CORRESPONDÊNCIA RECEBIDA

Berto,

Olhaí como já se usava Cloroquina há mais de 50 anos.

Como tenente do Exército eu servi dois anos (1966-1967) guarnecendo, fiscalizando as fronteiras do Brasil na Amazônia, lugares inóspitos, sujeitos a vários tipos de doenças, principalmente a malária, transmitidas por mosquitos e outros vetores.

Como prevenção a essas doenças, eu e a tropa tomávamos regularmente e obrigatoriamente um remédio chamado ARALEN.

Nos dois anos que passei na fronteira nunca houve um caso de malária entre os soldados, devido à ARALEN.

Hoje descobri no Google que ARALEN é a própria Cloroquina.

ARALEN, fosfato de cloroquina, é um composto de 4-aminoquinolina para administração oral. É uma substância cristalina, branca, inodora, de sabor amargo, muito solúvel em água. ARALEN é um medicamento antimalárico e amebicida.

Cada comprimido contém 500 mg de fosfato de cloroquina, equivalente a 300 mg de base de cloroquina.

EU PASSEI DOIS DOIS ANOS TOMANDO CLOROQUINA E NÃO SABIA.

R. Uma feliz coincidência: dois capitães do Exército que tomaram o mesmo medicamento.

Você e o Presidente da República.

Meu caro amigo e colunista fubânico, não caia na besteira de dizer que você já tomou um remédio que cura Covid-19 e que é recomendado por Bolsonaro.

Um remédio que curou o presidente e que tem curado muita gente neste Brasil.

Se você insistir em dizer isto, a Rede Globo, as zisquerdas e a imprensa funerária vão cair de pau nas suas costas.

Mesmo assim fique tranquilo: tem muita gente que vai proteger você.

Pode ter certeza!!!

8 pensou em “CARLITO LIMA – MACEIÓ-AL

  1. Quando eu nasci, na década de 48, o povo do meu Pé de Serra já falava e tomava o Chá de quina-quina. Fui pesquisar e descobri que tem tudo a ver com a Cloroquina

  2. Três capitães em um só espaço: Capitán de JBF, o Berto; Capitán Capita e Capitán Bolsonaro. E o marinheiro Sancho vai remando pelas agitadas águas fubânicas. Cantemos: Yo no soy marinero, soy capitán. Soy capitán, soy capitán…

    Mais uma vez:
    Yo no soy marinero, soy capitán. Soy capitán, soy capitán

    Agora assoviando:
    Yo no soy marinero, soy capitán. Soy capitán, soy capitán

  3. YO NO SOY MARINERO, SOY CAPITÁN, SOY CAPITÁN, SOY CAPITÁN. SANCHO PANÇA, O MARINHEIRO ESPANHOL. NAVEGAR PE PRECISO NAS ÁGUAS AGITADAS FUBÂNICAS.

    E O BERNARDO, MOSTROU QUE É O MAIS VELHO DOS COLUNISTAS, EM 1948 ELE JÁ TOMAVA QUINA-QUINA.

  4. É bom saber que existe um remédio que cura Covid-19 e que é recomendado por Bolsonaro.

    Um remédio que curou o presidente e que tem curado muita gente neste Brasil.

    Só não entendo por que deixaram morrer de Covid-19 a avó da Michelle Bolsonaro.

  5. O escorbuto é uma doença causada por uma deficiência de vitamina C. Demorou quase 200 anos desde o momento em que uma cura com “suco de limão” para o escorbuto foi descoberta até ser promovida pelo governo britânico.
    O professor de história David Wootton explica, no livro “Bad Medicine” que o escorbuto “se tornou um grande problema apenas com o início das viagens transoceânicas”. Nessas viagens, faltavam frutas e vegetais frescos por pelo menos dez semanas.
    Em viagens longas, a taxa de mortalidade por escorbuto era de 50%. Wootton escreve: “Uma estimativa é que dois milhões de marinheiros morreram desta doença terrível entre a descoberta da América por Colombo e a substituição dos navios a vela por navios a vapor em meados do século XIX”.
    No entanto, a maioria dessas mortes era evitável. Em 1601, o comerciante Sir James Lancaster já havia resolvido o problema do escorbuto abastecendo seu navio com suco de limão em sua viagem às Índias Orientais. Wootton relata que a prática de estocar suco de limão “tornou-se padrão nos navios das empresas holandesas e inglesas das Índias Orientais no início do século XVII”.
    Infelizmente, a cura com suco de limão, escreve Wootton, “não fazia sentido para médicos com formação universitária, que estavam convencidos de que esta doença, como todas as outras, deveria ser causada por ar ruim ou um desequilíbrio dos humores”. Pressionados pelos médicos, os capitães dos navios se recusaram a estocar limões.
    As vozes daqueles que conheciam a cura do suco de limão foram rejeitadas. Em 1786, um capitão do mar mercante escreveu ao almirantado britânico, informando que o suco de limão curava o escorbuto. O capitão foi informado de que foram feitas experiências com o uso de limões no tratamento do escorbuto e que os cirurgiões “todos concordam” que “limões e laranjas não ajudaram nem na prevenção nem na cura” do escorbuto.
    A história mostra como o conhecimento insuficiente levou ao conhecimento sobre a prevenção e o tratamento do escorbuto. A Lei de Gresham pode ser aplicada: o Almirantado Britânico sancionou o College of Physicians a fornecer um tratamento de “moeda legal” – vinagre ineficaz e pílulas venenosas. O mau tratamento substituiu o bom tratamento (limões) nos navios do governo. O Almirantado Britânico foi responsável pela morte de centenas de milhares de marinheiros ao bloquear um tratamento eficaz conhecido.
    Segundo Wootton, os médicos foram culpados: “O conhecimento ruim expulsou o bom”, argumenta Wootton. O conselho dos médicos foi usado como escudo por um governo inflexível determinado a não ceder às evidências.
    Resumo do artigo: “Como as “curas” governamentais eliminam curas reai” – https://www.aier.org/article/how-government-cures-drive-out-real-cures/

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