para honrar todos os compromissos. O melhor exemplo que tivemos foi o TELEX-FREE.

Este tem sido o comportamento de TODOS os governos no mundo! Ficam pegando empréstimos para pagar os juros da imensa fortuna que já estão devendo, e o rombo só faz aumentar cada vez mais.

O Brasil, atualmente, já está gastando cerca de 10% do PIB só para pagar os juros da montanha de dinheiro que está devendo, e isso porque as taxas estão em um mínimo histórico. Equivale a dizer que ¼ de todos os escorchantes impostos que pagamos (cerca de 40% do PIB e uma das maiores cargas tributárias do mundo), segue direto para o bolso dos agiotas ou, melhor falando, dos “Rentistas” (aqueles que vivem de “Rendas”).

Podem ter certeza que esta situação é infinitamente pior que a enfrentada pela França antes da Revolução de 1789. Aquela que guilhotinou 40.000 pessoas, principalmente os que viviam de “Rendas”, como Antoine de Lavoisier, o pai da química moderna. Lavoisier foi o último rentista a ser guilhotinado porque vieram pedidos de diversas casas reais (Rainha Cristina, da Suécia; do Rei da Baviera; etc…), para que poupassem aquele que era considerado o maior cientista vivo na época. Foi degolado também, no dia 08 de maio de 1794, até para que não pudessem dizer depois que escapou algum.

No Brasil atual, se formos degolar canalhas que se locupletam às custas dos sofridos impostos pagos pela população, acho que chegaremos fácil à casa do milhão de degolados. A parasitose já contaminou todo o tecido social da nação. Nossa situação atual se assemelha mais a um quadro de septicemia terminal, onde todo o organismo está infestado pelos parasitas. De um lado, milhões de funcionários públicos, alguns dos quais usufrutuários de uma condição digna de um nababo indiano. Cínicos no mais alto grau, alegam sempre que foram “Concursados” (como se isso fosse o passaporte para a lambança), e que a lei lhes faculta.

Do outro, hordas compostas por milhões de analfabetos andrajosos, totalmente desprovidos da mínima condição para prover a própria subsistência e dos seus, altamente dependentes da caridade estatal para lhes prolongar a sobrevida abjeta, miserável e sem perspectivas. No meio, tendo de sustentar involuntária e compulsoriamente umas três famílias cada um (a própria, a de um funcionário público e a de um miserável), estamos nós, a estertorante classe média brasileira. Aquela mesma cujos avós lutaram denodadamente para educar os filhos, e estes, por sua vez, fizeram sacrifícios imensos para conseguir formar os netos. Hoje, engenheiros, médicos, advogados, profissionais das mais diversas artes e ofícios, todos igualmente esfolados a fim de manter uma estrutura social que é exemplo de iniquidades e canalhices.

Considero altamente improvável o surgimento de um governo austero, que ponha fim às mamatas e ladroagens do estamento estatal, juntamente com as eternas benevolências concedidas aos miseráveis. Quem partir nesta direção, não só não será eleito como estará passível de ser trucidado pelas hordas de bezerros desmamados. Algo bem parecido com o que está sendo tramado e implementado contra Bolsonaro atualmente.

Até quando continuaremos nesta corrida louca em direção ao desastre? Só Deus sabe! Esta loucura de ir empurrando monumentais débitos governamentais com a barriga durará até essa pirâmide todinha desabar sobre nossas cabeças. Durará enquanto a população continuar acreditando nas imensas mentiras que lhes são impingidas pelos meios de comunicação Goebbelsianos, sempre confirmando a cínica afirmativa de Lênin:

“Não interessa a verdade! O que interessa é o que o povo pensa que é a verdade”.

Assim, o mundo todo caminha para a mesma catástrofe. A diferença é que alguns viajam em cabines da 1ª Classe, se deliciando com acepipes e bebidas raras, ouvindo a orquestra tocar valsas vienenses; enquanto a maioria viaja em porões infectos e comendo pão com mortadela. Ao final, todos neste imenso Titanic chamado planeta Terra, terão exatamente o mesmo fim ignominioso: A Geena!

Não foi à toa que a turma da 1ª classe manobrou para tocar o terror e deu um freio de arrumação.

A ideia é dar um GRANDE RESET GLOBAL! Implantar uma “NOVA ORDEM MUNDIAL”.

O “Admirável Mundo Novo” em que multidões de escravos imbecilizados amarão a própria escravidão.

Estou consciente que sou apenas uma voz clamando no deserto, e que o nosso destino é inexorável. Mas este meu grito sai como quem vomita ou solta um flato. Estou só botando para fora aquilo que está me roendo por dentro e me fazendo mal.

ADONIS OLIVEIRA - LÍNGUA FERINA

IATROGENIA

Iatrogenesis (Iatrogenia) – “is the causation of a disease, a harmful complication, or other ill effect by any medical activity, including diagnosis, intervention, error, or negligence. (Wilkipedia)

“Iatrogenia é a causação de uma doença, ou de uma complicação agravante, ou de qualquer outro efeito danoso, por qualquer atividade médica, incluindo diagnósticos, intervenções, erros ou negligências”.

Na minha modesta opinião de leigo, grande parte dos males de saúde que afligem as pessoas se originam nas atividades realizada por profissionais que buscavam melhorar a saúde daquelas mesmas pessoas. Ou seja:

OS TRATAMENTOS MÉDICOS PROVOCAM MAIS DOENÇAS!

Há muito de pura e simples ignorância sobre a maioria das múltiplas e variadas implicações e consequências decorrentes das intervenções realizadas pelos médicos sobre este mecanismo, cuja complexidade supera em muito a das galáxias do universo. Aplica um antibiótico, dilacera o estômago. Aplica um remédio para o estômago, entope os rins. E por aí segue. Existe ainda um complicador nesta relação: o conflito de interesses. Quanto mais rápido e mais simples for o tratamento, menos os médicos receberão pelos seus serviços. Assim, tornou-se já folclórica a cara de pau com que os médicos prescrevem exames e tratamentos caríssimos, só visando os ganhos que lhes serão propiciados através da sua participação no faturamento daqueles mesmos procedimentos. Desta forma, criou-se a visão de que médico recém-formado e com renda inferior a R$ 50.000,00 por mês é um fracassado. Logo ao formar-se, sua primeira providência deverá ser adquirir um carro de luxo, de modo a deixar bem claro, em todos os locais por onde passa, a que estamento social ele pertence.

As estórias populares que se contam a este respeito são inúmeras. Como a daquele médico do interior que, ao receber de volta seu filho recém-formado também em medicina, tratou de passar-lhe imediatamente toda a sua antiga e tradicional clientela. Já na primeira noite, chegou-lhe um chamado para atender ao homem mais rico da região, pois este estaria sofrendo de dores no ouvido. No dia seguinte, no café da manhã, o jovem relatou todo orgulhoso que havia drenado um tumor no ouvido interno que vinha afligindo o ricaço havia alguns anos, e que agora, nunca mais ele iria sofrer daquele mal outra vez. Foi quando o pai retrucou em altos brados:

– Imbecil! Aquele tumor pagou a tua universidade!

Este tipo de problema se torna exponencialmente pior quando se trata da Administração Pública, já que por suas características intrínsecas, ocorre sempre imbricado com uma feroz luta por poder e tem sempre impacto sobre uma quantidade enorme de pessoas ao mesmo tempo. Vamos aos exemplos:

1. COMPANHIAS MUNICIPAIS DE TRÂNSITO – De acordo com o Código de Trânsito Brasileiro, publicado em 03 de abril de 2016, cabe às prefeituras a administração do trânsito nos seus respectivos municípios. Assim, ao já conturbado relacionamento existente entre diversos órgão com atuação numa mesma área (DNER, DER, DNIT, ANTT, Secretaria Estadual de Transportes, Secretaria Municipal de Transportes, etc.) passamos à dependência de mais de 5.500 prefeitos picaretas (olha o pleonasmo), todos ávidos por esfolar financeiramente seus munícipes e colocar apaniguados no comando dessa estrutura de grande impacto na população. Pulamos da panela e caímos no fogo.

Segundo a página da Prefeitura do Recife, a partir da sexta-feira (15/04/2021), o monitoramento do tráfego do Recife foi reforçado. A Companhia de Trânsito e Transporte Urbano do Recife (CTTU) passou a contar com acréscimo de mais 50 agentes em seu efetivo. Com o incremento, o número total de servidores responsáveis pelo gerenciamento do trânsito da Cidade subiu para 350, sem contar com as multidões de aspones. Clique aqui

É uma estrutura caríssima e, na maioria dos casos, serve só para tumultuar ainda mais o trânsito. A quantidade de decisões imbecis no setor é alarmante. Fora o terrorismo que praticam diuturnamente na vida dos cidadãos, através das famigeradas câmaras e dos malsinados “pardais”. Vejam a evolução do esfolamento financeiro praticado: Arrecadação da CTTU com multas

2016: R$ 25.966.865,47
2017: R$ 36.165.003,38 (39,27% maior que 2016)
2018: R$ 69.724.632,96 (92,80% maior que 2017)
2019: R$ 98.208.610,33 (40,85% maior que 2018)

Ao ver questionada a voracidade praticada na arrecadação de multas de trânsito, o vereador do Recife, Rinaldo Junior (PSB), considerou que os ataques do deputado Marco Aurélio a uma “política pública séria de fiscalização e controle no trânsito do Recife (SIC) só pode ter como objetivo o aumento das mortes no trânsito na cidade. Não existe indústria da multa no Recife! Existe um trabalho sério voltado para preservar vidas”. Clique aqui

Podemos constatar que o argumento falacioso de supostamente “Salvar Vidas” fez escola. Daqui para a frente, estará justificando todas as montanhas de decisões imbecis de gestores públicos incompetentes e desonestos. A grande consequência dessa “derrama” é nos depararmos com dezenas desses retardados mentais nas esquinas da cidade, sempre fazendo papel de palhaço para os motoristas e ameaçando-os de multa por qualquer toma-lá-dá-cá. Só para dar uma pálida ideia, ao parar o carro em frente ao prédio onde eu moro, para que eu pudesse descer, imediatamente um panaca desses começou a escrever uma multa. Fui lá lhe perguntar o que seria aquilo e ele me disse que era proibido “estacionar” ali. Informei-lhe que não haviam estacionado. Haviam parado para que eu descesse, o que é bem diferente. Ele ainda ficou argumentando imbecilidades por algum tempo. Eu lhe perguntei se, para descer ali, teria de pular com o carro em movimento. Foi quando minha paciência se esgotou e afirmei: – Bote esta maldita multa e você vai ver o que é bom para tosse. Só assim o analfabeto se aquietou e botou o rabo entre as pernas. Está muito difícil viver nessa cidade!

2. GUARDA MUNICIPAL – A primeira providência de qualquer ditador que se preze é criar uma “Tropa de Elite” a fim de proteger-lhe a integridade, especialmente por não confiar nas forças militares existentes.

Em 1923, Hitler criou a força paramilitar nazista Sturmabteilung, ou SA. Nessa entidade, foi criado um pequeno grupo com o intuito de proteger altos dirigentes Nazistas em ocasiões públicas como comícios ou discursos. Só em 1925 a Schutzstaffel, ou SS, foi organizada. O objetivo era ser a tropa de proteção pessoal de Hitler. O mesmo raciocínio guiou a formação dos Camisas Negras por Mussolini. Estes atacavam sindicatos, jornais e movimentos políticos, espancavam grevistas, intelectuais críticos ao fascismo, membros das ligas camponesas e de qualquer outro grupo que se manifestasse de forma contrária ao ideal fascista.

A estória é exatamente a mesma que levou Papa Doc Duvalier, do Haiti, a criar os Tonton Macoute em 1959: Receio da ameaça dos militares ao seu poder. O nome dado pela população à tropa, na língua creole, significa “Tio do saco”. Equivale ao nosso “Bicho Papão” ou “Papa Figo”. Segundo a lenda, este pegaria crianças malcomportadas e as colocaria em um saco, para depois comer-lhes o fígado.

Aqui no Brasil, cada um dos milhares de prefeitos foi autorizado a criar a sua Schutzstaffel particular. Hoje, mesmo o mais miserável dos municípios, totalmente dependente dos repasses federais, possui uma considerável milícia particular ao comando do prefeito. Aqui em Recife, temos um efetivo de 1.926 agentes. Clique aqui

Tivemos uma excelente amostra sobre a que veio essa multidão durante a pandemia, quando partiram para atacar trabalhadores, lojistas, estudantes, idosos, mulheres…que se recusaram a cumprir as determinações idiotas, abusivas e ilegais dos tiranetes do momento. Já deram uma ideia bem clara sobre o que nos espera, caso venhamos a ter uma conflagração entre as tropas federais e esses exércitos particulares. Se juntar todas essas milícias do estado de Pernambuco, devem ser bem mais numerosos que as forças armadas.

Acrescente ainda a este quadro, um efetivo de 17.000 policiais militares na ativa, só no Estado de Pernambuco. Alegam que o efetivo total deveria ser de 26.865 policiais, segundo está previsto em lei. Clique aqui

Já com relação ao Quadro de pessoal da Polícia Civil de Pernambuco, podemos ver na planilha que são atualmente 5.154, havendo autorização legal para mais 6.575. Essa turma não tem nenhuma pena das combalidas finanças do governo estadual. Clique aqui

Juntem agora, a esta multidão de custosos e inúteis aparatos paramilitares, as polícias Federal, Rodoviária Federal e, às vezes, também Estadual, Força Nacional, e toda uma multidão imensa de “Seguranças Particulares”. Tem até uma Polícia Federal Ferroviária, só para os trens, mesmo nós não tendo mais trem nenhum. Podem imaginar a quanto vai o custo imenso com essa multidão imensa de pobres semianalfabetos que em nada contribuem para nossa economia, e cuja única habilidade é distribuir porrada e infernizar a vida do cidadão. Tudo isso porque o nosso aparato governamental (principalmente o legislativo, o educacional e o judicial) está totalmente tomado por bandidos.

Sempre digo que o futuro que nos aguarda é servir de depósito de lixo atômico para os países desenvolvidos, e cujas rendas reverterão unicamente para o usufruto de uma casta de bandidos que se apoderou do nosso aparato estatal. Depois, dizem que estou exagerando.

ADONIS OLIVEIRA - LÍNGUA FERINA

A U.R.S.A.L. E A PRÓXIMA ELEIÇÃO PRESIDENCIAL

Ao longo do século XX, o Brasil sofreu diversas tentativas para estabelecer a “Ditadura do Proletariado”, ou seja: uma Ditadura Marxista-Leninista. Todas as vezes, e foram muitas, a maioria absoluta da população foi contra e ficou firme ao lado da família cristã, da propriedade privada, da liberdade e da democracia.

Ao fim dos governos militares, e com a anistia política, todos os terroristas que haviam sido expulsos do país retornaram. De novo, passaram a lutar arduamente para conquistar o poder, agora pela via democrática, usando todas aquelas liberdades que pretendem suprimir se chegarem ao poder. O primeiro grande passo foi a Constituição de 1988, cujas diretrizes eram francamente socializantes. O estado brasileiro passou a assumir o papel de “Grande Provedor” de tudo para todos, sem nenhuma consideração sobre a viabilidade desta ideia.

Nos anos 90, após uma década de inflação e um início conturbado pelo Impeachment de um Presidente altamente corrupto, elegemos um esquerdista “moderado”, adepto do “Socialismo Fabiano”, ou seja: marxista um pouco menos radical. Foi a preparação para a eleição do guru das esquerdas no Brasil: Luís Inácio LULA da Silva. Sindicalista analfabeto mas altamente demagógico e oportunista. Sua posse na presidência coroou o processo de busca da hegemonia Gramsciana sobre corações e mentes da nova geração, juntamente com a ocupação de toda a estrutura governamental com seus apaniguados. O imenso aparato educacional estatal brasileiro passou a ser dominado por militantes da esquerda Marxista-Leninista. O monopólio de todas as atividades educativas do país passou às mãos de pessoas francamente adeptas da esquerda radical. Do ensino básico às Universidades e Institutos Federais de Educação Técnica, juntamente com todas as pós-graduações do país, este imenso aparato, dominante absoluto dos processos educacionais da nação, passou a martelar insistentemente sobre os educandos teses e princípios esquerdistas. Dissidentes foram anatematizados, demonizados e expelidos deste sistema.

Em continuidade ao processo de domínio do aparato estatal, passaram a nomear para o judiciário, e muito especialmente a Suprema Corte, apenas seguidores leais das diretrizes emanadas da coordenação do maldito projeto para a implantação do comunismo em nosso país. Era a garantia de uma poderosa retaguarda legal para todas as suas ações subversivas. O ápice deste processo de doutrinação e de dominação política se deu com a criação de uma entidade sub-reptícia e sempre atuando nas sombras: O Foro de São Paulo! Rapidamente, espalhou-se por toda a América Latina uma série de governos altamente comprometidos com o ideário da camarilha vermelha. Foi um sucesso absoluto e retumbante! De repente, toda a América Latina era governada (?) por expoentes desta máfia. Raros foram os países que escaparam desta maré vermelha.

A classe política de nosso país, por sua vez, sempre altamente venal e patrimonialista, passou a ser dividida em duas categorias: os que roubavam avidamente apenas para benefício próprio (ou de seus amigos e familiares), e aqueles que justificavam suas roubalheiras por arrecadarem fundos para “A causa da Revolução Socialista”, embora estes também se apropriassem de gordas parcelas dos valores roubados. Todo este projeto de submissão de nações aos desígnios satânicos da seita vem sendo inexoravelmente implementado há mais de 30 anos. Agora está chegando ao ápice, impulsionado por uma conjuntura mundial extremamente favorável.

Em paralelo e durante todo este período, o mundo observou admirado a enorme ascensão econômica da China, com a consequente expansão da sua influência política sendo sentida em todo o mundo, muito especialmente naqueles países que se constituem fornecedores de insumos estratégicos para eles. Este é o nosso caso.

Sem nós, a China passa fome. Somos cruciais para seu projeto de hegemonia mundial. Daí para iniciarem ambicioso processo de expansão do seu “Soft Power” entre nós foi um piscar de olhos. Imprensa toda corrompida, meios de comunicação dos mais diversos tipos sendo “comprados” pelo governo chinês, setores inteiros de atividades estratégicas sendo adquiridos por chineses, embaixadores dando palpites e ultimatos em questões internas de nosso país, e por aí segue o festival de horrores. Eis que, do nada, surge um vírus letal que “escapou” (sem querer, querendo?) de um laboratório chinês e criou uma pandemia de proporções mundiais, destruindo a economia dos países e causando milhões de mortes. Mesmo sendo uma catástrofe equivalente a uma guerra mundial, o pior ainda está por vir. A pandemia está servindo magnificamente de trampolim para a consecução dos planos de hegemonia mundial das esquerdas, tal qual como se fora um Planejamento Estratégico milimetricamente projetado e magistralmente implantado. Melhor não poderia ser.

• Aparelhamento da Organização Mundial da Saúde e outros organismos mundiais;

• Completo caos econômico e desespero de grandes parcelas da população;

• ONGs e ativistas histéricos elevados à condição de “Gurus” mundiais;

• Eleições fraudadas nos Estados Unidos;

• Processo de embrutecimento e imbecilização acelerada da população;

• Controles governamentais sobre os mínimos aspectos da vida das pessoas, determinações ridículas, abusivas e aleatórias, sem vinculação com coisa nenhuma, num processo Pavloviano de submissão;

• Ridicularização de todos os aspectos da herança cultural helênica e Judaico-cristã, junto com a destruição dos valores ocidentais, por serem supostamente “machistas”, “homofóbicos”, “fascistas”, “racistas”, “colonialistas” e, por fim, “negacionistas”, para todos que se neguem a aceitar esta choradeira idiota;

• Apologia da cultura de “raiz”, representado por uma volta às origens negras, supostamente idílicas; por uma estética “trash”, por mutilações corporais diversas (tatuagens, piercings, cabelos raspados só de um lado, roupas com estilo de presidiários, com calças frouxas e sem cintos, mostrando o rego da bunda, ou propositalmente rasgadas, etc.), atitude agressiva contra tudo e todos, sinais de rebeldia e insatisfação que, na realidade, são conformidade com um “zeitgeist” que exige eterna revolta contra supostas “opressões”, se não quiser ser excluído e tachado de alienado; comportamento de bebês chorões, onde todos lhes devem alguma coisa, especialmente o governo ou quem tiver condição um pouco melhor que a sua, e por aí vai.

Esse imenso e profundo mergulho que a humanidade está dando nesta latrina moral, ao dar prioridade a tudo o que seja animalesco, bizarro, imbecil, grotesco; nessa opção preferencial pela estupidez; na apologia do banal e irrelevante, é o preâmbulo do “Admirável Mundo Novo” almejado pelas esquerdas mundiais.

O mundo inteiro se encontra numa marcha acelerada e inexorável rumo ao inferno socialista!

Este processo que o Brasil vem passando, em que a maioria conservadora da população se deixou empolgar pelas manipulações e lavagens cerebrais conduzidas por uma minoria radical, que não chega a 30%, mas que é extremamente atuante e organizada, tem toda a semelhança com o que ocorreu na Alemanha nazista.

O processo de embrutecimento e doutrinação maciça da juventude está praticamente completo. O futuro é deles e não sabem nem decidir se são machos ou fêmeas. Vivemos uma época de imersão total na apologia da animalidade, na exacerbação de uma sexualidade simiesca e desregrada, onde tudo vale, onde tudo é “OPÇÃO PESSOAL”. Enquanto isso, multidões de ladravazes, canalhas, das mais variadas espécies, todos com a característica comum de serem altamente venais e inescrupulosos, excitadíssimos e ávidos diante da possibilidade de virem a ser o timoneiro do imenso Titanic chamado Brasil, junto com alguns inocentes úteis, unem-se para explodir o governo Bolsonaro, nem que, para isso, tenham que explodir com o país inteiro.

CANALHAS! CANALHAS! MIL VEZES CANALHAS!

Pode até ser que Bolsonaro venha a ser destituído ou assassinado (toc,toc,toc.), e que na próxima tentativa, a facada seja “Bem-Sucedida”, conforme as palavras daquela jovem jornalista desastrada. Deus o livre mais uma vez. Só que, nem mesmo assim, nenhum desses crápulas chegará jamais a ser presidente. Elegeremos Polodoro, o brioso mascote do JBF, mas não elegeremos nenhum desses filhos da puta.

ADONIS OLIVEIRA - LÍNGUA FERINA

SEM PERDÃO!

Ou Os Fins Justificam os Meios!

Há cerca de 100.000 anos, uma espécie de macacos pelados (Homo Sapiens) apareceu lá pela África, vinda ninguém sabe de onde ou porquê. Tinha tudo para desaparecer rapidamente: Não era veloz, não subia em árvores, não tinha garras ou dentes fortes. Nada! Possuía “apenas” um cérebro maior, no limite da capacidade de suas fêmeas parirem, já que células cerebrais não se reproduzem (a cabeça do bebê tem o tamanho do adulto), junto com capacidade de compartilhar informações com seus semelhantes e de agir em conjunto, infinitamente superior à de todas as outras espécies. Rapidamente se espalharam por todos os cantos da terra. Onde chegavam, duas consequências: Eliminar a “concorrência” pelo habitat, dizimando as outras espécies de hominídeos. Foi assim que exterminaram os Neandertais, Cro-Magnon, Afarensis, etc. O máximo de convivência que permitiram foi o acasalamento com alguma Neandertal mais gostosa, o que se reflete em uns 3% de seu DNA remanescentes no nosso. O seguinte, foi a exaustão dos recursos naturais locais. Onde chegaram, exterminaram todas as espécies de mamíferos de maior porte e reprodução lenta. Aconteceu na Austrália, nas Américas, e sabe-se lá onde mais. Daí para a frente, por falta de adversários, passaram ao saldável esporte de tentar exterminar os grupamentos humanos que fossem posseiros de algum território que os interessasse. Exemplos de carnificinas são inúmeros e foram potencializados cada vez mais, à medida que a tecnologia da matança evoluía.

Exemplos:

1. A batalha contra o Madi no Sudão – Fazia já uma década que movimentos nativistas questionavam o domínio dos egípcios, com o apoio dos ingleses, sobre o Sudão. Em 1898, forças combinadas avançaram Nilo acima a fim de reconquistar o território sudanês. A título de exemplo sobre o que ocorreu, na Batalha de Atbara, em 8 de abril de 1898, morreram 26 ingleses e mais de 3.000 sudaneses. Era o início da gloriosa carreira das metralhadoras no campo de batalha. Na batalha seguinte, a de Omdurman, foi pior ainda: Para 47 britânicos mortos e 382 feridos, morreram 12.000 sudaneses e 13.000 ficaram feridos.

2. Campos de concentração na Guerra dos Bôeres – A primeira aplicação sistemática de campo de concentração foi feita pelos ingleses durante a 2ª Guerra dos Bôeres, entre 1900 e 1902, quando o comandante britânico Horatio Kitchener (o mesmo dos massacres do Sudão) os utilizou como parte de sua estratégia de combate. Ele ordenou a destruição das fazendas que abasteciam os bôeres e confinou os fazendeiros e seus empregados em campos de concentração. Eram, em sua grande maioria, mulheres e crianças. Os prisioneiros morriam lentamente de desnutrição, ou vitimados por epidemias. Morreram assim cerca de 26 000 mulheres e crianças bôeres. Dizem que foi fundamental para a vitória inglesa.

3. Massacre Armênios na Turquia em 1915 – O Império Otomano perseguiu minorias étnicas e religiosas entre 1913 a 1923. Foram os genocídios armênio, sírio e grego. Resultaram num total de mais de 3,5 milhões de mortes. Durante as perseguições promovidas pelo governo, os perseguidores fizeram amplo uso de campos de concentração e extermínio, como estratégia de eliminação das populações perseguidas. Estes foram criados para encarcerar os sobreviventes das deportações e marchas da morte que lhes haviam sido impostas. Existiram 25 campos na proximidade das atuais fronteiras com Síria e Iraque. A Turquia nega tais fatos.

4. Afundamento do Lusitânia – 07 de maio de 1915. 1ª Guerra Mundial no auge. A Inglaterra, pressionada pela Alemanha, necessitava desesperadamente que os EUA entrassem na guerra ao seu lado. Eis que um grande transatlântico, cheio de civis americanos e ingleses, é abandonado à própria sorte, frente aos submarinos alemães, na esperança de que a repulsa àquela carnificina fizesse o clamor popular empurrar os americanos à guerra. Não deu outra! Das 1959 pessoas a bordo, somente 764 sobreviveram. Apenas 284 corpos foram recuperados. 65 nunca foram identificados. A maioria eram mulheres e crianças.

5. Limpeza étnica na Crimeia – Aconteceu entre 18 e 20 de maio de 1944. Foi executado por Lavrentiy Beria, seguindo ordens de Stalin, sob o pretexto da suposta colaboração dos tártaros da Crimeia com os nazistas durante a ocupação, entre 1941 e 1944, Cerca de 193.865 tártaros foram deportados, dos quais 151.136 para República do Uzbequistão, 8.597 para a República de Mari, 4.286 para o Cazaquistão, e o restante (29.486) para vários “Oblast”. Devido à fome, sede e doença, cerca de 45% do total morreu no processo de deportação.

6. Holodomor – Palavra ucraniana para “deixar morrer de fome”. É empregada para definir os acontecimentos que levaram à morte por fome de milhões de ucranianos entre os anos de 1931 e 1933, o genocídio do povo da Ucrânia pelo comunismo soviético. Seguiu-se à coletivização forçada das propriedades agrícolas, cuja administração passou a ser do Estado soviético. A Ucrânia foi o país da URSS que mais resistiu a tais medidas. A partir de 1929, as metas de produção de cereais, destinados ao poder central soviético, eram tão altas que os camponeses só conseguiam atender à demanda se passassem fome. Tudo passou a ser de propriedade do governo. Estima-se que o número de mortos foi de cinco milhões. Se considerar os efeitos a longo prazo e os condenados a trabalho forçado que morreram, o número pode ser superior a 14 milhões.

7. Holocausto Nazista – Assassinato em massa de cerca de seis milhões de judeus durante a 2ª Guerra Mundial. Foi um programa sistemático de extermínio étnico patrocinado pelo Estado Nazista e que ocorreu em todos os territórios ocupados pelos alemães durante a guerra. Dos nove milhões de judeus que residiam na Europa, cerca de dois terços foram mortos; mais de um milhão de crianças, dois milhões de mulheres e três milhões de homens judeus morreram durante o período. Um total de cerca de onze milhões de civis (principalmente eslavos e prisioneiros de guerra), foram também intencionalmente mortos pelo regime nazista.

8. Afundamento do navio de retirantes alemães – Final de janeiro de 1945. Poucas semanas para o fim da 2a Guerra. Multidões de alemães fugiam do avanço soviético sob temperaturas de -20 graus Celsius, em direção ao Mar Báltico, na esperança de entrar num navio para o Ocidente. No porto de Gdansk, estava ancorado o Wilhelm Gustloff. Concebido pela organização Força pela Alegria, do partido de Hitler, fora construído em 1936. Era um enorme navio de passageiros, razoavelmente novo e luxuoso, usado para cruzeiros de férias. Aportou em Gdansk, em 22 de janeiro de 1945 e haviam 60 mil pessoas à sua espera. A capacidade era só 1.400 passageiros. Conseguiram embarcar 7 mil, maioria de mulheres e crianças. Deixou o porto na tarde do dia 30. O número exato de passageiros pode ter sido maior. Foi rastreado pelos soviéticos e posto a pique por 3 torpedos lançados de um submarino. Resistiu por 62 minutos até afundar. Os barcos de salvamento não foram suficientes. Mais de cinco mil pessoas perderam a vida nas águas geladas e cerca de mil sobreviveram.

9. O Bombardeio de Dresden – Entre 13 e 15 de fevereiro de 1945, quatro ataques-surpresa com 1.300 bombardeiros pesados, lançaram mais de 3.900 toneladas de bombas explosivas e incendiários na capital barroca da Saxônia. Destruiu 39 quilômetros quadrados do centro da cidade (mais de 90% do centro). Uma investigação independente, em 2010 estimou um total mínimo de 22 700 vítimas, com um número máximo de mortos em torno de 25.000 pessoas. Continua conhecido como um dos piores exemplos de sacrifício civil provocado por bombardeio estratégico, ocupando lugar de destaque entre as causes célèbres morais da guerra. Alega-se que Dresden era um marco cultural, de pouca ou nenhuma significância militar, uma “Florença do Elba”, como era conhecida, e que foi indiscriminado e desproporcional aos ganhos militares.

10. O Khmer Vermelho – O genocídio cambojano foi o assassinato em massa promovido no pelo regime do Khmer Vermelho, liderado por Pol Pot, entre 1975 e 1979 e empurrou o Camboja para o comunismo. Estima-se que, em quatro anos, cerca de 1,7 a 2 milhões de pessoas foram executadas, cerca de 25% da população.

11. Revolução Cultural da China – Movimento sociopolítico na China entre 1966 e 1976. Lançado por Mao Tsé-Tung, seu objetivo era preservar o comunismo chinês, purgando os restos de elementos capitalistas e tradicionais da sociedade chinesa. Destroçou a economia e a cultura tradicional da China, com um número estimado de mortos variando de centenas de milhares a 20 milhões. Deu-se em seguida à Grande Fome Chinesa (1958 a 1962), considerada como a fome mais mortal e um dos maiores desastres provocados pelo homem na história da humanidade, com um número estimado de mortes que varia de 15 a 55 milhões.

12. Expulsão dos palestinos para criar Israel – Fazem já mais de 70 anos da partilha da Palestina e do início do processo de limpeza étnica. Culminou, em 1948, com mais de 418 aldeias árabes destruídas, seus nomes sendo posteriormente apagados dos mapas, e cerca de 700 mil palestinos sendo expulsos de suas terras.

13. A COVID 19 – Junte no mesmo balaio: vírus especialmente criado para apoiar projeto de hegemonia mundial chinesa, interesse MULTIBILIONÁRIO EM DÓLARES das empresas farmacêuticas; organismos mundiais cooptados por esquerdistas totalmente comprometidos com o projeto; hordas de esquerdistas loucos por assumir um poder absoluto sobre as massas ignaras, doutrinando-as para uma obediência bovina através de todo tipo de decisões arbitrárias e incongruentes; imprensa canalha e venal, toda ela comprometida com o projeto de “Um Mundo Mais Igual”, seja lá isso que diabos for, sempre deblaterando maciçamente as suas “narrativas” fantasiosas; manipulação maciça da opinião pública através de métodos Gobellsianos de repetir as mentiras até que se tornem verdades inquestionáveis e “científicas”, sempre visando “salvar vidas”; radicalismo absoluto contra toda e qualquer manifestação de discordância, ou mesmo de simples dúvida, com relação às “verdades científicas” propagadas com força de dogmas papais; derrocada econômica mundial, menos China, já que esta havia se preparado, e milhões de mortos, especialmente dos mais idosos, inúteis que são em termos econômicos, a fim de eliminar os questionamentos oriundos dos mais sensatos e experientes, bem como reduzir drasticamente a superpopulação do planeta.

Se tudo isso descrito acima não estiver sendo o maior genocídio já praticado pela humanidade, cientificamente projetado e executado, eu corto meu saco fora!

Quer saber mais um pouco sobre isso? Visite a entrevista do Ex Vice-Presidente da Pfizer clicando aqui .

ADONIS OLIVEIRA - LÍNGUA FERINA

A QUEM PERTENCE A CRIMÉIA?

Entre fevereiro e março de 2014, a o povo da Ucrânia se dirigiu em massa à Praça Maidan, ou da República, em sua capital Kiev, para protestar contra o governo do Presidente Viktor Yanukovich, títere de Putin e cabeça de uma roubalheira raramente vista por lá. A roubalheira parecia com a praticada numa republiqueta de merda da América do Sul, esfolada recentemente por alguns anos sob o jugo de hordas de esquerdistas viciados em verbas públicas. Por um desses acasos do destino, eu estava exatamente lá na ocasião, usufruindo de uma oferta que me havia sido feita pela TAP: Ida e volta até Helsinki, por um valor em milhas relativamente baixo, já que estavam inaugurando aquela rota. Fui e, de lá, segui para San Petersburgo, Moscou e, depois, Kiev.

Participei ativamente daquela ocasião histórica. Vi os monumentos aos mais de 100 rapazes que foram fuzilados pelos “snipers” da polícia; visitei os locais onde os raros sobreviventes foram operados; conheci os acampamentos nas barricadas, encontrei com o comando das milícias populares e confraternizei; vibrei com a derrubada do pilantra, seguido da sua fuga desmoralizante, em helicóptero russo, direto para o colo de Putin, para não morrer trucidado pelas massas enfurecidas e acompanhei aterrorizado a invasão da Crimeia pelo exército russo, cinicamente disfarçado de “milícias voluntárias”. A invasão, junto com a anexação forçada que se seguiu, está em curso até hoje, mesmo contrariando resolução da ONU e afrontando o não reconhecimento por todos os países decentes do mundo, com exceção apenas das “repúblicas populares” da Coreia do Norte, do Sudão, Venezuela, Síria, Bolívia, e outras preciosidades de igual jaez.

A Crimeia era parte da Rússia desde 1783, quando o império Tzarista de Catarina – A Grande, a anexou, uma década após ter vencido o exército do Império Otomano, na batalha de Kozludzha. Permaneceu assim até fevereiro de 1954, quando o Soviete Supremo da URSS, com a aprovação do “Politburo” da Rússia e da Ucrânia, autorizou a transferência para a Ucrânia. Tudo perfeitamente “legal”, como se pode ver.

As razões alegadas para a transferência – afinidades com a Ucrânia e celebrar os 300 anos da “união” entre as duas nações – não convenceram. Khrushchev havia sido elevado a 1º Secretário em setembro de 1953 e ainda estava consolidando sua base de poder no início de 1954. Vinha de ocupar a posição de líder do Partido Comunista da Ucrânia, de 1930, até o final de1949. Durante seus últimos anos nesta posição, foi responsável por comandar as forças governamentais na Guerra Civil que se instalou nas províncias a oeste da Ucrânia (Volynia e Galícia), após a iniciativa soviética para anexá-las. Este conflito foi marcado pelo alto número de mortes e pelas terríveis atrocidades cometidas por ambos os lados. Apesar das denúncias posteriormente feitas por ele, relativas às atrocidades cometidas por Stalin, o mesmo também se valeu de violência e brutalidade sem limites a fim de estabelecer o controle soviético no oeste da Ucrânia. Apesar de ocasionais embates ainda ocorrendo, a guerra já havia acabado quando a Crimeia foi transferida. O objetivo real da transferência era conquistar o apoio de seu sucessor no comando da Ucrânia para a sua nova posição de Premier.

Durante a Guerra Civil que se seguiu à queda do Tzar, em 1917, a Crimeia foi o último bastião do exército Branco, dos Cossacos, a resistir. Só foi vencido em 1920. Nesta ocasião, foram sumariamente fuzilados e enforcados mais de 50.000 prisioneiros. Foi o maior massacre registrado nesta guerra. Em outubro de 1921, passou a fazer parte da URSS como “República Autônoma”. Seguiram-se dois grandes períodos de fome: 1921 e 1922; e o Holodomor, de 1932 e 1933. Na 2ª Grande Guerra, foi invadida pelo exército alemão em 1941, tendo sido palco de inúmeras batalhas sangrentas. Durante a ocupação, as montanhas da península foram sempre foco de resistência aos nazistas. Foi retomada pelas tropas russas em 1944. Em maio deste mesmo ano, toda a imensa população de etnia Tártara da Crimeia foi transferida à força para a Sibéria, por ordem expressa de Stalin. Cerca de 50% morreu ao longo da transferência. A alegação era que teriam resistido à retomada pela Rússia. Procedimento semelhante foi adotado para com as minorias armênia, búlgara e grega. Ao final deste ano, a “Limpeza Étnica” estava completa. Procedeu-se, então, à “russificação” da península, da mesma forma que havia sido feito com os países bálticos e com a antiga Bessarábia, hoje conhecida como Moldávia, através da transferência de grandes quantidades de colonos russos para as terras despovoadas.

A Táurica, nome pelo qual os gregos a conheciam, sempre fora habitada por uma grande quantidade de povos diferentes, já que seu território se encontra em uma posição altamente estratégica, tanto para as sucessivas migrações vindas da Ásia, como para a manutenção do comércio nas fronteiras entre os grandes impérios, situação que prevalece até os dias atuais. O seu controle favorece o domínio de todo o Mar Negro.

As regiões do interior eram habitadas pelos Citas, enquanto a costa montanhosa era habitada pelos Tauros. Haviam também inúmeras colônias gregas espalhadas pela costa. No século IV a.c., a parte ocidental passou a integrar o reino do Bósforo, sendo depois anexada pelo Império Romano no século I a.c. Ao longo dos séculos seguintes, a Crimeia foi invadida pelos Citas, Sármatas, Godos (250 d.c.), Hunos (376 d.c.) Búlgaros (século IV e VIII), Cazares (século VIII), Russ de Quieve (séculos X e XI), Bizantinos (1016) Quipchacos (1050) e Mongóis (1217). No século XIII, os genoveses destruíram ou tomaram as colônias que seus rivais venezianos haviam implantado em Balaclava e Teodósia. Estas feitorias comerciais permaneceram ativas até a conquista pelos Turcos Otomanos em 1475, que já vinham se infiltrando lá desde o século XIII.

Após a destruição da Horda Dourada, por Tamerlão, os tártaros da Crimeia fundaram um Canato independente, em 1427 (ou 1443), sob a liderança de Haci I Giray, um descendente de Gêngis Cã. Os tártaros da Crimeia passaram a controlar as estepes que se estendiam de Kuban até o rio Dniestre, sem, no entanto, conseguir assumir o controle dos entrepostos comerciais genoveses. Após eles finalmente obterem o controle delas, capturaram o sultão otomano Menli I Giray, que foi libertado em troca do reconhecimento dos Cãs da Crimeia pelos otomanos e a aceitação de seu papel como príncipes tributários do Império Otomano. Os Cãs da Crimeia mantiveram um grande grau de autonomia do Império Otomano. Em 1774, caíram na esfera de influência dos russos, com o Tratado de Küçük Kaynarca, o que se mostraria uma péssima troca. Em 1783, toda a Crimeia foi anexada pelo Império Russo.

Até o fim do século XVIII, os tártaros da Crimeia mantinham um ativo comércio escravagista com o Império Otomano e todo o Oriente Médio. Estima-se que mais de dois milhões de escravos, oriundos da Rússia e da Ucrânia, foram vendidos entre 1500 e 1700. Os tártaros tornaram-se célebres por suas incursões devastadoras e quase que anuais contra os povos eslavos do Norte. Apenas em 1769, naquela que é considerada a última incursão tártara, ocorrida durante a Guerra Russo-Turca, cerca de 20 mil pessoas foram escravizadas. Vejam acima uma pequena comparação entre as descendentes das escravas eslavas, vendidas pelos tártaros aos otomanos, e o que os portugueses nos legaram como herança: Funkeiras, bissexuais assumidas, barraqueiras, semianalfabetas e arrogantes, cheias de explicação para tudo em sua sesquipedal ignorância, além de choraminguentas a respeito de uma suposta “dívida social”. Teríamos feito muito melhor negócio com os tártaros.

A Rússia e o Império Otomano entraram em guerra em outubro de 1853. Alegaram os russos querer proteger os cristãos ortodoxos sob o domínio otomano. A Rússia começou em vantagem, ao destruir a frota otomana em Sinope, no mar Negro. Para frear as conquistas russas, França e Grã-Bretanha entraram no conflito em março de 1854. O grande objetivo de ambas as partes era controlar o mar Negro. As maioria das batalhas terrestres foram travadas na península da Crimeia. Os russos conseguiram defender Sebastopol, base de sua frota de guerra até hoje, por mais de um ano. Após sua queda, um acordo de paz foi assinado em Paris, em março de 1856. Os principais resultados do conflito foram: a neutralização do mar Negro – a Rússia não mais manteria navios de guerra lá – e duas nações vassalas, a Valáquia e a Moldávia, tornaram-se virtualmente independentes, embora ainda sob o domínio nominal dos otomanos. Vejam que as alegações de Putin para o estupro que praticou na Crimeia são apenas a continuação da mesma velha cantilena para justificar o centenário expansionismo do império russo. Hoje, permanece a principal questão: A quem pertence a Crimeia? Será que necessitaremos outra “Guerra da Crimeia” para a Ucrânia sobreviver como nação?

ADONIS OLIVEIRA - LÍNGUA FERINA

PELA MINHA HONRA!

Eis alguns exemplos de comportamento que eu gostaria de compartilhar com meus amigos, bem como fazer uma pequena comparação com os padrões de comportamento das nossas lideranças atuais. Vamos a eles:

1. Gustave Eiffel

Muito debate precedeu a decisão sobre o local onde a torre comemorativa dos 100 anos da revolução ficaria. Em 8 de janeiro de 1887, um contrato foi assinado entre a pessoa física de Eiffel e a municipalidade de Paris. Foi-lhe garantido 1,5 Milhão de Francos para a construção, menos de ¼ do total estimado em 6,5 Milhões. Pela diferença, Eiffel teve assegurado o direito de Exploração Comercial da torre durante a Feira Internacional de 1889, comemorando o centenário da Revolução, e por mais 20 anos. Uma empresa foi criada só para isso.

A quantidade de projetos icônicos realizados por Eiffel é imensa. Se fôssemos listá-las, necessitaríamos de muitas páginas. Os dois projetos que são reconhecidos internacionalmente como marcas registradas dos seus respectivos países são a Torre que leva seu nome, em Paris, e a Estátua da Liberdade, em Nova York.

A importância de Eiffel como engenheiro é dupla. Primeiro, sua capacidade de adotar técnicas inovadoras desenvolvidas por outros, tal como os caixões de ar comprimido em pilares profundos de concreto. Depois, sua insistência em basear todas as decisões de engenharia em cálculos detalhados das forças envolvidas, junto com altíssimo nível de detalhamento nos desenhos e na manufatura das partes. Sem esquecer o potencial estético das estruturas cuja aparência é, em muito, ditada por questões práticas. Ao final da vida, suas contribuições à aerodinâmica foram tão importantes quanto suas imensas contrições à engenharia.

No mesmo ano em que iniciou a torre, 1888, Eiffel se envolveu com construção de um canal atravessando o istmo do Panamá. A Panamá Canal Company, companhia francesa liderada por Ferdinand de Lesseps, tentava construir um canal ao nível do mar. Ao se deparar com grandes desníveis, viu que seria impossível. O projeto passou então a incorporar grandes comportas. Foi aí que Eiffel entrou como contratado, para desenhá-las e construí-las. Eram comportas gigantescas, algumas delas com um desnível de 11 metros.

Fazia pouco mais de um ano que Eiffel se dedicava ao projeto quando, em14 de dezembro de 1888, a empresa suspendeu o pagamento dos juros e entrou em liquidação. A reputação de Eiffel foi bem atingida, quando ele foi implicado no escândalo. Mesmo sendo apenas contratado, e com uma longa carreira de grandes sucessos, ele foi acusado, junto com os diretores do projeto, de levantar fundos com falsas propostas e apropriação desses fundos. Em 9 de fevereiro de 1993, foi considerado culpado por mal-uso dos fundos, multado em 20.000 Francos e condenado a dois anos de prisão. Foi absolvido na apelação. Sua reação foi ressarcir todos que haviam sido prejudicados pelo projeto, usando para isso recursos de sua fortuna pessoal. Dizia ele que sua reputação valia bem mais que qualquer quantia em dinheiro.

O exemplo de honradez e dignidade em mais alto grau que deixou, deve ter sido a maior obra de sua vida.

2. Sir. Alexander Fleming

Reza a lenda que um dia, o filho gordinho de um Lorde inglês, ao nadar em um lago da Escócia nas férias de verão, teria quase se afogado. Foi salvo pelo filho de um pobre camponês que morava próximo. Emocionado com o resgate de seu filho querido, o Lorde quis dar ao camponês uma bela quantia em dinheiro, mas este se recusou a aceitar. Afirmou que, o que seu filho havia feito, era a obrigação de qualquer humano decente. Lord Spencer, este era seu nome, não se deu por vencido. Perguntou o que o rapaz gostaria de estudar. Seu sonho era ser médico. Imediatamente se prontificou a pagar seus estudos até se formar. E assim foi feito.

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